A PM determinou submeter a conselho de disciplina, que decide pela permanência ou não do servidor nos seus quadros, de um policial militar que deixou de comparecer ter deixado ao serviço policial militar, o qual encontrava-se previamente escalado mais de oito dias.
Com isso, ficou caracterizado o crime militar de peserção,
O PM em questão sumiu em razão do mandado de prisão em seu desfavorm expedido no dia 04 de agosto de 2023,
Ele era era responsável técnico pela execução do “GatoNet”, prestando contas, a WelingtonO.P, vulgo “Manguaça” e a Maxwell S.C, o “Suel”, ex-bombeiro envolvido no caso Marielle Franco.
O sargento PM passou a operar o esquema, de forma terceirizada, arrendando a GatoNet e explorando a atividade por meio da empresa Tecstat.
Em razão do descumprimento do mandado de prisão, o PM passou a ser considerado como foragido da Justiça Estadual, e às 00h do dia 13 de agosto de 2023, passou a condição de desertor na PMERJ,
Ocorre que no dia 29 de agosto de 2023, por volta das 19h30min, o acusado trafegavapela Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói), ao ser abordado por equipe da Polícia Rodoviária Federal, recebeu voz de prisão em razão do mandado de prisão que estava pendente de cumprimento desde o dia 04 de agosto de 2023.
No momento da prisão do acusado, foi apreendido o veículo da marca Toyota, modeloHilux SW4, de cor preta, placa RKM6***, R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais em espécie), quatro aparelhos de telefone celular, um notebook e diversos documentos.
Segundo a denúncia, agentes circularam por Rocha Miranda e flagraram propagandas da Tecsat queexibiam o número de celular do sargento espalhadas pela região. A empresa cobrava R$70 (setenta reais) dos moradores de instalação e mensalidade. O pagamento podia ser feito por Pix ou dinheiro.
Segundo a PM, verifica-se que os atos praticados pelo agente revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar.
FONTE: Boletim Interno da PMERJ