A mulher de um homem que foi baleado na operação nos complexos do Alenmão e da Penha disse que estava em casa quando ouviu os tiros. Saiu para ver o que tinha acontecido e viu o marido todo ensanguentado com um tiro no rosto.
Ela falou que o marido Douglas é trabalhador, pai de família. Estava voltando do trabalho e foi alvejado na porta do comdomínio onde mora.
De acordo com a esposa, o marido foi alvejado por cinco tiros de fuzil. O homem não estava armado e não houve troca de tiros, que foi alegada por policiais que disse que ele usava uma arma calibre 32.
Ela disse que os policiais não acionaram a perícia para o local, revistaram o carro todo, tiraram todo seu material de trabalho e mochila das crianças.
A mulher falou que os policiais não apresentaram arma no local. Uma arma só foi aparecer cinco horas depois na delegacia.
Douglas está em estado grave no hospital, preso sob custódia e não pode receber visitas.
A mãe de um suspeito que foi morto disse que o filho estava encurralado pediu ajuda, ela foi até o local para retirá-lo para não morrer e ser preso e pagar pelo que fez.
Segundo ela, a polícia não deixou subir, ela filmou os policiais dentro do caveirão dando tiro. Ela gritou “Eu sou mãe, vim aqui pegar meu filho, se tiver que levar preso, que leve mas por favor não esculacha.
Mas segundo ela, os policiais não deixaram, fizeram disparos. Quando a polícia foi embora, a mulher conseguiu subir e o filho já estava morto , esfaqueado,
Ela disse que foi uma covardia do Estado. Falou que tinha direito de ir buscar o filho para ele poder ser preso e pagar pelo erro dele.
FONTE: Voz das Comunidades (Facebok)