Depois de quase três anos, a Justiça abriu processo que vai julgar suspeitos do desaparecimento de um rapaz chamado Bruno, então com 24 anos, que sumiu na comunidade Rio das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 1 de abril de 2023.
Segundo os autos disponíveis, a mãe do rapaz relatou à polícia que acreditava que aconteceu algo com seu filho, porque Bruno nunca ficou sem se comunicar mais de dois dias com sua mãe.
Ela conversou com a namorada do filho e ouviu que Bruno nteria sido vítima de homicídio e enterrado na localidade conhecida como “Areinha”., de acordo com o TJ-RJ.
Segundo o processo, a namorada do rapaz enviou um “print” com um perfil de instagram (@cristian_cardoso97) informando que Bruno era “cria daqui” ,”fechou com os meleca da RP” “já sabe o fim”, ou seja, era morador da comunidade da Gardênia Azul, e estava envolvido com a milicia da Comunidade de Rio das Pedras.
Os autos revelam que a mãe soube por boatos que Bruno foi vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado;
A Justiça diz que ela recebeu uma informação de que um homem cujo vulgo é “Jota”, não gostava de Bruno e que teria sido ele quem matou seu fillo.
A mãe do rapaz disse acreditar que Jota faça parte da quadrilha de traficantes da Gardênia e executou Bruno por estar envovldio com os milicianos de Rio das Pedras, local onde estava residindo há pouco tempo, cerca de três meses.
Consta dos autos também que Bruno teria sido vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado.
Uma testemunha que trabalhava em uma imobiliária informou que ficou sabendo do desaparecimento de Bruno através da mãe do mesmo, que mandou mensagem no domingo 02/04/2023. Ele disse que viu Bruno algumas vezes reunido com milicianos de Rio das Pedras.
Na página do TJ-RJ, pelo número do processo, porém, não há dados ainda sobre os suspeitos do crime. No item autor do fato, consta como ignorado.
A Polícia Civil representou pelo afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos.
O fato é apurado no IP 957-00401/2023 da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).