Visando provar sua lealdade à facção criminosa Comando Vermelho em Resende o traficante vulgo Noi entregou seus antigos comparsas de Terceiro Comando Puro, o que resultou nas mortes esse ano de Genecy da SIlva Ferreria, Leonardo Freitas de Oliveira, vulgo Vovô, Luiz Gustavo Martins Rodrigues, Pedro Alex Almeida Barbosa e Carlos Daniel Pereira de Oliveira, vulgo Chuchu.
Todos os mortos eram os únicos traficantes que mantinham a resistência no bairro Fazenda da Barra 2 contra a invasão do CV, cujos líderes dessa empreitada criminosa são os traficantes vulgo T10, Messi e Banha.
Tudo começou após o assasssinato de João Vitor Alves de Oliveira, vulgo Quimba, que era dependente químico, integrante do TCP mas havia suspeita de que estava tentando ingressar no CV. Ele havia sido jurado de morte e por conta disso teve que passar um tempo em São Paulo. A família, por exemplo, teve que gastar certa vez R$ 500 por conta do envolvimento de João com o tráfico.
Noi também era suspeito da morte de Quimba e após esse crime, pulou para o CV colaborando então para essa sequência de mortes na cidade.
No caso do assassinato de Quimba, a autorização veio do criminoso conhecido como Rodolfinho e teve participação de seu gerente, vulgo GL, por planejar e executar as ordens de Rodolfinho.