O ex-PM que sofreu atentado quando chegava a uma casa de shows em Jacarepaguá foi réu em processo de homicídio cometido em 2022.
Segundo os autos, em 17 de março daquele ano, ele efetuou disparos contra David de Almeida VItorino causando sua morte.
Ele foi condenado à pena de 03 anos e 06 meses de reclusão e 11 dias-a ser cumprida em regime aberto.
Ele cometeu o crime usando uma pistola Glock, calibre 9mm, com número de série suprimido.
Após discutir com David, o suspeito o abraçou para, supostamente, “fazer as pazes”, ao que inopinadamente efetuou os disparos.
O fato ocorreu na Estrada João de Melo, nº 438, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.
Veja o depoimento de uma testemunha na época
Alguém veio chamar o David, porque tinham pessoas dando tiro no estacionamento. E aí, quando olhamos pra lá, tava tendo uma pequena discussão entre eles, aí logo depois, a gente viu quando o rapaz puxou a arma e deu o tiro no rosto dele (…) Chamou o rapaz, o David (…) O aniversariante chamou, porque tinha um rapaz dando tiro no estacionamento, e aí, ele saiu pra resolver. Aí, quando eu olhei, já estava aquela confusão (…) Eles começaram uma confusão e aí dava pra ver de onde que estava, dava pra ver, mas eles se abraçaram e se resolveram. Ele deu as costas, quando voltou, ele pegou e aplicou o… Virou e pegou no rosto. Ele chamou, abraçaram, David saiu, quando voltou, ele virou de novo, foi na direção dele, quando foi na direção dele, ele acertou o rosto dele, aí já caiu… Ele em pé, tomou um no rosto, caiu. E mais dois no chão (…) Eles estão conversando, se acertam, David dá as costas pra voltar de novo pra onde ele estava e aí quando fala alguma coisa, quando David vira, dá um tapa na mão dele e acerta o rosto dele (…) A única informação que chegou é que ele (o réu) era policial
FONTE: TJ-RJ