O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, encaminhou a seu subordinado que adquiria armamentos bélicos e táticos no Paraguai, incluindo drones e fuzis, notícias acerca dos resultados de bombardeios com uso de drones sobre território dominado por facção rival.

O comparsa de Peixão disse que os equipamentos que negociava eram suficientes para eliminar “Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho.

Financiado por “Peixão”, o comparsa contrabandeava eletrônicos como comunicadores de longa distância e fuzis anti-drones, bem como negociava armas e pistolas com vendedores sediados no Paraguai, equipamentos voltados à aparatar o Terceiro Comando Puro.
O armeiro de Peixão será transferido neste sábado para o presídio de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná.
Em conversas, Peixão falou para ele comprar fuzis e drones,
