O corpo do traficante Ravel Yago, morto na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, foi encontrado decapitado.
Segundo a polícia, o criminoso teve a cabeça arrancada minutos depois de ser atingido por um tiro de fuzil,
De acordo com a polícia, o disparo — feito de baixo para cima — atravessou o corpo de Ravel, causando graves lesões internas e levando à perda rápida de sangue.
A perícia aponta que a cabeça foi cortada com um facão enquanto o sangue ainda circulava, o que indica que o ferimento fatal ocorreu instantes antes da decapitação.
O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, já havia dito que trabalha com a hipótese de que a decapitação tenha sido praticada por comparsas do próprio traficante, como forma de tentar incriminar os agentes de segurança e inflamar a narrativa de violência policial.
A suspeita é reforçada por relatos de que Ravel estaria na linha de frente da facção durante o confronto. Investigadores também destacam que, no momento da ação, o tiroteio era intenso e dificultava a identificação dos atiradores.
O corpo foi encontrado em uma área dominada pelo tráfico, o que aumenta a possibilidade de que o ato tenha sido cometido pelos próprios aliados do criminoso.
A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o crime teve motivação estratégica, como tentativa de manipular a opinião pública sobre as operações nas comunidades dominadas pelo tráfico.
FONTE: Canal Pega Visão News (Whatsapp) e PCERJ