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Celsinho da VIla Vintém (ADA) fez acordo com a milícia e o CV para ocupar áreas em Curicica e deixava outra facção dominar seus redutos para servirem de base para ataques a paramilitares

Segundo a Polícia Civil, o traficante Celsinho da Vila Vintém, preso hoje, fez um acordo com o miliciano André Boto (preso) para que a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) ocupasse áreas em Curicica, em Jacarepaguá, mas esse acerto se estendeu também a bandidos do Comando Vermelho que dominam comunidades no entorno. Policiais afirmaram que essa traficância nestas áreas só poderia ser realizada de forma extensiva na região se houvesse um acordo entre as lideranças, ADA, Comando Vermelho e milícia. Segundo o secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, Celsinho deixava que traficantes do CV tomasse conta de suas áreas para serem utilizadas como base e pontos de apoio para dali partirem para invadir redutos da milícia em Santa Cruz, como Antares e Rodo. Curi afirmou que Celsinho saiu da prisão em 2022 dizendo que iria ‘criar porcos’ mas na verdade se juntou a outros criminosos (CV e milicianos) para fazer parte desta política expansionista do CV. Foi informado que quando os agentes tentaram prender Celsinho, eles foram recebidos a tiros pelos criminosos mas que ninguém ficou ferido. Foi explicado que quando a polícia reage, ela reage com o compromisso de não atingir o cidadão de bem e quando o marginal atira, ele não tem compromisso nenhum. Se tiver que balear uma criança, balear um idoso para poder ganhar temopo e fugir ao cerco policial. Segundo denúncia antiga do Ministério Público Estadual, Celsinho da Vila Vintem ainda que preso no Complexo Penitenciário de Bangu (entre 2002 e 2022) continuou a comandar e controlar todas as atividades de práticas de tráfico de drogas nas comunidades: “Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Nogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão FONTE: Polícia Civil do RJ e TJ-RJ

CELSINHO DA VILA VINTÉM (ADA) VOLTOU A SER PRESO

O traficante Celsinho da Vila Vintém foi preso hoje pela manhã pela Polícia Civil. Apontado como fundador e líder máximo.da facção criminosa Amigos dos Amigos ADA), ele havia sido solto em 2022 após ficar 20 anos na cadeia. Nos últimos tempos, havia a suspeita que o bandido estaria por trás da suposta união da ADA com o Comando Vermelho quev tem.promovido ataques a favelas rivais na Zona Oeste do Rio. “Celsinho da Vila Vintém”, foi localizado e preso na comunidade da Vila Vintém, em Padre Miguel. Segundo as investigações, ele estava se aliando a outras lideranças de grupos rivais para promover disputas territoriais e retomar comunidades de Santa Cruz que estão atualmente sob influência da milícia. FONTE: PCERJ

Após sua casa sofrer um ataque de traficantes, PM passou a ser ameaçado pelos bandidos, ou aceitar o arrego ou sua família correria risco. Pressão psicológica levou policial ao infarto e teve atendimento recusado no hospital da corporação por falta de vagas. Vítima processou o Estado e ganhou a causa. CONHEÇA A HISTÓRIA

No dia 02 de janeiro de 2022, um PM com 26 anos de corporação estsava emsua casa essa sua esposa e seus dois filhos. De repente, uma explosão causou tremor as paredes do lar que construíram com tanto esforço. Uma bomba caseira foi lançada na esquina de sua casa pelos traficantes que dominam a região, em uma clara retaliação ao trabalho honesto e incansável do policial contra o tráfico de drogas. Não satisfeitos, os criminosos dispararam rajadas de tiros na residência. O PM nunca pensou que um dia sua dedicação à causa pública lhe custaria não apenas a tranquilidade, mas a própria paz de espírito e o bem- estar de sua família. Por mais de duas décadas, ele honrou sua farda, sem qualquer punição ou mancha em sua carreira, cumprindo seu dever com excelência e arriscando sua vida em prol da segurança de todos Após o atentado, os criminosos deixaram clara sua mensagem: ou o PM cedia ao “arrego”, colaborando com o tráfico, ou sua vida e a de seus familiares estariam em risco. Fiel aos princípios que sempre defendera, o policial recusou qualquer acordo e, imediatamente, registrou um boletim de ocorrência nº 119-00008/2022 acostado em anexo, narrando os detalhes do atentado. A partir de então, a vida dele desmoronou. O PM passou a viver sob intenso terror. Mensagens de morte e propostas de corrupção foram enviadas diretamente ao seu celular, agravando a pressão psicológica que já se tornava insuportável. Mesmo assim, ele, fiel à justiça, resistiu e continuou a lutar contra a corrupção. A pressão psicológica decorrente das ameaças diretas e das propostas de corrupção contribuiu para o desgaste emocional extremo do policial.Em 06 de junho de 2022, após 4 dias de terror psicológico constante, o corpo do PM não resistiu mais. Ao sair da delegacia às 12:49 hrs, onde havia prestado Auto de Reconhecimento de pessoa sobre o caso, ele sentiu fortes dores no peito. Desesperado, buscou ajuda e foi levado às pressas para o hospital Darcy Vargas, onde foi diagnosticado com um infarto. O PM começou a passar mal logo após sair da 119a Delegacia de Polícia Civil, onde reconheceu os envolvidos no crime denunciado. O infarto sofrido pelo PM foi desencadeado diretamente pelo estresse e pressão psicológica extrema decorrentes do atentado, das ameaças e da ausência de proteção estatal. Mesmo sendo contribuinte do Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), que deveria garantir-lhe atendimento de urgência, o PM foi negligenciado pelo próprio sistema que deveria protegê-lo. O hospital da corporação onde deveria ter sido internado, negou-lhe socorro sob a alegação de falta de vagas, mesmo tendo posteriormente informado que havia vaga, porém sem ambulância para o transporte. O Hospital Darcy Vargas conseguiu uma ambulância de um município vizinho para realizar a transferência do PM, que se encontrava entre a vida e a morte. Contudo, o veículo disponibilizado não estava equipado com cilindros de oxigênio, material de extrema importância para o transporte de um paciente recém-vitimado por um infarto. A falta de oxigênio no trajeto entre os hospitais colocou sua vida em risco, sendo mais uma prova da omissão estatal. A negligência no atendimento médico, ao deixar o PM sem os cuidados adequados, agravou o seu quadro clínico. O PM passou nove dias internado no setor de trauma antes de realizar o cateterismo que constatou duas artérias obstruídas. Seis dias se passaram até que a angioplastia fosse finalmente realizada, conforme documentos em anexo , tempo suficiente para que sua vida estivesse por um fio.Durante essa espera angustiante, outro policial, que realizara o mesmo procedimento, faleceu devido à demora no atendimento. Embora tenha sobrevivido, o Autor carrega cicatrizes físicas e emocionais que continuam a afetar sua vida cotidiana. Após receber alta hospitalar, o PM enfrentou um longo e extenuante processo de licenças médicas periódicas, sendo obrigado a renová- las a cada 15 dias e, posteriormente, a cada 30 dias, por um período de um ano e meio . Durante esse tempo, ele era forçado a comparecer ao CFAP , sempre exposto ao estresse de atravessar áreas de risco. Sua residência, localizada em Rio Bonito, distava significativamente do CFAP, localizado em Sulacap, uma constante fonte de estresse para o policial que encontrava-se com sua saúde ainda debilitada. A exigência de renovação frequente de suas licenças, aliada aos trajetos arriscados e desgastantes, impôs grande desgaste a um policial, um ser humano que já havia quase perdido a vida em razão da omissão do Estado . Além de estar em recuperação de uma recente cirurgia e com seu estado psicológico fragilizado, essas condições agravaram ainda mais sua saúde física e mental, expondo-o, novamente, à negligência do Estado em assegurar seu bem-estar e segurança. Além do desgaste causado pelas licenças médicas periódicas, a Junta Médica da PMERJ, mesmo durante tantas renovações, jamais realizou exames básicos, como a aferição da pressão arterial do Autor, demonstrando descaso com sua saúde e segurança. Esse desrespeito continuou a agravar seu sofrimento emocional e físico. O atentado contra a vida do autor e sua família não apenas o afastou de suas funções, como também lhe tirou a chance de almejar uma promoção e uma graduação superior. Esse afastamento forçado interrompeu suas oportunidades de crescimento na carreira, que ele certamente teria alcançado se sua saúde tivesse sido preservada. A interrupção forçada da carreira, gerou uma perda irreparável de oportunidades profissionais, afetando diretamente seu futuro. Antes do infarto, o PM levava uma vida saudável e ativa, sem sobrepeso e longe do sedentarismo, como demosntrado na foto ao lado no datar de 5 de julho de 2020, data anterior ao incidente. Ele possue um sítio, onde praticava atividades físicas intensas, como construir cercas, fincar mourões, capinar e plantar, atividades que, para ele, eram uma forma de aliviar o estresse acumulado no trabalho. Hoje, essas práticas foram-lhe retiradas por ordens médicas. Além disso, o Autor depende atualmente de medicamentos diários para sobreviver, tendo apenas uma artéria funcional, a qual se encontra parcialmente comprometida, exigindo acompanhamento médico constante. Exames anexados à petição demonstram o comprometimento de sua saúde cardiovascular e a

Preso chefão da Furquim Mendes e Dique, áreas do CV

O chefe do Comando Vermelho na Favela Furquim Mendes, no Jardim América, vulgo Nico, foi preso pelo GAT do 16° BPM. O narcoterrorista foi pego em cssa. e não ofereceu resistência. Nico controla também as comunidades do Dique, Tinta e Dourados. Atualmente se encontrava na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, por ter empreendido fuga do estabelecimento em que se encontrava recolhido. Cabe ressaltar que Nico é considerado um criminoso de alta periculosidade e uma das lideranças do CV, sendo o chefe da quadrilha responsável pelo homicídio do tenente Marcos José Oliveira de Amorim, no dia 31 de Janeiro de 2025, durante uma operação na comunidade Furquim Mendes. A quadrilha de Nico, também é investigada pelo homicídio do tenente Coronel Carlos Vidal Martin da Silva, dia 25/02/2025, durante tentativa de roubo no Jardim América. FONTE: PMERJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Traficante Professor do Alemão (CV) mandou cortar propinas porque PMs zuaram favela e boca de fumo ficou sem funcionar durante um dia. Ameaçou parar de pagar também quando policial reclamou do valor

Segundo as investigações da Polícia Federal da Bahia,, o traficante Professor do Alemão chegou a ameaçar cortar a propina de PMs A situação foi a seguinte: um contato do Professor disse que recebia informações privilegiadas sobre operações. “Os caras do GATdo 3º BPM estão na Galinha. Quem estava no Engenho eram os caras de outros batalhões, assim falou o GAT para mim”. Por conta disso, Professor disse. “Não vai ter dinheiro essa semana, parou a boca do Engenho um dia. Engenho estava sem operação há dois anos. Foi os canas que começou essa comigo, estava na minha. Fazendo operação por roubo mas se ele quer manter lá demoro vamos ver quem se prejudica mais. A mesma ameaça foi feita pelo traificante quando um PM reclamou que somente recebia R$ 1.200. Um policial disse. “É melhor melhorar a sintonia (propina) do que ter contato nenhum” Professor respondeu: “Aqui é papo de homem. Valor é 1.200, se quiser aumentar, tem que aumentar de todos. Vida do crime tô nessa o maior tempão, vem essa de melhorar sintonia (propina) não, não quer, não pega” Professor pergntou ao policial se ele ia pegar os R$ 500 da Coréia? O traficante disse se um policial pegar o dinheiro e zuar (prender alguém, apreender arma ou droga) ia ter problema com ele “O cara está me ameaçando que é melhor aumentar do que perder, falei se não quiser pegar, não pega” disse Professor, acrescentando que ia cortar deles. Professor voltou a questionar. “Avisa se vai parar a sintonia ou vai continuar. Se zuar, vai ter problema comigo” O policial respondeu. “Ninguém zoou a favela irmão, não fazemos nada sem ordem”. Professor falou que “se não perturbar vai seguir normal” mas salientou que haviam atacado a boca e a câmera que colocou fimou tudo. O traficante continou dizendo que não era para ter atraso nem para ele nem para os policiais e que iria seguir tudo normal toda semana ou na segunda, mandaria o desse e o da outra (propina). Um outro contato enviou mensagem a Professor pergunta se a firma (boca de fumo) dele fica na área do 3º batalhão de Polícia Militar, pois teria um amigo nesse batalhão e pergunta se os policiais estariam deixar rolar ou se estariam atrapalhando “Eu tenho um contato lá manoque é o mesmo diligente entendeu? O polícia lá é o mesmo diligente, sendo que o GAT não tá podendo, não tá podendo fechar uma sintonia, o estrela dos GAT porque veio ordem do batalhão pra ficar ocupado lá, tipo uma miniocupação lá, entendeu? Aí to esperando ele sair de lá,mas tá lá, esquema tá lá também, mas lá dentro, entendeu? Aí eu to esperando ele sair pra nóis poder fazer a sintonia com eles lá e com o pessoal (fechar pagamento de propina), mas se tivesse o contato lá pra ver se tira esses polícia lá de dentro pra voltar ao normal lá, entendeu? Aí ia ficar show“Eles tão nas entrada e eles estão lá no final com uma viatura lá dentro. O nosso tá tudo rolando, entendeu? Mas tá meio ruim porque eles fica lá e os caras que têm amizade com a polícia as vezes brota de dia lá. É só tirar. Se tiver um contato pra tirar eles lá de dentro, esse baseamento aí que eles tá fazendo por causa da guerra lá, eles estão fazendo um cerco ali pra atrapalhar nóis. Em resposta, o interlocutor que tentaria conversar com o 01 do batalhão (comandante). O mesmo contato afirmou que teria trocado mensagens com um policial que se comprometeu a conversar pessoalmente com uma coronel da PMERJ afirmando que teriauma reunião com ela e aproveitaria para combinar um suposto acerto. FONTE: Polícia Federal

Milícia tentou retomar reduto de grupo paramilitar rival em Curicica, atacou também Rio das Pedras e roubou armas

Milicianos ligados ao Boto deram um baque na vila Sapê, em Curicica, e também no Sertão, em Rio das Pedras ambos em Jacarepaguá, segundo relatos nas redes sociais. A Vila Sapê era dominada pelo grupo de Boto, que teria entregue o comando para os traficantes Após bandidos da facção Amigos dos Amigos (ADA) sair da favela,.outros paramilitares tomaram a localidade com ajuda da milícia de Juninho Varão. Já o ataque em Rio das Pedras ocorreu a pedido de Almir um miliciano das antigas que solicitou ajuda ao Boto para se vingar de Mágico, um.dos líderes locais, depois de ter tomado um golpe dele anos atrás. Nos baques, os invadores teriam conseguido pegar 2 fuzis, 3 pistolas, carregadores, rádios e munições dos rivais que estavam controlando atualmente as comunidade. FONTE: Grupo Pega Visão RJ (Telegram) e Página Milícia RJ News (Twitter)

Pagamentos e acertos para propina, contato com oficiais superiores, aviso sobre operações, pedidos de ajuda: investigação da PF revelou relação promíscua entre o traficante Professor do Alemão (CV) e PMs

Segundo a Polícia Federal, o traficante Professor do Alemão investia uma parcela significativa de seus lucros com a venda de drogas no pagamento de subornos a policiais “arregos” com a finalidade de suprimir as ações do Estado, obtendo proteção e recebeendo informações privilegiadas por parte desses policiais, que seriam responsáveis pelos patrulhamentos de areas, como avisos com antecedência de operações políciais a serem desencadeadas, bem como informações de movimentações administrativas de policiais, inclusive com recebimento de publicações de boletins internos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal revelou esquema para pagamento de propinas a PMs. Em uma delas, um traficante de vulgo Uber  que atuava na comunidade do “Engenho” revelou que os pagamentos (sintonia)estariam seguindo normalmente toda  semana, mas que alguns policiais estariam praticando algum tipo de covardia com eles.Em seguida, afirmou que iria cortar o dinheiro  deles (policiais), inclusive o dinheiro pago a um oficial conhecido como Estrela. Professor era avisado de operações policiais. Em um trecho, ele conversou com um indivíduo vulgo Lorão Galinha que lhe disse que esteve com um PM vulgo Bigode ” e teria recebido informação deiminente deflagração de operação em que policiais militares estariam escalados para dar apoio  a policiais civis em operação contra milicia“Professor” falou não acreditar nas afirmações e falou que o “Paraíba (Doca)” e “Mel” (Wilton  Carlos Rabello Quintanilha, vulgo “Abelha”) teriam contatos e acertos muito sinistros (com policiais) e estes não teriam avisado nada sobre a possibilidade de operaçãoes na localidade de sues domínios. Lorão prosseguiu afirmando que seus contatos BP e Chq confirmaram que haveria uma operação grande, mas ainda não podiam confirmar o local.Em seguida “Professor” pediu para “Lorão Galinha” aguardar novas informações, possivelmente porque iria entrar em contato com os supostos policiais cooptados pelo grupo, e em seguida, retornar com informações que a operação a ser deflagrada seria realizada pelo BOPE Doca chegou a dizer a Professor que Bigode e Capitão iriam confirmar o horário da operação e ele iria avisar ao parceiro.   Professor conversou com FZD, um suposto oficial da PMERJ, e foi informado que iriam trocar o comando local e o policial iria para Manguinhos mas o traficante o tranquilizou dizendo que iria conversar com o chefe de lá que a sintonia lá (pagamento de propina) fosse mantida.  Ao mesmo tempo, que o oficial iria conversar com o major que assumiria no Alemão para ele manter o acerto com Professor. Dias depois, o novo comandante ligou para o bandido para manter as tratativas.  Professor foi flagrado em uma escuta dizendo que estava em guerra com policiais  que estariam exercendo paralelamente a atividade de milícia nas proximidades de sua comunidade, além de demonstrar aexistência de tratativas diretas com policiais oficiais superiores da Polícia Militar do Rio  de Janeiro (Estrela Superior). “ O traficante, inclusive, intimidou um dos PMs que supostamente estava atuando como miliciano, cobrou explicações e ordenou que ele subisse o morro para conversar. O policial demonstrou medo.   ” P… irmão, eu nunca fui de sacanagem, nunca me meti em parada errada, nunca me meti em milícia nenhuma, nunca fuidisso, até porque o meu trabalho eu trabalho contra as milícias, não sei se você tá  sabendo aí onde eu trabalho, talvez você esteja sabendo. P… compadre, se eu tivesse na sacanagem, tivesse na milícia como deve chegar pra você aí”, disse o PM; Em seguida “Professor informou que as informações que estaria recebendo  divergiam das declarações prestadas pelo PM e que ele estaria recebendo informações privilegiadas do alto escalão (PMERJ) de que esse policial” estaria fazendo denúncias contra ele. Em outro áudio, Professor afirmou que o Alô (propina)  teria seguido para o “São João” recebendo resposta de que tudo ficaria mais calmo e que somente uma viatura ficaria na localidade, inclusive com agradecimentos ao fim. Em uma conversa, um contato informou a Professor que teria trocado mensagens com um policial que se comprometeu a conversar pessoalmente com uma coronel da PMERJ afirmando que teriauma reunião com ela e aproveitaria para combinar um suposto acerto. Um policial encaminhou mensagem de colegas a Professor  onderevelaram estar recebendo apenas R$ 1200,00 de propina e que nãoestariam acostumados a receber tão pouco valor e ameaçam dizendo que seria melhor entrar  na comunidade atrapalhando os negócios da venda de drogas. Eles exigiam que se “Professor”desejasse aumentar a sintonia entre eles teria que aumentar o valor da propina.Em seguida “Professor” reagiu em tom ameaçador respondendo que está na vida do  crime há muito tempo e que se não aceitasse o valor pago não receberiam nada.Os PMs também pediram ajuda a Professor. Um de alcunha Hulk pediu a  “Professor” ajudasse arecuperar um veículo roubado da marca VW, modelo Tiguan, cor branca, o qual segundo monitoramento por GPS teria sido localizado na comunidade dominada por “Professor”.O detalhe que chama a atenção consiste na informação de que o referido veículo  pertenceria a um irmão de um capitão que seria amigo do policial requisitante. Um outro policial enviou mensagens a Professor solicitando a pedido de uma coronel da PMERJ que “Professor” ajudasse na devolução de um veículo que pertenceria a um político influente, o qual estaria escondido na comunidade.  Professor recebeu de um policial o boletim interno da PMERJ que trazia a movimentação de agentes.  FONTE: Polícia Federal

Milicianos confirmaram que Tandera ‘abandonou tudo’ e que homens de Zinho fariam uma triagem para selecionar quem seria aproveitado na quadrilha, que voltaria a ser uma só. Quem não ficassse, poderia ser morto, como ocorreu com alguns

Milicianos confirmaram mesmo que Danilo Dias Lima, o Tandera, abandonou o crime. Um deles, que foi preso, disse que Tandera deu a “ultima forma” com a morte do seu irmão Delsinho e abandonou tudo. Esse miliciano disse que entrou para a milícia do Zinho logo depois e foi convocado para uma reunião mas ficou sabendo que em toda reunião do grupo, um morre, por isso abandonou tudo. Mas devido a sua experiência na milícia, foi convocado para treinar homens do falecido Tubarão e assim poder retornar para Cabuçu, em Nova Iguaçu, com sua família. E disse que Tubarão tentou um acordo com Juninho Varão, que herdou as áreas de Tandera, contra a milícia do Zinho. Uma investigação da Polícia Federal foi mais além. O falecido miliciano Nanan foi flagrado em uma conversa com GG dizendo que Tandera havia metido o pé. GG disse então que éra hora de “abraçar todo mundo. Até mesmo por material” (material refere-se ao armamento deixado pela milícia vencida).No contexto do diálogo, foi falado sobre a realização de uma “peneira”por milicianos que dominam a região da Zona Oeste, visando realizar uma espécie de triagem ou processo seletivo, através do qual apenas os milicianos (antigos rivais) aprovados seguirão na milícia que a partir de agora dominaria além dos territórios de Santa Cruz, também a Baixada Fluminense. Na triagem dos antigos rivais e de “resolver o que tem que resolver” (sic) – na madrugada do dia 06 para o dia 07 de setembro de 2022, três milicianos foram mortos. Um deles (vulgo Foca), é citado no diálogo acima “E aqui fora, o que fez contato foi o Foca né? Fiquei de receber ele hoje aí. Vou botar o Jhon Jhon pra trocar uma ideia com ele”. As mensagens trocadas entre GG e Nanan confirmaran, o que já se desconfiança, ou seja, o desmanche completo da milícia do Tandera e a intensão de aproximação e união (“bater cabeça para o irmão”- Zinho) daqueles que assumiram o grupo rival, para que a organização criminosa voltaria a ser uma só, com vasta extensão territorial. As mensagens também revelam articulação para seleção daqueles que seriam”abraçados”na nova configuração da milícia e daqueles que seriam” resolvidos “(executados). Na época, a nova configuração da milícia, com a queda de Tandera “, inclusive, foi colocada em pratica no Complexo de Gericinó (Bangu), através dos presos mais antigos e leais a milícia do Zinho. FONTE: TJ-RJ

Guerra de facções deixou dois adolescentes mortos e dois homens feridos em Três Rios

A Polícia Militar informou que, na noite de ontem domingo (4/5), criminosos armados efetuaram disparos de arma de fogo contra pessoas na Rua Fagundes Varela, em Vila Isabel, em Três Rios. Dois homens não resistiram aos ferimentos e outros dois foram socorridos à UPA da região. Os mortos seriam dois adolescentes de 17 anos. A 108ª DP (Três Rios) foi acionada e investiga a morte de dois adolescentes, ambos de 17 anos. Na ação criminosa, dois homens também ficaram feridos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. Equipes do 38º BPM (Três Rios) assumiram a ocorrência e a 108ª DP foi acionada. Segundo redes sociais locais, o fato ocorreu em razão de uma guerra entre facções criminosas rivais As vítimas foram atingidas em diferentes pontos do bairro Vila Isabel: uma na frente do antigo colégio Vocacional, outra na Rua da Feira e uma terceira na região da Fagundes Varela, próximo à subida do cemitério. Um vídeo mostraouuma motocicleta caída ao lado de um corpo estendido no chão, enquanto moradores observam a cena com tensão. Testemunhas afirmam que ouviram diversos disparos e viram suspeitos se escondendo em um terreno baldio ao lado de um prédio. Uma das mensagens compartilhadas dizia: “Misericórdia, será mais um”. Fontes locais relatam que o ataque foi uma ofensiva direta do Terceiro Comando Puro contra rivais, em meio à disputa pelo controle de pontos de venda de drogas na cidade. Um dos feridos teria sido atingido no pé e sobreviveu. FONTE: PMERJ, PCERJ e Página Cobrador TR (Facebook)

Chefe do tráfico morto em Niterói teve preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. Anos atrás, foi acusado de matar jovem que foi a baile funk dominado por facção rival a comunidade que morava no Rio

Morto em confronto com a PM em Niterói nesta segunda-feira, o traficante CHarles de Miranda Ramos, o Naizinho, havia sido preso pela última vez em 2022 e teve a prisão preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. O criminoso é filho do Nai, ex-dono do Morro da Mineira nos anos 90, que está preso desde 1992. Em 2014, teve prisão decretada suspeito da morte de Tiago Portelinha, que era morador da Comunidade do Morro de São Carlos, dominada pela facção ADA e teria ido, juntamente com outros amigos, a um baile funk realizado no Morro dos Prazeres, cujo controle do tráfico local pertence a facção Comando Vermelho, logo a vítima teria ingressado em um território “dominado” por uma facção rival. Na época, diversas testemunhas foram ouvidas em sede policial, havendo relatos de pessoas diferentes de que a vítima foi capturada por alguns homens, dentre eles, Charles de Miranda Ramos, sendo este último identificado por testemunha através de fotografia, como sendo o principal suspeito do crime. Anos depois, ele foi improunciando (ficou livre do juri popular). Em dia 15 de agosto de 2011, policiais militares rumaram para a Favela da Nova Brasília, localizada no Bairro do Fonseca visando apurar delação anônima dando conta que na véspera traficantes do local haviam recebido uma carga de 100 (cem) quilos de cocaína. Já no interior da comunidade, os agentes da lei tiveram sua atenção despertada para uma casa aparentemente desabitada e aberta, em cujo interior foram encontrados Charles e comparsas dentro de um quarto, constatando que os mesmos mantinham, sob sua guarda, na forma compartilhada, o material bélico a seguir descrito: – duas pistolas marca Taurus, calibre 9 milimetros, devidamente municiadas; – uma pistola marca Glock, devidamente municiada; – uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas. (…) Na época, a localidade tinha como dono, o traficante Pão Com Ovo, que está há vários anos preso. Charles era braço armado da quadrilha. Por conta desta prisão, Charles foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão FONTE: TJ-RJ

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