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Saiba quanto o chefão da Muzema (CV) pagava por fuzis, munições e carregadores a seus fornecedores. Fuzil chegava a custar R$ 85 mil

Uma planilha com a relação de armas e munições que seriam adquiridas pelo chefe do tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhangá, Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, mostra quanto ele costumava pagar pelos artefatos bélicos. Uma das anotações mostra uma metralhadora ponto 50, arma antiaérea, que custaria R$ 240 mil. Zeus ia pagar R$ 110 mil pela aquisição de dois fuzis Colt calibre 556 (R$ 55 mil cada); mais R$ 100 mil para comprar mais duas armas deste tipo (R$ 50 mil cada( e outros R$ 275 mil por mais cinco da mesma arma (R$ 55 mil cada). Já um Colt calibre 762 custava R$ 85 mil. Está na tabela mais de 34 mil munições de fuzil AK-47 que sairiam R$ 36 a unidade; Já a munição calibre 223 está anotado que ele compraria 10 mil unidades com o preço de R$ 25 cada uma. Munição 762, seriam 183 unidades saindo 30 reais cada. Zeus também iria adquirir carregadores anotados na tabela como pentes. Pente AR 10- 307 unidades – R$ 725 cada Pente AR-15 – 183 unidades – R$ 544 cada Ao todo, eram cinco os fornecedores de Zeus conhecidos como Justino, Bazzana, Gordão, Barba e Aleatório. A tabela previa investimentos que somados chegavam a mais de R$ 5 milhões. FONTE: MPRJ

Mais uma noite de guerra no Morro dos Macacos. População não aguenta mais

Mais uma noite de guerra no Morro dos Macacos, em Vila Isabel. Circula informação que uma bala vinda do.Macacos acertou uma moradora na Mangueira. Durante a tarde, também houve confronto que deixou um morto. Veja relatos de moradores nas redes sociais. Muito tiro! A guerra continua! Evitem sair na rua agora 18 hrsMuitos tiros Começou tudo de novo, até quando vamos ficar esquecidos do poder de segurança pública? Escutei daqui da Rua São Francisco xavier altura do supermercado supermarket supermarket parecia aqui na rua de tão alto. Parece que do lado da casa de cada um, de tanto armamento pesado. Ninguém merece… Meus Deus… Onde vamos parar? Aqui também eu ouvi muito tiro está fazendo 24:00 sem energia 😕 Que terror, tão alto que parece que é aqui na 28 (altura do Pedro Ernesto). MAIS UM DIASEM PAZ !!! p…que loucura morador não tem paz estado omisso estão assistindo essa guerra e não consegue acabar com isso governador mequetrefe canalha 😈 Uma vergonha essa situação E já começou o faroeste Gente vai começar tudo de novo . Que Deus proteja meus familiares de lá e TDS moradores O TCP tenta mais uma vez expulsar os rivais do CV do morro. Após os embates de ontem, os traficantes do C.V permanecem no Morro dos Macacos e fizeram ostentação de fuzis da tropa do Títauro. Paea continuar no.morro, o CV estaria recebendo investimentos fortes do Complexo da Penha. FONTE: Páginas Alerta Vila Isabel em Alerta, Informe Vila Isabel e Vila Isabel em alerta (Facebook)

Saiba como traficante Zeus se tornou o ‘dono’ da comunidade da Muzema (CV). Confira também negociações do bandido para a compra de armas e drogas

O traficante Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, se tornou o dono das bocas de fumo da comunidade da Muzema, no Itanhangá após ampla participação ao financiar a guerra de expansão territorial da facção criminosa contra os milicianos estabelecidos anteriormente naquelanlocalidade. Após o sucesso da empreitada organizada por Zeus, a cúpula do Comando Vermelho_ Doca, Pezão e Abelha_ decidiram recompensá-lo com o controle territorial e econômico da região da Muzema. Com isso, toda a rentabilidade das atividades criminosas voltadas para o tráfico de drogas, roubo de veículos e cargas, cobranças de taxas de moradores e comerciantes, exploração de “gatonet” e expropriação ilegal de imóveis praticadas nesta região, são auferidas por Zeus e e parte desses lucros destinam-se à caixinha da facção. Após o aumento expressivo nas suas fontes de renda ilícitas, Zeus com visão ambiciosa, passou a financiar a tentativa de expansão territorial pelo Comando Vermelho sobre a comunidade Rio das Pedras – Jacarepaguá, ora dominada por milicianos, desencadeando uma guerra territorial travada entre distintos polos de guerrilha, com fortes armamentos, despontando no sofrimento da população carioca. Em recente postagem na rede social Whatsapp, Zeus ofereceu dinheiro para informantes que expusessem a localização de milicianos que atuam na Comunidade Rio das Pedras. O intuito do investigado não difere das práticas covardes comuns a essa facção, o homicídio de seus desafetos. Zeus tambén é responsável por comprar armas e drogas de fornecedores interestaduais para revender para outras lideranças do Comando Vermelho, no Estado do Rio de Janeiro e nos recortes abaixo. Em uma conversa com o comparsa Vini 21, Zeus mencionou Doca como devedor de determinado valor e posteriormente, envia para Doca”, uma lista atualizada de valores pendentes de quitação, o que demonstrou que traficantes de alta patente têm recorrido a Zeus” para abastecer seus redutos na guerra do tráfico. Em um grupo de Whatsapp ‘Amigos do Transporte’, Zeus dialogou com Paulista da 50, sobre acerto de finanças relacionadas à compra de munições e armamento e nesse contexto, uma chave PIX foi ilustrada por meio de um comprovante de transferência, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), As cifras de Zeus com a compra de armas e drogas impressionam, eis que, em outro recorte, está discriminada a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (Em outra escuta, Zeus se reportou a Oclinho 24, um dos seus fornecedores, o levantamento do valor da dívida referente à compra de fuzis e na mesma oportunidade, menciona o traficante Doca”, líder do Complexo da Penha, como interessado no carregamento do “óleo”25 que estava para chegar. No grupo ‘Filhos de Deus’, apurou-se uma mensagem enviada por Zeus direcionando uma boa parte do armamento do seu acervo para emprego na Comunidade da Muzema, onde possui total comando ” A polícia localizou uma imagem de um caderno de anotações do escritório de Zeus, com valores referentes ao carregamento de “maconha”, que somados totalizam o valor de R$ 1.748.450,00 fazendo menção ao nome de um homem chamado Adriano César como responsável por acolher valores em conta corrente dopagamento do referido carregamento.. Outros grupos usados por Zeus como GP e Articulados, ele o controle das finanças sobre a compra e venda de armas e drogas, para o qual recebe auxílio de vários interlocutores. Por meio das janelas de diálogos nesses dois grupos, apurou-se milhares de munições negociadas, carregadores de fuzil e 100 kg (cem quilos) de cocaína, somente em uma única encomenda. Há diálogos em que Zeus, afirmou para Oclinho” a encomenda de fuzis, munições de calibres .762 e .380, carregadores de G3 e, demonstrando o poder bélico ostentado nas comunidades cariocas dominadas pelo tráfico, negociam o pedido de uma metralhadora .50, pelo valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais). Em um perído de quarenta dias, um dos envolvidos no esquema obteve a quantia de superior a R$ 1.600.000,00 decorrente da venda de carregadores e munições a pessoas interpostas desta facção, além de receber depósitos em sua conta pessoal e das duas empresas em seu nome. Esse suspeito estava em uma planilha financeira obtida na quebra de sigilo telemático da nuvem de Zeus que contabilizou a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em material bélico e drogas no período de um mês. Em um outrro diálogo captado pela políca, Doca foi atuallizado por Zeus sobre os valores pendentes de quitação referente à compra de munições e drogas. Os fornecedores Oclinho e Paulista chegaram a ir ao Complexo do Alemão o para receber o pagamento de R$150.000,00 em espécie, na companhia das duas respectivas esposas Zeus mostra um criminoso organizado, inteirado sobre cada entrada e saída de caixa, exigente quanto ao controle das finanças, levando a crer que talperfil seja um dos motivos que justificam a rápida ascensão de um traficante, natural de outro estado, em território carioca, já tão conflagrado por disputas sangrentas que envolvem todos os setores da criminalidade do estado: facções do tráfico, contravenção e milícia Os funcionários de Zeus exercem seu trabalho em um escritório localizdo no Complexo do Alemão f, de onde recebem as mercadorias ilícitas de traficantes de outros estados, contabilizam, planilham os valores gastos, revendem o material para traficantes locais e fazem a cobrança periódica das dívidas, no que se pode denominar de “Call-center ” do tráfico. FONTE: MPRJ

Tiroteio volta a assustar moradores do Morro dos Macacos agora de noite

Início de noite (23) de intenso tiroteio no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio Tenham cuidado moradores,muitos tiros de armas pesadas.Que Deus nos guarde É HORRÍVEL MORAR EM VILA ISABEL Rua Petrocochino senador Nabuco e Heleno Brandão não venham para casa agora Atenção!! – Tiros sendo ouvido nesse momento no Morro dos Macacos que inferno é horrível, cause todos os dias vendo nos noticiários isso que vergonha. Coitados dos trabalhadores quem moram na Comunidade é estão chegando agora em casa  Cuidado, pessoal! Escuto da Av. Vinte e Oito de Setembro.. Tava indo pra uma comemoração de aniversário na Parmê. Missão abortada Os relatos são de que os traficantes do Terceriro Comando Puro estariam tentando expulsar os rivais do Comando Vermelho que estáo no morro FONTE: Fogo Cruzado RJ e páginas Informe Vila Isabel, Vila isabel em Alerta e Alerta Vila Isabel Original (facebook)

Guerra interna no CV teve sessão de tortura contra adolescente e ataque a tiros que deixou dois baleados na cidade de Levy Gasparian/RJ

Por conta de uma sessão de tortura em que um adolescente apanhou de madeiradas e barras de ferro, traficantes do Comando Vermelho fizeram um ataque na cidade de Levy Gasparian, no interior do Rio de Janeiro, que deixou dois baleados no último dia 18 de abril. O menor foi agredido por conta de provocações que teria feito comparando o grupo do Fonseca Almeida a um trem e o grupo do Conjunto Bento Argon a um trilho. O jovem teria dito que os traficantes do Fonseca Almeida que mandariam no trafico de Comendador Levy Gasparian/RJ O menor que apanhou confessou seu envolvimento com o trafico e, mais particularmente, com a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo o adolescente, após postar uma foto segurando uma arma de “air soft”, passou a ser zombado por traficantes da mesma facção estabelecidos em ponto diverso. Apos troca de ofensas, o adolescente teria sido ameaçado e, no final da manha daquele mesmo dia 17 de abril, foi surpreendido com a chegada de um grupo de traficantes que o agrediram com barras de ferro, canivete e pedaços de m a d e i r a . E um dos agressores acabou sendo um dos bandidos baleados no ataque ocorrido o dia 18 de abril. O menor ainda noticiou que já existia uma “rixa” antiga entre o grupo do qual faz parte e o grupo que o procurou naquela manha de 17 de abril. Vendo a agressão, o traficante Gi teria se aproximado e mandado os agressores irem embora. O mesmo GI segundo o menor teria feito contato com o traficante de vulgo Jefinho, apontado pelo adolescente como dono da boca. Segundo o adolescente, ao ouvir o relato de GI Jefinho teria orientado a matar quem conseguissem do grupo de agressores. A orientação de Jefinho teria feito com que o próprio menor e GI passassem a organizar um grupo para vingar o ocorrido. Confirmando a narrativa das vitimas e testemunhas, o menor elencou GI, Douglinha, Cabelinho, DK, Talinho e Peixe como sendo o grupo que se formou para buscar a vingança determinada por Jefinho. Após fazer os disparos contra os desafeots, o grupo deixou o local em fuga ate o menor ser localizado e detido por policiais: As vítimas dos disparos tiveram que se esconder para não morrerem . Um deles fugiu para uma igreja onde ocorria um culto. O outro se refugiou em um banheiro Seis envolvidos estão com as prisões temporárias decretadas. FONTE: TJ-RJ

PM confirmou três mortos e dois feridos em guerra do tráfico no Fubá e Campinho

A Polícia Militar confirmou três mortos e dois feridos na guerra entre traficantes nos morros do Fubá e do Campinho que começou ontem de noite e se alastrou pela madrugada. Na noite de quarta-feira (21/5), policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) foram acionados após a informação de que duas pessoas teriam dado entrada na UPA de Madureira com ferimentos. No local, os policiais confirmaram a entrada das vítimas, que relataram ter sido atingidas enquanto estavam na Comunidade do Campinho. De acordo com o comando do 9º BPM, após receberem a informação dos feridos e do confronto entre grupos criminosos rivais na comunidade, equipes da unidade foram mobilizadas para a região. A Polícia Militar realizaram uma ação emergencial para reprimir a atuação dos envolvidos no tiroteio.  Ainda de acordo com a unidade, nesta quinta-feira (22/5), três indivíduos foram localizados em óbito durante patrulhamento dos policiais. A área foi isolada para a realização da perícia.  Não houve confronto envolvendo os agentes. FONTE: PMERJ

Há sete anos havia estourado escândalo de extorsão a comerciantes no camelódromo da Uruguaiana. Personagem daquela época foi preso hoje em operação. Veja o que se descobriu na ocasião

Há sete anos tendo como personagem um dos presos na operação de hoje, o Ministério Público Estadual do Rio havia denunciado cinco pessoas acusadas de fazer parte de uma organização criminosa no Camelódromo da Uruguaiana, no Centro do Rio. O bando na época promovia em conluio com agentes públicos, extorsão de comerciantes, a venda e cessão irregular de espaço público permissionário, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, dentre outroscrimes, além de inúmeras outras irregularidades que colocavam em risco avida de comerciantes e frequentadores do local. Na ocasião,, além de gerenciar o aluguel e comércio irregular dos boxes, o bando cobrava taxas semanais dos comerciantes, sendo aproximadamente R$ 30,00 referentes à segurança e limpeza do local (média de R$ 120,00 por mês), e aproximadamente R$ 95,00 mensais, referentes ao suposto rateio de conta de luz. Haviam outras taxaas, como taxa de obras para cumprir exigências do Corpo deBombeiro (R$ 610,00 por mês de cada box) e além de taxas eventuais de obras. Considerando o universo de aproximadamente 1.600 boxes, o montante arrecadado ultrapassa em muito o valor cobrado para realização doserviço prestado pela empresa. Além do mais, a prova produzida corrobora a informação de que a obra contratada sequer foi concluída e que os valores excedentes foram indevidamente apropriados pelos envolvidos no esquema criminoso. Um comerciante que fez aquisição de nove boxes, e para mantê-los abertos era exigida uma quantia no valor de R$ 5.000,00, por box. No curso das investigações foi apurado que os comerciantes que pagassem o valor cobrado, eram expulsos, perdiam suas mercadorias e tinham seus boxes “vendidos” ou “entregues” a terceiros pela quadrilha. Ressalta-se que a atuação do grupo por vezes contava com a presença de elementos que ostentavam armas de fogo, a pretexto de fazer a segurança do local e dos administradores do centro comercial. Naquela época, foi falado que o grupo atuava como uma milícia. A denúncia dizia que organizações criminosas rivais se revezam na administração da associação comercial que cuida do Mercado Popular da Uruguaiana com a ativa participação de agentes públicos ainda não identificados, que integram a malta, sempre[ objetivando fins espúrios e colocando em risco não só os comerciantes como os frequentadores do local haja vista o crescimento desordenado e sem controle dos boxes permissionários. Desde a época da ACAC, Associação dos Comerciantes, cujo presidente foi assassinado em 201413, até a vigência da sucessora, CCU, que a disputa pela liderança da entidade era palco da mais espúria e criminosa atuação de “grupos” de interesses, com evidente participação de agentes públicos envolvidos na deliberada omissão no exercício do poder de polícia em espaço público. O MPRJ chegou a relatar que o espaço destinado ao camelódromo representava verdadeiro caos organizacional, com ambiente propício para abrigar toda sorte de criminalidade, desde contrabando, receptação, falsificação de produtos e até mesmo vinculação com milícia1 roubo de cargas, tráfico de drogas e armas. O preso na operação de hoje era na época, tesoureiro da quadrilha sendo o responsável pelas decisões administrativas e financeiras do Centro Comercial. Além disso, era o braço contábil da organização, auxiliando a manter ocultos os proveitosfinanceiros da cúpula, e promovendo a aparência de legalidade para fins de prestação de contas. tinhaainda a função de catalogar todas as receitas e indicar as sobras, sendoainda responsável por tudo que entrava através do recolhimento da “taxa de luz”, da “taxa da associação” dos boxes e ainda arrecadava o dinheiro pela utilização do banheiro situado na sede Com a prisão de comparsas, esse homem acabou por promover sua própria ascensão política dentro da estrutura da CCU e, após a prisão temporária e afastamento de três parceiros em maio de 2018, assumiu a presidência e foi recentemente reeleito, constituindo atual “oposição” aos demais comparsas FONTE: MPRJ

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao CV que teve 240 armas e 48 mil munições apreendidas na semana passada em residência de luxo na Barra da Tijuca

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao Comando Vermelho que foi alvo de operação na semana passada do Ministério Público e da Polícia Civil que culminou com a apreensão de 240 armas e 48 mil munições em uma residência de luxo na Barra da Tijuca., Zeus ou Da Roça – elementos sugerem sua possível posição de liderança no Comando Vermelho, com atuação estratégica e estruturante no financiamento e operacionalização das atividades ilícitas da facção. Conforme narrado na denúncia, trata-se, em tese, de figura central no tráfico de drogas e armas, com possível domínio territorial da comunidade da Muzema e participação ativa na guerra de expansão contra milicianos, circunstâncias que indicam elevado grau de periculosidade e capacidade de desestabilização da ordem pública. Há indícios de que sua influência ultrapasse a atuação local, intermediando grandes volumes financeiros, logísticos e operacionais, movimentando cifras milionárias, como sugerido pelos registros de compra de mais de R$ 5 milhões em drogas e armamentos em período inferior a um mês. Zeus encontra-se foragido da Justiça, homiziado no Complexo do Alemão, utilizando-se, em tese, de terceiros e de empresas para fins de lavagem de dinheiro, dificultando o rastreio patrimonial e a execução de medidas judiciais. As provas extraídas da nuvem de seus dispositivos apontam para o exercício de função de comando e coordenação sobre outros denunciados, atuando como elo entre fornecedores, operadores logísticos e agentes financeiros da organização. Doca ou Urso – ocupa liderança de alto escalão do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Ele mantém Edgar mantém vínculo direto com o também denunciado Zeus”, o qual é apontado nas investigações como um dos principais responsáveis pela logística de aquisição e distribuição de armas e entorpecentes em larga escala no Estado do Rio de Janeiro. O conteúdo das conversas interceptadas e documentadas nos autos aponta indícios de que “Doca” possa integrar o núcleo de comando da organização criminosa, figurando em tese como destinatário direto de materiais bélicos e entorpecentes, bem como devedor de valores relacionados a transações ilícitas. Tais elementos sugerem que o denunciado poderia manter ativa e relevante participação nas atividades do grupo, inclusive com possível articulação de abastecimento de seus redutos. Dom ou Baixinho do Mato – exerça liderança direta em uma célula interestadual da organização, sendo possivelmente responsável por articular o transporte e a distribuição de drogas e armas, ordenar atos de violência e manter comunicações com diversos subordinados – ao menos 11 denunciados sob sua influência direta. Tal poder de comando seria evidenciado, inclusive, em episódios como a suposta ordem para queimar um ônibus, resultando na morte do motorista, com o intuito de desviar ações policiais, circunstância que evidenciaria sua periculosidade e absoluto desprezo pela vida humana e pela ordem institucional. Ele encontra-se foragido da Justiça, ocultando-se no Complexo do Alemão e utilizando identidade falsa com documentos emitidos em nome de “Júlio Renner de Lima Ferreira”, Cupim – exerce a função de transportar drogas e armas de fogo a mando de liderança hierárquica superior, como o denunciado Jonathan (“Dom”).As interceptações apontam para uma atuação reiterada no transporte de armamentos, inclusive com a aceitação de valores por quilo transportado, sugerindo uma ação profissionalizada e estável na prática criminosa. Em um dos diálogos captados, o denunciado teria admitido estar encarregado pelo fretamento de três carabinas, o que evidencia risco concreto à segurança pública, diante da natureza do armamento em circulação. Zebete – ocupa posição estratégica e de confiança na facção Comando Vermelho, sendo, em tese, responsável por acautelar grandes quantias em espécie, oriundas do tráfico de drogas e do comércio ilícito de armas. As provas colhidas sugerem que o denunciado atue como tesoureiro informal do denunciado Jonathan (“Dom”), com atribuições consistentes em guardar valores, realizar pagamentos por determinação da liderança e negociar carregadores de armamento com outros traficantes, afigurando-se, em tese, como elo financeiro relevante na engrenagem da facção. Ademais, a movimentação de valores vultosos, como os R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) possivelmente arrecadados em nome da organização criminosa, reforça os indícios de envolvimento direto e permanente com o financiamento das ações do tráfico Mototáxi Manguinhos – atua na logística armamentista do grupo, sendo possivelmente responsável pelo transporte clandestino de armas de fogo, inclusive fuzis desmontados, com o objetivo de dificultar a ação policial e assegurar o abastecimento bélico da facção. Ainda segundo a denúncia, há indícios de que ele não se limita ao transporte, mas também comercializa armamentos, tendo, em tese, oferecido 40 carregadores de fuzil, o que, se confirmado, indica sua participação ativa no núcleo operacional e comercial do arsenal da organização. Armeiro Salgueiro – responsável direto pela manutenção e conserto de armamento pesado (incluindo fuzis), supostamente pertencente ao denunciado Jonathan, vulgo “Dom”. Os elementos colhidos na investigação, como áudios, vídeos e mensagens trocadas por aplicativos, indicam que o denunciado atua como armeiro de confiança do tráfico há pelo menos um ano, tendo sob sua responsabilidade um acervo rotativo de armamento de guerra, essencial para manter o poder bélico da facção nas comunidades dominadas. Leda – responsaãvel pelo transporte e guarda de valores em espécie provenientes da venda de entorpecentes, além de gerenciar repasses destinados à chamada “caixinha do tráfico”. Sua eventual ligação com supostas lideranças da facção, como os denunciados Zeus e Xurupita sugere um papel ativo e permanente na estrutura criminosa, não se limitando a atos isolados, mas indicando um comprometimento duradouro com os objetivos ilícitos da facção.JC – atuação direta no comércio ilícito de armas e drogas, em parceria com outros integrantes da organização, incluindo o suposto líder, ora denunciado, “Dom”. Além disso, segundo a denúncia, há indícios de que JC teria solicitado ajuda de “Dom” para a confecção de documento falso, o que reforçaria sua intenção de se ocultar da persecução penal.Locco – Xurupita – é supostamente responsável por transações de grande porte, como a negociação de 100 kg de entorpecentes diretamente com outro possível membro de alta hierarquia da organização criminosa, o denunciado “Dom”. Além disso, há indícios de sua forte inserção na estrutura da facção, com articulação direta na distribuição de drogas

Miliciano morto pelo ‘Novo Escritório do Crime’ em Realengo tinha saído três semanas antes da cadeia e estava com medo de morrer porque dois paramilitares tinham acabado de serem executados

Uma das vítimas do Novo Escritório do Crime, o miliciano Neri Peres Júnior, vulgo Alemão, morto em 2021, estava com medo de morrer . Isto porque dias antes de ser assassinato, dois paramilitares haviam sido mortos na região de Realengo, vulgos Brinquinho e Mucão. Neri havia saído da prisão três semanas antes de ser morto, Pelo receio de ser executado, Neri disse que não passaria mais pela Avenida do Canal porque sempre havia muitos bandidos na via. Ele pertenceu à milícia de Orlando Curicica mas não havia saído bem do grupo tanto que teria ficado preso em presídio diferente dos demais integrantes da milícia; Alemão queria implantar um grupo paramillitar na Cohab de Realengo. A região era dominada por um PM vulgo Carvalho que havia morrido de Covid. Carvalho exercia influência no local há seis anos e já teria sido segurança do bicheiro Rogério Andrade Neri foi justamente morto por integrantes do Novo Escritório do Crime para garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. FONTE: MPRJ

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