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Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Cachulé e Nando Bacalhau do CV por homicídio de rival do TCP

A Justica decretou as prisões preventivas de dois chefões do Comando Vermrelho Nando Bacalhau (lider do Complexo do Chapadão) e Cachulé (chefe do Morro do Barbante, na Ilha do Governador) e dos criminosos vulgos Trix,  Mascote e Zoio pelo homicidio de um rival do Terceiro Comando Puro. Vale lembrar que Cachulé está foragido e Bacalhau preso há vários anos. No dia 21/5/2025, a vítima Brumo Ramos do Nascimento conhecido como Vulcãon e apontada como integrante da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), foi executada a tiros na Rua Tupirama, interior da Comunidade do Guarabu, Ilha do Governador.  A ação teria sido realizada por membros da facção rival, Comando Vermelho (CV), como parte de uma ofensiva por domínio territorial.  Segundo os elementos constantes do Inquérito Policial, os denunciados Trix, Mascote e Peninha (ja falecido)  teriam sido os executores do homicídio, deslocando-se ao local do crime em um veículo VW Nivus, de cor preta, armados com fuzis.  Imagens de câmeras de monitoramento registraram a movimentação desse veículo antes e logo após os disparos, corroborando a dinâmica do crime e a evasão dos autores.  Horas após o fato, os supostos autores foram localizados e interceptados por policiais militares, havendo intensa troca de tiros, em que, tanto os denunciados, como um dos policiais militares, foram atingidos por disparos de arma de fogo. A ação culminou na prisão em flagrante dos três indivíduos e na apreensão dos fuzis que com eles estavam, conforme R.O 037-04506/2025.  Todos foram encaminhados para atendimento médico, porém, um dos suspeitos, Peninha não resistiu e foi a óbito.  Além disso, durante a perseguição, o veículo dirigido pelos acusados colidiu na traseira de uma motocicleta, arremessando o piloto Maycon do Nascimento de cima do viaduto, causando a sua morte.  Em relação aos outros três denunciados, apontados como lideranças da facção criminosa Comando Vermelho, há, nos autos, elementos concretos que vinculam os investigados  Cachulé e Nando Bacalhau às ações praticadas por aqueles apontados como executores imediatos.  O acusado Mascote ouvido em sede policial, afirmou que o “frente” do Gogó da Ema, comunidade dominada pelo Comando Vermelho, onde exercia a função de “segurança da boca de fumo”, era o traficante conhecido como “Bacalhau disse ainda ter recebido uma ordem direta do traficante Zoio um dos líderes que atuam no Gogó da Ema, para prestar apoio à “boca de fumo” da Comunidade do Barbante.  Mascote narrou ainda que o traficante  Cachulé exercia a liderança local no Barbante, e que a ofensiva ao Guarabu foi articulada para favorecer essa comunidade no contexto do conflito com a facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), demonstrando um nítido planejamento estratégico. Esse depoimento é corroborado por outras provas colhidas, como as declarações prestadas por Trix e por policiais militares, que narraram a captura dos envolvidos momentos após o crime, ainda armados com fuzis e tentando fugir da região onde ocorreu o fato.  Em seu depoimento, Trix atribuiu a autoria da execução da vítima aos traficantes  Peninha e Mascote enquanto que este ultimo sustenta em sua declaração que os executores foram Trix e Peninha 

Baleado em ataque a PM que matou criança em Caxias foi preso em hospital

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam um dos envolvidos no assassinato de uma criança, durante ataque a um policial militar reformado no bairro Parque Fluminense, em Duque de Caxias. Caiky de Assuncão Barbosa foi capturado, nesta quinta-feira (31/07), em um hospital, horas após a ação criminosa. A mãe do menino também foi ferida e está hospitalizada em estado gravíssimo.   De acordo com os agentes, um grupo armado atirou contra a vítima em frente à sua residência, que reagiu. Durante a ação, o sobrinho do homem, de 4 anos, e sua irmã foram atingidos pelos disparos. Durante diligências, agentes da DHBF prenderam em flagrante o criminoso, que foi reconhecido pela vítima. Ele se encontra internado sob custódia. O carro utilizado no atentado foi apreendido na comunidade do Curral, também em Duque Caxias.As investigações continuam para identificar e capturar os demais envolvidos no crime.

Bandido baleado durante ataque a PM que deixou criança morta em Caxias é integrante da tropa do BX do Corte Oito (CV) envolvida na guerra do Fubá e do Campinho

Apontado como um dos responsáveis pelo ataque a um PM ontem em Duque de Caxias que terminou com a morte de um menino de quatro anos e deixou a mãe dele baleada em estado grave, Caiky de Assunção Barbosa dos Passos é integrante do Comando Vermelho. O criminoso faz parte do bando do traficante Bochecha Rosa (BX), chefe do tráfico no Corte Oito. A mando de BX, ele vinha dando ataques no Garibaldi, São Bento e Parque Fluminense e vende drogas em uma das comunidades. Caiky responde a processos por roubo inclusive na região de Madureira, onde seu chefe age na guerra pelos morros do Fubá e do Campinho.Ele foi baleado ontem durante o ataque e está itnernado. Sobre o PM que foi alvo dos atiradores, ele foi citado e depois retirado de um processo de 2019 que julgou milicianos presos durante uma partida de futebol na Vila Rosário. Na ocasião, ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos por diversos disparos de arma de fogo, tendo vários elementos empreendido fuga. Após a troca de tiros, os agentes da lei prenderam, dentro de um bar, um dos suspeitos na posse de uma pistola, calibre .380, municiada com 6 (seis) cartuchos íntegros, cuja numeração de série se encontrava raspada. . O PM teve uma arma apreendida neste fato e requisitou a sua devolução.

Ataque de traficantes do CV a um PM em Caxias deixou criança de quatro anos morta

Uma criança de quatro anos morreu durante um ataque de traficantes a um policial militar reformado na tarde desta quinta-feira (31) no Parque Fluminense, em Duque de Caxias. A criança era um menino que era sobrinho do policial. Foi identificado como Gael Sampaio. A mãe dele foi baleada e está em estado grave. Segundo relatos, o ataque teria sido praticado por traficantes do Comando Vermelho da comunidade do Curral, em Vila Rosário. Há informações de que um traficante teria sido baleado na ação. Na fuga, os bandidos colidiram com o veículo na Avenida Presidente Kennedy, e abandonaram o carro. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quinta-feira (31/7), policiais militares do 15ºBPM foram à Upa do Pilar, em Duque de Caxias, onde deram entrada duas vítima e um suspeito, todos com ferimentos provocados por disparo de arma de fogo. De acordo com informações iniciais, um policial militar reformado foi atacado a tiros por criminosos armados no bairro Parque Fluminense. O policial reagiu e atingiu o suspeito. Uma criança e uma mulher que estavam com o militar também foram atingidas. Ocorrência em andamento. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Gael Sampaio Primo, de 4 anos. Uma segunda vítima ficou ferida na ação criminosa. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. A

Operação policial em Manguinhos (CV) tem um morto e quatro feridos

A operação da Polícia Civil no Complexo de Manguinhos deixou um morto e quatro feridos na manhã desta quinta-feira (31). A açdo teve dez pessoas presas até agora , dois fuzis apreendidos, duas pistolas, farta quantidade de drogas e um criminoso neutralizado em confronto.  Desde das primeiras horas, moradores relataram clima de tensão e tiroteios. De acordo informações da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Manguinhos, três pessoas deram entrada na unidade atingidas por disparos de arma de fogo, incluindo um adolescente de 14 anos. Dois adultos também foram feridos. Um deles já recebeu alta. O adolescente e o outro homem foram encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas. Ainda segundo a unidade, eles estão aparentemente estáveis. Funcionários Fiocruz encontraram dificuldade para chegar ao trabalho. Durante o trajeto, tiveram que se abaixar ao ficar no meio do fogo cruzado. A instituição fica próxima da comunidade do Mandela, em Manguinhos. Moradores em desespero foram às ruas protestar, inclusive a manifestação liderada pelos motoristas locais com pedidos de justiça na Leopoldo Bulhões, principal via de acesso a área. A avenida Leopoldo Bulhões chegou a ser fechada por segurança, mas o acesso neste momento está normalizado. A operação também provocou mudanças na mobilidade. As linhas de ônibus 350 (Irajá – Castelo) e 634 (Bananal – Saens Peña) foram desviadas. O trânsito chegou a ser interrompido, mas já foi liberado. Os trens da Supervia operaram normalmente e o BRT Transbrasil não teve alterações. A Clínica da Família da região suspendeu o início do atendimento e avalia se conseguirá abrir ainda hoje. A operação acontece mesmo diante das diretrizes da ADPF das Favelas, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que estabelece regras para ações policiais em favelas. Entre elas: presença obrigatória de ambulâncias em operações com risco de violência, comunicação imediata de mortes ao Ministério Público, proibição da remoção de corpos pela polícia, e preservação da cena do crime com perícia independente

CV estaria apoiando facção que já matou cerca de 30 integrantes do PCC no interior de SP nos últimos anos

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) tem um rival à altura no interior de São Paulo, o Bonde do Magrelo. Nos últimos anos, o PCC perdeu pelo menos 30 integrantes mortos pela quadrilha rival, muitos assassinatos destes cometidos a luz do dia. O Bonde do Magrelo teria como aliados traficantes do Comando Vermelho do Complexo do Alemão, no Rio. O elo dos Magrelos com o CV seria um ex-pastor conhecido como Senhor das Armas que já foi preso com um carregamento de fuzis no Rio, em 2018. e e tem ligação com o bandido vulgo Zeus, que comanda a Muzema, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. A onda de assassinatos é constante. Em maio, por exemplo, quatro homens foram executados a tiros em um período de 12 horas na cidade de Rio Claro. Em julho, Igor Henrique, de 18 anos, foi executado com mais de 40 tiros de fuzil. O CV quebrou a aliança com muitas facções regionais recentemente, o que levou a um crescimento maior no número de homicídios e a criação de uma nova aliança contra a facção carioca (união entre TCP, ADE, GDE, Nova Okaida, SDC, B13). Aliado a isso, já havia um confronto antigo e também problemático entre PCC versus várias facções regionais (SDC, Nova Okaida, GDE, CV-BA). FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

PM foi preso conduzindo veículo que estava em comboio de milicianos do Catiri flagrado em drone do tráfico (CV) no fim de semana

Policiais Civis da DRACO-IE e policiais Rodoviários Federais do Núcleo de Operações Especiais realizaram, em 24 de junho de 2025, a prisão do PM Jorge André Felix pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador e porte ilegal de arma de fogo. Existe na DRACO-IE investigação em andamento sobre grupo de narcomilicianos envolvidos em disputa de território na região do Catiri. Em decorrência desta investigação, no dia de ontem, foi desencadeada operação naquela localidade onde foram localizados três veículos utilizados pelo grupo criminoso durante uma incursão na comunidade, no último dia 27/07/2025 . O setor de inteligência desta Unidade identificou um veículo modelo Corolla Cross, de cor branca, dentre os veículos do comboio, flagrado em frone de traficantes e o localizou no interior da Comunidade da Maré. A partir dessa informação o setor de Inteligência da DRACO, municiou com estas informações as Equipes da DRACO-IE e do NOE-PRF, que hoje realizaram um monitoramento das vias do entorno da comunidade, até que por volta das 12h lograram êxito em localizar o veículo seguindo pela Avenida Brasil, sentido a zona oeste. Em sua condução estava Jorge André , o qual se apresentou como Policial Militar da UPP do 3º BPMERJ. Ele estava sozinho no veículo e não resistiu a abordagem. No interior do automóvel foram apreendidas 4 pistolas e uma sub metralhadora Uzi. Ao ser indagado sobre a origem do veiculo e das Armas, Jorge declarou que apenas estava levando o veículo e o material da Maré para o Catiri. O veículo é produto de crime de roubo e estava com seus sinais identificadores adulterados (clone). O criminoso foi autuado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor sendo conduzido pelos policiais da DPJM, ficando à disposição da Justiça.

Bandidos que mataram inocentes em Nova Iguaçu ao confundí-los com milicianos eram da Favela Grão Pará (CV). Uma das vítimas era muito parecida com um paramilitar que esteve no local do crime minutos antes para fazer cobranças. Um dos suspeitos preso ontem foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Frente da milícia disse que estava sendo ameaçado por um dos autores dos homicídios a mudar de facção

Os homens que mataram três inocentes e feriram outros dois em dezembro no Km 32 Nova Iguaçu pensando que eles fossem milicianos eram vinculados à facção criminosa Comando Vermelho e da comunidade Grão Pará, na mesma cidade Um deles, vulgo Parazinho, foi preso ontem e outros dois suspeitos, Cocão e Gerô estão com as prisões preventivas decretadas. Parazinho foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Na ação, morreram Jhonata Lima Almeida, Leanderson Luiz Ferreira e Rodrigo Assis da Silva Junior. Jhonata era muito parecido com um miliciano que esteve no local do crime minutos antes e também usava uma camisa do Flamengo como ele. Uma das testemunhas disse que soube por um amigo que horas antes do crime estava rolando uma guerra entre quadrilhas. As vítimas do homicídio estava em uma confraternização no bar do fato. Durante a confraternização, dois milicianos chegaram no bar para cobrar a “taxa” da milícia; Esses paramilitares aproveitaram para tomar cerveja no bar em uma mesa separada. Algum informante teria avisado a traficantes da comunidade do Grão-Pará que estes milicianos estariam no bar. Com isso, Gerô teria puxado o “bonde” para o local. Ele teria sido criado com as vítimas. O bandido teria falado inclusive se soubesse que o Jhonata estava no local, não teria matado eles. Gerô seria traficante da comunidade do “Dendê” dominada pelo facção criminosa TCP e teria migrado para o Grão Pará que écontrolada pelo Comando Vermelho; Que Gerô” já teria puxado outros ataques na região. Gerô conhece bem a área de Prados Verdes por ter morado ali desde criança. Ele estaria puxando esses ataques para subir no conceito com os traficantes do “Grão-Pará. A testemunha o reconheceu nas imagens de vídeo do homicídio cometido contra Jhonata, como um dos participantes no ataque. Gerô” estaria mancando por ter tomado um tiro na época que estava no “Dendê. Outra testemunha disse que viu as imagens e não exitou em apontar Gerô fortermente armado, haja vista a declarante o conhecer desde criança, pois a mesma brincava quando criança com a padrasto dele. Disse ainda acreditar que Cocão e Parazinho fazem parte do trafico local e acredita que os mesmos fizeram parte da empreitada criminosa, mas que a mesma nao os conhece pessoalmente; Que na filmagem a declarante tambem identificou o nacional que atende pela alcunha de “Piu”, tambem traficante da comunidade Grão Pará, mas que por ora nao sabe a qualificação do mesmo. Uma terceira testemunha falou que o apartamento de uma das vítimas fatais, Leanderson, havia sido saqueado no dia e que um frente da milícia, vulgo Felipinho, estava no local para reaver os pertences dele. Felipinho falou que Gerô” estaria os ameaçando a mais ou menos um mês, dizendo para os milicianos “mudarem” de facção criminosa e aderirem ao “Comando Vermelho” no Grão-Pará; Ainda falavam que quem não fosse para a outro grupo criminoso iria morrer; Após o ataque que vitimaram os inocentes, as ligações de ameaça a Felipinho continuaram; Quem estaria ligando seria o traficante de vulgo Cocão estaria falando que irão acontecer novos ataques e que até o natal faria uma arruaça; Q Cocão teria dito a Felipinho que Playboy teria “escapado dessa vez”; Felipinho teria dito que Playboy teria muita semelhança com Jhonata e que Playboy, que era um dos milicianos que teriam ido ao bar do fato fazer a “cobrança”, teria acabado de vestir uma camisa do Flamengo que seria idêntica a camisa que Jhonata estaria usando;Felipinho teria dado uma “dura” nos milicianos que estiveram no bar pelo motivo deles não poderem parar em bar para beber, e somente efetuar a cobrança. Soube que alguém que estava bebendo no bar informou aos traficantes que os milicianos estariam no local; Felipinho teria dito que já sabe quem é a pessoa que teria falado a posição dos milicianos para os traficantes, que chegou a falar para o dono do bar, mas não quis informar para a declarante a identidade desta pessoa; O miliciano afirmou ainda que no dia anterior, dia 20/12/20024, o mesmo grupo que teriam atacado no bar, teria matado Jolvani Baptista de Oliveira Júnior citado no procedimento 861-01238/2024; Leanderson tinha uma pistola de marca “taurus” que está sumid Um parente de Parazinho disse que ele já foi militar no exército, mas precisamente no Batalhão Central de Suprimentos e Manutenção. Disse que ele era usuário de drogas. Falou que ele está em Paris e achou estranho como Parazinho conseguiu dinheiro para ir pra outro país; Perguntou se Parazinho estava fechado com o tráfico haja vista ter ido para a França sem condições financeiras. Parazinho ficou revoltado com essa pergunta e ameaçou romper contato com o declarante. Ao ser mostrado a filmagem da câmera de monitoramento, ele identificou Parazino como sendo um dos autores da empreitada criminosa e o homem que deixa o aparelho telefônico cair do bolso; Que conhece todos os trejeitos do seu irmão, inclusive o modo de andar e correr; FONTE: TJ-RJ

Oruam foi denunciado por tentativa de homicídio contra policiais

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, pelos crimes de tentativa de homicídio, lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. O MP aponta que ele e outros três homens, também denunciados, teriam atacado com pedras e ameaçado policiais civis durante uma ação na parte externa de sua residência, no bairro do Joá, Zona Oeste do Rio. A Promotoria ofereceu denúncia contra Oruam e Willyam Matheus Vianna, na segunda-feira (28/07), no inquérito referente à tentativa de homicídio. Foi apreentada denuncia em outro inquérito que trata dos crimes de lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. Nesta segunda ação respondem Oruam, Willyam e outros dois denunciados: Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos.. As denúncias detalham os fatos ocorridos na noite de 21 de julho, quando policiais civis foram até a residência de Oruam para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente. Segundo as investigações, o menor foi localizado saindo da casa de Oruam, acompanhado de um grupo de pessoas. No momento da abordagem, os denunciados tentaram impedir a ação policial com ofensas verbais, ameaças de morte e agressões físicas.Na ocasião, um policial civil foi atingido por pedradas e ficou ferido. Um delegado também foi alvo das pedras, mas não se feriu. Os veículos descaracterizados utilizados na operação também foram danificados. Ainda de acordo com as ações ajuizadas, durante a confusão, MC Oruam afirmou aos policiais que era filho de “Marcinho VP”, numa tentativa de intimidação. A declaração também foi registrada nas redes sociais após o episódio. Com a ajuda do grupo, o adolescente conseguiu fugir e, apenas um dos envolvidos, Pablo Morais, foi preso em flagrante no local. O MPRJ também solicitou à Justiça a manutenção e decretação das prisões preventivas, além do pagamento de indenização pelos danos causados ao A investigação que resultou na denúncia por tentativa de homicídio qualificado apurou que algumas das pedras arremessadas por Oruam e Willyam Matheus possuíam grande peso e poderiam causar lesões letais imediatas. A perícia identificou sete pedras lançadas, com massas variando entre 130 gramas e 4,85 quilos. Ainda segundo a denúncia, os objetos foram arremessados de uma altura de 4,5 metros, e houve repetição da conduta, mesmo diante da potencial letalidade das agressões. Um dos policiais foi golpeado nas costas e no calcanhar esquerdo, enquanto outro conseguiu abrigar-se atrás da viatura.

Justiça arquivou inquérito contra militar da Marinha preso suspeito de operar drones para o Comando Vermelho

A Justiça arquivou o inquérito contra um militar da Marinha que foi preso ano passado suspeito de operar drones para traficantes do Comando Vermelho. O traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, também era investigado.  Questionada, a assessoria de imprensa do TJ-RJ não soube informar o motivo do arquivamento nem se o militar foi solto. “Como consta no processo foi arquivado em definitivo. Não temos acesso as informações da razão do arquivamento e do motivo de um dos indiciados estar solto”, diz a nota.  O militar foi citado em matéria divulgada em um jornal carioca no último fim de semana  Na reportagem, há relatos de que o militar enviou para Doca imagens de um drone com granada. Segundo o texto, ele explica ao traficante que é preciso adquirir um dispensador, equipamento usado para acoplar ao drone e lançar as granadas. FONTE: TJ-RJ

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