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investigação

Bandido do TCP morto ontem na Maré tinha funk em sua homenagem, usava pingente de ouro do Homem de Ferro (veja o motivo do apelido), chegou a ser afastado da boca por um homicidio e negou a devolver o corpo de um homem para uma mãe

Morto ontem em operação policial no Complexo da Maré, o traficante Edmilson Marques de Oliveira, o Cria ou Di Ferro, tinha um funk que enaltecia seu poder na comunidade. “A verdade é que eu sou Homem de Ferro (…)‘vuque, vuque,eu sou o homem de ferro’;vem, treme e pede,tropa do Cria quer você” O bandido fazia questão de exibir um cordão que aparentava ser de ouro com brilhantes, com um enorme pingente do personagem “Homem de ferro” com um C de Cria na conexão do cordão com o pingente. Resa a lenda que o apelido de Homem de Ferro teria por justificativa as lesões que sofreu por disparo de arma de fogo. Por conta de um homicídio anos atrás, Cria chegou a ser afastado do comando do tráfico pela cúpula do TCP na Maré, Até seus soldados pararam de trabalhar para ele. Cria chegou a conversar com a mãe de um homem que foi morto na Maré para pedir pelo corpo do filho. O bandido, no entanto, negou e ainda que não existia mais corpo por que os dois foram queimados e seus restos jogados em um valão Ainda informou para a mulher que só quem poderia devolver o corpo era o dono da favela que no momento estava fora do Rio de Janeiro.

DIsque Denúncia divulga foto de suspeito de espancar menina de três anos em Cachoeiras de Macacu

Uma menina de três anos sofreu traumatismo craniano após ser agredida pelo namorado da mãe, no município de Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (24) um cartaz para auxiliar as investigações da 159ª DP (Cachoeiras de Macacu), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Linneker Steven Siqueira Ramos Silva, de 33 anos. Ele já é considerado um foragido da justiça. A criança foi socorrida para a UPA local, mas precisou ser transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, devido à gravidade dos ferimentos. Inicialmente, a mãe afirmou que os hematomas foram causados por uma queda, mas os médicos desconfiaram e ela acabou revelando um histórico de agressões. A 159ª DP (Cachoeiras de Macacu), logo após tomar conhecimento do caso, agentes agiram rapidamente. Em menos de 24 horas, as diligências resultaram na coleta de provas substanciais, permitiram o indiciamento do criminoso e a representação pela sua prisão pelos crimes de tortura e tentativa de feminicídio contra a enteada de 3 anos de idade. As equipes seguem em buscas para capturá-lo. Paralelamente, foi instaurado um inquérito para apurar a conduta da mãe. A investigação está em andamento. Diante disso, a Justiça decretou prisão preventiva do padrasto por tentativa de feminicídio e tortura, mas o suspeito ainda não foi localizado pelas autoridades. Assim, a 159ª DP (Cachoeiras de Macacu) segue em diligências para prender o criminoso, e pede o apoio da população para denunciar a sua localização, pelos seguintes canais de atendimento: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido 

Traficantes do Chapadão (CV) fornecem veículos e armamentos para ladrões de carro e ficam com 70% do valor do resgate cobrado do dono ou da seguradora

Traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, fornecem armamentos e veículos para ladrões de carros. . Os assaltantes agem nas cidades de Nova Iguaçu e Mesquita e levam os carros para o Chapadão. Os veículos são entregues aos traficantes, que negociam o “resgate” com “seguradoras” ou com o proprietário do veículo. Aqueles que executaram o crime de roubo recebem 30% do valor do “resgate” pago, ao passo que os traficantes do Complexo do Chapadão ficam com 70% do montante ao passo que os 30% restantes são divididos entre aqueles que praticaram o roubo. Os bandidos envolvidos já realizaram dezenas de crimes de roubo de veículos, vitimando trabalhadores que eram alvos da ação deles. Um dos integrantes do bando exerce a função de “batedor”, ou seja, utilizando uma motocicleta, vai na frente dos demais comparsas para informar a presença da polícia e de veículos de interesse para serem roubados. Um suspeito preso confessou ter roubado um Toyota/Yaris e inúmeros outros automóveis acrescentando à relação dos roubos praticados pela associação criminosa , o roubo de um Peugeot 208, objeto do IP 053-08298/2024, e de um Toyota Corolla, objeto do IP 053-08294/2024.Um outro preso acrescentou o roubo de uma Fiat/Toro, objeto do IP 052-13618/2024.

Telemarketing religioso cobrava até R$ 1,5 mil por curas e milagres no Rio. Polícia faz operação

Policiais civis da 76ª DP (Niterói) deflagraram, nesta quarta-feira (24/09), uma ação contra uma quadrilha que, se passando por um pastor, cobrava de fiéis para fazer orações, prometendo curas e milagres. Os criminosos atuavam a partir de uma central de telemarketing, no Centro de Niterói. A “Operação Blasfêmia” é realizada em conjunto com o Ministério Público. O objetivo da ação é o cumprimento de mandados de busca e apreensão em decorrência de inquérito da 76ª DP que apurou os crimes de estelionato, charlatanismo, curandeirismo, associação criminosa, falsa identidade, crime contra a economia popular, corrupção de menores e lavagem de dinheiro. As investigações revelaram uma estrutura sofisticada de telemarketing religioso, onde dezenas de atendentes eram contratados por meio de anúncios em plataforma on-line de vendas. Os selecionados, sem qualquer vínculo religioso com a instituição, eram orientados a se passarem pelo líder religioso durante atendimentos via WhatsApp. Durante as conversas com as vítimas, os atendentes simulavam ser o pastor de uma igreja de São Gonçalo, utilizando áudios previamente gravados com promessas de curas e milagres, condicionadas à realização de transferências bancárias via pix. Os valores cobrados variavam entre R$ 20 e R$ 1,5 mil, conforme o “tipo de oração” oferecida. Para dar vazão ao grande volume de arrecadações, o grupo se utilizava de uma rede de contas bancárias registradas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento das movimentações financeiras. Os atendentes eram remunerados por comissões proporcionais à arrecadação semanal e submetidos a metas rígidas de desempenho. Aqueles que não atingiam o valor mínimo estipulado eram dispensados. A investigação teve início em fevereiro deste ano, quando a polícia identificou a existência de um call center, onde foram flagradas 42 pessoas realizando atendimentos virtuais. Na ocasião, 52 telefones celulares, 6 notebooks e 149 cartões pré-pagos de telefonia móvel foram apreendidos. A análise desse material confirmou a atuação coordenada do grupo e permitiu identificar milhares de vítimas em todo o território nacional.Durante a apuração, foi realizada também investigação financeira, que identificou movimentações superiores a R$ 3 milhões em um período de dois anos. Com base nos elementos colhidos, foram decretados o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias dos investigados, bem como de empresas a eles vinculadas. Nessa primeira fase, o pastor e outros 22 integrantes do grupo foram denunciados. Além disso, foi deferida medida cautelar de monitoramento por tornozeleira eletrônica em face do pastor. As investigações seguem com o objetivo de identificar novas vítimas e eventuais participantes da organização criminosa.

Os bastidores do funcionamento do aplicativo criado pelo CV para corridas de mototaxistas

A denúncia do Ministério Público explica como funcionava os bastidores do aplicativo Rotax Mobile desenvolvido por traficantes do Comando Vermelho. Os bandidos constrangiam moradores e mototaxistas, na Comunidade da Vila Kennedy, nesta cidade, a utilizarem o aplicativo” como condição para continuarem se deslocando e atuando na região sob pena de represálias. Tal aplicativo vinha sendo utilizado como instrumento para arrecadação ilícita e controle territorial, vinculado a um CNPJ cuja razão social era incompatível com a atividade fim declarada, tudo em benefício ao tráfico de drogas da região, por meio da atuação de sócios ocultos vinculados à organização criminosa. Os pagamentos no aplicativo eram realizados por transferência bancária, via Pix, às contas vinculadas a pessoas físicas e jurídicas relacionadas com os investigados. Uma empresa de mercadinho e lanchonete localizada em São Gonçalo estava cadastrada como recebedora dos valores das corridas realizadas na comunidade por meio do aplicativo, atuando como interface financeira do sistema de arrecadação. A linha utilizada como canal de contato com os mototaxistas estava em nome do desenvolvedor do aplicativo e responsável por uma outra empresa, que também movimentava valores suspeitos. Já dois irmãos foram identificados como responsáveis pelos pontos de mototaxista, atuando como administradores do grupo de WhatsApp “Deus é fiel sempre”, utilizado para orientar os condutores e impor a adesão ao aplicativo. Por fim, a companheira do dono da empresa mercadinho e lanchonete é titular daconta bancária da Caixa Econômica Federal utilizada para o recolhimento do valor fixo por cada mototaxista. Um dos suspeitos que participava do esquema tinha um dos endereços no Engenho do Roçado, em São Gonçalo, em uma casa de dois andares de alto valor com piscina, sala de sauna, dois quartos, uma suíte, sacada e terreno de grandes dimensões e protegido por barricadas construídas por traficantes O grupo praticava os seguintes crimes: Extorsão indireta (art. 158 do Código Penal), consistente na imposição econômica de pagamentos obrigatórios aos mototaxistas como condição para operar na comunidade; Lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/98), mediante dissimulação da origem dos recursos repassados às contas bancárias dos investigados e empresas vinculadas; Financiamento ao tráfico de drogas (art. 36 da Lei nº 11.343/06), tendo em vista que os valores são coletados dentro de área reconhecidamente dominada por facção criminosa, conforme relatos reiterados; Associação criminosa (art. 288 do Código Penal), em razão da atuação contínua e conjunta entre os investigados para garantir a permanência da estrutura de arrecadação.

Atentado contra bicheiro foi briga na contravenção, aponta MP, que denunciou cinco à Justiça

Invesstigações indicam que a tentativa de homicídio contra o bicheiro Vinicius Drummond em 11 de julho na Barra da Tijuca estaria relacionada com a atividade da contravenção. A vítima, filho do falecido contraventor Luizinho Drumond, é considerado seu principal sucessor e apontado como integrante da nova cúpula do jogo do bicho, ao lado de Adilson Oliveira Coutinho Filho e Rogério de Andrade. O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça Adriano Carvalho de Araújo; o policial militar Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como Piloto; Jorge Affonso Martins de Assis; o ex-policial militar Luís César da Cunha, vulgo Madimbu; e Rafael Ferreira Silva, apelidado de Cachoeira. Os cinco denunciados atuaram em conjunto com os executores, sendo responsáveis pelo planejamento do crime, pelo monitoramento da vítima e pela cobertura durante o ataque. Segundo a denúncia, os atiradores seguiram Vinícius Drumond até a altura da estação BRT Ricardo Marinho, na Avenida das Américas, onde efetuaram dezenas de disparos contra a vítima. A denúncia ressalta que o homicídio só não se consumou por conta da blindagem do veículo, que chegou a ser perfurada. O carro foi atingido por cerca de 30 tiros de armas de fogo de grosso calibre. A denúncia descreve que Deivyd Bruno participou do planejamento do crime e ainda prestou resgate aos comparsas após o atentado. Rafael Ferreira, por sua vez, foi responsável por monitorar a vítima. Luís César da Cunha e Adriano Carvalho de Araújo participaram do planejamento e deram cobertura ao ataque. Já Jorge Affonso de Assis atuou no planejamento, no monitoramento e no apoio à execução no dia do crime. As apurações sobre o caso foram desmembradas e seguem em andamento para responsabilizar o mandante e outros envolvidos no crime. A ação penal foi recebida pela 1ª Vara Criminal da Capital.

Delegado morto em SP foi ameaçado há quatro anos por um homem por conta de uma investigação contra colega da polícia. ‘Seu covarde, demorei para te achar, mas te achei”

Assassinado na semana passada em Praia Grande, o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Pontes, sofreu ameaças em 2021, por um homem que o acusava de perseguir um outro delegado que era investigado pela Corregedoria na época. Na ocasião, o homem enviou a Fontes ameaças de divulgação de dados e outros xingamentos contra a vítima, que na época ocupava o mais alto e honroso cargo da competente e dedicada Polícia Civil deste Estado.  “vou vazar seus dados, tais como telefone, endereço, CPF, RG etc pra galera te achar pela sua covardia com o da Cunha. Espero que voce morra””sobre rastrear, tenta aí, fodão”,”seu covarde, demorei p te achar, mas achei”,”seu safado, covarde. Vou divulgar agora os dados que colhi seu”,”até seu irmão vai se f..”,”mexa com bandido grande, mexa comigo, me rastreia, Agora fica perdendo teu tempo pra prejudicar homem de bem, “mexa com o crime cibernetico, seu fraco, arrombado, rato”, “vou derrubar seu número, seu corno covarde”, “dá adeus pro seu Whatsapp”, “responsa seu corno”.  O homem fez ameaças a Fontes  visando pressionar a vítima relativamente a apuração administrativa na ocasião instaurada, bem como que tentou invadir dispositivo, o telefone celular da vítima, visando alterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo. Ademais, a intenção do réu de instalar vulnerabilidades no dispositivo para obtenção de vantagem ilícita – beneficiar pessoa que estava sendo legitimamente investigada ou punida em âmbito administrativo.

Veja modus operandi de mulher presa por aplicar o golpe do ‘Boa Noite Cinderela” em vários turistas no Rio

Policiais civis da 12ª DP (Copacabana) prenderam uma mulher, na manhã desta terça-feira (23/09), que fez diversas vítimas aplicando o golpe conhecido como “Boa Noite, Cinderela”, em ação conjunta com a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat). Os agentes cumpriram contra ela dois mandados de prisão por crimes praticados contra turistas estrangeiros. Ela foi localizada em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. De acordo com as investigações, somente em 2024, ela foi identificada em seis inquéritos que apuram crimes desta modalidade. Entre as vítimas estão turistas da Alemanha, Suíça e Noruega, além de viajantes de São Paulo e Minas Gerais. Segundo apurado, o crime é cometido sempre da mesma maneira, após sedar as vítimas, a criminosa levava pertences, como notebooks e televisões, além de objetos pessoais, como dinheiro, relógios, celulares e perfumes. Os cartões bancários roubados também eram usados em transações, gerando grandes prejuízos. Os agentes apuraram ainda que a criminosa agia com comparsas. Em grande parte dos casos, ela contou com a participação de um homem, preso em flagrante em dezembro do ano passado enquanto tentava aplicar o mesmo golpe. Na ocasião, a vítima conseguiu acordar e acionar policiais militares. O criminoso, em junho deste ano, recebeu o benefício de responder o processo em liberdade. A prisão da mulher, nesta terça-feira, além de tirar das ruas uma criminosa reincidente, irá ajudar no aprofundamento das investigações, que seguem em andamento.

Funcionários fantasmas ligados à milícia eram lotados na Prefeitura de Nova Iguaçu

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, por peculato e falsidade ideológica, dois funcionários fantasmas da Companhia de Desenvolvimento de Nova Iguaçu (Codeni), órgão da administração municipal. A denúncia aponta que os funcionários foram indicados por um ex-policial civil que, antes de ser morto, havia sido expulso da corporação por envolvimento com a milícia. Uma terceira pessoa, também identificada na ação penal como miliciano e que recebia parte do salário de um dos funcionários, foi denunciada por peculato. A denúncia, oferecida pela 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial do Núcleo Nova Iguaçu, descreve que Cristiane Fernandes Vieira foi contratada em julho de 2021 por indicação do ex-policial civil David de Oliveira Maciel, morto em 2022, e demitido da corporação por participação em esquema de exploração de TV a cabo clandestina, atividade explorada pela milícia. Cristiane era companheira de Washington das Neves Melo, que possui oito anotações criminais por homicídio, além de condenações por associação criminosa armada e porte ilegal de arma de fogo, tendo cumprido pena na Penitenciária Bandeira Stampa, unidade destinada à custódia de milicianos. Segundo a denúncia, no período em que foi contratada pela Codeni, Cristiane só comparecia ao local de trabalho apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto, tendo repassado mais de R$ 13 mil, do total de R$ 41.250 que recebeu em salários, para Washington. A investigação também apontou que Ademilson Teixeira de Souza, outro indicado por David, foi contratado no mesmo dia que Cristiane para exercer a função de vigilante. A denúncia destaca, porém, que o cruzamento de dados de geolocalização do celular de Ademilson, realizado pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), comprovou que o servidor nunca compareceu ao local de trabalho informado, apesar de assinar as folhas de ponto como se tivesse exercido a função. Diante dos fatos, o MPRJ requereu a condenação dos denunciados pelos crimes praticados e a devolução aos cofres públicos dos valores recebidos indevidamente por Ademilson e Cristiane. A denúncia também pede a suspensão do exercício da função pública de Ademilson. —

Negociação de quadrilha com policiais civis para liberação de carregamento de toneladas de drogas teria girando em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, diz PM. Agentes foram presos mas soltos este ano

O Ministério Público Estadual denunciou cinco integrantes de uma quadrilha que fornecia drogas para traficantes do Complexo do Alemão e que eram trasportadas em caminhões por via rodoviária. O bando teve um carregamento interceptado por policiais civis em agosto de 2023. Na ocasião, houve negociação para liberação da droga, que gerou em torno de R$ 1.500.000,00 e R$ 2.000.000,00 mas teria sido por um valor maior. Tudo isso com objetivo de com o fito de determiná-los a omitir ato de oficio, qual seja, a regular apreensão das drogas capturadas e realização do registro de ocorrência junto à Autoridade Policial com atribuição, sendo certo que, na realidade, negociou com os mesmos a entrega do material entorpecente. Houve também uma negociação de R$ 300 mil para a entrega do suposto X9 que teria dado a informação da carga para a polícia. O episódio levou a prisão de agentes da lei e de um advogado, que acabaram soltos este ano. A droga iria para o Complexo do Alemãq. Inclusive, integrantes do bando já estavam na favela Seriam cerca de dez toneladas de maconha, de acordo com o MP. A denúncia diz ainda que membros da quadrilha falavam em conversar com os traficantes Pezão, chefe do Alemão, e Doca, do Complexo da Penha.. “Os denunciados demonstraram ter livre acesso a personalidades conhecidas no submundo do crime organizado do Rio de Janeiro, sendo mencionadas nas conversas colhidas, reuniões com lideranças da facção Comando Vermelho (“Doca” e “Pezão””, diz a denúncia.

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