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investigação

Investigação de anos atrás revelou o funcionamento do tráfico no Morro do Andaraí (CV). Chefe do tráfico local foi morto pelo BOPE

O traficante Boneco, morto ontem pelo BOPE, não era o dono das bocas de fumo do Morro do Andaraí. Ele estava fisicamente presente na localidade para cumprir osinteresses e comandos ordenados pelo chefe do tráfico local Jonas de Oliveira da Silva, vulgo Garré, preso no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro e lá permanecido desde 16/05/2000. Boneco era o responsável por administrar pessoalmente os pontos de venda de drogas estabelecidos na comunidade, repassando as ordens e diretrizes aos demais integrantes do Comando Vermelho que participam do tráfico de drogas do local. Na hierarquia, o filho de Garré era um dos gerentes, sendo um dos responsáveis pela guarda, endola, distribuição e controle da venda dos entorpecentes, condutas praticadas sob a ordem direta de Boneco. Em gravações feitas por PMs da UPP do Andaraí, ele foi visto armado e vendendo drogas em um dos pontos de venda de drogas, conhecido como” boca do cravão. Outros gerentes do morro são Alan Galdino e Hugo Pereira, que ficavam responsáveis por repassarem as ordens de Boneco para os demais integrantes da facção criminosa. Filmagens feitas por PMs da UPP mostraram armados perto de creches, próximos de crianças; que há boca de fumo próxima de creches. Segundo a investigação, não havia confronto dos traficantes com policiais na parte da manhã; que as atividades de tráfico s iniciava por volta das 15/16 horas; que primeiramente eles “ganhavam” a parte do alto, chamada de “JP” e dali começavam a se separar pela localidade; Os moradores cumprimentam os traficantes, na comunidade todos se comunicam. Havia a participação de menores no tráfico de drogas e que a função dada a eles era o monitoramento do movimento dos policiais A quadrilha também era responsável pela prática de crimes satélites como roubo e furto Determinados traficantes da Comunidade do Andaraí tinham as redes sociais abertas ao público geral, em razão do que era possível livre acesso às postagens, das quais se verificava rotineiramente ostentação de dinheiro, drogas ilícitas e armas de fogo A localidade é subdividida em diversos pontos de venda de material entorpecente e contenção armada, sendo a “creche Mandela”, “Japão” e “Posto, algumas das principais. A base policial no Andaraí já recebeu vários ataques desse ponto do Japão; que a viatura da polícia foi perfurada com tiros e os policiais são quase baleados, porque ficava difícil sair da base, já que a localidade do JP fica de frente para a base policial. A localidade do JP é muito alta e os acusados tem uma posição privilegiada em relação a base policial; que é um ponto de olheiros e é um ponto estratégico, se ele for naquele local com a sua câmera os bandidos vão estar naquela localidade; que o tráfico de drogas estava 24 (vinte e quatro) horas, Os policiais recebiam informação de colaboradores que eram populares, moradores do local; que os moradores não aceitavam se identificar e prestar declarações por medo de represálias; que se os moradores forem identificados eles morrem; um policial ficou sabendo a pouco tempo que o colaborador de um policial foi morto recentemente e outro morador foi expulso; que os moradores não querem se identificar com medo de represálias temendo pela própria vida; que era uma facção temida pela comunidade. O traficante Boneco pegava os bandidos mais sagazes para poder ficar na segurança dele, os que não ficavam de bobeira. O Andaraí é classificado como área vermelha pelo Batalhão e de alta periculosidade; que o Comando Vermelho empregava fuzis também e tinham em média 07 (sete) ou 08 (oito) fuzis no interior da comunidade, não passava de 10 (dez) fuzis; que tinham granadas também;. Os traficantes tinham livre acesso a toda a comunidade; que os réus atuavam na 513 e Caçapava; que os bandidos faziam a segurança principalmente no período da tarde para noite; que no período manhã os acusados não ficavam na comunidade, se ficavam, ficavam escondidos; que os criminosos faziam a segurança no alto da comunidade e a noite tinham livre acesso e passavam em frente a base; que o alto do morro tem várias localidades como Santo Agostinho, Borrachinha e JP, que fica no alto da Botucatu, Rua Adolfo Caminha; que do JP os acusados tinham uma visão da base policial, eles conseguiam ver a polícia entrando

Comissão Internacional de Direitos Humanos diz que durante megaoperação na Penha e no Alemão pessoas foram vistas vivas sob custódia policial e depois encontradas mortas

Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos aponta que na megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 122 mortos há relatos de pessoas vistas vivas sob custódia policial e posteriormente encontradas mortas. O documento aponta que depoimentos de familiares e testemunhas, bem como informações colhidas nas imediações da Vacaria e da Praça São Lucas, descreveram corpos com múltiplos disparos mna cabeça, na boca, nas costas, nas axilas e no tórax, em posições que não seriam compatíveis com troca de tiros . Há indícios ainda de além de indícios de amarras, lesões perfurocortantes e disparos à queima-roupa. Especialistas de direitos humanos das Nações Unidas também registraram indícios como mãos amarradas, tiros na parte posterior da cabeça e, em um caso, decapitação Diversos depoimentos colhidos durante a visita contradizem a narrativa oficial segundo a qual as mortes teriam ocorrido exclusivamente em áreas de mata ou em contextos de confronto armado. Familiares e testemunhas relataram que algumas pessoas teriam sido mortas durante a subida às comunidades ou no interior de residências, o que poderia indicar invasões domiciliares sem mandado judicial e fora de cenário de confrontodireto . Dois relatos específicos merecem atenção: um descreve que pessoa ferida teria sido levada à residência de vizinho e posteriormente executada; outro aponta que indivíduo teria sido morto ao sair da casa de familiar na parte baixa da comunidade Por conta disso, a Comissão entende que a Operação Contenção deve ser investigada sob a hipótese de uma chacina (massacre), no contexto de política de segurança que pode ter tolerado ou promovido uso ilegítimo e desproporcional da força letal. Tal investigação deve apurar responsabilidades penais e disciplinares tanto dos autores materiais quanto da cadeia de comando envolvida no planejamento e supervisão da operação, especialmente diante de indícios de possíveis execuções extrajudiciais.

Depois de um ano e meio do crime, Justiça decretou a prisão preventiva de 11 traficantes do TCP suspeitos de matar homem em Cabo Frio por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos bandidos

Depois de um ano e meio do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de traficantes do Terceiro Comando Puro Derick, Jô ou Barriga, Gorila, Zu, Gustavo, Baiano, PT, Bicudinho, Testa, PL ou Polegar e Pônei por um homicídio cometido em Cabo Frio em outubro de 2024 por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos envovlidos. Consta nos autos que no dia 07/10/2024, por volta das 02h40min, na Rua do Pomar, bairro Jacaré, os suspeitos efetuara disparos de arma de fogo contra a vítima Joel Campos Josuel, vulgo “joca” que foram a causa de sua morte. A denúncia aponta que o crime foi cometido devido aos ciúmes de Pablo, integrante do tráfico da facção TCP, em face do irmão da vítima, G, que estaria tentando reaproximar-se da ex-namorada e atual companheira de Pablo, I.C.A, além de disputa territoriais do tráfico, ensejando a qualificadora do motivo torpe O crime cometido com emprego de tortura e por recurso que dificultou a defesa da vítima, eis que Joel foi abordado pelo grupo, em superioridade numérica, além de sofrer intenso castigo físico antes de sua morte. Por fim, os denunciados teriam ocultado o cadáver da vítima, O pai de Joel, ao saber pelo filho Gabriel sobre o desaparecimento de Joel, passou a buscar informações sobre o filho, indo á residência dele, no bairro Jacaré, onde soube que integrantes do tráfico o teriam abordado quando chegava em casa do trabalho, efetuando disparos de arma contra ele além de espancar a vítima e a colocarem em um veículo com destino a um local denominado ‘Chiqueirinho” onde segundo soube, Joel teria sido executado, sem notícias do corpo. Ouvido, ele relatou que em busca de informações sobre o filho Joel, soube por um vizinho dele que Joel vestia uma camisa branca e bermuda quando foi abordado e levado pelo grupo, após ter sido alvejado com vários tiros e em seguida colocado em um carro, seguindo para local desconhecido. No local apontado, a irmã da vítima teria encontrado o telefone celular de Joel destruído enquanto o pai verificou que havia manchas de sangue na entrada do referido beco, não notando se havia munições deflagradas. Esclareceu, ainda, que a vítima era usuário de maconha e residia próximo ao beco onde foi abordada pelo grupo, além de ter sido preso em 2018 por envolvimento no tráfico, estando hoje trabalhando como mototáxi para entrega de lanches, em que pese não ter localizado a moto usada pelo filho, uma Yamaha descrita no id. 17. Outro irmão de Joel, da mesma forma que o pai, buscou investigar no bairro notícias do irmão Joel e por duas vezes prestou declarações nformando que moradores da rua Pomar visualizaram o momento que a vítima chegava em casa e foi derrubado da moto que conduzia e em seguida alvejado com vários disparos e obrigado a entrar em um veículo, sem notícias de seu paradeiro. Disse ter ouvido informações que a motivação seria sobre o envolvimento de seu outro irmão Gabriel com a companheira de uma liderança do tráfico de nome Pablo, negando que Joel tivesse envolvimento com a facção TCP. O irmão Rosildo juntou a imagem que circulava no bairro e apontou o homem com quem a moça teria envolvimento (de bigode com as mãos na cabeça), além de identificar o terceiro que aparece nas fotos, de cor escura e com bigode que sob ordens de Pônei”, teria efetuado dispqaros contra seu irmão. G, , irmão de Joel e pivô do crime, primeiramente se recusou a comparecer na delegacia temendo pelas ameaças que recebeu dos denunciado mas devido ao sofrimento da família sem notícias de Joel procurou um policial civil para que o acompanhasse à DP. Ele contou que no dia 07/10/2024, na madrugada, por volta das 02h40min, chegava em casa na companhia de seu irmão Joel que conduzia sua motocicleta Yamaha e foi derrubado pelo grupo que efetuaram disparos contra a vítima, além de espanca-lo violentamente, arrastando-o para o alto do morro, enquanto Joel implorava por sua vida. Segundo ele, a motivação seria ciúmes de Pablo pois G relacionou por anos com I.C.A, hoje companheira de Pablo (vulgo polegar ou PL) com quem tem uma filha, sendo comum entregar lanches na residência da genitora da moça onde Pablo agia com desconfiança e rispidez ao ver a mulher ecebendo as entregas. Nos meses de agosto e setembro de 2024 surgiram boatos de que ele e a vítima estariam “vacilando” pois levavam informações da facção local, TCP para a facção comando vermelho devido ao livre tráfego para entrega dos lanches, ressaltando que era uma falsa justificativa pois na verdade a desavença teria sido por causa da moça e partido dos denunciados Pablo e Pônei . G presenciou a abordagem de seu irmão pelos denunciados enquanto se escondia temendo que também fosse alvejado pelo grupo, pontuando que Joel implorava por sua vida enquanto era agredido, mesmo após ter levado vários tiros, aduzindo ter ouvido o diálogo em que perguntavam à vítima sobre Gabriel dizendo que ele seria o próximo a ser executado. Além disso, relatou os envolvidos que participaram das agressões à vítima Pônei, PL/Polegar, Bicuinho/BK, Zu, Jô/Barriga, Baiano, Gustavão, DK/Huulk, Gorila, Testa e PT : Destacou, ainda que Pônei incentivava os outros envolvidos a disparar a vítima aos gritos de “mata o joca”, tendo três deles sido os primeiros a disparar contra Joel que, mesmo ferido com os tiros, foi espancado e depois carregado para o alto do morro, não sabendo até a presente data a localização do corpo de seu irmão.

Processo detalha caso de PMs presos por roubo a ônibus no Arco Metropolitano. Eles são suspeitos de outros crimes

A reportagem teve acesso a decisão da Justiça que decretou a prisão de três PMs suspeitos de roubo a um ônibus no Arco Metropolitano em maio do ano pasaado. Os mesmos PMs são investigados por outros crimes. O Ministério Público Estadual só passou o caso para um veículo primeiro para depois divulgar o caso para a imprensa. Segundo os autos, no dia 10 de maio de 2025, por volta das 02h30min, na Rodovia Raphael de Almeida Magalhães, sentido Saracuruna, no trecho entre a estrada Boa Esperança e a Estrada Pastor Lourival Machado, na localidade conhecida como Arco Metropolitano, neste estado, os agentes subtraíram 11 aparelhos celulares da marca Iphone, depois de haverem reduzido à impossibilidade de resistência as vítimas, motoristas de ônibus contratados por uma empresa; Na ocasião, os PMs suspeitos estavam escalados no serviço do DPO – Jardim Primavera, quando abordaram o ônibus e encontrado diversas mercadorias eletrônicas e, sob a alegação da inexistência de notas fiscais, que fretaram o ônibus para trazer mercadorias de São Paulo para Campo dos Goytacazes.” A apuração preliminar se deu por análise da prova oral colhida por meio dos depoimentos prestados pelas vítimas e testemunhas e do seu cotejo com os dados do GPS da VTR n° 54-1067, bem como a (falta) das imagens das câmeras corporais, os quais geraram os relatórios acostados ao inquérito que apontam imagens e diálogos que trazem indícios mínimos dos delitos imputados na denúncia. Segundo a Justiça, a conduta investigada – roubo, revela, em tese, gravíssima violação aos deveres funcionais militares e potencial afronta aos princípios da legalidade, da moralidade e da transparência na atuação operacional, o que configura risco concreto à ordem pública militar. A manutenção dos investigados em liberdade representa risco concreto à instrução criminal, visto que poderão ameaçar testemunhas, as quais já demostram medo de represálias, consoante o depoimento em que uma das vítimas que preferiu não declinar endereço, bem como poderão obstaculizar a produção probatória relacionada a outros feitos, uma vez que são suspeitos de outras investigações.

Homens suspeitos de ligação com bandidos do TCP espancaram rapaz por este ter reclamado sobre o uso de drogas próximo de sua residência em Itaguaí, diz Justiça

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de espancar um outro no último dia 30 de janeiro em Itaguaí após a vítima se envolver em um acidente de trânsito. As agressões ocorreram em via pública e foram parcilamente filmadas. Segundo os autos, os envolvidos eram ligados ao Terceiro Comando Puro e teriam assim agido por estarem contrariados com a postura da vítima de questioná-los e confrontá-los sobre a movimentação e uso de drogas no local que era próxima à sua residência. A esposa do agredido contou que na madrugada daquele dia, o marido teria sido agredido com socos, chutes e pontapés, por aproximadamente cinco jovens, inclusive com chutes na cabeça após já desfalecido, após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido na Rua 27, próximo ao Trevo de Itaguaí, bairro Parque Dom Bosco, A testemunha relatou que por volta de 00h do dia 30/01/2026, seu marido retornou do trabalho, estacionou o veículo da empresa e saiu novamente utilizando o carro do casal para comprar lanche e pouco tempo depois, teria ouvido gritos vindos da rua, incluindo a frase: “Agora eu sei quem é ele, vamos pegar ele”. Narrou ainda que encontrou seu marido na entrada da rua onde moravam com o carro parado, pois havia se envolvido em uma colisão com um outro veículo e, ao chegar ao local, teria encontrado a vítima tentado acalmar a situação, sem que o outro motorista tivesse praticado qualquer agressão física. Prosseguiu descrevendo que, logo em seguida, cinco jovens teriam se aproximado, dois deles portando pedras e uma das pedras teria sido arremessada na direção da vítima e, na sequência, o grupo passou a agredir o rapaz com socos e chutes principalmente no rosto. A noticiante informou que não conseguiu identificar todos os agressores, mas descreveu as características físicas de um deles, reconhecendo um vizinho como um dos autores, afirmando não ter dúvidas quanto à identificação, visto que já o conhecia e o viu desferindo chutes na vítima após desfalecida e caída. Segundo as investigações vídeos das agressões passaram a circular em redes sociais e policiais diligenciaram no local dos fatos, acompanhados da esposa da vítima, que indicou o ponto exato da ocorrência com visíveis vestígios de sangue. No afã de identificar os agressores, a equipe policial compareceu ao Hospital Geral de Itaguaí, onde a vítima, internada no CTI, foi entrevistada, tendo sua oitiva sido gravada. Segundo os autos, informações de inteligência indicaram que o grupo agressor tinha o costume de se reunir na esquina da Rua 27 e teria ligação com criminosos do bairro Jardim Weda, área sob influência da facção criminosa “Terceiro Comando Puro” Apontado como um dos autores, o vizinho do casal foi localizado em preso no dia 02/02/2026 e formalmente interrogado, ocasião em que optou por permanecer em silêncio. Os autos noticiam que novas diligências foram realizadas visando identificar os demais envolvidos e informações colhidas de moradores que não quiseram se identificar, indicaram que o crime teria sido motivado por discussões recorrentes entre a vítima e o grupo que se reunia próximo à sua residência para uso de drogas e perturbação do sossego. O motorista do carro que se envolveu no acidente com a vítima contou que após a colisão afastou-se ao perceber a aproximação de um grupo de jovens e ouvir gritos de ameaça, e teria retornado posteriormente e encontrado a vítima desacordada no chão, sem ter presenciado as agressões nem conseguido identificar os autores e, por fim, teria relatado temer em colaborar com a investigação. Um rapaz que gravou o vídeo das agressões e, amigo de infância da vítima teria afirmado ter presenciado o início das agressões praticadas por um indivíduo e, em seguida, por um grupo, relatando ainda que não interveio por temer por sua vida e, ainda, teria reconhecido o vizinho do casal como o indivíduo que aparece no vídeo chutando a cabeça da vítima desacordada.A vítima declarou que há meses enfrentava conflitos com indivíduos que se reuniam na esquina de sua residência,Narrou que, após a colisão de trânsito, o grupo teria se aproximado gritando ameaças e uma pedra teria sido arremessada e então iniciado as agressões que o deixaram desacordado. Relatou ainda que só não morreu porque sua esposa interveio e que foi submetido a cirurgia no nariz.A vítima, em sede policial, reconheceu por fotos três suspeitos . Por fim, informou a vítima que teria recebido em rede social uma mensagem, que interpretou como uma ameaça, de autoria da mãe dos suspeitos.Sua esposa confirmou integralmente a versão da vítima, relatando histórico de conflitos com o grupo, reconhecimento dos envolvidos e intervenção direta para cessar as agressões, o que teria evitado que seu companheiro fosse morto, reforçando que no curso das agressões ele já aparentava estar morto.Em suas declarações, narrou que um perfil no Instagram teria postado, em tom de ameaça, uma imagem que atribuiu à mãe dos suspeitos com os dizeres: “Cancelo seu CPF se tentar com a minha família”.Por fim, foi acostado aos autos Laudo pericial na pedra que teria sido arremessada contra a vítima, confirmando que se trata de material pétreo sólido com massa aproximada de 3,335 kg e vítima ainda não foi submetida ao exame de corpo de delito.

Polícia achou 2 toneladas de haxixe em operação resultante de investigação contra um dos líderes mais antigos da milícia de Rio das Pedras

A operação da Polícia Civil do Rio que apreendeu duas toneladas de haxixe em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, teve origem partir de investigações voltadas para localizar armamentos possivelmente mantidos de forma irregular por Dalcemir Pereira Barbosa, já monitorado no procedimento investigativo. Ele é um dos líderes antigos da milícia de Rio das Pedras. A droga, considerada de alto valor no mercado ilegal, está avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões. A droga foi achada em um local utilizado exclusivamente como depósito, o que indica a existência de estrutura logística voltada à guarda e possível distribuição de grande quantidade de drogas. As diligências são fruto de um intenso trabalho investigativo da especializada. O volume expressivo do material apreendido configura um dos maiores golpes recentes contra o narcotráfico na capital fluminense e causa um impacto direto nas finanças do crime organizado. No endereço onde o entorpecente foi encontrado, os quatro familiares que residiam no local foram conduzidos à sede da unidade para prestar esclarecimentos e para a adoção das medidas legais cabíveis, diante da quantidade e da natureza do material ilícito localizado. As equipes da especializada continuam em diligências em outros endereços vinculados à investigação, com o objetivo de localizar armas de fogo, munições, dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam contribuir para a identificação de integrantes da organização criminosa responsável pelo armazenamento e pela circulação da droga.

CAMPOS (RJ): Polícia diz que casal está envolvido na morte de uma cuidadora de idosos que moveu contra eles ação trabalhista. Vítima foi estrangulada e ainda atearam fogo no corpo

Um casal foi apontado em investigação como autor do assassinato de uma cuidadora de idosos em Campos dos Goytacazes, por conta de um processo trabalhista. A vítima tinha cinco filhos e estava grávida de cinco meses. Seu corpo ainda não foi oficialmente encontrado., A informação é do portal NF Notícias. A mulher foi estrangulada e depois teve o corpo queimado. Um dos suspeitos foi preso essa semana e confessou o crime. Já a mulher teria funcionado como álibi dele. Ela também foi presa. Greice Kelly Gomes do Nascimento, de 31 anos, havia trabalhado como cuidadora para os sogros do homem suspeito e ajuizou uma ação contra a esposa do acusado no valor de R$ 52, 7 mil. Segundo a polícia, o homem passou a enviar mensagens intimidatórias para a vítima Chegou a ameaçar procurar os caras da boca para resolver a situação. No dia 17 de novembro, Greice entrou no carro do autor achando que receberia um dinheiro mas o homem já estava com tudo preparado, tinha gasolina. Ele parou o carro em um posto próximo, estrangulou a vítima e ateou fogo. Uma ossada foi achada no dia 30 de novembro justamente no local onde ela sumiu mas até hoje não foi feito exame de DNA para identificar se ela é de Greice.

Justiça decretou prisão de ex-PMs (um deles ex-vereador), um ex-guarda municipal e um servidor da Prefeitura por envolvimento com milícia em Araruama

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça e obteve mandados de prisão contra sete acusados de constituir uma milícia na cidade de Araruama, na Região dos Lagos. Entre os integrantes há dois ex-policiais, sendo um deles ex-vereador, um ex-guarda municipal e um servidor da cidade. Os mandados são cumpridos nesta terça-feira (03/03) pelos agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). De acordo com o GAECO/MPRJ, o grupo era responsável pela apropriação indevida de imóveis na região, extorsão contra moradores e comerciantes, controle de linhas de transporte clandestino e ameaças a membros do sistema de Justiça e das forças de segurança. Ainda segundo as investigações, para impor domínio, os milicianos valiam-se de ameaças e intimidações com o uso de armas de fogo, além da prática de homicídios e roubos. A denúncia afirma que o grupo é liderado pelo ex-policial militar e ex-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger de Moura. Os outros seis denunciados atuavam em diferentes funções: coordenação da atividade de transporte alternativo (o ex-guarda municipal Sirlei Mendonça Marinho e o ex-PM João Carlos Alves Machado); atuação como pistoleiro (Eliomar Souza da Silva Cordeiro, vulgo Bimba); cobrança de valores (Jefferson Siqueira Nogueira); e braço armado (Dilson Gabriel de Almeida Machado, o Biel, e o servidor público da Prefeitura Eduardo dos Santos Damas, vulgo Dudu). Ao determinar a prisão preventiva dos denunciados, o Juízo da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas destacou que as milícias apresentam elevado grau de periculosidade, atuando com uso reiterado de violência ou grave ameaça e colocando em risco a ordem pública e a paz social.

Investigação revelou elo entre Peixão (TCP) e traficantes mineiros

Uma investigação do Ministério Público de Minas Gerais apontou a ligação de uma quadrilha especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro baseada na cidade de Vespasiano com o bando de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. O trabalho revelou que o traficante vulgo Bim se escondia no Rio de Janeiro, de onde vinha fomentando os negócios escusos e realizando a manutenção de toda a estrutura criminosa , Bim se instalou dentro de uma comunidade cariocaa qual é dominada por facção criminosa Terceiro Comando Puro, uma vez que o mesmo vinha distribuindo e fornecendo relevantes quantidades de drogas também para os traficantes que lideram a mercancia ilegal de entorpecentes naquela localidade, que é conhecida como Complexo de Israel, , liderada pelo criminoso Peixão que protegia Bim, No decorrer das investigações, informações apontaram o vínculo associativo existente entre Bim e Peixão denunciando, inclusive, uma suposta atuação criminosa do bandido carioca em Minas Gerais e outros estados da federação. Bim foi preso em Parada de Lucas portando uma arma de fogo com numeração suprimida, documento de identificação falso, um veículo com sinais identificadores adulterados, vários aparelhos telefônicos e anotações referentes à mercancia de drogas. Um veículo usado pela quadrilha foi apreendido enquanto” batia “o transporte de 500kg de cocaína que seguia sentido ao estado do Rio de Janeiro.

Escuta revelou cobrança de taxa a comerciantes por traficantes do TCP em Meriti, apontou Justiça

Relatório da Justiça revela que traficantes da comunidade Trio de Ouro, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, tinham um esquema de extorsão contra comerciantes da região. A descoberta veio a partir da prisão, em 2024, do traficante conhecido como Pagodeiro, apontado como gerente do tráfico na região.Uma conversa entre bandidos provou a existência do esquema. (“É pô. Quer dar uma de maluco porra. Tá querendo dar 50 litros de gasolina por semana. Manda ele se ligar pô, ele tem que mandar é o dinheiro. Falei com ele no outro dia ali. O Marclei botou ele no viva voz, eu falei com ele. Tem que mandar o dinheiro lá que pediu porra. Ele combinou aí contigo aí. Esse maluco aí. De mandar. Esse cara aí do posto de gasolina.” A investigação revela que os traficantes empregavam em sua atuação violência e grave ameaça contra grupos rivais de bairros em que o tráfico de drogas era exercidopela facção criminosa rival, inclusive com emprego de arma de fogo como meio de intimidação coletiva e prática de outros crimes violentos correlatos.Segundo o relatório, Pagodeiro era responsável por várias execuções praticadas pelo grupo. Homem de confiança de Pagodeiro, Pape era o encarregado pelo recolhimento das taxas ilegais cobradas dos comerciantes, ou seja, recolha dinheiro proveniente das extorsões realizadas naquela região. O criminoso conhecido como Marclei também recolhia as taxas. Messi era o responsável pela compra de armas de fogo que são utilizadas pelo grupo. Um vereador foi apontado como fornecedor de suporte logístico e operacional ao grupo em troca de benefícios financeiros e eleitorais. Consta nos autos mensagens de texto e áudios recuperados que indicam a utilização de maquinário público para construção de barricadas feitas pelos traficantes, viabilizando o domínio armado territorial do grupo. Uma mulher foi apontada na investigação como líder financeira do grupo. Consta nos autos uma série de transferências bancárias de origem suspeita suspeitas, bem como comprovantes de transferências e registros de mensagens entre ela e seu companheiro

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