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denúncia

Relatos de guerra na Ilha com feridos e morto

Segundo.informacões que circulam nas redes sociais, no fim da tarde de hoje, criminosos ligados ao Morro do Dendê(TCP), na Ilha do Governado passaram de carro na Estrada das Canárias e atiraram em direção ao Morro do Barbante(CV), atingindo uma pessoa inocente. . Os bandidos do CV teriam revidado. Eles foram na localidade da Tribo no Dendê e mataramnum rival e balearam dois. Na volta para o Barbante, eles ainda deram um ataque no Parque Royal. FONTE: Pega Visão News (Twitter)

Sobrevivente de ataque que matou dois moradores de rua em Irajá teve envolvimento com o tráfico da Favela Para Pedro (TCP)

O sobrevivente do ataque a moradores de rua em Irajá que terminou em duas mortes na madrugada de hoje tinha uma condenação antiga de três anos por associação para o tráfico de drogas. No dia 21 de outubro de 2009, por volta das 11:30 horas, policiai nilitares lotados no 9º BPM realizavam incursão na Favela “Para-Pedro”, situada em Irajá, quando na localidade conhecida como “Torre” lograram deter o denunciado, o qual carregava um rádio de comunicação de marca Motorola e de logo informou aos agentes que trabalhava para o tráfico de drogas ali instalado, sob a chefia de uma tal “Toulon” e sob a gerência do elemento alcunhado de “Play Boy”, exercendo a função de “olheiro” – pessoa encarregada de informar aos meliantes sobre a presença de policiais ou inimigos na comunidade – mediante o recebimento da quantia mensal de R$ 200,00 (duzentos Reais). Segundo um polical que fazia patrulhamento de rotina na favela “Para Pedro, o suspeito que estava sozinho e falava, através de seu rádio de comunicação; que presumiu que ele informava da presença da polícia na favela para seus companheiros de tráfico. Os PMs ouviram pelo rádio do preso os traficantes se comunicando, naquela freqüência, e falando “Pará, como é que ta aí na torre?”; que ainda ouviram “A P2 prendeu o Pará. Quando viram o réu informando da presença da polícia, se seguiram fogos. FONTE: TJ-RJ

Traficante que deu golpe no TCP em Belford Roxo e se aliou ao CV intimida moradores que passarem informações para a antiga facção

Após dar um golpe no Terceiro Comando Puro (TCP) e tomar o controle da comunidade Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, que passou a ser dominado pelo Comando Vermelho, o traficante Esquilo declarou guerra aos traficantes Lacoste da Serriinha e Messi e intimidou moradores que porventura venham a passar informações para o TCP. “Vão ser cobrados” Ele escreveu também que espiona os rivais com drone, FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

PM morto ontem em Jacarepaguá também integrou quadrilha na Baixada que matava e torturava traficantes que não pagavam propina

Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação. O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes. O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas. Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade – FONTE: TJ-RJ

Leia diálogo que mostra traficante convocando morador para fazer protesto em Jacarepaguá

Leia agora diálogo que mostra um suposto traficante convocando moradores para fazer protesto em Jacarepaguá em razão da operação no Morro do Tirol, na Freguesia. oliciais do Bope e do 18º BPM monitoravam o traficante Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chefe do tráfico da Cidade de Deus, que estaria comemorando aniversário no Tirol. Após intenso confronto, a polícia acredita que ele tenha ordenado o sequestro de 9 ônibus. Dois fuzis, uma pistola, munições e drogas foram apreendidos. Duas pessoas foram presas, suspeitos ficaram feridos e Sardinha conseguiu fugir. FONTE: PMERJ e Band Net News (Twitter)

PM morto em Jacarepaguá comandou milícia na comunidade onde mataram ele

O PM morto hoje na comunidade do Asa Branca, em Jacarepaguá, Adelmo da Silva Guerini, fez parte de uma milícia que agiu no local entre 2017 e 2020. A quadrilha praticava os delitos de exploração e comercialização de sinais clandestinos de televisão a cabo, venda de cigarros ilegais, exploração ilícita de pontos de mototáxi, com cobrança de taxas de extorsão aos mototaxistas e corrupção de agentes públicos, dentre outros. A organização criminosa empregava armas de fogo em sua atuação, bem como contou com o concurso de funcionários pú-blicos, mais especificamente policiais militares, que se aproveitam desta condição para as práticas criminosas do bando. O bando espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo e subjugando moradores/comerciantes da área da comunidade Asa Branca Branca, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas a partir de um vasto cartel de atividades criminosas. Dois sargentos da PM, entre eles Adelmo, eram os líderes do grupo mas eram subordinados a um homem conhecido como Fabi. Adelmo controlava uma das atividades de maior rentabilidade praticada pela quadrilha, qual seja, a exploração e comercialização de sinais clandestinos de TV a cabo, popularmente conhecida como “Gatonet”, dividindo entre sos lucros dela advindo com um outro PM. FONTE: TJ-RJ

Veja o histórico de contraventor suspeito de ser mandante de tentativa de homicídio na Ilha do Governador

O contraventor que é suspeito de ser o mandante de uma recente tentativa de homicídio contra um homem considerado desafeto na Ilha do Governador, é figura conhecida dos órgãos de segurança por explorar jogos na região. .Conhecido como Baixinho, o bicheiro utiliza-se de seu subordinado vulgo Passarinho para a execução dos crimes. Ele era dono de um patrimônio milionário e bastante conceituado no submundo da máfia do bicho”, O contraventor tinha uma empresa de onde as ações eram comandadas, eram feitos os acertos financeiros e também promovidas reuniões e encontros entre os integrantes do grupo, constituindo um verdadeiro escritório do crime. O caráter empresarial da exploração do jogo imprimido por Passarinho, chefe imediato do bando ficava claro também na autorização de pagamentos de gratificações como retribuição ao desempenho e estimulação ao trabalho. Tudo visando o fomento dos lucros como numa autêntica empresa privada. Anos atrás, a quadrilha fazia em média de R$ 300.000,00 por mês com a exploração do jogo. Além da Ilha do Governador, o bando explorava o jogo também em Paraíba do Sul, Três Rios, Itaguaí, e Petrópolis, além de TeresópolisCentenas e centenas de selos identificativos de máquinas caça-níqueis, timbrados com o nome da empresa do contraventor foram encontrados no escritório em Teresópolis e também no interior das máquinas apreendidas. Ele era inclusive detentor da “concessão” outorgada pelos banqueiros do jogo do bicho para a exploração das máquinas caça-níqueis na cidade.Foi veiculada a possível ligação do contraventor com um político influente nesta cidade da Região Serrana. O grupo usava uma revendedora de veículos para lavar o dinheiro do crime. O contraventor foi alvo de operação hoje pela Polícia Civil onde foram apreendidos cerca de R$ 300 mil. A tentativa de homicídio citada foi cometida por um policial militar, que foi ferido na ocasião e está preso. FONTE: TRF2 e Polícia Civil do RJ

Traficante Lacoste da Serrinha (TCP) teria tomado golpe e perdido reduto para o CV em Belford Roxo

Segundo informações que circulam nas redes sociais, o traficante Esquilo, frente do Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, deu um “golpe de estado” no Lacoste da Serrinha, chefe da região, e mudou, por ora, a bandeira da comunidade para o Comando Vermelho. De acordo com relatos, a bala está voando no Gogó e outros criminosos insatisfeitos com o Lacosta também teriam pulado para o CV O TCP da região de Belford Roxo está tentando retomar o Gogó do Bom Pastor. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Milicianos insatisfeitos estariam deixando Rio das Pedras e se aliando ao CV na Gardênia Azul levando armas

Segundo informações divulgadas nas redes sociais, milicianos estão deixando Rio das Pedras e se aliando a traficantes do Comando Vermelho da Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Alguns deles teriam saído da comunidade levando fuzis e pistolas. O motivo seria insatisfação com os frentes de Rio das Pedras. Uma página no twitter publicou o depoimento de um deles, que disse que um miliciano estaria fazendo covardias e usando drogas, dizendo que vai dar tiro na cara. Ele disse que vários pediram coisas ao tal miliciano e ele não atenderia em nada. “Ele não está nem aí para ninguém”. ‘Está a maior bagunça, morador do Areal sofre com ele, doidão de droga pow” Rolas boatos que se os donos não fizerem nada a respeito dessas covardias dos frentes, os soldados vãão tentar mudar a bandeira da comunidade. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Quadrilha de Adilsinho teria ligações com o PCC. Polícia faz operacâo contra jogos de azar online

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quinta-feira (16/10), a “Operação Banca Suja”, uma ação de grande porte destinada a desmantelar uma estrutura criminosa sofisticada, atuante no ambiente digital e na economia paralela fluminense. A quadrilha alvo da ação é liderada pelo contraventor conhecido como Adilsinho e teria ligações com o PCC. O esquema de exploração de jogos de azar on-line, fraudes contra apostadores e lavagem de dinheiro movimentou mais de R$ 130 milhões em apenas três anos. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais na capital, Duque de Caxias e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A ação inclui ainda bloqueios de R$ 65 milhões em contas bancárias e de R$ 2,2 milhões em bens (oito automóveis), além de autorização para sequestro de outros bens localizados no decorrer da operação. O objetivo é desestruturar toda a base financeira do grupo.A “Operação Banca Suja” integra a política institucional de “seguir o dinheiro” (follow the money) e atacar os alicerces econômicos das organizações criminosas. A meta é interromper fluxos financeiros ilícitos, proteger consumidores de fraudes, impedir a reciclagem de capitais criminosos e recuperar ativos para o estado, atingindo diretamente o financiamento de facções e redes criminosas com base territorial na Baixada e na capital. “Empresas que operam dentro da legalidade acabam dividindo o mesmo espaço competitivo com estruturas que atuam simultaneamente na legalidade e na ilegalidade, tornando-se prejudicadas por esse desequilíbrio. Essa é uma das pegadas importantes da investigação. Ao seguir o dinheiro, atacar os fluxos financeiros e descapitalizar estruturas criminosas, a Polícia Civil vai além da repressão direta e enfraquece os alicerces econômicos que sustentam facções e redes organizadas”, afirmou o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. As apurações revelaram fortes ligações entre o grupo e estruturas criminosas de grande porte na Baixada Fluminense, em especial a chamada “máfia do cigarro”, responsável por extensas redes de contrabando, corrupção e financiamento de atividades ilícitas. Também foram identificadas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas que comercializam filtros de cigarro e recebiam transferências de pessoas jurídicas vinculadas ao núcleo principal — evidenciando um elo interestadual e nacional, em um nível de articulação raramente identificado no estado. “Operações como esta, que resultaram no bloqueio de dezenas de milhões de reais, assumem relevância especial ao se considerar que esses valores poderão ser revertidos em favor da Polícia Civil, financiando o próprio combate ao crime organizado. Ao mesmo tempo, fortalecem o estado e enfraquecem as organizações criminosas”, destacou o diretor do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), delegado Henrique Damasceno. De acordo com as investigações, para dissimular os valores ilícitos, o grupo utilizava empresas de fachada, transferências fracionadas e operações simuladas, espalhando as transações por diversas contas e ramos de atividade. Além dos crimes financeiros, os núcleos investigados são suspeitos de ordenar homicídios de desafetos e concorrentes, como forma de manter o controle sobre territórios e negócios ilegais, ampliando o potencial de periculosidade da organização.“Identificamos empresas que, aparentemente, atuam como de fachada, mas que movimentaram milhões de reais em um período muito curto — de seis meses a um ano — na tentativa de conferir aparência de legalidade às suas operações. Essas empresas se inserem no mercado formal, realizando transações financeiras de volume extremamente elevado e inflado por recursos provenientes de atividades criminosas, o que distorce a concorrência e prejudica o mercado legítimo”, explicou o delegado Renan Mello, da DCOC-LD. FONTE: PCERJ

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