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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Polícia prendeu chefe do CV em Petrópolis em resort de luxo à beira mar na Costa Verde

Policiais civis da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) prenderam, neste sábado (14/03), um criminoso de alta periculosidade apontado como chefe do tráfico de drogas de Petrópolis, na Região Serrana. De acordo com as investigações, o bandido é ligado a facção criminosa Comando Vermelho e está envolvido diretamente com o planejamento de um ataque contra policiais civis. Ele foi capturado em um resort de Luxo localizado à beira mar, na Região da Costa Verde, no Rio de Janeiro. A corporação não divulgou o nome do criminoso. Ainda conforme apurado, o narcoterrorista comandava o tráfico de drogas em algumas comunidades de Petrópolis e era responsável por enviar a carga de entorpecentes aos locais. Ele residia na comunidade do Parque União, no Complexo da Maré, junto a outras lideranças do Comando Vermelho, onde teria acesso a esses materiais ilícitos. Além disso, o homem é identificado como um dos criminosos que planejou um atentado contra policiais civis da 105ª DP (Petrópolis). Segundo os agentes, ele estava foragido há mais de nove e possui oito anotações criminais pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídio qualificado Em trabalhos de inteligência e monitoramento de possíveis rotas e endereços vinculados ao criminoso, o bandido foi localizado e, contra ele, foram cumpridos quatro mandados de prisão em aberto.

Mulher é suspeita de pagar R$ 5.000 para matarem um homem por conta de briga por herança na Baixada

Confira agora detalhes do processo contra Suellen Amorim, acusada de encomendar um assasssinato em Queimados, na Baixada Fluminense, por conta de uma disputa de herança familiar. A vítima foi Marcos Aparecido Barcelos da Silva. Consta dos autos que, no dia 17/01/2026, na Rua Deoclécio Lopes da Costa, lote 06, quadra 03, Vila Scintila, a vítima foi encontrada sem vida no interior de sua residência, apresentando sinais de morte violenta decorrente de disparos de arma de fogo, tendo sido arrecadados no local estojos e projéteis de calibre 9mm. Além disso, consta que, no curso das investigações, foi possível identificar a trajetória de uma motocicleta Honda Titan 160, utilizada pelos executores do crime, a qual se deslocou até o endereço da vítima no horário aproximado da execução e posteriormente empreendeu fuga em direção ao município de Japeri. O veículo foi identificado como de propriedade de Felipe David, o qual, após capturado, confessou sua participação no crime, relatando que foi procurado por Suellen para providenciar a execução da vítima, mediante pagamento de R$ 5.000,00, apontando Alan Victor Bezerra Ribeiro como o executor dos disparos. Alan também foi preso. Segundo os autos, Suellen contratou terceiros para executar a vítima, em razão de desavenças relacionadas à disputa por bens pertencentes ao falecido ex-companheiro.

Print de conversa reforça suspeita que traficantes do CV obrigam comerciantes a comprar água com eles na Gardênia Azul

Print de conversa de whatsapp exibido pelo programa Balanço Geral da TV Record mostra conversa de um traficante falando para Doca, chefão do Comando Vermelho, que um comerciante não estava comprando água com os bandidos na Gardênia Azul, em Jacarepaguá e que estava atravessando adquirindo de um caminhão direto. O suspeito pergunta a Doca o que fazer e o chefão disse para mandar Gardenal, seu braço-direito ao local para resolver a situação. Segundo relatos nas redes sociais, depois que o CV tomou a comunidade, lixos se espalhando por toda a favela, teria havido aumento de cracudos perambulando nas ruas, uso de drogas na frente das crianças, e os serviços básicos como correios, Uber, coleta de lixo, caminhões de entregas não podem entrar na localidade.

Justiça mantém preso homem acusado de matar padrasto e balear irmã em Niterói

A Justiça manteve a prisão de Oldenir de Almeida Filho, acusado de matar o padrasto e ferir a irmã em janeiro, em Niterói. Ele estava preso temporariamente desde o dia 19 daquele mês e no último dia 11 foi decretada a prisão preventiva. Oldenir é acusado de matar a tiros Rudson Fernando da Silva Barreto no interior da residência situada na Rua Edma Rodrigues Valadão, nº 510, Camboinhas, em 18 de janeiro. Na mesma data, o acusado também teria cometido um atentado contra a integridade física de sua irmã, a adolescente S. Q. H. D. A. E. A. E., ao efetuar disparo de arma de fogo contra a vítima. O acusado se encontra preso desde o dia 19 de janeiro de 2026, em razão do cumprimento de mandado de prisão temporária, cuja prorrogação ocorreu após o decurso do prazo inicial de 30 (trinta) dias. O prazo da custódia cautelar está, portanto, prestes a expirar, o que exigiu uma análise minuciosa e a adoção de uma medida cautelar definitiva, a fim de garantir a continuidade da instrução processual e a aplicação da lei penal. Segundo a Justiça, no caso, existem indícios suficientes de autoria e materialidade, conforme os depoimentos detalhados prestados pelas testemunhas, como o namorado da menor e a mãe do assassino e da garota. De acordo com os autos, o acusado teria praticado um ato de altíssima reprovabilidade social, em que a violência extrema se somou à utilização do ambiente doméstico para cometer os crimes, configurando risco concreto à paz social. O denunciado possui vários antecedentes criminais, incluindo registros de homicídios, é dependente químico e demonstrou comportamentos agressivos durante a apuração dos fatos. Esses elementos evidenciam sua natureza perigosa e reforçam a urgência da prisão preventiva para evitar que ele cometa novos delitos ou ameace novamente as vítimas ou testemunhas.

CV pode ter tomado mais uma área da milícia em Jacarepaguá

Ao que tudo indica, traficantes do Comando Vermelho da Praça Seca e do bairro do Tanque teriam entrado e dominado na última quarta-feira na comunidade do Renascer, onde supostamente não teria resistência dos milicianos que anteriormente cobravam taxas na região. Uma postagem que circulou nas redes sociais diz que é para os moradores não pagarem mais taxas. Lembrando que os milicianos da Renascer estavam ajudando na guerra contra o CV na Vils Sapê, em Curicics.

Justiça aceitou denúncia contra chefões do tráfico na Pedreira (TCP) por homicídio de rival do CV

Depois de dois anos, a Justiça determinou que seja recebida denúncia do Ministério Público Estadual contra os líderes do tráfico do Complexo da Pedreira (TCP), em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, vulgos Coelho, Arafat, Raro e Cego ou Morcego pelo homicídio de um traficante rival em 2023. Uma amiga da vítima teria avisado aos familiares de sua morte e dado informações acerca da dinâmica dos fatos. Ela contou em mensagem, via facebook, que a vítima Sérgio teria entrado para o tráfico da comunidade do Mata Quatro – localizada no interior do Complexo do Chapadão e dominada pela facção criminosa Comando Vermelho – e que no retorno de seu primeiro dia de “trabalho”, o veículo, onde ele, teria sido interceptado pela facção rival Terceiro Comando Puro, quando trafegava de uma favela para outra. A vítima então teria sido capturada, juntamente com outros traficantes do Chapadão, e dias depois, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros na entrada do Complexo da Pedreira, enquanto os demais ocupantes do veículo teriam sido baleados ou estariam desaparecidos .Tais informes vieram aos autos por meio das duas únicas testemunhas ouvidas na investigação, mãe e irmã da vítima, que, frise-se, não presenciaram o fato, tampouco souberam identificar quem seriam os traficantes envolvidos na morte da vítima. Diante do impasse no rumo da apuração, os investigadores passaram a colher informes sobre os indivíduos ligados ao tráfico naquela localidade, chegando a autoridade policial, em seu relatório final, a representar pela prisão preventiva de quatro elementos como mandantes/partícipes do homicídio tratado neste processo. Segundo a Justiça, na época, havia notória falta de elementos indiciários aptos a dar suporte à ação penal, já que, conquanto oportuno o levantamento realizado pelos agentes, tal só serviria como um reforço de eventual prova, mas não para sustentar justa causa para o oferecimento de denúncia por homicídio contra pessoas. Por conta disso, naquela ocasião, a denúncia foi rejeitada. Entretanto, em agosto do ano passado, por conta dos depoimentos da mãe e irmã da vítima dos prints de conversa do whatsapp e o Laudo de Exame de Local de Encontro de Cadáver), a Justiça aceitou o recurso do MPRJ e concordou com a denúncia. Dos suspeitos denunciados, Arafat e Raro estão presos.

ITAOCARA: Rapaz levou pedradas e pauladas na cabeça e está em coma. Justiça decretou prisão de suspeitos

Um rapaz está em coma após ser agredido por pedradas e pauladas por três homens conhecidos pelos vulgos de Baiano, Bebê e Bundinha na cidade de Itaocara, no Noroeste Fluminense, no último dia 7. A Justiça decretou a prisão preventiva dos três suspeitos. Segundo os autos, a vítima R.S.P.M levou pedradas e pauladas na região da cabeça, O crime de homicídio não se consumou porque populares começaram a gritar, interrompendo o ato criminoso, e após as violentas agressões, a vítima foi socorrida e atendida pelo Corpo de Bombeiros, sendo encaminhada ao Hospital Municipal de Itaocara, onde recebeu atendimento médico emergencial, constatando-se traumatismo craniano com sangramento intracraniano, permanecendo entubada e sob sedação, evitando o resultado morte. Não foi reveladas nos autos as motivações para o crime.

Homem foragido por desaparecimento de vigilante em Niterói já respondia por outro homicídio na cidade

Um homem apontado como envolvido no desaparecimento do vigilante Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, em Niterói, está foragido da Justiça e já responde a outro processo por homicídio na cidade, segundo informações obtidas no Tribunal de Justiça do Rio. A ação é de 2014 e até hoje encontra-se em sigilo, portanto não é possível acessar as informações. Além dele, outras duas pessoas foram acusadas. O mesmo homem respondeu a processo em 2017 por lesão corporal leve que foi arquivado. Um outro suspeito de envolvimento no desaparecimento do vigilante foi preso ontem em Itaboraí As investigações apontaram que um vigilante, que trabalhava em um posto de segurança no Horto do Fonseca, em Niterói, foi inicialmente dado como desaparecido no dia 21 de fevereiro deste ano. Amigos e familiares passaram a procurá-lo após perceberem que o trabalhador não retornou para casa e aparentemente não teria assumido o plantão no local. Com o avanço das diligências, os agentes descobriram que a vítima de fato havia comparecido ao trabalho naquela manhã, chegando ao local em sua motocicleta e informou que havia assumido o plantão. A partir da análise de imagens de câmeras de segurança da região, os policiais identificaram movimentações suspeitas dentro das dependências do posto de serviço. As gravações indicam que dois vigilantes ligados ao local aguardavam a chegada da vítima. Em seguida, as câmeras registraram os dois homens colocando o corpo da vítima no interior de um veículo. A partir da troca de dados de inteligência, os agentes identificaram o automóvel utilizado na ação, que pertence a uma empresa de segurança privada da região. Os policiais também descobriram que a motocicleta da vítima foi abandonada em outra rua do bairro Fonseca. O trabalho investigativo da DHNSG identificou que um dos homens chegou a afirmar a terceiros que o vigilante não teria comparecido ao trabalho naquele dia, versão que posteriormente se mostrou falsa. Com base nas provas reunidas ao longo do inquérito, a autoridade policial representou pela prisão dos dois envolvidos no crime. Na ação desta sexta, um deles foi localizado e preso no bairro Aldeia da Prata, em Itaboraí. O segundo criminoso não foi encontrado durante as diligências e é considerado foragido. As investigações continuam para esclarecer a motivação do crime e localizar o corpo da vítima, que ainda não foi encontrado.

MAGÉ: Homem está preso suspeito de agredir esposa na hora que ela estava amamentando. Ele a esganou deixando-a sem ar por causa de ciúmes do sobrinho

Um homem está preso desde o final de fevereiro suspeito de agredir a esposa quando esta estava amamentando o filho de um ano e sete meses em Magé. Tudo isso por causa de ciúmes do sobrinho. A vítima, jovem mãe de 20 anos, relatou ter sido agredida violentamente enquanto amamentava sua filha de 1 ano e 7 meses. O autor, alterado pelo uso de entorpecentes, desferiu socos em seu rosto, puxou seus cabelos, lançou-a ao solo e, sobretudo, praticou múltiplos episódios de esganadura, apertando seu pescoço até deixá-la sem ar, gerando dor ao engolir e dificuldade respiratória. O laudo de corpo de delito é cabal, registrando lesões corporais inteiramente compatíveis com tentativa de asfixia mecânica, expondo a vida da vítima a risco iminente. A mãe do agressor, presente no local, confirmou todos os atos de violência e relatou ter retirado a criança dos braços da vítima para impedir que também fosse atingida, fato que acentua a periculosidade do suspeito. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva.

PM morto em Nova Iguaçu seria ligado à milícia de Juninho Varão e pode ter sido alvo de grupo rival

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o policial militar assassinado no fim de semana passado em um salão de festas no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, seria conhecido pelo apelido de “Mineiro”. Sua execução poe ode estar ligada à disputa entre grupos paramilitares que atuam na Baixada Fluminense. De acordo com publicações que vêm sendo compartilhadas, ele teria ligação com a milícia comandada por Juninho Varão e seria apontado como um dos responsáveis pela atuação do grupo em diferentes áreas do município. Entre os bairros citados estariam Miguel Couto, Figueira, Vila de Cava, Santa Rita, Corumbá, Tinguá, Marambaia, Luiz de Lemos e Posse. As mesmas informações divulgadas nas redes também afirmam que Mineiro já teria sido citado em investigações relacionadas a homicídios na região. Esses casos estariam sendo apurados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Outro episódio que vem sendo associado ao nome do policial ocorreu no mês passado, quando um grupo armado supostamente ligado a ele teria promovido um ataque a tiros em um bar no bairro Cerâmica, também em Nova Iguaçu. A ação deixou seis mortos e vários feridos, aumentando a tensão na região. Inicialmente, surgiram relatos de que a morte de Mineiro estaria relacionada a conflitos internos dentro da própria quadrilha de Juninho Varão. No entanto, novas versões começaram a circular indicando que o policial pode ter sido executado por paramilitares de Itaguaí ligados a PL, outro grupo que disputa áreas de atuação na Baixada Fluminense. Ainda segundo essas informações, Juninho Varão teria invadido nesta semana o bairro do Chaperó, em Itaguaí, território associado ao grupo rival. Durante a incursão, um miliciano acabou morto, o que pode ter intensificado ainda mais o confronto entre as organizações criminosas. As circunstâncias do assassinato do policial e as possíveis conexões com disputas entre milícias seguem sob investigação.

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