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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Ex-deputado estadual é suspeito de envolvimento em exploração de máquinas caça-níqueis na Região dos Lagos

O Ministério Público Estadual do Rio cumpre hoje seis mandados de busca e apreensão contra supostos integrantes de uma organização criminosa voltada à exploração de jogos ilegais (caça-níqueis) e à lavagem de dinheiro. A Operação Sete da Sorte tem como alvos endereços localizados no município de Saquarema, na Região dos Lagos. Entre os investigados estão o ex-deputado estadual Paulo Melo e um empresário do ramo de bares. As investigações do GAECO/MPRJ tiveram início a partir de denúncia que apontava a atuação de um conhecido político da Região dos Lagos no arrendamento de diversas máquinas caça-níqueis para exploração em estabelecimentos de uma rede de bares em Saquarema. O objetivo das diligências é apreender dispositivos eletrônicos e documentos relacionados à prática de jogos de azar, visando ao aprofundamento das apurações. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara de Organização Criminosa da Capital.

Traficantes da ADA são suspeitos de torturar rapaz em Macaé. Nove tiveram as prisões decretadas

Traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) são suspeitos de torturar um rapaz na localidade de Trapiche, em Macaé. A vítima levou vários golpes de madeira (pauladas), além de socos e pontapés. O avô da vítima teria sido coagido em seu estabelecimento comercial. Foram decretadas as prisões preventivas dos bandidos vulgos Cachorrão, Dois L, Bruninho, Hudinho, Bolt, Romarinho, Luisinho, Caramelo e Felipinho. Alguns deles já estão presos. FONTE: TJ-RJ

Suposto operador financeiro do falecido traficante Professor do Alemão (CV) não conseguiu desbloquear seus bens na Justiça. Ele organizava bailes funks na comunidade contratando artistas por valores elevados

Um homem suspeito de lavar o dinheiro para o falecido traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor do Alemão, soliciotu à Justiça a liberação dos valores bloqueados em suas contas bancária. Alega que não foi demonstrada a origem ilícita dos valores bloqueados ou o risco de dilapidação O suspeito argumentou ainda ser produtor de eventos, tendo realizado bailes funk no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, patrocinados pela associação de moradores e bares da região. Afirmou que o depósito identificado de R$ 50.000,00 em favor da empresa não permite inferir seu envolvimento em organização criminosa, destacando não ter conhecimento de eventual esquema ilícito. Defendeu que as provas seriam frágeis e não denotariam os elementos objetivo e subjetivo do crime. O Ministério Público Federal manifestou-se pelo indeferimento do pedido sustentando que a análise dos aparelhos celulares apreendidos na residência do requerente revelou sua afinidade e vínculo habitual com o traficante liderança do Comando Vermelho no Complexo do Alemão e denunciado na Operação Dakovo. Segundo o MPF, as mensagens trocadas emonstram que o requerente organizava bailes funk no Complexo do Alemão sob coordenação e financiamento do criminoso, bem como realizava pagamentos através de suas contas bancárias a mando dele. Tais elementos,segundo o órgão ministerial, revelariam que o requerente atuava como operadorfinanceiro vinculado ao tráfico de drogas.. A invetsigação revelou evidências concretas de movimentações financeiras atípicas por parte do requerente, incompatíveis com seu perfil econômico-financeiro, bem como da identificação de transferência específica realizada para empresa investigada no contexto da organização criminosa cujo sócio administrador foi posteriormente denunciado O conteúdo das mensagens extraídas dos aparelhos celulares apreendidos indica que o requerente não se limitava a organizar eventos sociais de maneira legítima, como alega, mas que atuava sob coordenação e financiamento direto de liderança do tráfico de drogas, realizando, inclusive, pagamentos através de suas contas bancárias a mando de Professor. Tais circunstâncias apontam para um quadro de possível atuação como operador financeiro de organização criminosa. De se notar que o próprio requerente admite em sua petição complementar que produzia bailes funk no Complexo do Alemão, envolvendo movimentações financeiras elevadas, com pagamento de artistas com cachês expressivos e vendas de camarotes a valores significativos. No entanto, sua tentativa de justificar tais atividades como meros eventos patrocinados pela associação de moradores não se sustenta diante das mensagens encontradas em seu aparelho celular, que indicam subordinação ao líder do tráficoi local. FONTE: TRF-BA

Noite tensa no Rio com registro de novas guerras entre o CV e o TCP na Pedreira e no Fubá

Noite tensa na Zona Norte do Rio de Janeiro Intenso tiroteio no Morro do Chaves, B13 e Casinhas (TCP) em Barros Filho e Costa Barros. Traficantes do Chapadão da Tropa do Rex e Arrascaeta (CV) estariam invadindo as comunidades que fazem parte da gestão do Complexo da Pedreira (TCP). Circulou nas refes sociais foto de traficantes do Comando Vermelho dentro do Morro do Fubá (CV), em Cascadura nessa noite. Logo após as imagens, um confronto se iniciou n região Moradores relataram rajadas de tiros na comunidade. Após um cessar de cerca de 30 minutos, a bala voltou a cantar na comunidade. FONTE: Submundo Criminal ( Telegram)

Preso traficante do CV que não tem uma das mãos envolvido em mortes de família em Niterói, de ex-namorada de comparsa e de ataque à delegacia

Policiais militares prenderam na noite desta quarta-feira (22), na Rua Nossa Senhora das Graças, na Comunidade do Viradouro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV) e uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade do Viradouro, em Niterói, Marcos Patrick da Silva de Aquino, vulgo “Tiquinho ou Putão”, de 35 anos. De posse de informações sobre a localização do traficante, policiais da Patamo 4ª CIA, em patrulhamento, procederam para verificar informações sobre indivíduos praticando venda de entorpecentes no local. Ao chegar ao ponto indicado, diversos traficantes empreenderam fuga, sendo possível deter o criminoso “Tiquinho”. Considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, em liberdade desde junho de 2023, ele é um dos envolvidos na execução de Filipe Rodrigues, de 24 anos, Rayssa Santos, de 23, e o bebê Miguel Filipe, de 7 meses, membros de uma família, executados dentro de um carro, na noite de 17 de março de 2024, em um acerto de contas com traficantes. Segundo as investigações, o ataque a tiros que matou a família aconteceu depois que Filipe, enganou traficantes da comunidade do Castro, ao se passar por policial militar e pedir R$ 50 mil para identificar e entregar um suposto informante. Tiquinho é conhecido no meio policial, por não ter uma das mãos após perdê-la ao tentar jogar uma granada contra policiais do 12ºBPM (Niterói), no Complexo do Viradouro, em Santa Rosa. Ele também seria uma das lideranças do tráfico de drogas da Favela Grota do Surucucu, em São Francisco, Zona Sul de Niterói. Ele também estaria envolvido na morte Thatyane Brites, de 24 anos, que foi morta pelo ex-namorado, CH da Viradouro, que era integrante do tráfico local. Ela foi executada após ir a um baile funk na comunidade para trabalhar vendendo doces e cigarros. O criminoso, também é um dos envolvidos no ataque contra a sede da 77ª DP (Icaraí), O crime aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto de 2019. Na ocasião, integrantes de um bando passaram numa moto em frente à delegacia e efetuaram diversos disparos contra a fachada da delegacia. Eles fugiram em seguida. Diante dos fatos, o criminoso foi encaminhado à 79ª DP (Jurujuba), onde foi constatado que contra o traficante, constavam dois mandados de prisão, sendo um expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Homicídio Qualificado/Concurso de Pessoas e outro pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Tráfico de Drogas, onde fora condenado a uma pena de 14 anos, em regime fechado. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele será encaminhado a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça.

PMs foram atacados durante protesto em Meriti por morte de menino de 13 anos e mulher foi baleada

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 21º BPM (São João de Meriti), PMs foram acionados no início da tarde desta quinta-feira (24/07) para atuar em uma manifestação na Avenida Getúlio de Moura, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense por conta da morte de um adolescente dec13 anos. Durante a ação, um grupo de homens armados, posicionado no interior da comunidade Caixa D’Água, efetuou disparos contra uma das equipes do 21º BPM. De acordo com a corporação, não houve confronto. Os agentes não revidaram.Após o ataque, os militares prestaram apoio a uma mulher que ficou ferida e precisou ser socorrida ao Hospital Municipal de São João de Meriti. O policiamento permanece reforçado na região.

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico no Muquiço (TCP). Depois de três anos do crime, bandidos foram acusados de matar suposto X9 da polícia que foi entregue a eles pela própria esposa após uma discussão

Investigação revela como era a hierarquia de traficantes que age na Favela do Muquiço, em Deodoro, área dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). O bando é comandado pelo criminoso vulgo Coronel, que é o responsável por determinar todas as ações criminosas praticadas pela organização, dentre elas, ataques a comunidades de organizações criminosas rivais e execuções de pessoas que desafiam as suas ordens. Aritana era o 3º (terceiro) na estrutura da organização criminosa e exercia a função de gerente geral das bocas de fumo. Messi exercia a função de frente”, sendo considerado o homem de confiança de Coronel. Tralha e Gaguinho eram os soldados e atividades e responsáveis pela segurança e proteção das bocas de fumo e de seus líderes, observando a presença e reprimindo qualquer obstáculo ao livre exercício do comércio ilícito de drogas, como a ação policial ou a presença de traficantes rivais. A organização criminosa era constituída com emprego de armas de fogo, seja para coibir a repressão policial, o eventual ataque de quadrilha rival ou mesmo para garantir o lucro pela venda e subjugar a população local através da violência.” Depois de três anos do crime, o grupo foi responsabilizado pelo homicídio de Paulo Alexandre Freire Teixeira, o Pirce. De acordo com o procedimento, a vítima residia junto com a sua companheira no interior da comunidade “Muquiço” sendo certo que, aproveitando-se desse cenário, passou a fotografar ações de criminosos dessa comunidade, cedendo informações a alguns policiais com quem mantinha certa amizade. No dia dos fatos, após uma discussão entre a vítima e sua companheira, essa informou a alguns criminosos da localidade que seu parceiro passava informações dos criminosos da região a policiais. Diante disso, os criminosos dirigiram-se à residência do casal, portando arma de fogo, invadiram a residência e ordenaram que Pirce lhes entregasse o seu aparelho telefônico, oportunidade em que certificaram que a vítima era informante de polícia. FONTE: TJ-RJ

Integrante do Bonde dos Crias da Vila Kennedy (CV) preso essa semana coagiu PM como retaliação a operações policiais no Catiri, alvo da facção

Preso na última terça-feira, o traficante Alifer Oliveira de Carvalho, o Jarule, seria braço direito de Rodney Lima de Freitas, o RD, apontado como o principal puxador de guerras da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Jarule é integrante do Bonde dos Crias, que atua na Vila Kennedy e tem expandido sua influência sobre a região do Catiri, na Zona Oeste do Rio.Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, Alifer exerce função de liderança na facção, sendo responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. Em um dos episódios mais graves apurados, o investigado teria coagido um policial militar, como forma de retaliação às operações policiais que vêm sendo intensificadas no Catiri. Alifer também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores. Além disso, o traficante teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para cerca de 250 famílias, com o objetivo de impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. O criminoso foi reconhecido tanto pelo policial militar ameaçado quanto pelo síndico do condomínio atacado. Nas redes sociais, ostenta imagens portando armas e cercado de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As apurações também alcançam RD, identificado como um dos principais financiadores das ações criminosas do Bonde dos Crias. Ele seria responsável por garantir suporte logístico e recursos financeiros ao grupo, que busca ampliar seu domínio sobre áreas estratégicas da Zona Oeste carioca. A 34ª DP prossegue com as investigações para o completo desmantelamento da estrutura criminosa atuante na região”. O aparelho celular apreendido com o custodiado contém um adesivo colado com as inscrições “CPX do Catiri- a braba 10”, que é comumente utilizada como inscrição em associação para o tráfico de drogas. FONTE: TJ-RJ

Tráfico extorquia comerciantes na Baixada Campista. Quatro foram presos

Traficantes extorquiam comerciantes na região de Poço Gordo, na Baixada Campista, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Hoje, a polícia fez operação contra o grupo. O alvo principal era o chefe do bando, vulgo Magrelo, responsável direto por ameaças e extorsões praticadas contra empresários da localidade. Magrelo e outros três membros da quadrilha acabaram presos. Foram apreendidos na ação cinco celulares, três rádios comunicadores, um revólver calibre 38 com numeração suprimida, seis munições calibre 38, além de munições calibres .40 e 7.63, um cordão com pingente “B.D.M.” (sigla de Bonde do Magrelo), um caderno com anotações do tráfico e da prática de extorsões; porções de haxixe e maconha, um carregador alongado com calibre ainda a ser identificado. Os comerciantes que se negavam a pagar a taxa eram ameaçados e acabavam fechando seus estabelecimentos com medo de represálias.

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