O contraventor Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos.
O contraventor foi preso em uma ação conjunta pela Polícia Federal e Polícia Civil em um trabalho que contou com apoio de aeronaves. Um PM foi preso fazendo sua segurança.
Adilsinho é apontado como chefe da máfia de cigarros contrabandeados no Rio de Janeiro e patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro.
Investigações apontam que Adilsinho seria o mandante de homicídios, entre eles do miliciano Marquinho Catiri.
É nvestigado por envolvimento em outros assassinatos ligados ou a máfia de cigarros ou então às disputas no jogo do bicho principalmente contra Bernardo Bello.
É considerado o maior produtor de cigarros falisficados do Estado.
Adilsinho era um dos integrantes da nova cúpula do jogo do bicho no Rio que teria também Rogério Andrade e Vinicius Drummond mas teria ocorrido um racha no grupo.
A Para o secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, a prisão demonstra a força do trabalho integrado e da inteligência policial.
“Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da FICCO, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado.”
O preso foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais e, posteriormente, será transferido ao sistema prisional do estado.
A FICCO/RJ é uma força-tarefa permanente que reúne a Polícia Civil e a Polícia Federal, com foco na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, por meio de ações integradas de inteligência e repressão qualificada.