Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o homem que foi alvo de milicianos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em setembro, contou à polícia que, antes de ser internado, foi convocado para uma reunião entre paramilitares ligados a Zinho na comunidade Nova Jersey, em Paciência
Ele disse que no encontro, um miliciano vulgo Orelha, que foi identificado como Erlan Oliveira de Araújo, realizou diversos disparos em sua direção, lhe acertando quatro vezes.
Contou que Orelha integrava a milícia do Zinho sendo frente da Nova Jersey.
Ele falou que que viu guns vídeos que circularam nas redes sociais dos marginais que invadiram o Hosp. Pedro II, na madrugada do dia 18/09/2025, com a finalidade de ceifarem sua vida, reconhe cendo um deles, um homem de cor branca, com idade entre 25 a 35 anos, que trajava bermuda de cor bege, casaco preto e possui duas tatuagens na panturrilha da perna direita, como vulgo Pudim, cunhado do miliciano Naval, um dos atuais líderes do bando de Zinho ao lado de PL.
Orelha foi achado morto dias após a invasão ao hospital;.
Um policial civil contou à Justiça que agentes foram até o hospital conversar com o alvo da invasão,; que realizaram diligências nas proximidades de onde o fato ocorrera, sito rua Aporuna, 55, bairro Paciência, com a finalidade de identificarem câmeras de monitoramento de condomínios e residências.
Eles viram nas imagens do condomínio, o alvo saindo de um beco, baleado e portando uma arma de fogo, de onde ele foi socorrido.
Segundo o policioal, vários homens fortemente armados, possivelmente milicianos, portando fuzis, em dois veículos, ainda não identificados, entraram no Hospital Municipal Pedro II, com a finalidade de matarem o alvo mas eles não o localizaram na unidade hospitalar. Isto porque a direção do hospital o transferiu para outra unidade de saúde.dando continuidade aos procedimentos médicos.
O policial tomou conhecimento que o alvo trocou tiros com Orelha, quem o baleou; que além de “Orelha, estavam presentes na ação os milicianos Pivete e Jotinha.
Após ser baleado, o alvo entrou armado em um condomínio e obrigou um morador que não o deixasse morrer e o levasse até a um hospital.
O alvo ainda teria dito que ele e Orelha eram amigos integravam a mesma facção criminosa, que inclusive ficaram presos, du
rante um período, juntos;
O polical exibiu para ele uma fot de Erlon e ele reconheceu como sendo o, autor dos tiros que o atinngiram;.
O alvo afirmou ainda que que jogou fora a arma de fogo, quando estava sendo socorrido para o Hospital Mun. Pedro II
.”