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Imagens de câmera corporal flagrou suposta ameaça de morte de PM a suspeito já rendido. “Acabei de te ver de peça na mão! Se você não falar vou te esculachar e vou te matar”

Um processo que tramitou no Tribunal de Justiça revela detalhes de uma abordagem policial ocorrida em junho de 2025, no bairro do Fonseca, em Niterói. A análise das gravações das câmeras corporais de um policial militar envolvido na ocorrência, disponíveis na plataforma PJE-Mídias, mostra que é possível ouvir com clareza o momento em que um agente ameaça o suspeito já rendido. No áudio, o policial afirma: “cadê a cadê a peça? Eu te vi de peça na mão, acabei de te ver de peça na mão! Se você não falar vou te esculachar e vou te matar”. De acordo com os autos, a ameaça foi feita quando o suspeito já estava sob total controle dos agentes. Em seguida, o próprio policial recua parcialmente e reformula a fala, dizendo: “sem esculacho”. Ainda segundo o processo, as imagens registradas pelas câmeras corporais também indicam que o suspeito, que não apresentou resistência à abordagem, sofreu agressões físicas. Os registros apontam para o uso de violência durante a ação, em circunstâncias descritas como semelhantes à tortura. Apesar disso, o homem foi posteriormente condenado por tráfico de drogas, com base em provas encontradas no imóvel de sua então namorada. Durante a abordagem pessoal, nenhum material ilícito foi localizado com ele. A decisão judicial considerou válida a confissão do acusado, que teria informado aos policiais que havia drogas guardadas em outro endereço. A versão foi aceita sem questionamentos, mesmo sem a apreensão de entorpecentes ou outros indícios no momento da abordagem. Na sentença, o juiz entendeu que o acusado teria colaborado espontaneamente com os agentes, chegando inclusive a indicar o local onde os entorpecentes estavam armazenados. O documento não menciona a abertura de investigação em relação ao policial militar que aparece nas gravações fazendo a ameaça.

Membro do PCC suspeito de nove assassinatos foi preso no RJ

Agentes da 63ª DP (Japeri), em ação integrada com a Polícia Civil de São Paulo, prenderam, nesta sexta-feira (20/03), um narcotraficante integrante da facção criminosa PCC. As investigações apontaram que o criminoso exercia função de liderança, ligada à decretação de mortes de desafetos na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. Ele foi capturado no bairro de Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, utilizando documento falso. Segundo dados de inteligência, o criminoso possui extenso histórico criminal, com registros e condenações por roubo, homicídio, porte ilegal de arma de fogo e falsidade documental. Também há registro de tentativa de fuga do sistema prisional, ocasião em que teria matado um agente penitenciário. Ele acumula passagens pelo sistema prisional paulista e era considerado foragido. De acordo com os agentes, o preso também é investigado por diversos homicídios em Paraisópolis, sendo apontado como autor de nove assassinatos na comunidade. Em depoimento, ele confirmou envolvimento com a organização criminosa e relatou participação em roubos de cargas de cigarro, caixas eletrônicos, agências bancárias e diversos homicídios praticados em nome do PCC. Na ação desta sexta-feira, após trabalho conjunto de inteligência, os agentes da distrital, em uma ação cirúrgica, localizaram o alvo em Vargem Pequena. No momento da abordagem, ele dirigia um carro de luxo e apresentou documento falso, sendo autuado em flagrante por isso. Contra ele, havia ainda quatro mandados de prisão por homicídio, roubo e latrocínio, que foram devidamente cumpridos. Entre os nove assassinatos do qual Márcio Francisco Vicheti de Oliveira, o Márcio Maracanã. é acusado, está o de Abraão Oliveira Cavalcante. Ele foi morto no dia 11 de dezembro de 2003 na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. O crime foi encomendado por um indivíduo conhecido como Paulinho Arariba, que ofereceu aos executores uma recompensa de cerca de R$ 5.000

Em guerra com milícia rival na Zona Oeste e Baixada, bando de Juninho Varão sofreu desfalques significativos esta semana

O miliciano Juninho Varão sofreu muitas baixas essa semana após aliados terem sido presos e armas apreendidas. Na quarta-feira, um homem de sua confiança conhecido como Tico, liderança da comunidade Km 49, em Seropédica, foi preso..A ofensiva foi desencadeada com base em dados de inteligência que permitiram identificar e localizar um imóvel utilizado como base de apoio da milícia. No local, os agentes encontraram uma estrutura organizada para a prática criminosa, com apreensão de munições para fuzil, drones utilizados no monitoramento territorial, aparelhos celulares, anotações com referências diretas ao grupo, além de dinheiro em espécie. Hoje, policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) apreenderam seis fuzis e prenderam dois criminosos ligados a milícia de Varão em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde os agentes estouraram um ponto de armazenamento de armas do grupo. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, agentes da Draco identificaram que um endereço da região estaria sendo utilizado como “paiol de guerra” da milícia da região. Diante da descoberta, os policiais deflagraram uma ação e encontraram grande quantidade de armamento bélico. Na abordagem, além dos fuzis, foram apreendidos grande quantidade de munições, rádios comunicadores, porta-carregadores e capas de colete balístico. Três veículos roubados também foram recuperados. No paiol, dois criminosos identificados como milicianos foram capturados. Um deles foi identificado como “frente” da organização criminosa, com atuação direta na coordenação de ações armadas e logística do grupo. De acordo com as investigações, o endereço era usado como base para armazenar armas e abastecer o confronto armado na região de Itaguaí e Chaperó, sustentando as tentativas de expansão territorial da milícia. Varão está em guerra com a milícia comandada por PL, sucessor de Zinho. A disputa ocorre na Zona Oeste da capital nos bairros de Santa Cruz e Paciência e na Baixada Fluminense, nas cidades de Itaguaí, Seropédica e Nova Iguaçu. 

“Bora fdp, bora, arrombado, atravessa e dá a chave”, investigação revela traficantes dando ordem para fechar via em retaliação à megaoperação na Penha e no Alemão

Investigação revela ordem de traficantes para obsturir ruas no Rio após a Operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro do ano passado quando mais de 120 pessoas morreram. O fato ocorreu na Rua Uberaba, altura do nº 50, no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio, No local dos fatos, o motorista de ônibus da empresa Autoviação Tijuca, foi cercado pelos criminosos e pelo menor infrator, além de cinco indivíduos não identificados, que estavam em quatro motocicletas, ordenando de forma violenta que o motorista atravessasse o coletivo na via e entregasse as chaves, proferindo as seguintes palavras: “Bora, filho da puta, bora, arrombado, atravesa e dá a chave”. Os criminosos bateram nas janelas do ônibus e tentarem quebrar o para-brisa, com o claro intuito de intimidar o motorista e impedir o tráfego na via.Os bandidos e seus comparsas apresentavam um comportamento violento e obstruíram completamente a passagem da via e impedido o funcionamento do ônibus, gerando ainda pânico e tensão no local. No mesmo momento, policiais militares que estavam de serviço operacional foram acionados via rádio para atender a uma ocorrência de desordem e obstrução de via pública e chegaram ao local e efetuaram a prisão dos denunciados e apreenderam o menor Os presos declararam aos policiais militares, que traficantes da comunidade da Borda do Mato, dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, ordenaram que fosse realizada a obstrução da via para gerar um caos e clima de terror na cidade do Rio de Janeiro. Por conta da retaliação dos traficantes à operação, a Polícia Civil formulou pedido de autorização de transferência do traficante My Thor te para uma unidade prisional federal, Segndo o relatório, em resposta ao atuar da po lícia foram praticados por componentes da súcia uma série de atos de retaliação, por deliberação dacúpula da facção criminosa, da qual o agravante é membro. Os bandidos deran ordebs para fechamento de comércio e vias, incêndio em coletivos, dentre outras medidas levando pânico para a população A capacidade de articulação da facção foi rápida e potente, impedindo a população de exercer li vremente o direito à liberdade.

Após ingerir três latões de cerveja, motorista de caminhão de lixo da Prefeitura de Meriti atingiu carro de aplicativo com crianças e acabou provocando a morte de uma delas

Um motorista do caminhão de coleta de lixo da Prefeitura de São João de Meriti foi preso após provocar um grave acidente enquanto dirigia sob efeito de álcool. O caso ocorreu no dia 7 de fevereiro. De acordo com as informações, o caminhão colidiu contra um carro de aplicativo que estava parado para o desembarque de passageiros. No veículo estavam duas crianças, a mãe e o motorista. Com o impacto, as vítimas sofreram ferimentos. Uma das crianças, identificada como Mel de Araújo Garcia, não resistiu e morreu. O acusado admitiu que iniciou sua jornada de trabalho após consumir três latões de bebida alcoólica, fato confirmado por laudo de alcoolemia. No andamento do processo, a Justiça determinou a juntada do laudo pericial dos veículos apreendidos e do laudo de local. Também foi expedido ofício a uma pizzaria da região para que forneça imagens das câmeras de segurança referentes ao dia 7 de fevereiro de 2026. A audiência de instrução e julgamento foi marcada para o dia 18 de maio de 2026, às 15h, quando serão ouvidas as testemunhas indicadas pelo Ministério Público e pela defesa.

Bandidos que balearam PMs na Taquara iam comemorar aniversário de chefão do tráfico. Quatro foram feridos e presos

Segundo informações da Polícia Militar, os traficantes que balearam dois PMs ontem na Taquara se deslocavam em direção à comunidade da Santa Maria para festejar o aniversário do criminoso vulgo Pretão, que comanda a vizinha favela do Teixeiras. O Serviço Reservado do 18º BPM recebeu a informação deste deslocamento e foi atrás dos bandidos, que estavam em um carro e cinco motos, havendo então a troca de tiros. Um criminoso morreu e um fuzil foi apreendido. Os dois PMs feridos tinham sido promovidos recentemente após participarem da operação que resultou na morte do traficante Cachulé, que comandava o Morro do Barbante, na Ilha do Governador. Um deles continua internado em estado grave mas estável. Quatro suspeitos de participarem do tiroteio foram baleados e procuraram socorro na UPA de Magalhães Bastos, onde foram presos e transferidos para outros hospitais onde estão sob custódia.

Bandidos do CV atacaram a milícia em Santa Cruz, foram interceptados pela PRF na Avenida Brasil e fugiram para dentro de comunidade dominada pelo TCP

Bandidos do Comando Vermelho que pretendiam atacar a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, dominada pela milícia, foram interceptados por policiais rodoviários federais na Avenida Brasil, na altura da Penha. Dois deles saíram do carro e começaram a atirar nos agentes. Eles acabaram fugindo e entrando em uma comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro, a Cinco Bocas. Um terceiro elemento acabou preso. Ele portava uma pistola, com carregadores e munições. O suspeito preso que vestia um uniforme semelhante ao da polícia contou que era da comunidade do Rodo mas foi expulso da milícia e decidiu organizar um ataque à localidade. E confirmou que seria da Tropa do Urso, braço do CV comandado pelo traficante Doca.Inclusive o carro em que os bandidos estavam tinha perfurações à bala que não eram do confrronto com os patrulheiros. A PRF informou que não foi possível entrar na Cinco Bocas para prender os outros criminosos mas está fazendo buscas em hospitais da região para ver se eles teriam sido feridos ou internados.

Operação policial em Niterói tem dois mortos e quatro fuzis apreendidos

Uma operação policial no Complexo do Fonseca, em Niterói, resultou na apreensão de quatro fuzis calibre 5,56, uma pistola calibre .45 e na morte de dois indivíduos após um confronto com a polícia. A ação foi motivada por denúncias sobre traficantes armados exibindo armamento pesado e efetuando disparos, colocando a população em risco. Cinco suspeitos foram detidos e encaminhados à delegacia, onde a ocorrência segue em andamento para investigação Um dos presos é o traficante Nem Rato do CV.

Preso em SP MC que exaltou Peixão (TCP)

Policiais civis da Delegacia de Roubos de Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP), em ação conjunta com policiais civis de São Paulo, prenderam, neste domingo (15/03), um MC conhecido como Urubuzinho que promovia narcocultura e enaltecia chefes do tráfico de drogas. De acordo com os agentes, o criminoso estava foragido pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. Ele foi localizado no bairro de Belenzinho, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com as investigações, o bandido, que é residente no Rio de Janeiro, participou, durante o carnaval deste ano, do baile funk da “Colômbia”, na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo. Na ocasião, ele teria estimulado traficantes fortemente armados a realizar disparos de arma de fogo, além de enaltecer o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, líder da facção criminosa do Terceiro Comando Puro no Complexo de Israel .Após três semanas de um intenso trabalho estratégico de inteligência e monitoramento da unidade, agentes identificaram que o bandido procurado estava em um endereço da região e, em ação integrada, capturaram o criminoso. Com a prisão deste domingo, a Polícia Civil reafirma que não há glamour no crime. Por trás dessa narrativa criminosa que utiliza a música como arma, estão a violência, a coação de moradores e o recrutamento de adolescentes para atividades ilícitas. Combater a narcocultura também é enfrentar essa falsa estética do crime.

Traficante preso em resort de luxo responde por execução brutal após vítima ser arrancada de casa por grupo armado. SAIBA MAIS

Preso nesta semana em um resort de luxo à beira-mar na Costa Verde fluminense, o traficante Matheus Eduardo Tentempo, conhecido como “Dourado”, ainda responde por um homicídio ocorrido em 2018 que nunca chegou a julgamento. De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima, Patrick, foi retirada à força de dentro de casa por um grupo armado e executada a tiros. O crime ocorreu por volta das 2h da madrugada, quando seis homens, usando toucas ninjas, roupas camufladas e portando fuzil, pistolas e granadas, foram até a residência da vítima. Os criminosos se passaram por policiais e bateram à porta exigindo que Patrick abrisse. Assim que ele abriu uma pequena fresta, o grupo invadiu o local, tomou seu telefone celular e o arrastou para fora da casa. Em seguida, efetuaram diversos disparos contra a vítima, que morreu pouco depois. Segundo a investigação, os suspeitos utilizaram uma estrutura logística que incluía carros, motos, rádios transmissores e o apoio de outros homens oriundos de comunidades do Rio de Janeiro, ainda não identificados. Após o homicídio, parte do grupo ainda teria realizado um “arrastão” na região, roubando passageiros de ônibus e motoristas que passavam pela localidade. Uma testemunha relatou que o crime teria sido motivado pela morte de um homem chamado Nicolas. Segundo ela, seis pessoas participaram da ação e três delas foram responsáveis por arrastar Patrick para fora da residência. A testemunha contou ainda que Patrick utilizou seu celular para acender a lanterna e verificar quem o chamava na madrugada. Nesse momento, os criminosos entraram na casa, arrancaram o telefone de suas mãos e o levaram para fora. O depoente disse ter visto homens armados com fuzis e pistolas. O pai da vítima afirmou ter ouvido o filho implorar por sua vida. Segundo ele, Patrick foi atingido por um disparo de fuzil na testa. O homem relatou que os criminosos perguntavam quem havia matado um homem chamado Ruan e que seu filho chegou a chamar alguns dos agressores pelos apelidos “Dourado” e “Loiro”, afirmando que os conhecia. Ainda de acordo com o relato, Patrick foi torturado antes de ser morto. O pai contou que ouviu o filho negar envolvimento na morte de Ruan enquanto era agredido. Ele também afirmou ter visto seis agressores no local, alguns armados com fuzis e outros com pistolas, além de granadas presas à cintura. O homem disse ainda que foi alvo de disparos efetuados por dois dos criminosos, identificados pelos apelidos “Zoio” e “Dourado”, mas não foi atingido. Outro depoimento importante foi o de um motorista de táxi. Ele relatou que havia sido chamado para uma corrida no bairro Atílio Marotti quando foi rendido por três homens armados, alguns com o rosto coberto. Um deles portava um fuzil e os demais pistolas. Segundo o taxista, os suspeitos disseram que “o problema não era com ele” e ordenaram que deixasse o local. Na delegacia, ele reconheceu um dos envolvidos, identificado como Luan. O motorista também ouviu integrantes do grupo afirmarem que estavam na região para vingar a morte de um companheiro. Policiais que atenderam a ocorrência relataram ter encontrado o corpo da vítima e recolhido projéteis de arma de fogo no local. Um carregador de fuzil ainda municiado também foi encontrado próximo ao corpo. Outra testemunha contou que naquela madrugada ouviu barulho e, ao sair para verificar, viu Lorran e Matheus, o “Dourado”, deixando a casa de seu pai armados com fuzil, pistola e granadas. Segundo ele, havia cerca de sete pessoas na ação, sendo três dentro da residência e outras do lado de fora, fechando o acesso à rua. O grupo utilizava dois carros, um Prisma branco e um Corolla. O depoente afirmou que seu pai chegou a ser abordado por “Dourado”, que estava com uma pistola em punho. Segundo o relato, os criminosos procuravam por um homem conhecido como “Lerdinho”, suspeito de ter matado Ruan. A testemunha acredita que Patrick acabou sendo executado por ser amigo de Lerdinho e estar frequentemente em sua companhia. Ela também afirmou ter visto o suspeito conhecido como “Zoio” e ouvido integrantes do grupo chamarem outro envolvido, identificado como Daniel, apelidado de “Nori”. Informações repassadas por moradores indicavam ainda que um homem chamado Jean seria o líder do grupo e teria ordenado a morte de Patrick. Durante interrogatório, alguns dos acusados negaram participação no crime. Lorran negou as acusações. Daniel, conhecido como Nori, admitiu envolvimento com o tráfico, mas disse não ter relação com o homicídio. Luan, que afirmou integrar o Comando Vermelho, também negou participação. Já Carlos Eduardo afirmou não ter participado da execução e disse apenas ter levado um homem do Rio de Janeiro até Petrópolis. Parte dos envolvidos no crime foi pronunciada pela Justiça e deverá responder a júri popular, mas a data do julgamento ainda não foi marcada. Na década passada, Dourado já havia sido apontado pela polícia como suspeito de comandar um esquema de tráfico de drogas em Petrópolis a partir do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A base da organização na Região Serrana seria o Morro do Neilor, enquanto o traficante permanecia na comunidade do Parque União. Segundo investigações da época, o esquema era considerado altamente lucrativo e operava de forma constante na região.

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