Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

prisão

Polícia diz que traficante que participou de estupro coletivo de menina de 13 anos em Meriti foi achado morto e outro foi preso

Policiais da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti prenderam, nesta quinta-feira (05/02), um criminoso envolvido no caso de estupro coletivo de uma menina de 13 anos. Ele foi capturado em um hospital, na Baixada Fluminense.De acordo com os agentes, a vítima reconheceu o bandido como um dos autores do crime. Além disso, o homem possui ainda outras anotações pelo mesmo crime e por tráfico de drogas. Um outro homem, que participou do crime bárbaro, foi encontrado morto, nesta quinta (05/02). A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o assassinato. As investigações seguem em andamento para identificar e responsabilizar os demais envolvidos na ação criminosa.

PM preso hoje suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde processo sigiloso de milícia em Araruama junto com ex-vereador preso no ano passado acusado de homicídio motivado por disputa dentro do grupo

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o policial militar Lucas de Sousa Mathias, que foi preso hoje em Maricá suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde a processo sigiloso por constituição de milícia que tramita em Araruama. A ação é de 2023. De acordo com informações que se pode obter, entre os réus deste processo, está o e x-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger. que fo preso no ano passado por homicídio. O processo deste homicídio também está em segredo de Justiça mas segundo o que saiu na imprensa quando o político foi preso, o assasssinato tinha ligação com uma suposta disputa dentro de um grupo de extermínio A matéria informou que a quadrilha agia como uma milícia na região controlando o transporte alternativo e serviços clandestinos.

Traficante que foi alvo de resgate em delegacia e teve comparsas presos hoje controla favela há mais de uma década. Relembre escuta de anos atrás que mostrava seu poder

Informações da polícia e da Justiça revelam que o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, alvo de resgate no ano passado da delegacia de Campos Elíseos e que teve sua quadrilha hoje alvo de operação da Polícia Civil, controla a comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, há mais de uma década. Rato hoje está preso em penitenciária federal fora do estado. Uma investigação antiga, de 2013, mostrou que já naquela época, o bandido tinha grande poder na localidade. Uma escuta telefônica mostrou a autoridade do bandido frente aos comparsas. Ele reclamou de um integrante da quadrilha que já estava há quatro dais sem fornecer drogas suscitando sobre o prejuízo que isso daria ao tráfico diante da alta rentabilidade. “A FIRMA É RICA, O BAGULHO TEM QUE BOMBAR, O BAGULHO FAZ DINHEIRO, ENTÃO SE Nó5 FICAR NESSA DAI DIRETO SEM MERCADORIA, PARCEIRO, NÃO DÁ NÃO ENTENDEU? PORQUE NÓS TEM COMPROMISSOS, NOS TEM QUE COMPRAR VÁRIOS BAGULHOS, TEM QUE PAGAR VÁRIOS BAGULHOS E NOS VAI FICAR SEM MERCADORIA?”. Rato também dava ordens para não efetuar disparos à esmo visando não gastar desnecessariamente munições de arma de fogo.

Polícia Civil confirma um morador morto e outros dois feridos em operação em Belford Roxo

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF), com apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), realizaram uma ação de inteligência na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, nesta segunda-feira (02/02). Cinco narcotraficantes foram capturados e os agentes também apreenderam armas e drogas. Durante a operação, as equipes foram covardemente atacadas pelos integrantes da facção, que abriram fogo não apenas contra as forças de segurança, mas também contra moradores da região, colocando deliberadamente a população na linha de tiro. O alvo das diligências, desta segunda, era o criminoso conhecido como “RF”, apontado como liderança do Comando Vermelho na região, após o Setor de Inteligência da DRFA-BF obter informações precisas sobre seu paradeiro. Investigações conduzidas pela DRE-BF indicam que ele é o responsável por ataques contra policiais durante uma ação realizada no início de janeiro pelas especializadas da Baixada Fluminense. Para assegurar a fuga do líder, os narcotraficantes promoveram um ataque indiscriminado, mirando tanto as forças de segurança quanto pessoas da comunidade. Três moradores foram feridos e socorridos por policiais civis para uma unidade de saúde, mas um deles não resistiu aos ferimentos. Após o confronto, o criminoso chegou a divulgar um áudio no qual se vangloria de ter atirado contra os policiais.Cinco narcotraficantes permaneceram no local para confrontar a ação policial, atuando como cobertura armada para garantir a fuga do líder da facção. Todos foram presos. As investigações seguem para localizar a liderança criminosa e responsabilizar todos os envolvidos na organização.

Polícia diz ter frustrado plano de ataque terrorista no Centro do Rio

Após um trabalho silencioso e preciso de inteligência, policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) impediram a execução de um ataque terrorista, frustrando a ação criminosa antes que fosse colocada em prática. Os agentes deflagraram a “Operação Break Chain” e cumpriram dezenas de mandados de busca e apreensão, nesta segunda-feira (02/02), em endereços na capital, Região Metropolitana e no interior do estado, todos ligados a investigados que programavam manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, nesta segunda. Até o momento, três pessoas foram presas. A investigação teve início após a especializada tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados com o objetivo de organizar manifestações antidemocráticas, programadas para ocorrer nesta segunda, às 14h, em diversos estados do Brasil. No Rio de Janeiro, o ato seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro. Inicialmente, a ação estava planejada para cumprir medidas cautelares contra quatro envolvidos. Após informações de inteligência e apuração dos agentes, contudo, outros 13 foram identificados nesta manhã, levando a autoridade policial representar por mais mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça. De acordo com o apurado, embora se identificasse como apartidário e anticorrupção, o grupo autodenominado “Geração Z” incitava e preparava atos de violência e terrorismo, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos. O objetivo era provocar pânico, desordem e caos social.Os agentes identificaram que os integrantes do grupo compartilhavam conteúdos voltados à radicalização e ao confronto. Também foram encontradas orientações e materiais instrutivos para a confecção de artefatos incendiários improvisados, como o chamado “coquetel molotov”, além de bombas caseiras com bolas de gude e pregos em seu interior. As práticas evidenciam a intenção do grupo de causar destruição e caracterizam risco concreto à população.Os alvos dos mandados de busca e apreensão são investigados pelos crimes de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário. Todos são participantes ou administradores de grupos vinculados ao Rio de Janeiro e exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas, incluindo a escolha de um local sensível do cenário político fluminense para a realização do ataque.

Menina de dez anos foi morta em ataque ocorrido em favela em guerra em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Sophia Loren Soares Camilo, de 10 anos. Na ação, o pai da vítima foi ferido e socorrido para um hospital. O autor do crime foi detido por policiais militares e conduzido para a delegacia. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. O fato ocorreu na comunidade do Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo. A arma utilizada no crime foi apreendida. A ocorrência foi encaminhada à 54ª DP. A informação que circula é que teria ocorrido um atrito verbal entre o autor dos disparos e o pai da criança. O suspeito preso foi identificado como Weverson Gomes da Silva. O local tem sido o palco de uma guerra há alguns meses entre os traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro. A guerra começou depois que o traficante Esquilo, que era do TCP, deu golpe de estado e colocou o CV na comunidade. A partir daí, virou uma disputa sem fim. Na última sexta-feira, um mototaxista foi morto no Bom Pastor. Imagens do crime foram divulgadas na internet.

Suposto segurança de Adilsinho foi preso suspeito de envolvimento em morte de policial civil em Niterói

Investigado por supostamente pertencer ao grupo de seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, José Gomes da Rocha Neto, conhecido como Kiko, foi preso hoje suspeito de estar envolvido no assassinato do policial civil José Carlos Queiroz Vianna, ocorrido em outubro do ano passado, em Niterói. O criminoso foi localizado e capturado na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, após trabalho contínuo de investigação. É o quinto suspeito preso pelo crime. As apurações apontam que o homem teve papel direto no planejamento do homicídio. Ele recebia prestações de contas sobre o monitoramento da vítima, realizado por meses até o crime, além de informações detalhadas sobre a execução e a queima do veículo utilizado no ataque ao agente. Com ele, foram apreendidos aparelhos celulares, que serão submetidos à perícia. O preso possui anotações criminais por organização criminosa, homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Kkio responde a processo por homicídio pela Justiça do Maranhão.

Confira detalhes de um dos roubos cometidos pelo maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio que foi preso hoje

O criminoso preso hoje suspeito de ser o maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio de Janeiro se autodenominava “Assaltante omicida” e “Terro da Gávea” em perfis de redes sociais. Segundo um processo no Tribunal de Justiça, em 30 de dezembro, Luan Moore Aguiar Martins de Mello teria invadido uma residência na Rua Capuri, em São Conrado, após escalar o muro e arrombar a janela da cozinha, de onde ele e comparsas subtraíram joias avaliadas em aproximadamente R$ 200.000,00. As imagens do sistema de monitoramento interno da residência registraram a dinâmica da invasão e a presença de dois agentes no imóvel. De forma ainda mais incisiva, a autoria é corroborada por postagens feitas pelo próprio indiciado em sua rede social Instagram (“luanzs751”) poucas horas após o crime, nas quais ele ostentava diversas joias que foram prontamente reconhecidas pela funcionária do imóvel e pela vítima O relatório de vida pregressa do indiciado indica uma contumácia delitiva alarmante, ostentando Luan Moore 45 registros de ocorrência e 16 prisões ou apreensões anteriores, o que denota que ele faz do crime o seu meio de vida. O modus operandi empregado – caracterizado pelo acesso aos imóveis através de áreas de mata limítrofes, seguido de escalada e arrombamento – coincide com o padrão atribuído ao investigado em inúmeros outros furtos ocorridos em bairros da Zona Sul, como Gávea, Jardim Botânico e Lagoa.Luan ffoi capturado escondido na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte da capital. As investigações tiveram início em setembro de 2025, a partir de uma sequência de furtos registrados em imóveis dos bairros do Jardim Botânico, Gávea e São Conrado. O criminoso agia de forma recorrente e escolhia residências próximas a áreas de mata, por onde acessava os imóveis durante o período noturno, aproveitando-se da menor circulação de pessoas e da dificuldade de vigilância nesses locais. Ele escolhia casas que teriam potencial de possuir objetos de alto valor em seu interior. De acordo com o apurado, após invadir as casas, o criminoso percorria todos os cômodos em busca de bens de alto valor, como joias, relógios e bolsas de luxo. O material subtraído era posteriormente repassado a receptadores, com preferência por artigos em ouro e relógios de marcas renomadas, vendidos por valores muito abaixo do preço de mercado. As diligências da 15ª DP identificaram que, após os furtos, o criminoso ostentava nas redes sociais os objetos furtados. O objetivo da ação era desafiar as forças de segurança e atrair receptadores interessados em adquirir peças de alto valor por preços bem abaixo do mercado. O dinheiro obtido com os crimes era gasto, principalmente, em restaurantes e hotéis de luxo, quase sempre pago em espécie e servia para o bandido divulgar uma vida falsa de luxo na internet.

Membro do PCC foi preso no Rio

Policiais militares da Equipe de Buscas da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio (SSI/PMERJ), em ação conjunta com policiais do 41º BPM (Colégio) e policiais da Inteligência da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP), após trabalho de monitoramento, coleta de dados e informações passadas pela Central Disque Denúncia (2253-1177), prenderam na tarde desta quinta-feira (29), na Estrada Pedro Borges de Freitas, em Irajá, Zona Norte do Rio, criminoso, membro da Organização Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC),  Maike Yoran Alves Da Silva, vulgo “Puro Calma”, de 32 anos.  Munidos de informações sobre o procurado, os policiais foram até o endereço mencionado, e conseguiram localizar e prender o traficante, que não ofereceu resistência no ato da prisão.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 2ª Vara de Execuções Criminais de Campinas/Tribunal de Justiça do Estado de Estado de São Paulo, Espécie de prisão: Suspensão de regime, Tipificação Penal: Tráfico de Drogas e Lei das Drogas, onde cumpria pena em Liberdade Condicional, com pena restante: 2 ano(s) 4 mês(es) 0 dia(s). Regime Prisional: Semiaberto, referente a um processo instaurado no ano de 2019.   Diante dos fatos, ele foi levado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), onde foi confirmado o mandado de prisão e, depois dos trâmites legais, foi conduzido a uma unidade prisional de SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça do Estado de São Paulo.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça de outros estados, escondidos no Rio.,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Como agia a quadrilha de traficante do CV de Arraial do Cabo preso em Petrópolis

O traficante que seria o número dois do Comando Vermelho no Morro da Coca-Cola, em Arraial do Cabo que foi preso hoje em Petrópolis, Rodrigo Duarte Bertanha, o Drigo, seguia as ordens do irmão, Marcos, vulgo MK ou Papai, segundo processo antigo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O bando controla não só o Morro da Coca Cola como também as comunidades da Cabocla, Prainha e Sítio. MK na época do processo estava preso e mesmo assim comandava e monitorava a organização criminosa, mantendo contato telefônico com familiares, bem como com” gerentes “e” vapores “subordinados seus para dar ordens para a prática de crimes graves, monitorando a distribuição dos entorpecentes e armas de fogo, bem como sendo responsável pelas principais decisões do grupo. O mesmo ocorria com alguns outros gerentes que também estavam presos, mas permaneciam, de dentro do presídio, no controle da venda das drogas sob sua responsabilidade no morro, através de seus comandados. Interceptações telefônicas feitas flagraram conversas de integrantes da quadrilha passando informações a respeito da chegada de cargas de entorpecentes, de armas e munições, da contabilidade de venda das drogas, da atividade de cada membro e dos menores e também da movimentação de policiais em incursões pelas localidades indicando até mesmo quem seriam os policiais. Como se não bastasse, foram, ainda, interceptadas ordens emanadas por gerentes da organização criminosa para que os integrantes da facção disparassem armas de fogo contra policiais que subissem o Morro da Coca- Cola e para que colocassem barricadas que impedissem o acesso por carros e viaturas às ruas do morro, a exemplo de várias converssas. Foi identificada ainda a prática de extorsão contra os moto-taxistas que atuam no Morro da Coca-Cola, ocasião em que se identificou que, atuando sob ordem de MK, os elementos passaram a exigir o recolhimento semanal de R$ 50,00 de cada moto-taxista, sob pena de perda da motocicleta e de consequências mais graves, conforme ameaças interceptadas. Além de MK e Drigo, faziam parte do primeiro escalão do bando os vulgos R ou Tio, Tiago Cabeça, Amaral, Índio, Dinaldo ou Cabelinho e CaranhaSobre a prisão de Drigo hoje, a polícia disse quel, mesmo escondido fora da área de atuação, ele continuava exercendo papel de liderança, dando ordens aos criminosos que atuam na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, o homem exercia função estratégica dentro da facção, sendo responsável pela logística e pelo comando das atividades ilícitas na Região dos Lagos. Ele foi capturado enquanto frequentava uma academia. Contra o criminoso, havia mandado de prisão em aberto pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Após a prisão, o acusado foi conduzido à 105ª DP (Petrópolis). A queda de uma das principais lideranças do Morro da Coca-Cola representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado e reforça o combate contínuo da Polícia Civil ao narcotráfico em todas as regiões do estado.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima