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Notícias

Tiroteio entre PMs e bandidos deixou três mortos no Muquiço (TCP)

Um tiroteio entre PMs e traficantes deixou ao menos três homens mortos na favela do Muquiço, em Deodoro, na manhã deste domingo. . O confronto ocorreu na área dos blocos da comunidade, também chamada de “Alturau Uma das baixas é um traficante vulgo Branquinho. Foram apreendidas três pistolas e dois veículos. Vale lembrar que o Muquiço é o reduto do traficante Coronel, suspeito de ser o mandante da morte da jovem Sther, de 22 anos, em Senador Camará, Após o crime, o bandido retornou para a sua comunidade.

PM apreendeu três fuzis em Curicica após guerra entre milicianos

Equipes do 18º BPM apreenderam 3 fuzis na Comunidade Dois Irmãos, em Curicica, neste sábado (23/08), durante ação para coibir guerra entre facções. Após confronto e vasculhamento, os criminosos fugiram para a mata e abandonaram o material. Ocorrência encaminhada à 32ª DP. Durante a semana, o miliciano das antigas Fabi junto com traficantes do Comando Vermelho invadiram a localidade e expulsaram paramilitares ligados a André Boto.

Traficante do CV que a Justiça liberou para passar Dia dos Pais em casa e não voltou planejou ataques a repartições públicas no Rio como UPP, UPA e Restaurante Popular e atirava em policiais gritando. “Vai morrer”

A Justiça do Rio concedeu benefício de visita periódica ao lar a um traficante que praticava ações covardes e de extrema violência na Cidade de Deus, levando terror a comunidade. Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chegou a mandar em certa ocasião seus subordinados a atacarem a UPP, uma UPA e um Restaurante Popular e interromper o trânsito na região. “Quando uma criança foi baleada no interior da escola, Sardinha determinou a Serrote, que que repartições públicas fossem batacadas pelos traficantes”, diz uma investigação. Sardinha está no crime desde agosto de 1996. Ele foi flagrado em uma escuta dizendo que perseguiu policiais quando estava armado. Policiais o reconheceram uma vez como sendo autor de disparos contra eles. Em um dos fatos, ele estava em uma moto e atirou em direção a guarnição, gritando: “ vai morrer na UPP Sardinha andava sempre cheio de seguranças fortemente armados e usava colete balístico. Sardinha era o líder do tráfico na Quadra 15 no Complexo da CDD sendo rsponsável pelos pontos de venda naquela área mesmo depois de ter sido preso, cabia as tarefas de planejar, organizar e distribuir a compra e venda de entorpecentes, armamentos e munição, cooptar integrantes para a associação criminosa, visando manter ne operacionalizar a traficância local,

Preso agiota que mandou matar mulher em Sulacap

Policiais civis prenderam um criminoso, na última sexta-feira (22/08) acusado de ser o mandante de uma tentativa de homicídio contra uma mulher que ocorreu em Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio. O autor foi detido em Jacarepaguá, após trabalhos dos setores de Inteligência e troca de informações entre as unidades. O crime ocorreu na última quarta-feira (20/08). Na ocasião, um homem desceu de um carro e efetuou mais de 13 disparos em direção à vítima, quando ela entrou no próprio veículo com os filhos. De acordo com as investigações, o mandante do crime é agiota e, dois dias antes da ação, ameaçou a mulher sobre uma dívida financeira. Por meio de mensagens, ele informou que, se ela não o pagasse até certo horário, seria o último dia que ele iria cobra-lá pelo celular. A vítima sobreviveu ao ataque e está hospitalizada. Contra o homem, foi cumprido um mandado de prisão preventiva por tentativa de homicídio. As investigações continuam para identificar e prender o autor dos disparos e outros  envolvidos na ação criminosa.

Milícia alvo de operação essa semana pelo MP é acusada de matar homem por causa de furto de celulares em Belford Roxo. Vítima foi atraída para a morte

Além de ter matado uma mulher acusada de furto de celular, a milícia que foi alvo de operação essa semana pelo Ministério Público Estadual também executou um homem pelo mesmo motivo em Belford Roxo. Três envolvidos tiveram as prisões preventivas decretads. A vítima foi Cláudio Barbosa Pereira. Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h30min, na Rua Civilizados, Bairro Itaipu, os milicianos, efetuaram disparos de arma de fogo contra Cláudio. Consta da denúncia que a vítima foi atraída ao local através de uma ligação telefônica, e, ao chegar, foi surpreendido pelos denunciados, que o retiraram de seu veículo sob ameaças e efetuaram diversos disparos de arma de fogo, resultando na sua morte. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teria sido motivado pois a vítima era suspeita de ter participado de furtos de celulares na região dominada pelos denunciados, que integram uma milícia privada, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e uso de armas de fogo de grosso calibre. Um dos envolvidos atuava como liderança na milícia local, fato determinante na escolha do alvo e na premeditação do crime, e determinou a conduta dos executores do crime e organizando a ação criminosa.

Traficante preso ontem em mansão de luxo no Recreio chegou a vender duas toneladas de maconha em uma semana

Um dos traficantes presos ontem em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes disse em outra prisão que teve que conseguia arrecadar o dinheiro com a venda de drogas ilícitas, oriundas de Foz do Iguaçu, que inclusive vendeu em uma essa semana, pouco mais de duas toneladas de maconha; Matheus Medeiros afirmou na época que começou a praticar o delito depois da prisão de seu pai, Cristiano, que foi preso com ele ontem , pois teve que assumir” os negócios “da família. Na época, polícia recebeu diversas denúncias anônimas que Matheus praticava tráfico de drogas em Minas Gerais, Ele explicou, por exemplo o que estava registrado no caderno que em uma das anotações apreendidas pela polícia., consta:” Cumpa de mandou 2.140 Kg “, e esse valor seria o peso das drogas, e seria maconha que chegou para o mesmo em uma sexta feira. O lucro dessa carga seria R$ 631.650,00; Matheus teria lucrado R$ 850 mil ao vender pouco mais de uma tonelada de maconha para um indivíduo vulgo Grandão Conhecido como “Budega”, Cristiano atuava como responsável pela interlocução com os fornecedores paranaenses e pela distribuição dos entorpecentes na Capital mineira, bem como na Região Metropolitana. Cristiano recepcionava os associados do “Núcleo Paraná”, conduzia os veículos que transportavam os entorpecentes até os locais onde era feito o descarregamento e, posteriormente, repassava aos paranaenses os valores e automóveis utilizados como pagamento. Ele chegou a negociar com servidores penais corruptos e advogados a sua permanência no Complexo Penitenciário Nelson Hungria

Descoberta fábrica de fuzis no interior de SP que abasteceria facções do Rio e São Paulo

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, no final da noite desta quarta-feira (20/8), prendeu dois homens responsáveis pela fabricação de fuzis em Santa Bárbara D’Oeste, para organizações criminosas do RJ e SP. A investigação teve início a partir de informações recebidas pela Polícia Federal, há dez dias, sobre a fabricação ilegal de armas de fogo, utilizando equipamentos industriais de alta precisão. Durante as diligências, os policiais notaram uma movimentação atípica na fábrica que, supostamente, funcionava como unidade de produção de peças aeronáuticas. Por conta disso, passaram a acompanhar os investigados que, na noite de ontem, se deslocaram da fábrica até um imóvel residencial na cidade de Americana/SP, onde foram vistos descarregando caixas. Abordados por policiais militares, constatou-se que essas caixas continham peças de fuzis. No imóvel ainda foram encontradas 40 fuzis, munições e outras peças de armas de fogo. Os homens foram autuados em flagrante pela posse e comércio ilegal de arma de fogo. Os presos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Campinas, unidade responsável pela investigação, onde ainda ocorrem procedimentos de polícia judiciária, e permanecerão à disposição da Justiça.

Mulher sofreu um infarto devido a abalo emocional por ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz. Ela teve até que mudar de cidade

Uma mulher veio a sofrer um infarto por conta de ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz já que ela era informante de uma ação penal que vai julgar os assasinos do seu filho. As ameaças ocorreram entre os meses de abril e maio de 2024, na comunidade do Rodo. Um miliciano que está preso prometeu matar a vítima e toda família dela, desviando-a da propensão em esclarecer as circunstâncias do homicídio de seu próprio filho. A mulher disse que sofreu em torno de dez intimidações, feitas por terceiros não identificados, que passavam em motocicletas quando ela circulava pela região, e lhe diziam frases como: “se você não parar, vão te matar” ou “o chefe disse que, se a senhora não parar, ele vai mandar matar a senhora”. Relatou ainda que, em ocasião posterior, soube por vizinhos que indivíduos desconhecidos estiveram em sua comunidade a bordo de um carro e fugiram ao perceberem a presença da polícia, o que a levou a crer tratar-se de nova investida contra sua vida. Disse também que moradores da região foram abordados por desconhecidos que procuravam saber seu endereço. Que, posteriormente, um carro preto foi visto em frente à sua residência, tirando fotografias, fato presenciado por sua neta de 5 anos e por um familiar. Afirmou que todos esses episódios lhe causaram intenso abalo emocional, culminando em um infarto, o qual a obrigou a implantar um marcapasso. Por essa razão, afirmou ter deixado a cidade por quatro meses, temendo por sua vida. Acrescentou que, após esse período, não houve novas ameaças, mas que permanece temerosa diante da lembrança dos fatos e da figura do acusado, a quem atribui condutas violentas e intimidadoras ocorridas antes e depois do homicídio de seu filho. A filha da vítima narrou que não presenciou diretamente as ameaças dirigidas à sua mãe, mas confirmou que esta frequentemente retornava de suas saídas à rua em estado de desespero, relatando ter sido ameaçada de morte por desconhecidos que mencionavam o nome de um miliciano. . Afirmou que a situação era recorrente e que vizinhos chegavam a socorrer sua mãe na via pública, concluindo crer que os atos estavam relacionados à condição de sua mãe como testemunha em processo criminal que envolve o acusado. Confirmou que, em uma dessas ocasiões, sua filha, neta da vítima, viu um carro preto parado em frente à residência da família, tirando fotografias, o que aumentou o sentimento de insegurança no núcleo familiar. Acrescentou que sua mãe sofreu um infarto em razão dessas ameaças e que, desde então, ambas passaram a viver sob constante medo, mesmo após cessarem os episódios diretos de intimidação.

Confira detalhes atualizados da atuação da milícia alvo de operação hoje na Baixada, desde a função de cada um na quadrilha e conversas sobre homicídios. “Vamos deixar sem cabeça”.

Confira agora detalhes atualizados da investigação sobre a milícia que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio em Nova Iguaçu e Belford Roxo. Foram cumpridos 11 mandados de prisão A investigação começou a partir do ano de 2023 até os dias atuais especialmente nos bairros Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá. O band praticava diversos delitos como extorsão, homicídios, dentre outros”. Os criminosos exigiam indevida vantagem econômica, constrangeram, mediante grave ameaça, diversos comerciantes dos citados bairros a realizar o pagamento de taxas de segurança, sendo certo que a ameaça consistia em dizer comparecer nos endereços das vítimas armados e dizer a elas que se não pagassem as aludidas taxas eles iriam retornar e fazer um mal maior.” O grupo seria liderado por Deco ou DC ou “01”, que comanda a malta de dentro do presídio. Os bandidos extorquiam comerciantes e de taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte alternativo, além de corromperem policiais civis e militares e planejarem homicídios e sessões de agressões a desafetos. Havia uma guerra com a milícia de Juninho Varão e a milícia do Jota, do bairro do Grama, em Nova Iguaçu.a ponto de vítimas comentarem com os ora denunciados que há um reinado dividido na milícia da região. Deco atuava no topo da hierarquia criminosa da milícia atuante nos bairros de Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá, possuindo o domínio final do fato sobre todas as condutas praticadas pelos integrantes do grupo, os quais se encontram a ele subordinados. Bruno e Deco praticamente diariamente, conversava sobre as extorsões realizadas pelos denunciados, bem como sobre a aquisição de veículos e armas de fogo para a milícia, além de outros assuntos envolvendo a atuação criminosa. Em diversas mensagens, os dois” falavam sobre o pagamento de cobrança de mototaxistas e de empresas de internet e TV a cabo (“gatonet”), sendo dito por Deco que “qualquer um que tiver internet e gatonet aí tem que dar uma moral para nós”, além de, também, conversarem sobre a aquisição de armas de fogo e munições para serem utilizadas pelos denunciados em suas empreitadas criminosas. Foram obtidos, ainda, diálogos em que se verifica a disputa territorial entre a milícia dominada por “Deco” com outros grupos criminosos que atuam na localidade, nos quais eles planejam a realização de um ataque à milícia rival e fazem menção à aquisição de armas de grosso calibre (espingarda calibre .12 e metralhadora) para a execução dos desafetos. Sabiá também seria um integrante da liderança do grupo, atuando de dentro do presídio, ao lado de “Deco”, na tomada de decisões, a quem o denunciado Bruno também se subordinava, conforme demonstram as conversas capturadas. Foram obtidas conversas travadas entre Bruno e Sabiá as quais revelam que estes eram, juntamente com Deco, responsáveis por autorizar a compra de armamento para a milícia, bem como planejar o ataque a grupos rivais. Há diálogos em que Sabiá informa que, em três semanas, estará na rua e que o seu primeiro objetivo é “deixar uns 4 deles fudidos aí na rua”.Bruno anui com o plano e diz que “dá para ir no miolo deles”, pois “eles são frouxos”, apesar de “no telefone serem uns leões”. Sabiá concordou e diz que “eles vão sofrer (pelo) que fizeram com eles”. Bruno citou o miliciano Carlinhos da Van como seu alvo prioritário, ao passo que Sabiá diz que “os primeiros que vão morrer são os cobradores deles que estão cobrando na Beira-Linha”. Bruno ressaltou que deixarão sem cabeça. Há de se ressaltar, também, que em determinado diálogo travado entre Bruno e Sabiá que relata que integrantes da milícia quase foram presos pela Polícia Militar e que só pegaram o Renatinho mas ele estava sem nada. Bruno ainda afirmou que “o gordão do lava-jato é X9”, ocasião em que Sabiá, sem pestanejar, determina sua execução, dizendo: “resolve ele, assim que tiver oportunidade pode resolver”. Bufalo ou Gordinho atuaria como braço direito da liderança, sendo, inclusive, o destinatário dos pagamentos de cobrança das vítimas. Ele foi preso, no dia 01 de fevereiro de 2024, escondido em uma casa de praia na Região dos Lagos em virtude de acusação de tentativa de homicídio contra dois policiais militares. As conversas obtidas revelam que tinha a função de cobrar e receber o valor das extorsões realizadas pelo grupo, especialmente através de transferências via PIX. Com a sua prisão, o denunciado Bruno passou a exercer tal função. Bruno e índio se dividiam na gerência do grupo criminoso. Eles tinham como função exercer a gerência da milícia local, exigindo dos seus subordinados a realização de suas funções, além de prestar contas, posteriormente, ao líder do grupo, vulgo Deco. Eles mantinham contatos com as vítimas do grupo, indicando a chave PIX para qual aquelas deveriam realizar as transferências bancárias em virtude das cobranças realizadas, além de, também, ser o responsável por indicar os milicianos que deveriam realizar as extorsões a comerciantes e motoristas de táxi, van e mototáxi. Foram captadas, ainda, conversas de Bruno em que este ameaça matar o motorista de mototáxi que resolve se insurgir contra o grupo. Há, ainda, diálogos em que os denunciados Bruno e índio fazem a contabilidade dos lucros e gastos da milícia, destacando, inclusive, o valor do pagamento de cada um dos integrantes, bem como conversam e decidem sobre a aquisição de outro carro ou de outra arma de fogo para o grupo miliciano. Big Mac ou Big atuava na cobrança de comerciantes extorquidos pela milícia., além de ceder sua conta para o recebimento de valores oriundos das extorsões. Ressalte-se que Big e Bruno foram presos no dia 13 de março de 2024, por estarem extorquindo comerciantes, ocasião em que foram apreendidos os seus aparelhos celulares, permitindo que, a partir da análise do aparelho celular deste último, fosse descoberta a conduta de todos os ora denunciados. Há registros de diálogos que deixam claro a personalidade violenta e impiedosa de Big e Bruno como por exemplo, um diálogo ocorrido entre eles, no qual Bruno diz que Deco e Sabiá já deram a

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