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Polícia pede a prisão de Lacoste, Coelhão e outros dois traficantes da Serrinha (TCP) por dois homicídios no Juramento (CV)

A polícia pediu a prisão de traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio, por dois homicídios ocorridos no ano passado no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. As autoridades solicitaram as prisões dos traficantes Lacoste, chefão da Serrinha, além de seu braço-direito Coelhão e os criminosos vulgos Bonitão e Boneco Assassino. As vítimas foram Douglas Azevedo Pinheiro, o Dou, morto em 25 de junho, e Matheus de Paula Ferreira da Silva, executado dois dias depois. Os processos tramitam na 3ª Vara Criminal da Capital do TJ-RJ. Há tempos se sabe que traficantes da Serrinha ligados ao Terceiro Comando Puro vêm atacando o Juramento, dominado pelo Comando Vermelho.

“Sentença de morte”: integrante do CV preso no RJ diz à Justiça que será executado se voltar para Minas”. Família também correria risco

A defesa de um integrante do Comando Vermelho preso no Rio de Janeiro recorreu à Justiça para tentar impedir sua transferência para um presídio de Minas Gerais, estado de origem do detento. O principal argumento é o risco concreto de morte, tanto para ele quanto para familiares, caso o retorno seja efetivado. Segundo os autos, o preso é apontado pela polícia mineira como um dos maiores traficantes do estado — apesar de alegar ter rompido vínculos com o crime. Ainda assim, sua associação passada com o Comando Vermelho o tornaria um alvo prioritário de facções rivais que atuam em Minas Gerais, dentro e fora do sistema prisional. Ele foi preso pela Polícia Federal em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes ano passado. Um dos pontos centrais apresentados no processo envolve um episódio ocorrido em 19 de dezembro de 2023. Na ocasião, durante saída temporária e trabalho extramuros, o filho do detento teria sido alvo de um atentado junto com a ex-esposa. Segundo a defesa, ambos escaparam por pouco de serem mortos. Após o episódio, o filho não retornou ao sistema prisional, sendo posteriormente localizado e também está preso no Rio de Janeiro. Os advogados também destacam que a família do preso está estabelecida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde mantém sua principal rede de apoio. Segundo a defesa, o vínculo familiar é ativo, com visitas frequentes ao detento na unidade prisional fluminense. A decisão de transferência teria sido fundamentada, entre outros pontos, na alegação de insuficiência de vagas no sistema penitenciário do Rio de Janeiro, que enfrenta um déficit estimado em cerca de 15 mil postos. Para a defesa, no entanto, trata-se de uma questão administrativa que não pode se sobrepor ao direito fundamental do preso à integridade física e ao convívio familiar. Outro argumento apresentado é o cenário de violência em Minas Gerais, descrito como uma “guerra” entre facções. Segundo a defesa, haveria uma aliança entre PCC (Primeiro Comando da Capital), Família AR (AR-118) e TCP (Terceiro Comando Puro), grupos que teriam emitido ameaças diretas contra integrantes do Comando Vermelho — facção predominante na unidade onde o detento está atualmente custodiado no Rio. Para reforçar o pedido, os advogados anexaram ao processo uma carta escrita por uma familiar, que relata o medo e a angústia diante da possibilidade de transferência, apontando risco real de que membros da família sejam mortos caso retornem a Minas Gerais.

Jovem saiu da Muzema (CV) para comemorar seu aniversário e sumiu. Denúncia diz que ele foi pego por milicianos de Rio das Pedras. Amigo que estava com ele também está desaparecido

Um rapaz chamado João Ícaro saiu da comunidade da Muzema, no Itanhanga, onde mora no final do mês passado , para comemorar o seu aniversário e desapareceu. Um jovem chamado Jadson que estava com ele também sumiu. Pelas redes sociais, houve relatos de que Ícaro teria sido flagrado em Rio das pedras dando em cima de uma mulher que já namorou um miliciano. ,Ao saber que ele veio da Muzema., os milicianos a tropa do PSG teriam pegao o jovem e esquartejado, arrancando cabeça, braços e pernas, segundo a denúncia. Não há nada confirmado. A moto dele já foi encontrada jogada na pista. Outra versão que circula é que os dois saaíram da Muzema em direção à Taquara para buscar uma encomenda. Último contacto: Pararam de responder as mensagens e às ligações estão dando caixa de correio desde a madrugada. Contacto para informações: (21) 96016-6324

Apagão de provas: câmeras da PMERJ falham ou não são usadas, imagens somem e casos chegam à Justiça sem registro”

Após mortes recentes em operações policiais — como a de uma médica em Cascadura e de um morador no Morro dos Prazeres — vieram à tona não apenas questionamentos sobre a atuação da PMERJ, mas também falhas recorrentes da própria corporação no fornecimento e na gestão das imagens captadas por câmeras corporais. Em diversos casos analisados pela Justiça, o problema não se limita ao uso inadequado dos equipamentos pelos agentes, mas envolve a ausência de registros, dificuldades no acesso às gravações e até o apagamento automático dos arquivos, o que compromete a transparência das ações policiais e a produção de provas. A polêmica ganhou força porque, embora as câmeras corporais sejam tratadas como ferramentas essenciais para dar mais segurança jurídica às abordagens, há uma série de falhas estruturais e operacionais. Há registros de policiais que não utilizam os equipamentos por falta de unidades disponíveis nos batalhões, de agentes que realizam operações sem portar as câmeras e de situações em que as imagens simplesmente não são apresentadas — seja por problemas técnicos, seja pelo limite de armazenamento de 60 dias, após o qual o conteúdo é automaticamente apagado. Apesar disso, o entendimento predominante da Justiça é de que a ausência das imagens não impede, por si só, uma condenação. As gravações são consideradas elementos adicionais, e não indispensáveis para a formação da convicção do juiz. Falta de equipamentos nos batalhões Em uma ocorrência registrada no ano passado na comunidade Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, um suspeito foi preso com drogas, rádios e armas e alegou ter sido agredido por policiais militares. O laudo pericial apontou lesões compatíveis com soco no rosto, reforçando a versão apresentada. Os PMs afirmaram que não utilizavam câmeras corporais porque o batalhão não possuía equipamentos suficientes para todos os agentes envolvidos na operação. O suspeito acabou condenado, mas a defesa recorreu com base na ausência de imagens, conseguindo a redução da pena. Imagens não entregues e apagadas Em outro caso, ocorrido em 2023, a defesa de um homem preso por tráfico solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos. Os agentes alegaram ter entregue os equipamentos na unidade, e o juiz determinou o envio das mídias pela Ouvidoria da PMERJ. Mesmo após reiteradas solicitações — incluindo ofício expedido em fevereiro de 2024 e até determinação de busca e apreensão — a resposta só veio posteriormente pela Corregedoria da corporação: o conteúdo havia sido apagado automaticamente após o prazo de 60 dias de armazenamento. Ainda assim, o réu foi condenado e não obteve revisão criminal, evidenciando como a falta das imagens não tem sido suficiente para reverter decisões judiciais. Denúncias prejudicadas pela ausência de câmeras Em Volta Redonda, no Sul Fluminense, a falta de câmeras corporais impactou diretamente a apuração de uma denúncia grave. Policiais afirmaram ter prendido dois homens armados após perseguição. Os acusados, porém, deram versões completamente diferentes, alegando que não estavam envolvidos com o crime e que teriam sido vítimas de abordagem arbitrária e até de tentativa de extorsão por parte dos agentes. Sem imagens que comprovassem o que de fato ocorreu, a Justiça determinou o envio do caso à Corregedoria da PMERJ e ao Ministério Público para investigação das condutas dos policiais. Prazo curto compromete provas Outro episódio semelhante envolveu um acusado de tráfico cuja defesa solicitou as imagens das câmeras corporais durante o processo. O pedido foi aceito pela Justiça, mas o batalhão informou que o material já havia sido apagado, novamente em razão do limite de armazenamento de 60 dias. A recorrência desse tipo de resposta levanta questionamentos sobre a eficiência do sistema de guarda das evidências digitais e sobre a responsabilidade da corporação em preservar provas relevantes. Problemas de cadastro e acesso às imagens Em Itaboraí, durante a prisão de um suspeito com drogas, os policiais também não utilizavam câmeras corporais. Ao serem cobradas pela Justiça, as imagens não foram apresentadas. Em resposta oficial, a PMERJ informou que não foi possível atender ao pedido, citando laudo técnico da empresa responsável pela gestão das imagens, indicando inconsistências no vínculo das câmeras aos policiais envolvidos na ocorrência. O episódio evidencia falhas administrativas no controle e na rastreabilidade dos equipamentos. Gravações incompletas Há ainda casos em que as câmeras funcionam parcialmente. Em uma ocorrência na Favela Nova Brasília, em Niterói, envolvendo apreensão de armas e drogas após troca de tiros, a Justiça solicitou as imagens da operação. No entanto, apenas áudios foram registrados, sem qualquer registro visual da ação. Diante disso, o próprio Judiciário reconheceu que a ausência de imagens impede a verificação concreta da dinâmica dos fatos, abrindo margem para dúvidas sobre as versões apresentadas. O conjunto desses casos revela que o problema vai além da conduta individual de policiais e expõe fragilidades internas da PMERJ na gestão das câmeras corporais. Entre falta de equipamentos, falhas técnicas, prazos curtos de armazenamento e dificuldades no fornecimento das imagens à Justiça, o sistema que deveria garantir transparência ainda apresenta lacunas que podem impactar diretamente investigações e julgamentos.

Mesmo com provas e confissão informal, suspeitos de milícia escapam de ação penal no RJ

A Polícia Civil reuniu uma série de elementos que indicariam o envolvimento de dois homens com a milícia que atua no Morro do Pau Branco, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Apesar disso, a Justiça rejeitou a denúncia por entender que não havia lastro probatório mínimo para o prosseguimento da ação penal pelo crime de associação criminosa. De acordo com os autos, as investigações tiveram início em 2023, quando agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) foram ao Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, após denúncia anônima informar que um miliciano identificado como Matheus havia dado entrada na unidade após um acidente de moto. No local, os policiais encontraram o suspeito, que confirmou o acidente e informou estar com um aparelho celular pertencente a um amigo, identificado como Kauan. Com autorização do próprio Matheus, os agentes acessaram o conteúdo do telefone e encontraram mensagens, fotos e vídeos que, segundo a investigação, indicariam a atuação de ambos em uma milícia armada. Em depoimento, Matheus afirmou que Kauan integrava há mais de dois anos a milícia local, participando de rondas armadas ao lado de outros integrantes, sob o comando de um homem conhecido como “Jason”. Ele também admitiu manter relação próxima com o corréu e atuação conjunta no grupo criminoso. Ainda segundo a investigação, o material extraído do celular demonstraria a inserção de Matheus na estrutura da organização, com acesso a comunicações internas. O histórico criminal dos dois também foi considerado: ambos foram presos em flagrante em ocasiões distintas ao longo de 2023 por crimes como porte ilegal de arma de fogo, roubo qualificado e participação em organização criminosa. Kauan, por sua vez, seria apontado como integrante da linha de frente da milícia, atuando em rondas ostensivas com uso de armas de fogo, incluindo pistolas e fuzis, além de veículos e disfarces como capuzes, com o objetivo de manter o controle territorial da região. Apesar dos indícios reunidos — incluindo relatos policiais, conteúdo extraído de celular e uma confissão informal —, a Justiça entendeu que as provas apresentadas não eram suficientes para justificar a abertura de ação penal pelo crime de associação à milícia. Na decisão, o magistrado destacou que as supostas confissões não foram formalizadas durante a lavratura do auto de prisão em flagrante, ocasião em que os acusados optaram por permanecer em silêncio. Também ressaltou que os policiais não presenciaram diretamente a prática dos crimes e que não há testemunhas identificadas nos autos. O juiz ainda considerou necessária a produção de provas adicionais, como a quebra de sigilo telefônico, para comprovar de forma mais robusta a eventual associação dos investigados a uma organização criminosa. Segundo a decisão, a própria existência e estrutura da milícia mencionada ainda careciam de melhor delimitação. Diante disso, a denúncia foi rejeitada em outubro, sob o entendimento de que as investigações ainda estavam em estágio inicial. A decisão foi mantida em dezembro, e os autos foram devolvidos ao Ministério Público para aprofundamento das apurações.

EXCLUSIVO: Traição e guerra: miliciano negociou Catiri com o Comando Vermelho e explodiu disputa sangrenta em Bangu. Há briga também com o TCP

Uma investigação da Polícia Civil aponta que a disputa pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu, foi intensificada após a negociação da área por um miliciano com o traficante conhecido como Doca, apontado como integrante do Comando Vermelho. O caso é apurado no inquérito nº 034-02388/2025, instaurado na 34ª DP (Bangu), que investiga a investida da facção para expansão territorial nas comunidades do Catiri e da Carobinha, em Campo Grande, além dos confrontos com grupos milicianos historicamente atuantes na região. De acordo com a investigação, o Catiri era tradicionalmente dominado pela milícia liderada por “Marquinho Catiri”, morto em 2022. Durante sua atuação, ele concentrava o controle de diversos serviços ilícitos, como TV a cabo clandestina, internet, exploração do solo urbano, fornecimento de gás, entre outros. No setor de transporte alternativo, teria imposto a exploração de vans e kombis a um operador conhecido como “Gordinho”, mediante pagamento mensal. Após a morte de Marquinho, o controle da região teria sido assumido por “Montanha”, que manteve os acordos previamente estabelecidos. Posteriormente, surge no cenário o criminoso conhecido como “Pirulito”, descrito como homem de confiança do antigo líder, que, após deixar o sistema prisional, teria tomado o controle do Catiri ao romper com Montanha. A disputa entre os dois pelo domínio territorial levou Montanha a buscar alianças com outras lideranças milicianas, sem sucesso. Segundo informações de inteligência, nesse contexto, Pirulito teria negociado a região com Doca, liderança do Comando Vermelho oriunda do Complexo da Penha, com apoio de outro criminoso conhecido como “Pezão”. O relatório final da investigação indica ainda que antigos aliados de Montanha — entre eles Gordinho, Pirulito e um ex-policial civil conhecido como “Pulgão” — romperam com a milícia e passaram a atuar em conjunto com o Comando Vermelho, sob a liderança de Doca, com o objetivo de retomar e monopolizar o transporte alternativo no Catiri. A disputa pelo território foi marcada por episódios de violência. Um dos casos citados é o homicídio de Anderson da Cunha Figueiredo, ocorrido no estacionamento do Bangu Shopping. Segundo o relatório, ele seria ligado à milícia e sua morte estaria relacionada à tentativa de assumir o controle do transporte de vans, contrariando interesses de Gordinho. Atualmente, Montanha e outro apontado como líder da milícia local, conhecido como “Gaspar”, tiveram pedido de prisão temporária à Justiça. Há um processo que tramita sob sigilo por organização criminosa. Pirulito também figura entre os alvos das investigações. Gaspar chegou a ser preso no ano passado, mas acabou sendo solto e posteriormente absolvido. Na ocasião, policiais apreenderam um fuzil dentro de um veículo, porém não foi possível comprovar judicialmente que ele estava no carro, já que teria fugido junto com um comparsa ao perceber a chegada dos agentes. Nas redes sociais, circularam recentemente informações — ainda não confirmadas oficialmente — de que, a mando de Montanha, Gaspar teria executado três pessoas no Catiri, conhecidas como “Canudo”, “Bibi” e “TH”, sob a acusação de desvio de dinheiro da organização criminosa. Também houve boatos sobre a suposta morte de Gaspar, o que não foi confirmado. A região do Catiri vive há anos um cenário de conflitos armados entre milicianos e o Comando Vermelho. Mais recentemente, segundo relatos, também houve rompimento com traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP), que anteriormente mantinham aliança com o grupo paramilitar. Ainda de acordo com informações divulgadas em redes sociais, um traficante conhecido como “Sabão”, ligado ao TCP, teria exigido que Gaspar deixasse comunidades como Coreia e Rebú, alegando insatisfação com sua gestão no Catiri. Há também relatos de que Gaspar estaria escondido na Vila Aliança, de onde continuaria a dar ordens. Após as mortes das três pessoas mencionadas, publicações indicam que um grupo formado por milicianos e traficantes da Vila Aliança teria ido até o Catiri e entrado em confronto armado com aliados de Montanha, na localidade conhecida como Chico Mendes. O motivo seria a discordância em relação às execuções, diante da falta de certeza sobre as acusações que teriam motivado os crimes. A investigação segue em andamento e busca esclarecer a dinâmica das alianças, rupturas e episódios de violência ligados à disputa pelo controle territorial e econômico na região.

Mulher foi espancada até a morte por reclamar de som alto em Caxias

Uma mulher que se chamava Evani Araujo, dr 55 anos, foi achada morta enforasda e com sinais de espancamento na tarde desta sexta-feira.nas margens do Rio Roncador, em Duque de Caxias. Ela estava desaparecida desde a última terca-feira após fechar seu salão na comunidade Nova Campinas. Segundo relatos de pessoas próximas, Evani alugou um imovel há poucos meses para um rapaz que é o principal suspeito do cr*me. Ainda segundo relatos, a desavença entre eles começou poucas semanas por conta de som alto principalmente com funk proibidão , que o rapaz colocava. Não contente com as reclamações, o.suspeito chegou a parar na porta do salão da vítima e a encarava como forma de coagi-la, em um dos episódios. Evani encerrou o expediente na noite de terca , e não foi mais vista! A bolsa dela foi encontrada dentro do salão, sem nenhum documento, cartões ou dinheiro! O corpo dela foi encontrad nos fundos da casa do principal suspeito, às margens do Rio Roncador. . O carro dela, um Onix cunza , ficou estacionado na porta do salão dela, até as 20hs da noite de ontem. Quando as filhas foram ao local, o veículo não estava mais no local! Evani era moradora do Bairro de Piabeta em Magé. O principal suspeito fugiu deixando a casa aberta com todos os móveis!

Milicianos de Rio das Pedras estariam na Serrinha (TCP) para planejar ataque ao Fubá e Campinho, ambos CV

A reportagem recebeu informação de que milicianos dr Rio das Pedras, em Jacarepaguá, estariam escondidos no Complexo da Serrinha, em Madureira O objetivo, segundo relatos, seria preparar uma investida para retomar os morros do Fubá e do Campinho que estão dominados pelo Comandk Vermelho desde o ano passado. Quem estaria de frente neste bonde seria o miliciano Macaquinho que já comandou essas comunidades mas as vendeu para o Terceiro Comando Puro. Depois que foi solto, ele se refugiou em Rio das Pedras assim como outros ex-integrantes da milícia do Fubá e do Campinho Para se capitalizar e financiar o ataque, os bandidos da Serrinha estão fomentando os roubos na região. Circula também a informação que os raficantes da Serrinha (TCP).estariam prometendo descontar nos morros do Faz Quem Quer e Jorge Turco, ambos ,CV, o baque que tomaram da facção rival no Para Pedro na madrugada de hoje que resultou em quatro mortes .A qualquer momento pode estourar uma guerra na região.

Bandidos do Parque Arará (CV) têm prisão decretada suspeitos de levar ao tribunal do tráfico homem que seria ligado ao TCP. Vítima foi colocada dentro de um porta-malas de carro em chamas

Bandidos do Comando Vermelho da quadrilha de Lacraia, chefe do tráfico na Favela Parque Arará, em Benfica, estão com as prisões preventivas decretadas por um homicidio relacionado à guerra de facções na qual a vítima foi queimada dentro do porta-malas de um carro. Os criminosos suspeitos têm os vulgos de Maquinista, Arretado ou Retalho e Garça. A vítima foi identificada como Fabrício Alves Monteiro, que, segundo relatos, teria sido gravemente violentado e trancado no porta-malas de um carro em chamas. O crime em análise se deu em contexto do chamado “tribunal do tráfico”, havendo informações nos autos que apontam que a vítima teria ligação com a facção do Terceiro Comando Puro (TCP), considerada rival daquela à qual os denunciados seriam ligados , A vítima foi trancada no porta-malas do veículo, amarrada e contra seu corpo atearam fogo até produzir sua morte, circunstâncias indicativas da extrema violência e desprezo no atuar dos acusados. O crime teve testemunhas oculares que presenciaram as agressões e reconheceram os acusados como autores do fato, sendo certo que a eliminação/intimidação de testemunhas e vítimas é conduta característica de facções criminosas equivalentes a que os acusados, em tese, pertenceriam. Lacraia não teve a prisão decretada neste processo.  Houve a determinação de que prossiga nas investigações, devendo o inquérito sobre esse investigado tramitar diretamente entre MP e Delegacia,

Biel do Feijão (CV) e comparsas foram denunciados por morte de homem e tortura de amigo acusados por eles de pertencer à milícia

O Ministério Público Estadual denunciou traficantes do Comando Vermelho vulgos Biel do Feijão (preso recentemente), Wandgol, Nego e Negueba por um homicídio cometido em 30 de janeiro de 2026, por volta de 14:20h, no bairro Paraíso, em São Gonçalo. O crime foi praticado por motivo torpe , isto é, por retaliação à suposta atuação da vítima em atividade de milícia em área dominada pelo tráfico de drogas controlado pelo CV. O crime ainda foi praticado em condições que resultaram perigo comum , na medida em que realizado em pleno dia e em via pública, onde várias pessoas potencialmente transitam. A vítima Carlos Alberto foi perseguida em plena via pública, logo após ser abordada em um posto de gasolina situado próximo ao local dos fatos, sendo alcançada de forma súbita e alvejada por disparos de arma de fogo J.M.C.C que estava junto de Carlos Alberto, foi sequestrado sofrendo o golpe conhecido como “mata-leão”, impedindo qualquer tentativa de socorro ou interferência em favor de amigo. Biel do Feijão eficazmente para o crime, na medida em que exercia posição de liderança na associação criminosa instalada na localidade e, nesta condição, os crimes interligados à atuação da referida malta dependiam de seu comando, autorização e anuência, sendo ele o responsável por ditar as regras a serem cumpridas por seus subalternos. J.M.C.C foi torturado no afã de obter informações sobre sua atuação em atividade de milícia , com emprego de violência, consistente em chutes e socos, além de grave ameaça, exercida com emprego de arma de fogo e afirmações de que ceifariam sua vida, causando-lhe sofrimento físico e mental. J foi conduzido à força para o interior daComunidade do Feijão, onde passou a ser constrangido mediante emprego de violência física e grave ameaça, com a finalidade de coagi-la a fornecer informações aos denunciados acerca de sua suposta participação, bem como de Carlos Alberto na atividade típica de milícia que estaria sendo instalada na localidade. Não foi revelado nos autos como ele conseguiu escapar da morte.

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