Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Doze PMs e dois bombeiros faziam escolta armada dos cigarros distribuídos pelo contraventor Adilsinho. Veja os vulgos

Denúncia do Ministério Público Federal aponta os nomes de 12 PMs e dois bombeiros vinculados a uma empresa que fazia a escolta armada das cargas de cigarros distribuídos pela empresa do contraventor Adilsinho em diversos pontos do Rio de Janeiro. Alguns dos PMs têm vulgos como Velho do Rio, Marreco, Morenão Topa Tudo, Coquinho da VK, Alvinho, Jajá, Shampoo, Max, Bonfim, Maromba, Stive e Baiano (bombeiro) A produtora dos cigarros repassava os cigarros para a empresa de Adilsinho no valor de R$ 2,40 e eles eram comercializados cada um ao preço de R$ 3,00 por ambulantes, ressaltando-se que tais valores estão em desacordo com a política nacional de preços mínimos para cigarros que exige o comércio de cada maço de cigarro por pelo menos R$ 5,00. A investigação revelou, em seu relatório, que havia diversos nichos dentro da quadrilha que opera a distribuição ilícita de cigarros no RJ, sendo: núcleo da liderança, núcleo da gerência, núcleo dos operadores, núcleo dos seguranças e núcleo exclusivo de lavagem. Adilsinho, seu irmão e um sobrinho eram líderes Haviam cinco gerentes, entre eles o sócio majoritário da empresa de vigilância. Os PMs e bombeiros faziam parte do núcleo da segurança E os representantes da lavagem de dinheiro tinha um CEO de um cassino na República Dominicana. Segundo a investigação, a quadrilha era armada e especializada na prática de crimes de sonegação fiscal, duplicata simulada, lavagem de capital e evasão de divisas. Aponta, inclusive, para a prática de diversos ilícitos, tais como: falsificação de notas fiscais; não emissão de nota fiscal na operação de venda de mercadoria tabagista; o não desconto, nem o recolhimento de ICMS incidente, oque causou prejuízo à ordem tributária e ao patrimônio público federal e estadual; a comercialização de cigarro produto de crime de sonegação fiscal e duplicata simulada; corrupção da policial federal e policiais militares para vazarem informações sigilosas e deixarem de executar dever de ofício (efetuar prisão e apreensão); aliança com facções criminosas para comercializar a mercadoria do grupo nos territórios dominados; õ envio de valores ao exterior (através de dólar-cabo) sem declaração; prática de atos de branqueamento de capital no país e no exterior, movimentando, de forma dissimulada e oculta. FONTE: Ministério Público Federal

Mulher usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar extorsões via whatsapp. Em uma delas, uma vítima foi cobrada por não ter comparecido a suposto encontro com garota de programa e teria que ressarcir os paramilitares

Grupo usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar o que se chamava de gulpe da p… extorsão. O caso foi descoberto no ano passado. Na ocasião, um homem procurou a 17ª DP (São Cristóvão) .alegando que teria sido vítima de extorsão ocorrida perpetrada através de mensagens recebidas WhatsApp nas quais o interlocutor se identificava como “miliciano” e exigia o pagamento de valores, em razão da contratação de uma “garota de programa” e, por não ter comparecido ao encontro, a vítima teria causado prejuízo para a milícia, o qual deveria ressarcir. Após um trabalho de inteligência, foi descoberto nas contas google regisrradas em nome de uma mulher chamada Rayene foram localizados vários “prints” de mensagens idênticas às enviadas a vítima destes autos, indicando a prática de outros delitos de ameaça e extorsões. Na sua conta, foi encontrado ainda um passo a passo de como aplicar o golpe (golpoe das p.. extorsão) que indica que o mesmo modus operandiera utilizado na prática de outros delitos. O PM cujas fotos foram enviadas à vítima informou que havia tomado ciência anteriormente de que suas fotos vestindo fardamento estão sendo utilizadas por um grupo criminoso especializado em extorsões. FONTE: TJ-RJ

Guerra prosseguiu durante todo dia no Morro dos Macacos (CV x TCP) e teria se estendido para o São Carlos

O Dia das Mães dos moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, foi ao som de um intenso tiroteio. Os disparos começaram ainda na madrugada deste domingo (11) e continuaram ao longo do dia. Houve registro de tiros às 01h00, 02h00, 04h20, 10h30, 13h12, 14h15, 20h00 e 21h15. A Polícia Militar segue com o policiamento intensificado na região. Até o momento, sem registro de prisões ou apreensões neste fim de semana mas há informação de pelo menos um ferido. Muitos videos com.o som dos tiros foram divulgados na Internet. Pelas redes sociais, estão sendo divulgados vários boatos sobre a disputa no Morro dos Macacos . Um deles diz que teria ocorrido um suposto golpe interno na quadrilha que comanda a comunidade. A informação mais recente é que o: CV não conseguiu tomar o Morro dos Macacos. TCP continua com o controle da região. Leia relatos de moradores. Moro depois da UERJ e ouvi as bombas o som assustador de uma guerra !😳😢 Tiroteio intenso. Armamento pesado. Moradores em Pânico. Sair aqui de mesquita pra.passar o dia aí no morro com minha mãe o coro já estava comendo.. ninguém conseguiu subir o morro Horrível!! Fiquei com pena de vê uma pessoa passar na minha janela falando com alguém que não tinha como subir pra passar o dia das mães com a mãe dela por causa do tiroteio, que por isso ia voltar.Me deu pena da pessoa A noite foi um terror…. durante o dia a mesma coisa e agora voltou novamente.Que tristeza.Quando isso terá fim?! As redes ainda informaram que a guerra se estendeu para o Complexo de São Carlos, no Estácio, com relatos de um bonde do Comando Vermelho dos morros do Fallet, Turano, Providência, Prazeres, Mangueira Juramento e Penha. O aplicativo Onde Tem Tiroteio informou que tiros foram ouvidos na comunidsde por volta das 21h19. FONTE: Fogo Cruzado RJ, PMERJ, Página Band Net News (Twitter), jornalista Bruno Assunção (Whatsapp) ; Onde Tem Tiroteio, Páginas Alerta Vila Isabel Original. e Informe Vila Isabel (Facebook)

Homem que matou a ex após marcar um encontro na internet já havia tacado fogo na casa da vítima por não se conformar com o fim da relação

O suspeito de matar a facadas Fabíola Coutinho de Andrade, de 25 anosem Benfica após forjar um encontro de internet foi encontrado por PMs detido por populares Os policiais retiraram o criminoso do local, pois havia risco de linchamento por parte da população. O padrasto da vítima declarou, em sede policial, que ela manteve um relacionamento com o indiciado que, por não aceitar o término, ateou fogo na casa da ofendida e também a ameaçava de forma constante. O corpo da vítima foi encontrado cerca de 300 metros distante de onde o homem foi detido e apresentava múltiplas perfurações. O instrumento utilizado para cometimento do delito não foi localizado. Posteriormente, foi entregue à Polícia Civil uma gravação contendo as imagens do crime, onde se verifica que o acusado, encapuzado, aguarda por alguns minutos a passagem da vítima, atrás de um veículo, em um ponto escuro da rua. Posteriormente, com a passagem da vítima, ele corre em sua direção, a joga no chão, desfere diversas facadas contra ela e depois foge. Em sede policial, o conduzido admitiu ter esfaqueado a ofendida. FONTE: TJ-RJ

Suspeitos de movimentar R$ 1,5 milhão do CV para financiar caixinha da facção tentaram ser soltos alegando doenças e até tentativa de suicídio mas não conseguiram

Dois suspeitos que movimentaram juntos cerca de R$ 1,5 milhão para o COmando Vermelho tentaram se livrar da prisão mas não conseguiram. Um deles praticou 1.068 vezes o crime de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e alega que enfrenta problemas psiquiátricos e tentativas de suicídio. Já o outro, praticou esses crimes 1.144 vezes mas diz que é idoso e com comorbidades (ferida no pé decorrente da diabetes e sem tratamento adequado), sustenta esposa, filha e três netos menores. Segundo as investigações, que geraram processo sigiloso em 2024, os dois teriam realizado atividades de branqueamento de capitais, movimentando R$ 1.573.950,77, oriundo de crimes praticados pelo Comando Vermelho. Atuação que teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. Ressalta-se que este fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas, incluindo “(i) a compra e financiamento de armas de fogo, munições e drogas; (ii) a concessão de empréstimos e investimento em tomada de território e/ou recomposição financeira; (iii) o pagamento de “pensão” aos membros da facção privados de liberdade; e, ainda, (iv) o pagamento de propinas a agentes públicos. A prisão deles foi decretada no dia 18.12.24, e cumprida na data de 15.01.25. Segundo a Justiça, não foi evidenciada estarem os indiciados com extrema debilidade motivada por doença grave, na forma do permissivo legal. Impetração que igualmente não logrou demonstrar eventual deficiência quanto ao tratamento médico por parte da SEAP. FONTE: TJ-RJ

Moto Uber morador de Senador Camará (TCP) entrou no Quitungo (CV), teve celular revistado e apanhou de traficantes de chinelo e golpes com o próprio capacete

No dia 15 de agosto do ano passado, o motorista de aplicativo do Uber Moto W.S.M foi abordado por traficantes do Quitungo, em Brás de Pina, que estavam armados fazendo a contenção do local em razão de o local passar por uma guerra entre facções rivais. Quando foi abordado, os bandidos subtraíram seu telefone celular e sua motocicleta. Enquanto estava detido, vários marginais armados passavam e faziam perguntas ao comunicante, até que, ao avistarem no seu telefone celular que ele seria oriundo de Senador Camará, local em que tem uma facção criminosa distinta do Quitungo. Um dos bandidos armados disse que iria falar com o chefe da localidade, vulgo Belão Minutos depois, diversos bandidos armados com armas de fogo, utilizando diversasmotocicletas chegaram ao local e passaram a fazer novas perguntas ao comunicante e a agredi-lo. Cerca de uma hora depois, libertaram o comunicante, contudo, retendo todos os seus bens. Por fim, o comunicantafirma estar com lesões corporais na região da face, pois os marginais lhe agrediram na cabeça, utilizando seu próprio capacete. Os bandidos após vasculharem o aparelho celular do trabalhador, enviaram fotografias do celular através de whatsapp para Belão. “Aí chefe, aí chefe, foto de bandido no celular”. W teve que esclarecer que a fotografia capturada era na verdade da conta do instagram pertencente a outra pessoa, que ele sequer conhece, mas disse acreditar que os criminosos tenham pesquisado a referida conta propositalmente; No ato seguinte, os suspeitos falaram. “Aí, o chefe mandou os caras virem aí”. Logo após, surgiram duas motocicletas com quatro indivíduos armados com armas de fogo do tipo fuzil e pistola, os quais vieram pela Rua Tucunaré, pararam na esquina com a Rua Suruí e começaram a revistar. . após vasculharem os aparelhos celulares, os criminosos liberaram o passageiro, porém mantiveram restringindo a liberdade do declarante no local; Neste momento, um dos traficantes subtraiu os 2 (dois) aparelhos celulares do rapaz, enquanto que outro passou a agredí-lo dando-lhe um) golpe com um chinelo em seu rosto e três golpes com capacete em sua cabeça; Em virtude da agressão na região craniana, sua cabeça começou a sangrar demasiadamente; Após agredí-lo, os criminosos determinaram que o declarante deixasse o local, mantendo-se os autores do fato na posse da motocicleta, dos aparelhos celulares, cartões bancários e dinheiro em espécie do declarante, tendo tudo permanecido no interior da favela. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Justiça decretou preventivas de cinco traficantes do TCP acusados de matar rival do CV em Paraíba do Sul. Guerra de facções aterroriza cidade de 40 mil habitantes

A Justiça decretou a prisão preventiva de cinco traficantes do Terceiro Comando Puro acusados de matar um rival do Comando Vermelho em janeiro quando a vítima estava na porta de sua casa com a esposa na cidade de Paraíba do Sul, no interior fluminense. O crime ocorreu em 30 de janeiro. e vitimou Fábio Miller Rosa Franco. Fábio foi alvejado quando retornava do supermercado, na companhia de sua companheira e, ao estacionar sua moto em frente de casa – situada na Rua Deocleciano Alves de Souza, Caminho de Dentro, um veículo Fiat Argo na cor branca chegou ao local, descendo um homem que atirou na vítima. Com Fábio caído no chão, este mesmo homem se aproximou e efetuou mais disparos, entrando em seguida no banco do carona do carro, retirando-se em alta velocidade na direção ao distrito de Werneck. A companheira da vítima descreveu que Fábio era traficante de drogas com ligações com a facção Comando Vermelho, tendo desavença com traficantes do bairro Liberdade – ligados à facção rival Terceiro Comando. Alguns dos bandidos eram da cidade de Paty do Alferes. Segundo a Justiça, foi mais um episódio de uma sequência de crimes violentos, envolvendo tiroteios, que estão ocorrendo na cidade, tudo dentro de um contexto de uma verdadeira ‘guerra’ entre traficantes de facções inimigas – TCP (bairro Volante e bairro Liberdade) e Comando Vermelho. Esses fatos têm causado pânico na população, não apenas nos moradores desses bairros como também nos moradores de todo o município, pois se trata de uma cidade pequena, de quarenta mil habitantes, não acostumada com conflitos armados entre facções criminosas.” FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) e comparsas tiveram as prisões decretadas por mortes de inocentes durante ataques em outubro

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de seus comparsas Porquinho, Geremias ou Rei do Fumo, Dino e Artilheiro pela morte de dois inocentes durante ataques em vias expressas em 24 de outubro de 2024. Segundo os autos, por volta das 7h45min daquele dia, na pista sentido Centro da Linha Vermelha, nas proximidades do bairro Parque Duque, em Duque de Caxias/RJ, os os bandidos ordenaram que seus subordinados efetuassem disparos de arma de fogo de calibre 7,62mm em via pública, na direção de populares, disparos que acabaram atingindo e matando as vítimas Paulo Roberto de Souza, que exercia atividade laboral ao transportar passageiro em seu veículo GM/Ônix e Geneilson Eustaque Ribeiro,, condutor de um veículo Kia Bongo – K2500 HD, cor branca, que se encontrava parado na via, O inquérito policial apontou através dos depoimentos colhidos em sede policial que os crimes imputados aos denunciados foram cometidos de forma premeditada e coordenada, visando a intimidação da população civil e a desestabilização da atuação estatal na localidade e principalmente, afastar a operação policial que incursionava na Cidade Alta. FONTE: TJ-RJ

Leia como foi o assalto a ônibus na Avenida Brasil esta semana que teve grande repercussão na mídia carioca. Ladrões acusaram PMs de agressão

Leia agora como foi em detalhes o assalto a um ônibus ocorrido na Avenida Brasil durante essa semana que teve grande repercussão na mídia carioca.Os assaltantes abordaram o ônibus da linha Cabuçu x Castelo, na Avenida Brasil. Tão logo ingressaram no coletivo, anunciaram o assalto. Um dos ladrões, na posse de uma arma de fogo, em conjunto com o comparsa, ameaçou e subtraiu os telefones de diversas vítimas que se encontravam no interior do coletivo. Enquanto coletavam os bens, os bandidos ameaçavam os passageiros, dizendo que se não entregassem seus pertences iriam matá-los. O motorista do ônibus, ao avistar a viatura da Polícia Militar, parou abruptamente. Em seguida, os policiais militares, que já haviam sido informados por transeuntes sobre o assalto, cercaram o ônibus e ordenaram que os roubadores se entregassem. Durante a negociação, um dos ladrões pegou a arma e entregou a um dos passageiros, afastando-se em seguida. O passageiro, em posse da arma, colocou-a no chão e, nesse momento, a guarnição adentrou no coletivo, capturando os bandidos e recolhendo o revólver calibre 32, S&W, contendo 02 (duas) munições intactas, além de 09 (nove) telefones celulares subtraídos das diversas vítimas. Os ladrões disseram que foram agredidos pelos PMs. Um deles disse que levou socos na cabeça.Também referiu que as algemas foram muito apertadas e que ficou muito tempo trancado dentro da viatura. O outro falou que levou socos em sua cabeça e tapas em sua orelha. Referiu que as algemas foram muito apertadas. Foi apresentado com lesões aparentes nos punhos. Afirmou que não foi conduzido para a Delegacia de Polícia pelo policial que o agrediu. Alegou que ficou muito tempo dentro da viatura fechada. Nega ter sido submetido a exame de corpo delito. . A Justiça mandou encaminhar os autos para a Corregedoria da corporação FONTE: TJ-RJ

Inteligência da Polícia Civil descobriu tentativa de aproximação do TCP com a maior milícia do RJ mas caso foi arquivado

Procedimento investigatório instaurado por determinação da autoridade policial lotada na Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Polícia Civil – SSINT/SEPOL no ano passado verificou-se que traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro – TCP baseados na Vila Aliança buscaram aproximação da narcomilícia presente nos bairros de Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e adjacências, a fim de aumentarem seu poderio bélico e financeiro, com a finalidade de se organizarem, planejarem e executarem atividades delitivas, em especial a tomada armada de comunidades dominadas por facções rivais, notadamente o Comando Vermelho. Segundo a apuração, os traficantes Sabão de Senador Camará e Vila Aliança, Lacoste do Complexo da Serrinha e Scooby ,do Morro dos Macacos formavam o o trio de líderes do Terceiro Comando Puro, que atuam em parceria com narcomilicianos como o de vulgo Cinco Letras,”, fornecendo apoio mútuo à manutenção ilegal e violenta dos territórios já dominados. Durante a investigação foi autorizada a interceptação telefônica de terminais e o afastamento do sigilo telemático de alguns alvos, entretanto, apesar das mencionadas medidas cautelares terem permitido a identificação de algumas características e dinâmica de atuação do grupo criminoso, bem como terem auxiliado na obtenção e difusão de diversas informações úteis à Inteligência Estratégica de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, como a prevenção de ataques de criminosos a unidades e equipes policiais, a identificação e intervenção nas investidas criminosas para disputa territorial entre organizações criminosas rivais, não foi possível, todavia, identificação precisa dos autores dos eventos. Não houve nos autos a identificação dos agentes e suas condutas ilícitas individualizadas, uma vez que boa parte dos terminais monitorados não se encontrava em utilização ou não apresentou, ainda que em efetivo funcionamento, diálogos com alguma relevância do ponto de vista da persecução penal. Apesar de terem sido detectadas algumas poucas conversas suspeitas, com indícios de cometimento, em tese, de ilícitos penais, no entanto, estas foram mantidas de forma truncada, não sendo possível identificar a dinâmica em toda a sua completude, apesar dos esforços da equipe de análise.Por isso, careceram nos autos de elementos determinantes da autoria que autorizem o oferecimento de denúncia, e bem como a continuidade da investigação. Por isso, o caso foi arquivado. FONTE: Informação de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima