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Chefão do CV na Grande Fortaleza está escondido no Complexo da Penha

Os setores de Inteligência da Polícia Militar e da Polícia Civil, do Estado do Ceará e as Forças de Segurança do Rio, buscam informações que levem à localização e prisão, do criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV), Carlos Mateus da Silva Alencar, conhecido como ‘Skidum’, de 31 anos. Conhecido também pelos apelidos de “Fiel ou Maestro”, ele se escondendo no Complexo da Penha ou na Maré, dois dos principais redutos do CV no Rio, e tem como principal aliado o narcotraficante Edgar Alves de Andrade, o Doca da Penha ou Urso”, de 55 anos, um dos criminosos mais procurados pelas autoridades do Rio de Janeiro, e considerado pelo sistema carcerário de “Altíssima Periculosidade”, com 32 mandados de prisão, expedido pela Justiça Fluminense. “Skidum”, consta na lista dos mais procurados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), onde é descrito como “chefe de organização criminosa com atuação no bairro Pirambu, em Fortaleza/CE, com antecedentes criminais por homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo” e “indivíduo de alta periculosidade”. Ele estaria envolvido, em pelo menos, 10 homicídios somente nos últimos anos. A maior parte das execuções ocorreu no contexto do conflito entre as facções CV e Massa Carcerária, surgida após um racha na organização criminosa de origem carioca. Uma das exceções é o assassinato do blogueiro Givanildo Oliveira da Silva, o Gigi do Pirambu News, crime ocorrido em 7 de fevereiro de 2022. A trajetória criminosa do traficante é mais antiga que as denúncias recentes, vindo, pelo menos, desde 2015. Naquele ano, “Skidum”, foi denunciado junto com outro comparsa, pelo assassinato do pescador Antônio Farias Barbosa no Pirambu. Conforme consta da referida denúncia, o fato teria sido motivado por vingança, posto que os acusados pretendiam revidar a morte do irmão do denunciado Victor de Sousa, além do fato de acreditarem que a vítima seria informante da polícia”, diz a sentença que pronunciou os dois. Ele ainda foi denunciado pela morte do chefe do tráfico da comunidade de Areia Grossa e de uma outra vítima em 2021. Mesmo estando escondido no Complexo da Penha, ele continua a comandar as ações criminosas no bairro Pirambu. Contra ele constam seis mandados de prisão, pelos crimes de Tráfico de Drogas, Homicídio, Furto, Ameaça, entre outros e por interromper o monitoramento por tornozeleira eletrônica que lhe havia sido imposto por estar cumprindo pena em regime aberto por furto Então, quem tiver informações sobre sobre a localização do traficante “Skidum” e Doca da Penha”, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

RD puxador de guerra do CV na Zona Oeste do Rio tem prisão decretada por homicídio de homem que foi atraído para a morte com proposta de trabalho

,A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante RD apontado como puxador de guerra do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio pelo homicídio dr Wesley Ferreira cometido em 10 de fevereiro. Uma testemunha afirmou que o crime foi ordenado por RD e executado por um comparsa vulgo Jotinha. . A vítima foi atraída para a morte pois foi chamada por uma mulher para realizar orçamento de uma obra. A vítima foi executada por disparos desferidos do interior de um automóvel. Sua morte foi encomendada para garantir o poder de organização criminosa disposta a tomar o comando da localidade onde o fato ocorreu e onde a vítima morava. O local onde o fato ocorreu (não revelado nos autos disponíveis para consulta) é de difícil – quiçá de impossível acesso para a atividade da polícia preventiva e investigativa – onde impera a lei do silêncio, razão pela qual deixa os moradores vulneráveis e expostos, abalando a comunidade, repercutindo de forma negativa, gerando sensação de impunidade, sendo merecida a prisão dos denunciados. Jotinha e a mulher também.tiveeam as prisões desempregadas. FONTE: TJ- RJ

Preso um dos chefes do tráfico na Vila Kennedy (CV) e responsável por ataque a condomínio residencial que aterrorizou moradores do Catiri. Ele também mandou incendiar postes e deixou dezenas sem internet

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam um criminoso apontado como líder do tráfico de drogas da Vila Kennedy. Ele seria o responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. O homem foi capturado, nesta terça-feira (22/07), na localidade onde atuava, na Zona Oeste do Rio. De acordo com as investigações, o traficante também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores da comunidade do Catiri, também na Zona Oeste. Além disso, ele teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para dezenas de famílias. O objetivo era impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. Nas redes sociais, ele ostenta imagens portando armas junto de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As investigações continuam para identificar outros integrantes da facção criminosa. FONTE: PCERJ

Oruam xingou policiais de “fdp e c” e desafiou autoridades nas redes sociais dizendo para irem prendê-lo no Complexo da Penha e que é filho de Marcinho VP (CV)

Uma testemunha afirmou que o rapper Oruam xingou o delegado Moyses Santana de fdp durante incidente que acabou levando o filho do traficante Marcinho VP a ter a prisão temporária decretada. A testemunha disse que Oruam se encontrava com alguns amigos em sua residência; que em determinando momento o rapper e os outros saíram do imóvel com a finalidade de jantar. Em seguida, ele ouviu uma confusão na rua e percebeu que se tratava de uma abordagem policia. Disse que viu alguns amigos do rapper sendo abordados e saiu do imóvel com o fim de “proteger” Oruam. Neste momento, a testemunha afirmou que reconheceu o delegado como sendo um dos policiais que realizavam a abordagem; que neste momento seu cliente e seus amigos começaram a resistir a abordagem policial, com a finalidade de atrapalhar a ação legítima dos policiais. Segundo ele, os amigos de Oruam atearam pedras portuguesas contra a equipe policial; que a equipe policial teve que retrair e solicitar apoio a fim de resguardar sua integridade física; que após a equipe policial se afastar a fim de se proteger, Oruam e seus amigos se evadiram do local. Falou que ouviu Oruam xingar o delegado de fdp, que logo em seguida as equipes de apoio chegaram ao local; que o declarante acompanhou as equipes durante as buscas dos autores pelo imóvel onde reside Oruam; que no local foi encontrado apenas o amigo do rapper, chamado Pablo, que foi o principal instigador contra a abordagem policial e um dos homens que resistiu a abordagem, causando todo o incidente; que nada mais disse nem lhe foi perguntado”. O delegado Moyses Santana disse que na noite de ontem recebeu informação de que o foragido Menor Piu estava na residência de Oruam no bairro do Joá. Ele determinou a reunião de um grupo de policiais com o fim de diligenciar até o local e aguardar o momento em que o alvo deixasse a residência para efetuar o cumprimento do mandado de busca e apreensão de adolescente infrator. Segundo o delegado, Menor Piu é integrante da facção Comando Vermelho, sendo um dos maiores roubadores de veículos do estado e, também, é segurança pessoal do traficante Doca . Ele ostenta diversas fotos portando armas de fogo em suas redes sociais Moyses e o policial Alexandre chegaram ao local, em uma viatura descaracterizada; que permaneceram no interior da viatura realizando o monitoramento da residência; que, em determinado momento, perceberam uma movimentação na frente da residência e identificaram que Menor Piu estava saindo com um grupo de pessoas; que decidiram realizar a abordagem e determinaram que todos os indivíduos, em torno de 05 (cinco) encostassem na parede e realizaram a revista pessoal; que logo em seguida anunciaram a apreensão do adolescente bem como de seu aparelho de telefone celular e cordão e o conduziram a viatura; que no momento em que se aproximaram da viatura, Pablo , começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam apareceu na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro. O delegado disse que Alexandre foi atingido por duas pedras; que em consequência da resistência a ação policial, Menor Piu acabou se evadindo; que seu telefone e seu cordão foram apreendidos pela equipe policial. Logo depois, Oruam e seus comparsas desceram e partiram em direçao ao declarante e seu companheiro proferindo diversos xingamentos tais como “C… fdp..e em seguida, “, proferindo ameaças de morte contra o declarante e Alexandre afirmando, ainda, ser filho de Marcino VP ; que os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe. Segundo Santana, a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; que logo em seguida as demais equipes chegaram ao local; que na chegada foi verificado que Pablo, ao avistar a aproximação das equipes se evadiu para o interior do imóvel; que então as equipes ingressaram no imóvel com a finalidade de buscar os autores dos crimes localizando PABLO Pablo no interior da residência. Oruam e os demais se evadiram do local antes da chegada das equipes policiais; que Pablo foi autuado em flagrante pelos crimes de desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio público qualificado. O delegado disse que logo em seguida Oruam iniciou uma série de postagens em redes sociais onde desafia a polícia a efetuar sua prisão no interior do complexo da Penha, área sob forte influência da facção Comando Vermelho e local de residência de Menor Piu; que seguiu desafiando as forças do estado afirmando ser filho de Marcinho VP, um dos principais líderes da facção Comando Vermelho atualmente preso em presídio federal; que, por fim, ressalta que é o segundo integrante da facção Comando Vermelho que encontrado homiziado no interior da residência de Oruam no período de 06 (seis) meses, demonstrando estar estável e permanentemente associado a traficantes da referida facção; que, em 26fev25 foi preso um integrante da facção que possuía mandado de prisão preventiva pendente pelo crime de organização criminosa e portava uma pistola com numeração suprimida e kit rajada no interior da residência de Oruam; que nada mais disse”. O policial Alexandre disse que assim que anunciaram a apreensão de Menor Piu, Pablo começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro; que o declarante foi atingido por duas pedras; Disse que Oruam desceram e partiram par cima dele e do delegado proferindo diversos xingamentos tais como “Cuz” e ‘fdp”.e o rapper afirmou ainda que era fiho de Marcinho VP . Os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe; que a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; FONTE: TJ-RJ

Justiça transfere de Belford Roxo julgamento de irmãos PMs (um deles envolvido com a milícia) acusados de duplo homicídio contra vítimas que praticavam estelionato e que tiveram os corpos carbonizados

Dois policiais militares que são irmãos foram pronunciados perante o Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo, por suposta prática de duplo homicídio qualificado em 2021 e irão a júri popular. Entretanto, o Ministério Público solicitou o deslocamento do julgamento de competência do Tribunal do Júri para outra cidade alegando que sendo feito na Comarca de Belford Roxo ou vizinhas da Baixada Fluminense não será revestido da indispensável imparcialidade exigida por lei, uma vez que os acusados, além de serem policiais militares, há forte indicação de um deles ser integrante da milícia atuante no mesmo bairro onde os pronunciados residiam e por onde as vítimas passaram antes de serem levadas ao local em que foram brutalmente executadas. O pedido foi aceito pela Justiça.  Dos autos de origem é possível verificar que a denúncia narra que os requeridos são acusados de serem mandantes de duplo homicídio qualificado, crimes cometidos para assegurar a impunidade de outro crime, eis que os ambos e as vítimas estavam envolvidos na prática de delito de estelionato, ocorrido dias antes dos fatos em exame. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados, tendo uma das testemunhas dito que os irmãos  são policiais militares, e que já tinha ouvido comentários de que o primeiro era “um cara mau e sinistro”. Situação demonstrada que vincula os homicídios para “queima de arquivo” a respeito de crime de estelionato praticado contra terceiro.  E tais circunstâncias fáticas, que sinalizam para a necessidade de preservar o interesse e a ordem pública, uma vez que geram dúvida de que não só as testemunhas, como também os jurados locais possam ser influenciados ou coagidos, comprometendo a imparcialidade do julgamento perante o Júri Popular. O processo tramita em sigilo. FONTE: TJ-RJ

Somente depois de quatro anos do crime, Justiça decretou preventiva de miliciano suspeito de matar homem que teve envolvimento com o tráfico em São Gonçalo

Depois de quatro anos, a Justiça decretou a prisão no ano passado de um suposto miliciano vulgo Mãozinha que matou um homem no bairro do Gradim, em  São Gonçalo em agosto de 2020. A vítima foi Vilson Oliveira Neto, o Dentinho, e foi executada como retaliação a atuação deste junto ao tráfico ilícito de entorpecentes no passado. Dentinho já havia pertencido ao Comando Vermelho. Além de ter sido espancada na região da cabeça, a vítima foi alvo de diversos disparos.” Na época dos fatos, estava um contexto de muitas mortes ligadas à milícia. Que as pessoas que eram mortas eram relacionadas ao tráfico, ou praticavam furtos, essas coisas. Um comerciante foi morto na mesma ocasião. Ele morava no local há 40 anos e ele se recusou a pagar taxa para os paramilitares.  A milícia agia no Gradim, Porto Velho, Campo da Brahma, Paraíso.   Vilson acreditava que, por na época dos fatos já não estar mais no tráfico, estar trabalhando legalmente, que não aconteceria nada. Que na época, a filha da vítima tinha acabado de fazer 01 aninho. FONTE: TJ-RJ

Supostos milicianos são suspeitos de matar homem em Anchieta por ele ter entrado na Justiça contra empresa de segurança

Supostos milicianos são suspeitos de matar Moisés Alves Ramos em Anchieta por ele ter ajuizado reclamação trabalhista contra uma empresa de segurança. Eles tiveram as prisões preventivas decretadas.  Foram colhidas imagens de câmeras de segurança da rua onde ocorreu a morte e elas apontam que um automóvel aparentemente Hyundai HB 20, de cor branca, com vidros escurecidos, placa Mercosul, em alta velocidade, passou no local e executou a vítima.  Foi apurado que um dos suspeitos do crime teria alugado este veículo, na data dos fatos, e que ele trabalhava prestando serviços de segurança para algumas lojas do Mc Donalds.  A esposa da vítima narrou que ela também já havia exercido esta função e que tinha pendências trabalhistas com a empresa de segurança. Solicitadas as informações do rastreador do veículo acima que estava alugado, apurou-se que ele rondou a casa da vítima e que teria passado em uma oficina de propriedade de outro suspeito do crime. Ocorre que as imagens do rastreador foram corrompidas no horário apontado pelas câmeras de segurança como o da suposta ocorrência do crime, indicando que foi manipulado.  Surgiu boato de que Moisés teria sido morto  por ter sido confundido com o policial militar, conhecido por “Bil , que tinha o mesmo porte físico e um carro da mesma cor, muito parecido com o carro de Moisés.  Os denunciados conhecem o local onde a vítima morava e onde residem seus familiares que temem por suas vidas FONTE: TJ-RJ

Santíssimo, bairro da Zona Oeste do Rio, tinha milícia

Uma milícia vinha atuando no bairro de Santíssimo, na Zona Oeste do Rio. O bando praticava extorsões a comerciantes. O chefe do grupo era um indivíduo conhecido como João da Jacutinga. Uma das áreas onde ocorriam as extorsões era a Rua Itaquê. A polícia flagrou um homem entrando e saindo de uma barbearia. O suspeito foi abordado e admitiu que era cobrador da milícia mas não usava armas de fogo. Com ele, foi encontrado cerca de R$ 2.000 FONTE: TJ-RJ

Relatório do TJ-RJ aponta que havia um grupo que extorquia garotas de programa e ambulantes no Centro de Niterói. Criminosos foram condenados

Segundo a Justiça fluminense, havia um grupo intitulado ‘Milícia de Niterói’ constituindo para o fim específico de cometer crimes de extorsão, roubo e lesão corporal na região do Centro da ex-capital do Estado do Rio de Janeiro tendo como vítimas garotas de programa que laboram no local. Eles também cobravam vantagem indevida dos trabalhadores ambulantes e autônomos da rua São João. Três integrantes foram condenados a penas de 10 e 12 anos de prisão. Os criminosos em janeiro de 2024 usando uma faca assaltaram duas mulheres e roubaram delas R$170,00 (cento e setenta reais) em espécie e um aparelho celular, O líder do grupo realizava o -monitoramento e segurança de algumas das ruas no Centro de Niterói, tais quais a Visconde do Uruguai, São João e Visconde de Itaboraí.partir da contratação de ambulantes do local e algumas lojas e mediante o pagamento de “taxas” O bando instalou o medo na região, cometendo crimes de roubo e lesão a fim de constranger as vítimas a realizarem os pagamentos futuros ou puni-las, quando não o fazem. As garotas de programa, por exemplo, afirmaram que pagavam a “taxa de segurança”, entre R$ 100,00 (cem reais) e R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para o grupo autodenominado “Milícia de Niterói” e, diante da sua não aceitação em realizar o pagamento, os criminosos passaram a receber valores para ameaçar, agredir e roubar as vítimas. Momentos antes do roubo citado acima, um dos bandidos com o nítido intuito de intimidar as vítimas a respeito da cobrança dos valores semanais, se aproximou das mulheres e disse; “É né? Vocês estão fazendo programa né? Não pagam nada, acho melhor vocês saírem daí, os caras estão vindo aí, fiquem espertas Cinco minutos depois das ameaças, outros homens chegaram e as abordaram,; “Não corre não, senão vou furar as duas”.com uma faca nas mãos. Um dos integrantes do grupo disse que lhe ordenaram que ameaçasse pessoas na rua, para que elas se sentissem com medo da rua e de possíveis roubos. Falou que o bando exigia R$150,00 para as meninas que trabalham na rua; e que havia sempre grave ameaça para as pessoas pagarem estes valores, sob a ameça de poderem ser roubadas ou agredidas; Um policial civil afirmou que quando ainda estava lotado na 76ª, que se recorda da investigação do grupo ”milícia de Niterói”, que inicialmente teve um registro de roubo contra uma das vítimas, que ai começaram a ter denúncias de comerciantes e pessoas que trabalhavam na rua, que estavam sendo vítimas de extorsão, que estava sendo cobrado valores para que seja possível trabalhar ali; que as próprias meninas – 14 – começaram a ir lá na delegacia, e elas falaram de mais alguns casos, então foram alguns episódios de violência contra elas; que era proposto para elas o valor de 150 reais por semana para que pudessem trabalhar tranquilamente; que elas disseram que já trabalhavam lá há muito temo, que em outros momentosoutras pessoas já tentaram cobrá-las, que elas nunca pagaram, mas que dessa vez tiveram que recorrer à delegacia, que todas tiveram depoimentos muito coerentes, que todas reconheceram sem muita dificuldade os autores, FONTE: TJ-RJ

Traficante Flamengo (TCP) e membros de sua quadrilha tiveram as prisões decretadas por homicídio de suposto X9 vinculado a milícia

O traficante Flamengo do Barro Três em Duque de Caxias e membros de sua quadrilha vulgos Sagaz e Di Ouro, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por um homicídio cometido em março deste ano e tiveram as prisões preventivas decretadas. O crime ocorreu em dia 06 de março de 2025, por volta das 03h30min, os denunciados, em comunhão de ações e desígnios com o adolescente vulgo Abençoado”), invadiram a residência da vítima Edson Ramos Guimarães, localizada no bairro Parque Samiropólis, em Duque de Caxias/RJ, e o executaram com disparos de arma de fogo de calibre restrito (9mm), sob a alegação de que a vítima seria “X9” e teria vínculos com milicianos Segundo a autoridade policial e o Ministério Público os acusados integram organização criminosa armada com domínio territorial (facção TCP), o que evidencia risco de reiteração delitiva; “ Surgiram nas redes sociais hoje a informação que dois jovens teriam sido sequestrados por traficantes do Bairro 3 após serem confundidos com bandidos rivais. FONTE: TJ-RJ

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