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Comando Vermelho

Mulher foi atingida por bala perdida em confronto entre traficantes e milicianos em Bangu

Tatiane Werneck, de 43 anos, foi atingida por uma bala perdida enquanto conversava com amigos na calçada, na noite deste sábado (26), no Jardim Bangu, Zona Oeste do Rio, que foi palco de confronto entre traficantes e milicianos. Ela foi socorrida e passou por cirurgia. .Seu quadro de saúde é estável. Não corre risco de morte. Na madrugada deste domingo, traficantes da Vila Kennedy (CV) realizaram um ataque na comunidade do Catiri (MLC). Os criminosos do CV utilizaram um drone para monitorar a movimentação de milicianos do GAT do Montanha, que estavam acompanhados por traficantes da Vila Aliança (TCP). FONTE: Fogo Cruzado

Arsenal de guerra foi apreendido na Rodoviária do Rio. Saiu do Complexo do Alemão (CV) e ia para Fortaleza

O BPTur interceptou um carregamento pesado: Seis carabinas HK G36 MET 9mm, 21 carregadores, cinco lunetas e oito tripés apreendidos. O arsenal foi apreendido na Rodoviária Novo Rio, Santo Cristo, no último (26/07). Passageiro foi abordado ao tentar embarcar em coletivo. O arsenal seguiria para Fortaleza/CE e teria saído do Complexo do Alemão. O suspeito preso e o material foram levados à 4ª DP. FONTE: PMERJ

CV continua tomando áreas da milícia em Itaguaí

Traficantes da Reta, Sem Terra, Brisamar e diversas outras comunidades do Comando Vermelho invadiram a localidade da Mangueira de Itaguaí e expulsaram os milicianos do GAT do Naval, que atuavam anteriormente na comunidade, recuando para Chaperó (NV/Z). Itaguaí vem sendo um dos principais pontos de expansão do Comando Vermelho. Bandidos da Vila Kennedy, Complexo da Penha e Grão Pará (CV) vem tentando tomar a cidade para tentar montar um cinturão e se expandir na Zona Oeste do Rio. FONTE: Submundo Criminal (Facebook)

Marreta e Sam da Caicó, ambos CV, foram transferidos para presídios federais fora do RJ

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) informa que, na manhã deste sábado (26), foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas/PR dois presos de alta periculosidade: Luiz Cláudio Machado, vulgo “Marreta”, e Aleksandro Rocha da Silva, vulgo “Sam do Caicó”, reconhecidos como lideranças do Comando Vermelho. Ambos estavam custodiados em celas isoladas no presídio de segurança máxima Bangu 1. O embarque ocorreu às 6h15, no Aeroporto Santos Dumont, sob rigoroso esquema de segurança. Ao chegarem a Catanduvas, os detentos foram imediatamente recebidos e escoltados por equipes especializadas da Polícia Penal Federal, que assumiram a custódia e garantiram a condução segura até a unidade prisional. Condenações:• Luiz Cláudio Machado (“Marreta”) – pena total de 133 anos e 4 meses, por roubo agravado, associação criminosa, sequestro e outros crimes graves.• Aleksandro Rocha da Silva (“Sam do Caicó”) – pena total de 147 anos e 3 meses, por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, associação para o tráfico e roubo qualificado. Essa transferência reforça o compromisso do sistema penitenciário em manter a ordem, a segurança das unidades prisionais e combater as organizações criminosas. A SEAP permanece atuante para garantir um ambiente seguro e controlado, em defesa da sociedade.

Chefão do CV na Maré teve prisão decretada suspeito de mandar matar homem que veio do Espírito Santo se encontrar com traficante do TCP mas entrou em comunidade errada. LEIA TODOS DOS DETALHES DO CASO

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante LC, apontado como um dos chefes do tráfico na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, área do Comando Vermelho. LC é suspeito de no dia 24 de janeiro, privar a liberdade de J.B.F, mediante cárcere privado, causando-lhe grave sofrimento moral e psicológico, na medida em que a vítima foi subjugada por muitos homens desconhecidos e hostis, fortemente armados, que a tiraram do veículo que trafegava, a levaram para um galpão, quando decidiram, na sua presença, se seria ou não morta naquele momento e de mandar matar um homem que veio do Espírito Santo se encontrar com um traficante do Terceiro Comando Puro. A vítima fatal Júlio Coutinho veio do Espírito Santo juntamente com J.B.F motorista de aplicativo contratado, com destino a Comunidade do Timbau, dominada pela facção TCP (Terceiro Comando Puro). Ao errarem o caminho, foram parar na Comunidade Nova Holanda, dominada por traficantes da facção rival CV – Comando Vermelho, oportunidade em que foram abordados por elementos fortemente armados, que determinaram que ambos descessem do veículo. Traficantes do Comando Vermelho mantiveram as vítimas por relevante lapso de tempo subjugadas em um galpão, aguardando a chegada de LC. O bandido decidiu, após consultar integrantes do Comando Vermelho de outros entes federativos, através de grupos de WhatsApp, determinar a morte de Júlio. LC convencido de que a vítima sobrevivente era motorista de aplicativo, determinou que a mesma levasse o corpo de Júlio até traficantes do Terceiro Comando Puro. J.B.F ao se dirigir com o corpo para o hospital mais próximo, encontrou com PMs no caminho.” Ele contou que na data da viagem foi buscar o passageiro que apenas sabe chamar Coutinho. Que ao chegarem ao Rio de Janeiro, ingressaram na comunidade da Maré; Que assim que entraram na comunidade no endereço sito na Rua Bittencourt Sampaio, foram abordados por elementos fortemente armados que determinaram que ambos desembarcassem do veículo; (…) Disse que os traficantes ao identificarem que o destino da corrida era para a comunidade do Timbau cercaram o declarante e “Coutinho” e a pé os escoltaram até a Rua Princesa Isabel com a Rua Carmela Dutra, no interior da comunidade Nova Holanda.; No referido local existe uma estrutura assemelhada a um banheiro, onde foram obrigados a ficar; Que o lugar não era em uma casa apenas uma estrutura; Que durante todo periodo em que ficaram aguardando perceberam a presença de diversos elementos, uns armados e outros não; Que a rotatividade era grande; Que os elementos que estavam armados diziam a todo momento “que eles iriam morrer”; Que os elementos pertencentes ao tráfico de drogas da comunidade Nova Holanda transitavam em motos e sempre portanto armas longas de grosso calibre do tipo fuzil; Que sempre que o declarante e “Coutinho” perguntavam o que os traficantes iriam fazer ou o que estavam aguardando obtinham a resposta de que estavam aguardando a chegada do indivíduo de vulgo “LC” pois somente este teria autoridade para determinar o que seria feito; Que por volta das 20h50min chegou a o local um homem medindo aproximadamente 1,80m, moreno, compleição física forte, voz grave, nariz largo e cabelo baixo; Que ficou sabendo tratar-se do vulgo “LC”; Que “LC” trajava bermuda jeans e uma camisa de tonalidade escura; Que no local “LC” ordenou aos seus comandados que levassem o declarante e “Coutinho” para dentro de uma construção assemelhada a um galpão, coberto e sujo de graxa, passando por uma pequenina porta, através de um muro grande; Que no interior da estrutura foram obrigados a sentarem no chão em cima das mãos; Que neste momento o declarante teve a certeza de que iria morrer e tentou argumentar com “LC” alegando que era trabalhador e teria apenas aceitado a corrida na condição de motorista de aplicativo e que não pertencia a nenhuma facção criminosa; Que nunca teve envolvimento com o tráfico; Que diante do narrado pelo declarante “LC”, teria se afastado junto a outros comparsas por aproximadamente 10 minutos; Que ao retornar “LC” disse ao declarante “Vem cá Uber, aqui a gente não faz covardia com ningupem, liguei para o Espírito Santo e disseram que você é trabalhador, mas ele (apontado para Júlio) ninguém pediu por ele. Nos grupos de Minas, ninguém conhece ele. Então, ele é do TCP mesmo, se eu LC deixar ele sair, serei cobrado depois”. Em seguida, J.B.F ouviu disparos de arma de fogo e que pelo barulho disse ser possivelmente de fuzil; Que os tiros eram ouvidos de dentro do galpão enquanto o declarante era liberado; Que um traficante ordenou ao declarante que pegasse o corpo de “Coutinho” que estava dentro do galpão, já sem vida e ensanguentado e colocá-lo na mala do carro. Que como havia uma caixa de som na mala do carro não havia espaço, sendo portanto colado no banco traseiro do veículo; Que dois traficantes entraram na frente e o declarante percebeu que pelo menos o carona portava arma de fogo do tipo pistola; Que J.B.F ficou no banco de trás junto ao corpo de “Coutinho”; Que os traficantes transitaram com o declarante e o corpo de “Coutinho” pelo interior da comunidade; Que em determinado momento os traficantes pararam o carro e disseram ao declarante que ali seria a divisa entre as áreas do Comando Vermelho e TCP. Que no referido local já se encontrava “LC” e outros traficantes armados fazendo a sua escolta; Que “LC” entregou o telefone celular do declarante e ordenou que seguisse em frente rumo ao destino preterido anteriormente; Que o local informado como divisa pelos traficantes chama-se Baixa do Sapateiro, faccionada ao grupo criminoso Terceiro Comando Puro; Que ao seguir caminho pelo interior da Comunidade Baixa do Sapateiro se deparou com outro grupo de traficantes fortemente armados; Que os traficantes pertenciam a facção Terceiro Comando Puro; Que pediu ajuda ao grupo narrando todo o ocorrido; Que enquanto narrava o ocorrido foi interpelado por um traficante aparentando ter entre 40 a 50 anos, baixo, moreno, cabelos grisalhos, que supõe ser elemento influente no comando da facção local; Que

Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do CV de Madureira suspeitos de matar mulher que teve conversa com um suposto PM flagrada em seu celular

A Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do Morro da Congonha (CV) em Madureira, vulgos Leandrinho, Nem, Graveto ou GVT, Zebrot, Vitinho, WL, Marcinho do Fubá e Erê, pelo assassinato de Amanda de Oliveira . Uma testemunha afirmou que Amanda foi morta por traficantes da comunidade onde residia e que a mesma já havia sido agredida em outra oprtunidade, por se negar a sair com bandidos locais. Afirma que uma mulher acessou o telefone da vítima, onde printou a conversa com um suposto policial militar e entregou ao traficante de nome Vitor, o qual chamou a vítima para a parte alta da comunidade, onde foi agredida. Uma parente de Amanda disse que a vítima frequentava bailes, além de fazer uso de substâncias ilícitas. Um dos suspeitos conto que conhecia a vítima e revelou ainda que Amanda seria garota de programa e que apenas soube da morte dela através de sua mãe, sem saber a motivação do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com violência extrema, em plena luz do dia. O local onde as agressões ocorreram possuía outras pessoas presentes, o que demonstra o pouco valor que os denunciados têm pela vida alheia e pelo bom cumprimento das leis de forma que nada impede a prática de novos delitos para impedir o bom curso da marcha processual, colocando em risco a integridade física de todas as testemunhas. FONTE: TJ-RJ

Depois de quase sete anos, Justiça decretou prisão preventiva de dois traficantes do CV suspeitos de matar homem acusado por eles de estuprar uma criança em São Gonçalo

Depois de quase sete anos, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Comando Vermelho vulgos Macaquinho e DG por um homicídio cometido em 2018 contra um acusado de cometer estupro na comunidade Jardim Bom Retiro, em São Gonçalo. Francisco Alves de Oliveira foi morto em 27 de setembro daquele ano Na época, ele foi acusado por traficantes na localidade de ter estuprado uma criança. Por esta razão, traficantes executaram a vitima; O homem foi executado a mando do traficante que determinou sua morte para que pagasse pelo suposto crime de estupro. Ele era proprietário de um cicle. Mas este não foi o único homicídio que Testa foi acusado. Ele teria mandado matar também Leandro José Marques em janeiro de 2019. A vítima foi executada por sua suposta ligação com a faccção Amigos dos Amigos (ADA). FONTE: TJ-RJ

CV teria conseguido retomar o Fubá

Traficantes do Comando Vermelho fizeram registros dentro do Morro do Fubá em Cascadura. Indivíduos ligados à facção retomaram novamente o controle da comunidade, que havia sido perdido para o TCP após uma operação do 9° BPM A Tropa do BX do Corte 8 tambem fez fotis dentro do Morro do Fubá. As imagems foram tiradas por traficantes conhecidos como ‘Bopezinho’ e ‘Mais de Mil’

Traficantes do TCP tentaram matar sete pessoas em um bar em Nova Iguacu em abril porque elas foram até o Chapadão (CV). Duas morreram e duas ficaram feridas. Quatro tiveram prisão decretada mas mandante se livrou

A,Justica decretou as prisões preventivas de quatro  traficantes do Terceiro Comando Puro vulgos Cathau, WL e Chato, além de Vitor  que estão sendo acusados de abrir fogo contra sete pessoas em um bar em Nova Iguaçu em abril.deste ano matando duas delas (Bruno Thiago de Souza e Lucas Santos Azevedo)  e deixando dois feridos que sobreviveram porque receberam socorro médico eficaz. Os demais alvos  nãoforamm atingidos pelos disparos efetuados pelos criminosos, porque lograram êxito em se proteger e se abrigar do ataque. Segundo os autos, o traficante Sheik, na condição de líder da facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, atuante na Comunidade conhecida como “Três Campos”, Nova Iguaçu/RJ, determinou a execução das vítimas pelos autores imediatos, seus subordinados. O mandante, porém, não teve prisão decretada. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, controle social paralelo imposto pela facção TCP, tendo os denunciados, todos integrantes do grupo criminoso, praticado os crimes pelo fato das vítimas supostamente frequentarem a Comunidade do Chapadão, local dominado por facção criminosa rival – “Comando Vermelho “CV”.  Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção ao interior de um estabelecimento comercial, o qual era frequentado por outras pessoas que também poderiam ter sido atingidas pelos disparos realizados. Os atiradores chegaram ao local em duas motocicletas e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra as vítimas, as quais foram surpreendidos quando estavam em um momento de descontração no interior de um estabelecimento comercial. O delito foi praticado com emprego de arma de fogo de uso restrito, qual seja, de calibre .40 S&W (10 x 22) Uma testemunha disse que duas motos se aproximaram do local com os garupas portando armas de fogo, mais especificamente pistolas; O declarante se recorda que a primeira motocicleta possuía cor vermelha; Que acredita que a marca/modelo seria uma Honda CG 160; Que as motos vieram da rua Doná Madalena e chegaram na Rua Dr. Mário Pinotti manobraram em frente ao mercado Maringá e voltaram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que viu o garupa da primeira moto disparando contra todos os frequentadores do bar e que neste momento o declarante foi atingido quatro vezes e caiu ao solo;  Que após estar caído, falou que os atiradores eram da comunidade dos “Três Campos”, dominda pela facção “Terceiro Comando”; Que acredita que a motivação de deu pelo fato dos frenquantadores do bar e o dono Patrick, frequentam a comunidade do Chapadão, que é dominada pela facção “Comando Vermelho”, para beber e ir ver “pegas de moto”; Contou que o crime vitimou pessoas trabalhadoras como seus amigos Bruno e Lucas.  O declarante ficou internado no hospital Geral de Nova Iguaçu, tendo recebido alta no dia 13/04/2025 e só hoje conseguiu comparecer nessa unidade especializada para prestar esclarecimentos; Um.outro sobrevivente disse que mais cedo foi até a comunidade do chapadão, dominada pela facção criminosa comando vermelho, como costumava fazer; Que o declarante costuma beber em um bar na comunidade e aprecia os “rolézinho” de moto que lá ocorrem.Nesse dia o declarante foi com, dono do bar onde ocorreu o crime investigado por essa especializada; Que por volta de 23:00 horas do corrente dia, o declarante retornou com o amigo e decidiram beber em seu bar; Que a cerca de 00:15 duas motos se aproximaram do local com os garupas portando arma de fogo;  Que o declarante afirma que eram pistolas; Que as motos manobraram e vieram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que na frente do declarante correramquatro vitinas ; Que em ato contínuo o rapaz percebeu que havia sido baleado no ombro esquerdo;. A testemunha conseguiu identificar todos os autores da empreitada criminosa, haja vista o declarante morar na região e já os terem visto andando de motos armados impondo medo nos moradores; Disse ainda que o mandante foi Sheik líder da comunidade três campos, dominada pela facção TCP; Que acredita que devido ao declarante ir até a comunidade do chapadão, tirar fotografias fazendo o sinal do número dois e postar nas redes sociais e gostar as músicas pertencentes a outra facção, o declarante acredita que esse teria sido o motivo da empreitada criminosa; Uma moça que escapou disse q acreditar que a motivação do crime seria pelo fato dos traficantes não aceitarem que outras pessoas tirem fotos, ou façam gestos em comunidades da facção comando vermelho;  FONTE,: TJ-RJ

Suposto operador financeiro do falecido traficante Professor do Alemão (CV) não conseguiu desbloquear seus bens na Justiça. Ele organizava bailes funks na comunidade contratando artistas por valores elevados

Um homem suspeito de lavar o dinheiro para o falecido traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor do Alemão, soliciotu à Justiça a liberação dos valores bloqueados em suas contas bancária. Alega que não foi demonstrada a origem ilícita dos valores bloqueados ou o risco de dilapidação O suspeito argumentou ainda ser produtor de eventos, tendo realizado bailes funk no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, patrocinados pela associação de moradores e bares da região. Afirmou que o depósito identificado de R$ 50.000,00 em favor da empresa não permite inferir seu envolvimento em organização criminosa, destacando não ter conhecimento de eventual esquema ilícito. Defendeu que as provas seriam frágeis e não denotariam os elementos objetivo e subjetivo do crime. O Ministério Público Federal manifestou-se pelo indeferimento do pedido sustentando que a análise dos aparelhos celulares apreendidos na residência do requerente revelou sua afinidade e vínculo habitual com o traficante liderança do Comando Vermelho no Complexo do Alemão e denunciado na Operação Dakovo. Segundo o MPF, as mensagens trocadas emonstram que o requerente organizava bailes funk no Complexo do Alemão sob coordenação e financiamento do criminoso, bem como realizava pagamentos através de suas contas bancárias a mando dele. Tais elementos,segundo o órgão ministerial, revelariam que o requerente atuava como operadorfinanceiro vinculado ao tráfico de drogas.. A invetsigação revelou evidências concretas de movimentações financeiras atípicas por parte do requerente, incompatíveis com seu perfil econômico-financeiro, bem como da identificação de transferência específica realizada para empresa investigada no contexto da organização criminosa cujo sócio administrador foi posteriormente denunciado O conteúdo das mensagens extraídas dos aparelhos celulares apreendidos indica que o requerente não se limitava a organizar eventos sociais de maneira legítima, como alega, mas que atuava sob coordenação e financiamento direto de liderança do tráfico de drogas, realizando, inclusive, pagamentos através de suas contas bancárias a mando de Professor. Tais circunstâncias apontam para um quadro de possível atuação como operador financeiro de organização criminosa. De se notar que o próprio requerente admite em sua petição complementar que produzia bailes funk no Complexo do Alemão, envolvendo movimentações financeiras elevadas, com pagamento de artistas com cachês expressivos e vendas de camarotes a valores significativos. No entanto, sua tentativa de justificar tais atividades como meros eventos patrocinados pela associação de moradores não se sustenta diante das mensagens encontradas em seu aparelho celular, que indicam subordinação ao líder do tráficoi local. FONTE: TRF-BA

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