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Comando Vermelho

Investigação da PF revelou intenso tráfico de armas entre os traficantes no Complexo do Alemão (CV)

A investigação da Polícia Federal revelou como funcionava o tráfico de armas no Complexo do Alemão. O traficante Pezão era o responsável pelo planejamento e execução de todas as ações criminosas de grande vulto da facção Comando Vermelho, incluindo a importação de armas e drogas, o comércio doméstico de entorpecentes, a aquisição de equipamentos antidrones, o vazamento de operações policiais, a realização de transações de câmbio não autorizadas e a lavagem de capitais. Ele exerce total domínio sobre seus subordinados, e sua permanência em liberdade representa a continuidade do comando da ORCRIM.” A investigação revelou um fluxo constante e ilegal de armamentos e munições, com participação central de Indio do Lixão e Pezão. Foi o que ocorreu, por exemplo, nos dias 20 e 30 de março de 2022, quando Índioi e Fhillip da Silva Gregório, alcunha Professor (já falecido), trocaram informações detalhadas sobre a importação de fuzis AR-10 do Paraguai para o Rio de Janeiro. Não por acaso Índio realizou pagamentos pela compra de fuzis em contas de duas empresas ligadas a Angel Antonio Flecha Barrios, um traficante dearmas. Imagens de fuzis, pistolas e munições na nuvem de Índio confirmam que foram enviadas do Paraguai. O financiamento das armas se deu com recursos do tráfico de drogas controlado por Pezão no Complexo do Alemão. As armas contrabandeadas seriam empregadas em confrontos com os órgãos de segurança pública e com facções rivais. As diligências também revelaram o comércio de armas e munição entre Índio e Profesor com anuência de Pezão Em 23, 27 e 30 de março e 4 de abril de 2022, Índio vendeu munições de calibre restrito (9mm e .40) a Professor e Pezão. Em 4 de maio de 2022, Índio e Pezão venderam réplicas de Glock ao traficante Criam (preso)” sem autorização. Em 18 de maio de 2022, Professor vendeu dois fuzis AR-10 a Índio e Pezão no dia 20/3/2022, “Professor” diz a “Índio” que teria frete com destino ao Rio de Janeiro partindo de Pedro Juan Caballero, mas“Índio” diz que o material está localizado em Ciudad del Este, e custaria R$ 3.500,00 por fuzil (“bico”) para transferi-lo de uma cidade para outra Nos diálogos analisados entre “Professor e Indio ” constatou-se que, em sua grande maioria, são relacionados comércio ilegal de armas e munições, com troca de informações sobre o tema, além de acordos para compra e venda. Em 25/3/2022, “Índio” envia foto e vídeo de um fuzil e diz: “chegou”. Em seguida, “Professor” oferece a “Índio” “uns r10”, ou seja, fuzis AR-10.. Em outra data, Índio ” diz que vão chegar mais 200 caixas de munição para fuzil, calibre 762 e oferece a “Professor”. Os dados telemáticos180 comprovaram que, em 3/5/2022, “Profsssor” pergunta se “Índio” gostaria de adquirir fuzis AR-10. Eles combinam o preço de 18 mil dólares por 2 fuzis, mais 2 ou 2,5% para o câmbio. “ Índio” solicita as informações da conta para depósito, e Professor R” envia contas das empresas “Professor” oferece a “Índio” 2 fuzis AR-10. “Índio” aceita, e no dia seguinte pede as contas para depósito. Novamente, “Professor”informa que o preço total: R$ 95.472,00. .

Veja a participação de policiais no esquema envolvendo o deputado TH Joias e o Comando Vermelho

Preso na operação desta semana, o delegado da PF Gustavo Stteel utilizava do seu cargo para beneficiar criminosos, Havia uma íntima relação dele com Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, por meio da qual eles trocam favores ilícitos. O delegado acessou indevidamente a pedido de Dudu o sistema Epol de uso exclusivo de policiais federais para extrair informações a respeito de investigações em andamento em desfavor de “Dudu e de Índio do Lixão. Outro envolvido na quadrilha, ígor Bernardes Brandão tinha ligação com o Comando Vermelho do qual fez negociações suspeitas para Pezão como também se relacionava com o contraventor Adilsinho. Sobre a participação de policiais na quadrilha. o PM Rodrigo da Costa Oliveira era segurança do traficante Índio do Lixão.. Ele era diretamente requisitado para missões de escolta, transporte e segurança pessoal. Em diversas ocasiões, ele organizou com Dudu ” a logística de deslocamentos, define pontos de encontro, horários e até mesmo os veículos utilizados. Sua atuação vai além da simples execução: ele exerce papel de liderança, sendo descrito por “Dudu” como “chefe da segurança” e “peça fundamental” nas operações. Além de sua própria participação, “Costa” também era responsável por recrutar outros policiais militares para compor a equipe de segurança de “Índio, o que demonstra a sua ascendência sobre os demais PMs. Entre os nomes indicados por ele estavam Wesley Ferreira da Silva, Wallace Tobias e Alexandre Marques, Outros nomes citados, ainda não qualificados, incluem Carvalho, Ormond, Pereira, Menezes e Renan. A participação de Leandro Alan dos Santos, ele foi demandado por Costa e Dudu ” para transportar armas e drogas. Por outro lado, as investigações apontaram que o ex-policial Kleber Ferreira da Silva possui a atribuição de obter informações acerca de operações que serão deflagradas e, posteriormente, repassá-las aos integrantes da agremiação criminosa, com o intuito de que eles possam se evadir da comunidade antes da chegada das equipes policiais.” Costa e Alan fzeram o transporte de arma e drogas a mando de Dudu e índio; A tarefa se deu quando a dupla de traficantes vendeu 148 kg de cocaína para o traficante Lacoste da Serrinha. Lavoste não conseguiu pagar por todo carregamento, combinaram sua devolução parcial. O pagamento se faria com dinheiro em espécie. Assim, no dia 30 de outubro de 2024, Costa resgatou com o traficante Lacoste trinta e seis mil reais e 3kg de cocaína, recebeu, por isso, R$900,00, “300 pro kl”sic, nas palavras de Dudu. Lacoste ainda efetuou outro pagamento, dessa vez, com a anuência de Índio, combinaram utilizar um Fuzil G3, assim como a devolução de 4Kg de cocaína. O comparsa de Lacoste referido como Anão, faria a entrega ao emissário de Dudu Mais uma vez Costa foi acionado por Dudu, assim como Leandro ALan, os quais resgataram a encomenda espúria: Ou seja, os dois agentes com atribuições de segurança pública que deveriam reprimir o tráfico de drogas, não só se omitiram, como contribuíram para a sua concretização, em mais um trágico episódio de corrupção policial.” Costa era constantemente acionado, inclusive para realizar o transporte seguro de Índio, o qual, dada a condição de homiziado, valia-se daequipe de seguranças para se movimentar fora do Complexo do Alemão, como ocorreu no dia 13 de janeiro de 2025, quando convocou para a missão os policiais Wesley, Marques e Tobias, Costa recebeu um valor de R$ 28,550 da empresa TH Joias LTDA. Ele também recebeu quantias vindas da Loja do Flamengo pertencente ao deputado estadual. . O policial militar aposentado Kleber Ferreira da Silva, atuava como informante da facção, repassando dados sigilosos de istemas policiais e informações sobre operações, como se deu no dia 26/04/2024, quando informou para TH Joias sobre operação que aconteceria no dia seguinte, informação que TH Joias repassou imediatamente para Índio, Apesar de ser ex-policial militar, Kleber ainda possui acesso ao sistema policial, o qual utilizava para consultar informações úteis para a organização criminosa, como eventuais mandados de prisão contra integrantes da orcrim, tudo isso, obviamente, mediante paga. No 25 de abril de 2024, Índio solicitou a TH Joia a confirmação sobre uma operação policial que ocorreria no Complexo do Alemão e na Penha no dia seguinte 26/04/2024). TH Joias respondeu que verificaria e enviou a Índio um print de uma ligação em curso com Kleber Ferreira da Silva. . Durante a ligação, Kleber confirmou “operação amanhã 5h”, indicando ter tido acesso a informações sigilosas sobre o horário da ação policial. “TH Joias” deduziu que a operação seria direcionada “lá pro amigo”, provavelmente referindo-se à área de atuação da facção. Notícias daépoca confirmaram que a operação de fato ocorreu no Complexo do Alemão e na Penha em 26 de abril de 2024, no dia seguinte ao diálogo. Em seguida, TH Joias informou a Índio que um pagamento deveria ser realizado a Kleber pela informação fornecida

A hierarquia da quadrilha e as conversas que provam a associação entre traficantes do Comando Vermelho e políticos no Rio de Janeiro. Foi sugerido que bandido se candidatasse a vereador

Veja agora como era a hierarquia da quadrilha alvo de operação esta semana do Ministério Público Estadual do Rio e da Polícia Federal que culminou com a prisão do deputado estadual TH Joias, de um delegado da PF, de um ex-secretário estadual do RJ, de PMs e de traficantes, Sabe-se que TH Joias e seu assessor parlamentar Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, seriam operadores, de uma complexa rede demovimentação financeira criminosa, com transferências vultosas, tendo sido identificadas supostas transações de grande vulto em reais e dólares, realizadas por meio de operadores financeiros clandestinos e frequentemente convertidas em bens de alto valor, como veículos de luxo e propriedades imobiliárias. O núcleo de liderança do bando era de TH Joias e do traficante Pezão, sendo que este último era quem estabelecia as diretrizes que devem ser seguidas pelos membros da ORCRIM, possuindo total domínio sobre as ações perpetradas pelos seus subordinados; O núcleo político ficava por conta de Alessandro Pitombeira Carracena, figura central que conecta as instituições públicas ao crime organizado;Núcleo logístico era formado por Dudu e Gabriel DIas de Oliveira, o Índio do Lixão, além do deputado da PF Gustavo Stteel. e Leandro Ferreira Marçal Eles eram os responsáveis pelas principais frentes da organização criminosa, atuando como intermediários entre os chefes de facções criminosas e autoridades públicas; O núcleo financeiro ficava por conta de Igor Bernardes Brandão e Pedro Lucas Bezerra de Carvalho, que exerciam a função de ocultar e dissimular bens, valores e direitos advindos das práticas criminosas cometidas pelos membros do Comando Vermelho; Tinha o núcleo operacional formado por policiais como Rodrigo da Costa Oliveira, o Costa, Wallace Menezes Varges de Andrade Tobias, o Tobia (ex-PM), Alexandre Marques dos Santos de Souza, Leandro Alan dos Santos e Kleber Ferreira da Silva, que são agentes da lei que integram a segurança detraficantes de drogas e de armas do Comando Vermelho, além promoveremo vazamento de operações policiais. Há várias conversas que demonstram demonstram a correlação entre o mandato de parlamentar de “TH Joias” e o Comando Vermelho Veja conversas e descobertas Em 29/01/2024, ÍnDIO” diz que “mano”, ou seja, “Pezão”, quer falar com “TH” no dia seguinte. A finalidade seria pedir que “TH” atue no sentido de retirar o batalhão de choque do Gardênia Azul e trocá-lo por “PM normal”. Em seguida, TH Joias manda print de ligação em curso com Carracena. “Índio” pergunta “qual o papo”, ou seja, o que Carracena tinha a dizer sobre o assunto. “ TH Joias diz que Carracena alaria com o comandante geral para entender o que pode ser feito Em 31/1/2024, “Índio” diz a “TH” que ambos foram convidados para jantar com Pezão e que “pedido do dono é uma ordem Em 25/4/2024, “Índio” pede que “TH Joias” confirme se acontecerá uma operação no Alemão e na Penha no dia seguinte. “TH Joias” responde que vai ver e manda print de tela, no qual se verifica uma ligação em curso com Kleber Política Águia Segundo a investigação, TH Joias e Dudu obtiveram lucros superiores a R$ 200.000,00 ao venderem antidrones a facções criminosas cariocas; Outra informação relevante é que a mando de TH Joias, Dudu destinou vaga de assessoria parlamentar na ALERJ à esposa de “Índio” como contrapartida por “ajudar” “TH Dudu e TH Joias intermediaram operação de câmbio de R$ 344.500,00 para Pezão”, a pedido de “Índio”, mas desviaram o dinheiro para uso pessoal; Dudu disse que conversou com TH e Carracena e sugeriu que Indio se candidatasse a vereador em Duque de Caxias; Dudu também intermediou a venda de cocaína para Índio. Em 30/11/2023, “Índio” envia a “TH Joias uma foto de dinheiro em espécie, e diz que tem R$ 148.000,00 para entregar a TH, de modo queR$ 100.000,00 são “do mano”, ou seja, de “Pezão”. Diz, ainda, que vai dar a “TH Joias” mais R$ 90.000,00 para entregar ao Carracena. Em 29/1/2024, “TH Joias” diz que Carracena está acordado para falar com “o mano”, ou seja, “Pezão. De acordo com diálogos capturados entre TH Joias e índio, por volta de 18h do dia 31 de janeiro de 2024, Carracena avisou ao grupo sobre operação policial que aconteceria naquele dia. Àquela altura, ao anoitecer, Índio tranquilizava TH informando “Areal tudo na paz aqui”, referindo-se à região do Complexo do Alemão em que se abrigaram, em seguida TH respondeu: “Carracena me ligou cedo” “bateu tudo que ele falou”.

Comerciante e infuenciadora que mora em área do CV mas não é envolvida com crime vem sendo difamada nas redes sociais que apontam sua ligação com o TCP e Peixão

Uma comerciante e influenciadora que possui loja de vestuário na Comunidade Vila Operária, bem como residindo no Parque Beira Mar, ambas áreas notoriamente dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho em Duque de Caxias , vem sendo difamada nas redes sociais onde lhe imputam falsamente envolvimento com o tráfico de drogas e atribuindo-lhe vínculos com o Terceiro Comando Puro (TCP), inclusive associando sua identidade a indivíduo conhecido como “Peixão”. Um perfil tem sido utilizado para obter vantagens ilícitas em nome da autora, mediante contato com terceiros, páginas e empresas, a fim de celebrar supostas parcerias comerciais e realizar vendas fraudulentas de roupas, divulgando, inclusive, o número de telefone como se fosse de titularidade da comerciante. A difamação não se restringiu ao ambiente do Instagram. Conforme se verifica, diversas postagens no X (antigo Twitter) e vídeos no YouTube vêm replicando e ampliando os ataques, com publicações que insinuam, de forma depreciativa, que a autora estaria careca, atribuindo a suposta condição a retaliação de integrantes do Comando Vermelho, em razão de relacionamento amoroso falsamente imputado à ela com indivíduo ligado ao grupo rival. A influenciadora buscou solucionar a questão pela via administrativa, realizando, por mais de 15 (quinze) dias, denúncias sucessivas junto à plataforma Instagram, inclusive mobilizando seguidores para reforçar os pedidos de remoção do perfil. Todavia, a empresa manteve-se absolutamente inerte, permitindo a continuidade do perfil fraudulento e a perpetuação dos danos. Segundo a Justiça, , é patente que a omissão da plataforma contribui diretamente para a manutenção da situação lesiva, impondo à Autora a necessidade de recorrer ao Poder Judiciário, a fim de ver resguardados seus direitos fundamentais à honra, imagem, vida, integridade física, segurança e livre exercício profissional, os quais se encontram em evidente estado de ameaça

Comando Vermelho se infiltrou na administração estadual do RJ e no Poder Legislativo

Segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, atraves do deputado estadual TH Joias e do ex-secretario estadual Alessamdro Pitombeira Carracena, a facção criminosa Comando Vermelho teria se infiltrado na administração estadual do Rio de Janeiro e no Poder Legislativo para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas. A principal atividade do grupo investigado consistia na importação de armas do Paraguai e de equipamentos anti-drone da China e revenda para integrantes de facções no Rio de Janeiro, além do tráfico de drogas. Pitombeira papel estratégico que ele desempenhava dentro da estrutura política da organização criminosa Comando Vermelho (CV). Ele integrava o núcleo político do grupo, sendo responsável por fornecer informações privilegiadas, articular medidas junto a órgãos públicos e até solicitar a retirada de forças do BOPE da comunidade Gardênia Azul, em troca de pagamentos vultosos. Em uma interceptação telefônica, TH Joias afirmou: “Carracena me ligou cedo. Bateu tudo que ele falou”. O agora ex-deputado estadual TH Joias chegou a buscar 9 milhões de reais no Complexo do Alemão para trocar em dólar e fortalecer o tráfico da região. De acordo com a PF, TH e a mulher movimentaram R$ 13 milhões nas próprias contas entre 2021 e 2023. TH Joias importava equipamentos antidrone de alta tecnologia da China por um valor e os repassava para criminosos do Complexo do Alemão por um preço dez vezes superior ao original. As investigações apuraram ainda que o parlamentar infiltrava pessoas ligadas aos bandidos da facção dentro da Assembleia Legislativa do Rio. O Tribunal Regional Federal decide pela transferência para presídios federais de segurança máxima de três investigados da operação que teve como principal alvo o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias. Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, e o ex-assessor de TH, Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, foram presos durante operação integrada das polícias Civil e Federal com o Ministério Público na quarta-feira (03). O terceiro acusado é o traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefe do tráfico do Complexo do Alemão, que é considerado foragido. Quando for preso, ele deve ser levado diretamente para um presídio federal.

Um morto e três baleados na Kelsons (CV)

Quatro criminosos foram baleados durante confronto com policiais militares do #16BPM, na comunidade Kelson’s, na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Um deles não resistiu aos ferimentos e morreu. Entre os presos está o criminoso conhecido como Chapoca, apontado como responsável por liderar tentativas de invasão nas comunidades do Campinho e do Fubá. Com o grupo, os policiais apreenderam um fuzil, uma pistola, celulares e um rádio transmissor.

Traficantes do CV armados com fuzis e informantes deles foram presos em área da milícia em Guaratiba

Seis pessoas foram presas na noite de hoje no Largo do Correia em Guaratiba, área de milicianos. Os presos sâo quatro traficantes da Vila Kennedy (CV) e dois moradores que estavam passando informações para eles Um deles é o morador conhecido como vulgo Roliço, responsável por trazer os bandidos para a região. A abordagem aconteceu na Estrada da Cachamorra com Rua José de Capanema, próximo à Michelin.Quando os criminosos saíram da mata, na localidade conhecida como Campo da Chacrinha, e entraram no veículo, eles foram pegos. Foram apreendidos 2 fuzis(M4 e Cal 556) e 3 pistolas (Taurus, Tisas e Smith) alem de .301 munições 556.50 munições de Cal 9m.11 carregadores de fuzil.3 carregadores de pistola.120 pinos de cocaína4 aparelhos de celulares.

Após intenso tiroteio, mulher foi achada morta na Gardênia Azul (CV)

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida durante um intenso tiroteio, na tarde desta sexta-feira (5), na região da Gardênia Azul, na Zona Oeste. Um carro, que estava estacionado, e outros imóveis também foram atingidos pelos disparos. Segundo a PM durante buscas no interior da comunidade, os policiais militares encontraram o veículo roubado com o corpo de uma mulher e uma granada. A área foi isolada e a perícia foi acionada. Em seguida, as equipes foram informadas de que uma pessoa deu entrada no Hospital Lourenço Jorge, vítima de perfuração por arma de fogo no braço.

Traficantes do CV são suspeitos de matar motorista de Uber no Catiri pensando que fosse miliciano

De acordo com informações, traficantes da Vila Kennedy mataram um motorista de Uber achando que era miiliciano, próximo a fábrica da Coca-Cola, no Catiri, em Bangu. Ericsson (31anos) era motorista de aplicativo e como fazia todos os dias: saiu de sua casa na Vila Kennedy sentido Centro para iniciar sua jornada de trabalho. Quando chegou na altura da Piquerobi foi confundido com milicianos e acabou alvejado e mrto por crimin*sos. Segundo testemunhas, quatro homens armados participaram da ação e, após o crime colocaram o corpo para fora do carro e dispararam novamente. Na fuga, os traficantes seguiram em direção à Vila Kennedy. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 14º BPM (Bangu), nesta sexta-feira (05/9), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência na Avenida Brasil, na altura de Bangu. No local, um homem encontrava-se em óbito no interior de um veículo. A área foi isolada para perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Ericson Luiz da Silva Maciel. A perícia foi feita no local. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltar van roubada por traficantes do Quitungo (CV) até o dono depois deste pagar pelo resgate. Eles não apresentaram o fato na delegacia

Dois PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltarem um veículo roubado por traficantes da comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, até aos verdadeiros donos. O fato ocorreu em janeiro. Na ocasião, só foi possível a recuperação do veículo após negociação, de um funcionário da empresa, com um intermediário, tendo o veículo sido liberado, após o pagamento de R$ 26.000,00. O veículo roubado foi recuperado horas após o roubo e, quando foi entregue, teria sido escoltado por uma viatura da PMERJ.Um dos PMs, por meio de seu aparelho de telefo- nia celular, teria conduzido uma tratativa de natureza indevida acerca da entrega do referido veículo. Às 15h17min01seg o CB PM MONDAINI: “fala padrinho, ainda estou aqui, vou demorar um tempinho”; Cumpre salientar que os investigados envidaram esforços, a todo momento, para manter o episódio em absoluta clandestinidade, confiando, em aparente temeridade, que as autoridades jamais tomariam ciência dos fatos gravíssimos narrados. Um dos PMs manteve câmera operacional portátil (COP) constantemente direcionada para baixo, limitan- do intencionalmente a captação das imagens. Todavia, apesar dessa manobra, os registros acabaram por cap-tar diálogos que evidenciam acordos de natureza escusa. Os PMs deveriam reportar o caso à delegacia mas não fizeram.

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