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Homens suspeitos de ligação com bandidos do TCP espancaram rapaz por este ter reclamado sobre o uso de drogas próximo de sua residência em Itaguaí, diz Justiça

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de espancar um outro no último dia 30 de janeiro em Itaguaí após a vítima se envolver em um acidente de trânsito. As agressões ocorreram em via pública e foram parcilamente filmadas. Segundo os autos, os envolvidos eram ligados ao Terceiro Comando Puro e teriam assim agido por estarem contrariados com a postura da vítima de questioná-los e confrontá-los sobre a movimentação e uso de drogas no local que era próxima à sua residência. A esposa do agredido contou que na madrugada daquele dia, o marido teria sido agredido com socos, chutes e pontapés, por aproximadamente cinco jovens, inclusive com chutes na cabeça após já desfalecido, após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido na Rua 27, próximo ao Trevo de Itaguaí, bairro Parque Dom Bosco, A testemunha relatou que por volta de 00h do dia 30/01/2026, seu marido retornou do trabalho, estacionou o veículo da empresa e saiu novamente utilizando o carro do casal para comprar lanche e pouco tempo depois, teria ouvido gritos vindos da rua, incluindo a frase: “Agora eu sei quem é ele, vamos pegar ele”. Narrou ainda que encontrou seu marido na entrada da rua onde moravam com o carro parado, pois havia se envolvido em uma colisão com um outro veículo e, ao chegar ao local, teria encontrado a vítima tentado acalmar a situação, sem que o outro motorista tivesse praticado qualquer agressão física. Prosseguiu descrevendo que, logo em seguida, cinco jovens teriam se aproximado, dois deles portando pedras e uma das pedras teria sido arremessada na direção da vítima e, na sequência, o grupo passou a agredir o rapaz com socos e chutes principalmente no rosto. A noticiante informou que não conseguiu identificar todos os agressores, mas descreveu as características físicas de um deles, reconhecendo um vizinho como um dos autores, afirmando não ter dúvidas quanto à identificação, visto que já o conhecia e o viu desferindo chutes na vítima após desfalecida e caída. Segundo as investigações vídeos das agressões passaram a circular em redes sociais e policiais diligenciaram no local dos fatos, acompanhados da esposa da vítima, que indicou o ponto exato da ocorrência com visíveis vestígios de sangue. No afã de identificar os agressores, a equipe policial compareceu ao Hospital Geral de Itaguaí, onde a vítima, internada no CTI, foi entrevistada, tendo sua oitiva sido gravada. Segundo os autos, informações de inteligência indicaram que o grupo agressor tinha o costume de se reunir na esquina da Rua 27 e teria ligação com criminosos do bairro Jardim Weda, área sob influência da facção criminosa “Terceiro Comando Puro” Apontado como um dos autores, o vizinho do casal foi localizado em preso no dia 02/02/2026 e formalmente interrogado, ocasião em que optou por permanecer em silêncio. Os autos noticiam que novas diligências foram realizadas visando identificar os demais envolvidos e informações colhidas de moradores que não quiseram se identificar, indicaram que o crime teria sido motivado por discussões recorrentes entre a vítima e o grupo que se reunia próximo à sua residência para uso de drogas e perturbação do sossego. O motorista do carro que se envolveu no acidente com a vítima contou que após a colisão afastou-se ao perceber a aproximação de um grupo de jovens e ouvir gritos de ameaça, e teria retornado posteriormente e encontrado a vítima desacordada no chão, sem ter presenciado as agressões nem conseguido identificar os autores e, por fim, teria relatado temer em colaborar com a investigação. Um rapaz que gravou o vídeo das agressões e, amigo de infância da vítima teria afirmado ter presenciado o início das agressões praticadas por um indivíduo e, em seguida, por um grupo, relatando ainda que não interveio por temer por sua vida e, ainda, teria reconhecido o vizinho do casal como o indivíduo que aparece no vídeo chutando a cabeça da vítima desacordada.A vítima declarou que há meses enfrentava conflitos com indivíduos que se reuniam na esquina de sua residência,Narrou que, após a colisão de trânsito, o grupo teria se aproximado gritando ameaças e uma pedra teria sido arremessada e então iniciado as agressões que o deixaram desacordado. Relatou ainda que só não morreu porque sua esposa interveio e que foi submetido a cirurgia no nariz.A vítima, em sede policial, reconheceu por fotos três suspeitos . Por fim, informou a vítima que teria recebido em rede social uma mensagem, que interpretou como uma ameaça, de autoria da mãe dos suspeitos.Sua esposa confirmou integralmente a versão da vítima, relatando histórico de conflitos com o grupo, reconhecimento dos envolvidos e intervenção direta para cessar as agressões, o que teria evitado que seu companheiro fosse morto, reforçando que no curso das agressões ele já aparentava estar morto.Em suas declarações, narrou que um perfil no Instagram teria postado, em tom de ameaça, uma imagem que atribuiu à mãe dos suspeitos com os dizeres: “Cancelo seu CPF se tentar com a minha família”.Por fim, foi acostado aos autos Laudo pericial na pedra que teria sido arremessada contra a vítima, confirmando que se trata de material pétreo sólido com massa aproximada de 3,335 kg e vítima ainda não foi submetida ao exame de corpo de delito.

Após quase ser atropelada pelo marido, ser ameaçada de morte com os dizeres “Vou te botar no caixão” e ser agredida com uma voadora na frente dos filhos, mulher revogou medida protetiva contra agressor

Depois de quase ser atropelada pelo marido, ser ameaçada de morte com os dizeres. “Você vai me botar na prisão? Eu vou te botar no caixão” e ser agredida com uma voadora, uma mulher requereu à Justiça a retirada da medida protetiva contra o cônjugue alegando qe ele não apresenta risco à sua integridade. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que revogou a medida. O caso foi em Itaocara, no interior do RJ Dacordo com o apurado no procedimento, a vítima teria sido vítima de tentativa de homicídio praticado pelo marido. Conforme relatado nos depoimentos prestados em delegacia, o homem tentou atropelar a mulher, sendo que ele deu ré e “jogou” o carro contra a vítima, a qual se esquivou do carro para não ser atropelada, vindo a cair numa poça de água em frente sua residência; A vítima tentou buscar abrigo em sua residência, sendo seguida pelo autor, que entrou no imóvel e destruiu vários móveis e utensílios, incluindo ventiladores, uma TV e cadeiras, e a vítima continuou a pedir que o autor saísse de sua casa, mas ele se recusou, agredindo-a fisicamente com uma “voadora” e um tapa. Durante a agressão, o autor ameaçou a vítima a xingou de “Capeta” e afirmou que “Você não vale nada. O filhos da vítima, de 17 e oito anos, presenciaram a agressão e as ameaças. O filho mais velho tentou chamar a polícia, mas não conseguiu completar a ligação devido ao nervosismo. Após a evasão do autor, o filho da vítima conseguiu completar a ligação As medidas protetivas que foram deferidas pela Justiça foram 1) Afastamento do lar de convivência com a ofendida; 2) Proibição de se aproximar da ofendida e testemunhas, fixando distância mínima de 300 (trezentos) metros entre os envolvidos; 3) Proibição de ingresso na residência, domicílio, local de convivência ou local de trabalho da ofendida; 4) Proibição de que o suposto agressor mantenha contato com a vítima por qualquer meio de comunicação. Intimem-se.A vítima foi notificada e ficou ciente de que também não deveria se aproximar e/ou manter contato com o suposto acusado por qualquer meio de comunicação, bem como deveria procurar a polícia em caso de descumprimento por parte do indiciado, podendo o mesmo ser preso.

Traficantes do TCP teriam colocado cartazes anunciando juros para quem não paga taxa em dia em condomínio em Costa Barros

Narcoterroristas do TCP colocaram cartazes em vários condomínios do programa Minha Casa, Minha Vida, doados aos moradores pela Prefeitura do Rio. Os criminosos, além de extorquirem os moradores, também cobram juros caso haja atraso no pagamento. O comunicado diz: “Esperamos que esta mensagem os encontre bem. Gostaríamos de informar uma mudança significativa nas diretrizes do nosso condomínio em relação ao pagamento das taxas condominiais. A partir de 25/01/2026, será cobrado juros por atraso.Obs.: o prazo para pagamento é até o dia 25.Agradecemos a atenção de todos e contamos com o apoio e a cooperação de cada morador.” Um morador afirma ter deixado o Condomínio Tom Jobim, no Complexo da Pedreira, após ameaças e cobranças abusivas impostas por criminosos que dominam a região. Segundo denúncias, traficantes ligados ao TCP teriam assumido a gestão informal de condomínios, cobrando taxas entre R$ 50 e R$ 250 e utilizando uma suposta associação de moradores como fachada. Além do condomínio, serviços como gás e “gatonet” também seriam explorados, elevando custos e impondo regras aos moradores. INFORMAÇÕES DE BRUNO ASSUNÇÃO

Veja relato de vítima de série de crimes cometidos na Zona Sudoeste do Rio nesta semana. Após ter seu carro roubado aos gritos de “vai morrer”, bandidos entraram em contato pelo Whatsapp dizendo que sabiam da sua rotina e que era para ele zelar pela segurança da sua família. “Vamos cobrar com sangue”

Sobre os bandidos que cometeram uma série de crimes entre terça e quarta-feira na Zona Sudoeste do Rio que culminaram com cinco pessoas baleadas, entre elas um policial civil e a esposa, consta nos autos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro o depoimento de uma vítima que encontrava-se em seu veículo Jeep Commander, cor branca, em frente ao Shopping Metropolitano, quando um veículo Tiggo branco teria se aproximado, vindo a desembarcarem do mesmo 3 indivíduos, que, mediante violência e grave ameaça perpetrada com o emprego de uma pistola – por um dos indivíduos – e de um revólver calibre 38 – por outro -, teriam afirmado “vai morrer, vai morrer, passa tudo, tem joia” Os criminosos roubaram seu veículo e se evadiram na posse deste em direção à Curicica. Logo em seguida, o rapaz declarou que os indivíduos começaram a enviar-lhe áudios, através do aplicativo de mensagens Whatsapp, com os seguintes conteúdos: “Sei onde você omra, você trabalha na Petrobras, não é só recuperar o carro, é a segurança da sua famíllia, fala quanto você tem, to com tudo seu aqui, vamos negociar, não chama a polícia, vamos largar seu carro no shopping metropolitano, vamos cobrar com sangue, eu sei que você tem filho, a gente conhece sua rotina, sabemos de tudo”. Uma mulher que foi vitima dos criminosos falou que, encontrava-se no interior do veículo automotor de propriedade do seu pai, um policial civil, de 65 anos, na companhia deste; de sua genitora; de seu filho, de 3 meses de idade, quando teriam sido abordados pela frente por um veículo branco Haych, do qual teriam desembarcado alguns indivíduos, os quais cercaram o veículo no qual se encontrava a vítima e seus familiares, vindo seu pai a efetuar disparo de arma de fogo do interior do veículo, vindo a mulher a tentar sair deste, momento em que um dos indivíduos que haviam cercado o veículo l – teria efetuado disparo, sendo que a arma de fogo teria travado. A vítima afirmou que teria avistado, pelo menos, 3 indivíduos durante a ação, sendo que, quando encerrado o confronto, o policial teria afirmado que teria sido atingido por disparo de arma de fogo, assim como sua esposa. Logo em seguida, teria feito contato com a Corregedoria da Polícia Civil. Um PM disse que encontrava-se em patrulhamento na companhia de seu colega Cb Carmo, quando teriam recebido um alerta de roubo de veículo nas imediações do Shopping Metropolitano, havendo informação de que um dos indivíduos estaria trafegando nas proximidades do shopping na posse do veículo, vindo ambos os policiais a saírem em diligência na tentativa de localizarem o veículo e seus ocupantes. O policial refere que avistou o veículo sendo “jogado” em direção à guarnição policial, vindo seus integrantes a efetuarem um disparo de arma de fogo contra os policiais militares, tendo estes, então, revidado, efetuando dois disparos contra os indivíduos, ensejando confronto armado em via pública. O policial menciona que, logo após, o condutor do veículo veio a ingressar, com o próprio veículo, no Restaurante e Pizzaria Guedes, localizado na Estrada do Calmete, nº 118, loja D, por, supostamente, ter perdido o controle do veículo, vindo os bandidos a serem capturados. Três criminosos que participaram da ação estão com as prisões preventivas decretadas.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

Veja detalhes da dinâmica do assassinato de um cachorro em Magé. Dono disse que teme por sua vida e não conseguiu enterrar o animal

Um crime bárbaro chocou o Rio de Janeiro no último fim de semana. O cachorro Luke, de dois anos e seis meses foi morto a tiros em Magé por um homem que teria se incomodado com seu latido. O autor está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O dono do cão, disse que o vizinho passou de moto, e o cachorro começou a latir. Segundo o tutor do animal, o vizinho começou a gritar que se estivesse armado atiraria no cachorro e que se alguém falasse alguma coisa, também seria alvejado com tiros de arma de fogo; O dono questionou o vizinho quanto a necessidade de atirar no cachorro só por estar latindo. O autor perguntou se estavam duvidando de que não atiraria no cachorro. O vizinho foi até sua casa uardou a motocicleta e poucos minutos depois voltou.Em seguida, veio em sua direção e de seu colegaLeandro sacou a arma da cintura e apontou a arma para o peito do colega do tutor e apertou seu pescoço, efetuando um tapa no rosto dele. No momento em que Leandro apontava a arma para o rapaz, Luke declarante veio em sua direção num possível ato de protegê-los.Nesse momento, Leandro efetuou aproximadamente cinco tiros, sendo que quatro acertaram o cachorro; Em seguida, o autor voltou andando na direção de sua casa e em certo momento parou e voltou a ameaçar o tutor de Luke; O vizinho então, efetuou um disparo de arma de fogo em direção ao dono do animal, que fugiu correndo sendo ainda perseguido pelo vizinho ;Após os disparos, o vizinho entrou novamente em casa e voltou com mais munições, carregou a arma novamente e ficou parado em frente a casa; O dono do cachorro pegou o carro e saiu, mas viu quando o vizinho também pegou a moto e sumiu;No dia seguinte, por volta de 9 horas, em frente a sua casa, o autor dos disparos apareceu novamente fez ameaças dizendo que iria “pegar” o dono do cachorro; O vizinho disse que quando atirou no cachorro já queria tutor; O dono disse que Luque era bastante dócil e querido na vizinhança. Falou que seu pet nunca apresentou qualquer atitude agressiva contra o vizinho , seu tutor ou contra moradores do região; O corpo do cachorro foi enterrado por um vizinho, atrás da casa do declarante, pois o dono estava abalado para fazer o enterro. Disse que não sabe porque o vizinho tomou essa atitude, pois o cachorro nunca o atacou, mas apenas latiu ao vê-lo passar de moto;O dono teme por sua vida e de sua família e pede Justiça”. A polícia tem imagens captadas de circuito interno, referentes ao exato momento em que Leandro dispara diversos tiros contra o cachorro, retirando-lhe a vida. É possível observar, ainda, que o autor agride, com tapas, um homem presente no local, em comportamento extremamente agressivo.

Ísis Valverde afirmou à polícia que homem que a perseguia lhe provocou sensação de medo, insegurança e ameaça. Suspeito teve a prisão preventiva decretada

O homem que foi preso acusado de perseguir a atriz Ísis Valverde durante 20 anos na última terça-feira (16) se dirigiu à portaria do condomínio da artista local em que foi reconhecido pelos funcionários do condomínio por reiteradamente se dirigir ao local, assim como por possuir restrição judicial imposta em seu desfavor de se aproximar daquela residência. Ísis afirmou que na data encontrava-se na cidade de São Paulo, não estando fisicamente presente em sua residência no momento dos fatos.Declarou que tomou conhecimento, por intermédio de terceiros, de que o investigado Cristiano Rodrigues Kellermann compareceu ao condomínio onde reside, em flagrante reiteração de condutas anteriores já objeto de registro policial. Afirmou que a reiteração da conduta do investigado lhe provocou sentimento de medo, insegurança e ameaça, especialmente diante do histórico de perseguições, importunações e abordagens indevidas por ele praticadas. Relatou que, mesmo estando em outra unidade da federação, sentiu-se profundamente abalada ao ser informada do ocorrido, temendo não apenas por sua integridade física, mas também pela segurança de seus familiares. Ela consignou que as atitudes do investigado geram constante estado de apreensão, interferindo em sua tranquilidade, rotina e sensação de segurança. A atriz declarou, de forma expressa e inequívoca, que deseja representar criminalmente em desfavor de Cristiano Rodrigues Kellermann, requerendo a adoção das providências legais cabíveis para sua proteção e a de sua família”. Um policial contou que o dia 16 de dezembro de 2025, por volta das 21h30min, o declarante informou que recebeu uma ligação do chefe de serviço, ocasião em que foi cientificado de que Cristiano estaria no condomínio. Esclareceu que o Cristiano é a pessoa que, segundo registros anteriores, frequentemente ameaça e importuna a atriz. Relatou que, após a comunicação recebida, deslocou-se até o condomínio na companhia de seu colega Wellington. informou que, ao chegarem ao local, foram recebidos pelo segurança do prédio. Consignou que, ao tentar entrevistar Cristiano, a diligência mostrou-se dificultada, uma vez que o indivíduo apresentava discurso desconexo, afirmando possuir “dez amigos”, realizando gestos repetitivos como bater na própria cabeça, alternando declarações de que estaria sendo ameaçado e, em outros momentos, afirmando que a vítima estaria sendo ameaçada. Declarou que, em razão da fala confusa e desorganizada apresentada por Cristiano, não foi possível concatenar de forma lógica as ideias por ele expostas durante a tentativa de entrevista”. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra o custodiado, em 30/11/2025, em razão da prática do crime de perseguição tipificado no artigo 147-A do Código Penal em face da mesma vítima. Foi decretada a sua prisão preventiva. Segundo a policia, desde janeiro deste ano, o suspeito passou a apresentar um comportamento invasivo e obsessivo, o que levou a vítima, temendo por sua segurança, a procurar a unidade policial. A partir disso, agentes da especializada instauraram um inquérito e iniciaram diligências para apurar os fatos. Em uma segunda ocasião, o homem retornou ao condomínio onde fica a residência da atriz. Ao tomarem ciência do fato, as equipes se deslocaram até o local, mas, ao chegarem, o criminoso já havia fugido. Na terceira investida, o homem voltou ao endereço e tentou contato direto, insistindo em se encontrar com a vítima. Diante da ação, e em razão do monitoramento contínuo realizado pela delegacia, os policiais foram imediatamente ao local, montaram um cerco tático e conseguiram localizar o criminoso. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de perseguição. Segundo as investigações, o perseguidor chegou a contratar um detetive particular para obter dados pessoais e sensíveis da vítima, como endereço e telefone. Em depoimento, ele admitiu persegui-la há mais de 20 anos e relatou diversas tentativas de aproximação em diferentes locais.

Profissional do Programa Mais Médicos do governo federal que trabalha na Zona Oeste do Rio pediu transferência para SP porque foi ameaçado por supostos milicianos a atender pessoa baleada

Um médico do Programa Mais Médicos do governo federal que está lotado em uma unidade de saúde em Paciência, na Zona Oeste do Rio, pediu transferência para Araçatuba/SP ou outro município paulista em razão de estar recebendo ameaças de supostos integrantes da milícia. Uma das ameaças ocorreu no dia 13 de fevereiro e houve imposição por parte de uma pessoa que se dizia integrar uma milícia local para que houvesse o atendimento de uma vítima de ferimento à bala que seria levada à clínica. O profissional detalha que nesta ameaça, por pressão da pessoa que se dizia integrante de milícia, forneceu o número do seu telefone particular quando lhe foi informado que ele e o enfermeiro que também trabalha no local seriam levados a outro local para atender à vítima e que lhes seriam pagos um total de R$ 3.000,00, mas que antes lhe foi exigido que realizasse uma transferência via PIX no valor de R$ 1.000,00, o que não foi feito por indisponibilidade de tal verba pelo mesmo, encerrando-se a ligação com a ameaça de que o agressor iria “pegar” os profissionais de saúde. Tal fato foi registrado na Delegacia de Polícia Civil. Esse mesmo médico havia dito que no ano anterior, um marido de uma paciente compareceu à unidade de saúde, acusando e de supostamente ter recebido presentes da esposa e, de forma agressiva, proferiu ameaças de morte. Por conta disso, foi transferido de Santa Cruz para o bairro vizinho de Paciência. Segundo os autos, quando sofreu ameaça por parte de supostos milicianos, o médico já estava lotado em Paciência, cujo gerente acionou o protocolo mais seguro que deciidiu pelo fechamento do posto.

Preso traficante do TCP que praticou atentado contra deputado e ameaçou prefeito na Baixada

Policiais civis da 60ª DP (Campos Elíseos) e da 66ª DP (Piabetá), com apoio de agentes da 52ª DP (Nova Iguaçu) e da 59ª DP (Duque de Caxias), prenderam um narcoterrorista pelo atentado à vida de um deputado e por ter ameaçado o atual prefeito de Belford Roxo. A ação aconteceu na última segunda-feira (11/11), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e outros cinco homens envolvidos com o tráfico de drogas foram capturados. As investigações mostraram que o criminoso vulgo Mais de Mil é ligado também ao narcotraficante Flamengo apontado como o líder na comunidade do Barro 3, em Belford Roxo, e figura como autor em diversos procedimentos policiais. O inquérito policial apontou ainda que o narcotraficante, junto com outro criminoso, são responsáveis por uma organização envolvida em roubos de cargas na região de Duque de Caxias. Após informações de inteligência e monitoramento, os agentes realizaram diligências pela comunidade Pantanal, em Duque de Caxias, e, ao chegarem em um ponto de venda de drogas, conseguiram capturar três homens, incluindo o responsável pelo atentado, e dois adolescentes. Na ação, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio qualificado contra o responsável pelo atentado. Ele vai responder, ainda, pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, assim como os outros dois traficantes. Já os menores, responderão por fato análogo aos mesmos crimes. FONTE: PCERJ

Milicianos de Curicica proíbem moradores de irem a bailes em áreas do CV

Circula nas redes sociais um suposto aviso dos milicianos da comunidade da Curicica, na Zona Sudoeeste do Rio, proibindo que moradores da região vão para bailes na Cidade de Deus, Gardênia Azul e César Maia, áreas dominadas pelo Comando Vermelho. O.aviso faz ameaças dizendo que quem descumprir sofrerá consequências. fONTE: Canal Baú do Rio OFC (Telegram)

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