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PM é investigado por fazer ameaça a colegas da Corregedoria que prenderam suspeitos envolvidos com a milícia em Jacarepaguá. LEIA TRECHO

Um PM está sendo investigado por fazer ameaças a colegas da Corregedoria da corporação após estes levarem para a delegacia suspeitos de envolvimento coma milícia da comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá. O fato ocorreu em junho de 2023. Quando estavam na delegacia, o pai dos suspeitos detidos recebeu uma ligação em seu telefone celular. Um dos agentes da Corregedoria lhe tomou o celular e atendeu. A pessoa do outro lado da linha se identificou como sendo um PM do 18º Batalhão e indagou se a supervisão já tinha conhecimento da ocorrência, perguntando ainda se seria possível “fazer por menos”. Diante da proposta, o agente correcional respondeu: “Chefe, aqui é Corregedoria”, sendo então surpreendido com a afirmação do policial: “Ah! Estou ligado em vocês! Uma hora vocês vão se machucar!”, em tom de ameaça. Nesse momento, o militar retirou seu próprio celular do bolso e fotografou o núme-ro exibido na tela do telefone do pai dos suspeitos, logrando êxito em identificar o número como pertencente ao 1o sargento do 18º BPM. Os detidos estavam com 02 (duas) armas de fogo, 02 (dois) carregadores e cartuchos de munição. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Bando de Peixão (TCP) ameaçou Tropa do Urso (CV) após ataque em Nova Iguaçu

Traficantes do Complexo de Israel (TCP) soltaram algumas ameaças para os rivais da Tropa do Urso, após um baque sucedido da Tropa do Peixão na comunidade da Bacia, em Nova Iguaçu. Disseram que vão invadir agora áreas em Duque de Caxias. Após o baque, os invasores permaneceram dentro da comunidade, sem nenhuma reação dos traficantes da Tropa do Urso. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Homicídio cometido pelo ‘Novo Escritório do Crime’ pode ter rendido R$ 150 mil aos matadores. Homem denunciado por participar do grupo correu risco de ser morto pela própria quadrilha por repassar informações a rivais

Um dos integrantes do Novo Escritório do Crime que foi denunciado pelo Ministério Público Estadual disse que foi perguntado a ele se os membros do grupo teriam recebido cerca de R$ 150 mil para matar Fábio Romualdo, uma das vítimas do bando. Ele não soube dizer mas disse que um dos participantes do grupo apareceu com R$ 100 mil, o que lhe levou a acreditar que o dinheiro era o pagamento pelo homicídio. Esse homem correu risco de ser morto dentro da própria quadrilha. Isso por conta de sua aproximação com um grupo do bando do bicheiro Rogério Andrade que rivalizava com o de Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, chefe do Novo Escritório do Crime. Ele só foi salvo por sua amizade com o PM Bruno Estilo, membro do grupo de matadores. No entanto, buscava informações com ele para repassar para o grupo de Márcio Araújo Souza e Rodrigo das Neves, suspeitos do assasinato do contraventor Fernando Iggnácio, e desafetos de Batata. Bruno Estilo desenrolou com Batata para não executá-lo e, depois de muito tempo de afastamento, resolveu procurá-lo e lhe emprestou uma arma, pedindo para não ficar de bobeira. O homem disse que por duas vezes tentaram matá-lo. Esse integrante do grupo chegou a dizer que instalou um rastreador no carro de um outro membro do Novo Escritório do Crime para descobrir quando ele se encontraria com Papa (apontado como executor dos homicídios) para que pudessem pegá-lo, ou seja, prender junto com algum órgão de segurança e descobrir a localização das armas; A informação era para ser passada para Araújo que, mesmo pres,o faria a informação chegar ao GAECO para que os envolvidos fossem presos. FONTE: MPRJ

Homem que ameaçava transeuntes com uma foice foi baleado por PM no Centro do Rio, perto do Santos Dumont

Segundo informações preliminares do comando do 5º BPM (Centro), um policial militar tomou conhecimento que um homem com uma foice estava ameaçando transeuntes, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro, nesta sexta-feira (09/05). Após tentar interceptá-lo, o homem tentou agredi-lo e efetuou um disparo contra ele. A ambulância foi acionada, ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Após sua casa sofrer um ataque de traficantes, PM passou a ser ameaçado pelos bandidos, ou aceitar o arrego ou sua família correria risco. Pressão psicológica levou policial ao infarto e teve atendimento recusado no hospital da corporação por falta de vagas. Vítima processou o Estado e ganhou a causa. CONHEÇA A HISTÓRIA

No dia 02 de janeiro de 2022, um PM com 26 anos de corporação estsava emsua casa essa sua esposa e seus dois filhos. De repente, uma explosão causou tremor as paredes do lar que construíram com tanto esforço. Uma bomba caseira foi lançada na esquina de sua casa pelos traficantes que dominam a região, em uma clara retaliação ao trabalho honesto e incansável do policial contra o tráfico de drogas. Não satisfeitos, os criminosos dispararam rajadas de tiros na residência. O PM nunca pensou que um dia sua dedicação à causa pública lhe custaria não apenas a tranquilidade, mas a própria paz de espírito e o bem- estar de sua família. Por mais de duas décadas, ele honrou sua farda, sem qualquer punição ou mancha em sua carreira, cumprindo seu dever com excelência e arriscando sua vida em prol da segurança de todos Após o atentado, os criminosos deixaram clara sua mensagem: ou o PM cedia ao “arrego”, colaborando com o tráfico, ou sua vida e a de seus familiares estariam em risco. Fiel aos princípios que sempre defendera, o policial recusou qualquer acordo e, imediatamente, registrou um boletim de ocorrência nº 119-00008/2022 acostado em anexo, narrando os detalhes do atentado. A partir de então, a vida dele desmoronou. O PM passou a viver sob intenso terror. Mensagens de morte e propostas de corrupção foram enviadas diretamente ao seu celular, agravando a pressão psicológica que já se tornava insuportável. Mesmo assim, ele, fiel à justiça, resistiu e continuou a lutar contra a corrupção. A pressão psicológica decorrente das ameaças diretas e das propostas de corrupção contribuiu para o desgaste emocional extremo do policial.Em 06 de junho de 2022, após 4 dias de terror psicológico constante, o corpo do PM não resistiu mais. Ao sair da delegacia às 12:49 hrs, onde havia prestado Auto de Reconhecimento de pessoa sobre o caso, ele sentiu fortes dores no peito. Desesperado, buscou ajuda e foi levado às pressas para o hospital Darcy Vargas, onde foi diagnosticado com um infarto. O PM começou a passar mal logo após sair da 119a Delegacia de Polícia Civil, onde reconheceu os envolvidos no crime denunciado. O infarto sofrido pelo PM foi desencadeado diretamente pelo estresse e pressão psicológica extrema decorrentes do atentado, das ameaças e da ausência de proteção estatal. Mesmo sendo contribuinte do Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), que deveria garantir-lhe atendimento de urgência, o PM foi negligenciado pelo próprio sistema que deveria protegê-lo. O hospital da corporação onde deveria ter sido internado, negou-lhe socorro sob a alegação de falta de vagas, mesmo tendo posteriormente informado que havia vaga, porém sem ambulância para o transporte. O Hospital Darcy Vargas conseguiu uma ambulância de um município vizinho para realizar a transferência do PM, que se encontrava entre a vida e a morte. Contudo, o veículo disponibilizado não estava equipado com cilindros de oxigênio, material de extrema importância para o transporte de um paciente recém-vitimado por um infarto. A falta de oxigênio no trajeto entre os hospitais colocou sua vida em risco, sendo mais uma prova da omissão estatal. A negligência no atendimento médico, ao deixar o PM sem os cuidados adequados, agravou o seu quadro clínico. O PM passou nove dias internado no setor de trauma antes de realizar o cateterismo que constatou duas artérias obstruídas. Seis dias se passaram até que a angioplastia fosse finalmente realizada, conforme documentos em anexo , tempo suficiente para que sua vida estivesse por um fio.Durante essa espera angustiante, outro policial, que realizara o mesmo procedimento, faleceu devido à demora no atendimento. Embora tenha sobrevivido, o Autor carrega cicatrizes físicas e emocionais que continuam a afetar sua vida cotidiana. Após receber alta hospitalar, o PM enfrentou um longo e extenuante processo de licenças médicas periódicas, sendo obrigado a renová- las a cada 15 dias e, posteriormente, a cada 30 dias, por um período de um ano e meio . Durante esse tempo, ele era forçado a comparecer ao CFAP , sempre exposto ao estresse de atravessar áreas de risco. Sua residência, localizada em Rio Bonito, distava significativamente do CFAP, localizado em Sulacap, uma constante fonte de estresse para o policial que encontrava-se com sua saúde ainda debilitada. A exigência de renovação frequente de suas licenças, aliada aos trajetos arriscados e desgastantes, impôs grande desgaste a um policial, um ser humano que já havia quase perdido a vida em razão da omissão do Estado . Além de estar em recuperação de uma recente cirurgia e com seu estado psicológico fragilizado, essas condições agravaram ainda mais sua saúde física e mental, expondo-o, novamente, à negligência do Estado em assegurar seu bem-estar e segurança. Além do desgaste causado pelas licenças médicas periódicas, a Junta Médica da PMERJ, mesmo durante tantas renovações, jamais realizou exames básicos, como a aferição da pressão arterial do Autor, demonstrando descaso com sua saúde e segurança. Esse desrespeito continuou a agravar seu sofrimento emocional e físico. O atentado contra a vida do autor e sua família não apenas o afastou de suas funções, como também lhe tirou a chance de almejar uma promoção e uma graduação superior. Esse afastamento forçado interrompeu suas oportunidades de crescimento na carreira, que ele certamente teria alcançado se sua saúde tivesse sido preservada. A interrupção forçada da carreira, gerou uma perda irreparável de oportunidades profissionais, afetando diretamente seu futuro. Antes do infarto, o PM levava uma vida saudável e ativa, sem sobrepeso e longe do sedentarismo, como demosntrado na foto ao lado no datar de 5 de julho de 2020, data anterior ao incidente. Ele possue um sítio, onde praticava atividades físicas intensas, como construir cercas, fincar mourões, capinar e plantar, atividades que, para ele, eram uma forma de aliviar o estresse acumulado no trabalho. Hoje, essas práticas foram-lhe retiradas por ordens médicas. Além disso, o Autor depende atualmente de medicamentos diários para sobreviver, tendo apenas uma artéria funcional, a qual se encontra parcialmente comprometida, exigindo acompanhamento médico constante. Exames anexados à petição demonstram o comprometimento de sua saúde cardiovascular e a

Polícia impediu ataque a bomba em show de Lady Gaga

A policia do RJ e o.Ministério Público impediram um ataque a bomba no show da Lady Gaga ontem de noite. Os órgãos fizeram uma ação conjunta contra um grupo que disseminava discurso de ódio e preparava um plano, principalmente contra crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+. Os envolvidos estavam recrutando participantes, inclusive adolescentes, para promover ataques integrados com uso de explosivos improvisados e coquetéis molotov. O plano era tratado como um “desafio coletivo”,  com o objetivo de obter notoriedade nas redes sociais. Um homem, líder do grupo, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Rio Grande do Sul e um menor de idade foi apreendido por armazenamento de pornografia infantil no Rio. Os participanres atuavam em plataformas digitais, promovendo a radicalização de adolescentes, a disseminação de crimes de ódio, automutilação, pedofilia e conteúdos violentos como forma de pertencimento e desafio entre jovens. Ao todo, eram nove alvos nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias e Macaé, no Rio; Cotia, São Vicente e Vargem Grande Paulista, em São Paulo; São Sebastião do Caí, no Rio Grande do Sul; e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso. Como parte da ação, na tarde de ontem, agentes também foram a Macaé para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um indivíduo que também planejava ataques. Ele ameaçava matar uma criança ao vivo, e responde por terrorismo e induzimento ao crime. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Leia agora a dinâmica que levou motorista de aplicativo a atropelar de propósito várias pessoas em Nova Iguaçu. Ele primeiro ameaçou um casal de passageiros, que disse que ele parecia drogado

Leia agora como um motorista de aplicativo atropelou várias pessoas de propósito em março em Nova Iguaçu. Ele está preso. Testemunhas disseram que ele parecia estar drogado. Segundo consta dos autos, no dia 25 de março de 2025, o investigado buscou um casal (Ryan e Isabel Cristina) com destino à Rua Ieres, n.º 205, Queimados. Ao chegar próximo à Igreja Católica situada na Avenida Tomás Fonseca, o condutor começou a apresentar comportamento estranho, similar ao resultante da utilização de entorpecentes, e passou a ameaçar o casal. Ryan tentou acalmá-lo, mas viu que o investigado o respondia de forma hostil. Verificando perigo iminente, Ryan pediu para o investigado encostar o carro no bar situado à Rua Presidente Vargas, n.º 377, bairro Comendador Soares e inventou que pegaria algo com o dono do bar, que seria seu primo. Ao parar o veículo, o casal saiu e Ryan perguntou ao investigado se estava tudo bem, momento em que este respondeu de forma muito agressiva com “Tá tudo bem o quê? e saiu do carro, pegou uma garrafa na mesa de um cliente do bar e tentou agredir Ryan. Ryan correu para dentro do bar e os demais clientes conseguiram conter o investigado. Momentos depois, o motorista retornou com o veículo e, com manobra impulsionada por ódio, atropelou diversos clientes do bar, lesionando as vítimas Luiz Carlos Pinto e Alef Andrade Monteiro. A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia caça homem que cometeu homicídio que chocou Resende e visa matar também ex-namorada e atual namorado dela

A polícia procura por um homem que cometeu um homicídio que chocou Resende, no Sul fluminense. No dia 23 de fevereiro, ele matou um rapaz chamado Bruno Fabrício aproveitando-se da capacidade reduzida da vítima para reagir e defender-se já que havia ingerido bebidas alcoólicas, atacou-a mediante surpresa com instrumento corto-contundente, causando-lhe a morte. O crime teve motivação fútil, já que, nas palavras do denunciado, “a vítima mexeu com ele”. Ainda segundo a denúncia, o assassino ocultou o cadáver de Bruno Fabrício na área de mata próxima à residência onde a vítima estava hospedada. Ele inovou artificialmente o local do crime, com intuito de induzir a erro o juiz e o perito em processo criminal, ainda que não iniciado, ao remover o cadáver, modificar o local e desfazer-se do instrumento do crime Segundo a Justiça, a policia quer prendê-lo imediatamente já que exise o risco dele fazer podendo novas vítima, como sua ex-namorada e o atual namorado desta) Os dois eram as prováveis vítimas quando o autor se dirigiu ao local dos fatos para matar Bruno. O acusado tem comportamento violento e agressivo. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

TERESÓPOLIS: Informantes denunciaram caso de duplo homicídio à polícia e agora vivem com medo de morrer também

Um duplo homicídio registrado em Teresópolis por briga entre traficantes levou informantes a denunciarem o caso à polícia só que eles estão morrendo de medo de morrerem também. Os autores foram presos “eles (assassinos) não podem me ver conversando com a senhora (policial), eles estão machucando pessoas, , botando medo em todos”, disse um colaborador, com medo, De acordo com os policiais civis, os informantes afirmaram que não poderiam ir à delegacia, do contrário seriam mortos também O irmão de uma das vítimas esclareceu que havia rixa entre integrantes do tráfico local e o crime ocorreu após boato de que uma das vítimas estaria tentando assumir a liderança, havendo inclusive um áudio dizendo que o ato foi direcionado a uma das vítimas e a outra “foi de bucha”. Os elementos iniciais dos autos indicam que os presos integram o tráfico de drogas local, impondo medo aos moradores. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Miliciano preso ontem em Seropédica é acusado de matar homem só por causa do furto de uma garrafa e de obrigar testemunha do crime a mentir em depoimento

O miliciano vulgo Quebra, que foi preso ontem em Seropédica, é acusado de matar um homem só por causa do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido em 23 de agosto de 2020, no bairro Santa Sofia, em Seropédica/RJ. Quebra efetuou disparos de armas dse fogo contra Thiago Curityba Ramos, provocando sua morte. Segundo apurado, o crime foi praticado por motivo torpe, qual seja, uma antiga rixa existente, por conta do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, haja vista que o miliciano, se valeu da surpresa, atacando a vítima de maneira súbita enquanto ela caminhava. No local do fato, foi encontrado o documento de identidade e a carteira nacional de habilitação do criminoso que permaneceu no local acompanhando os trabalhos periciais. Inicialmente, Quebra informou que sua bermuda estava rasgada e que os documentos teriam caído. No entanto, posteriormente, foi possível verificar que a informação era inverídica. Tal elemento informativo, somado aos termos de declarações colhidos em investigações policiais, permitem a conclusão por indícios de autoria do crime. Uma testemunha disse que Quebra lhe procurou depois do dia do crime, e o coagiu a mentir em depoimento, dizendo que o colocou como testemunha junto ao inquérito para que ele confirmasse que teria encontrado o seu documento de identidade. Não somente, o declarante ainda externou que sente medo, pois João é conhecido como “Quebra” na região, o que significaria que ele é “matador”. Afirmou, ainda, que foi até a sede policial depor motivado a mentir, coagido pelo denunciado, e para confirmar a versão que o bandido combinou com ele, por medo do que ele poderia fazer, caso soubesse que ele teria contado a verdade. No entanto, preferiu falar a verdade, afirmando que não queria se envolver na situação. Nesse mesmo contexto, a testemunha relembrou uma ocasião em que Quebra se comportou de forma extremamente violenta com outro indivíduo do bairro, em um determinado dia que este estava empinando uma motocicleta na rua, onde crianças brincavam. Após o fato, ele sacou uma arma de fogo e realizou três disparos para o alto, na intenção de intimidá-lo. A ex-companheira de Thiago afirmou que, após o assassinato, Quebra passou de carro em frente a sua casa diversas vezes, causando medo a declarante, uma vez que moradores da região dizem que ele teria sido o mandante do assassinato”. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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