Morto em confronto com a CORE na Cidade de Deus ontem, Luiz Felipe Silva Romão, o Mangabinha recebia cerca de R$ 350,00 reais por semana para ficar na contenç4o do tr4fico. Ele morreu no dia do pagamento.
Mensagens extraídas do celular dele revelaram que ele se vangloriou de ter participado do confronto que matou o agente da Core José Antônio Lourenço Júnior, em maio.
Em diálogos de 19 de maio, ele admite o ataque, descreve a fuga e comemora a morte do policial, dizendo: “Rodou um só” e “Fiz meu nome. De 62”.
O conteúdo está no relatório telemático da Delegacia de Homicídios da Capital.
Mangabinh havia publicado fotos com granadas e armas um dia antes, desafiando: “Entra pra ver”.”.
A polícia aponta que ele deixou a Cidade de Deus após o crime e fugiu para o Bateau Mouche, na Praça Seca.
FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção