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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Traficantes voltaram a se enfrentar no Fubá e no Campinho. Homem foi morto e bala atingiu parede de residência em Cascadura

Traficantes voltaram a se enfrentar nos morros do Fubá e do Campinho na noite desta sexta-feira com relatos de um morto pelo lado do Terceiro Comando Puro, vulgo Ratinho. Ué falaram que ia ter segurança por causa do brios tá difícil, estamos largados Tá difícil morar por esses lados Saiu um rajadao que está dando pra escutar da rua Amália TA HORRIVEL Peço cuidado aos moradores da região… Mesmo dentro de casa, uma projétil acertou a parede da minha residência aqui na Sidônio Pais!Atenção redobrada pra quem estiver na rua pelo amor de Deus! Parou a chuva e começou a chuva de balas Só armamento pesado 🤦🏽‍♂️ cadê a segurança toda do BRICS ? Marinha, Aeronáutica, Exército, PF, BOPE etc… 🤔 isso nós cariocas não temos direito algum 😡Começou tudo de novo FONTE: Cascadura Pilares Quintino News (Facebook)

Todo o dinheiro recolhido para a caixinha do CV era levado para a Cidade de Deus e administrado por traficante que já morreu

Relatório da Justiça apontou que o dnheiro do Comando Vermelho oriundo do tráfico de drogas e outras de infrações penais acessórias, como o furto, roubo ¿ principalmente de veículos e cargas ¿ e a receptação, era recolhido nos postos da facção criminosa espalhados pelo estado e depois reunido na CIdade de Deus sendo administrado pelo falecido traficante Carlinhos Cocaína, Segundo o documento, a maior parte do dinheiro advindo do tráfico de drogas e crimes acessórios era ¿lavado¿ em contas que apresentaram elevada movimentação (parte dos valores tendo como objetivo o ¿lucro¿ da cúpula do Comando Vermelho, e outra parcela utilizada para comprar mais drogas e armas de fogo e, assim, aumentar o poder da organização criminosa e sua dominação territorial), por um grupo sob o estrito controle dos líderes da malta, formado, dentre outros, por uma mulher. A polícia identificou identificou 140 transações suspeitas ou atípicas suas, sem identificação de origem e destino ou justificativa da operação financeira, totalizando o valor de R$ 346.523,55 (trezentos e quarenta e seis mil, quinhentos e vinte e três reais e cinquenta e cinco centavos). A mulher, em conjunto com outros dois codenunciados, ocultou e dissimulou a quantia de R$ 1.139.839,06 (um milhão, cento e trinta e nove mil, oitocentos e trinta e nove reais e seis centavos), com o ¿nítido intuito de ludibriar as autoridades e, assim, conferir a aparência lícita ao dinheiro criminoso, Uma outra teria participado de um esquema de branqueamento de capitais, movimentando R$ 215.233,00 oriundos de crimes do Comando Vermelho. 5. A atuação teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. O referido fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas. Ela teria recebido R$ 3.850,00 do tráfico, além de ocultar valores totais superiores a R$ 09 milhões, convertendo-os em ativos lícitos. FONTE: TJ-RJ

Homem estrangulou ex-mulher e chamou o Samu. Se entregou e confessou o crime

Fabrício Piedade da Silva se entregou à polícia após confessar o assassinato da ex-companheira, Lídia Gomes dos Santos, em Vaz Lobo, na zona norte do Rio de Janeiro. O casal vivia um relacionamento conturbado, com histórico de brigas e ciúmes. Após atrair Lídia para uma conversa, Fabrício estrangulou a mulher e ligou para o Samu, demonstrando frieza ao relatar o ocorrido. A irmã de Lídia descreveu o relacionamento como abusivo e revelou que os filhos do casal já estavam cientes da violência do pai. A polícia agora investiga o caso como feminicídio. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Chefões do CV são suspeitos de mais um homicídio mas Justiça não decretou prisão

Chefões do Comando Vermelho são suspeitos de mais um homicidio. Segundo a Justiça, Marcinho.VP, Doca, Abelha, além de Romarinho e Grampola teriam responsabilidade pela morte de Lábaro Viana de Oliveira  cujo corpo foi encontrado em 31/01/2025, no bairro Olaria, na Zona Norte do Rio. O  Ministério Público manifestou-se contrariamente à prisão preventiva dos indiciados entendendo não haver, neste momento, lastro probatório mínimo que confira justa causa à imputação penal ou à decretação da prisão preventiva, apontando a escassez de elementos de informação carreados e a necessidade de realização de novas diligências.  No caso, os elementos constantes dos autos não indicam, de forma segura, essa relação causal necessária. (a autoria). Por isso, a Justiça não atendeu o pedido de prisão feito pela polícia. FONTE: TJ-RJ

Milicianos de Del Castilho mataram um integrante da quadrilha que havia pulado para o CV

Segundo informações que circulam nas redes sociais, os milicianos da Favela do Guarda, em Del.Castilho, mataram um ex-integrante da quadrilha que tinha pulado para o Comando Vermelho e que após isso estava puxando os baques na comunidsde. O criminoso morto era conhecido como Val. Na noite de ontem em Del Castilho foram ouvidos fogos em comemoração da morte do suposto traidor. Durante a ação, um senhor saiu vitimado com um tiro na perna, mas nada muito grave!!

Leia como um rapaz acusado de ser do TCP conseguiu sobreviver após ser sequestrado e torturado por traficantes do CV em Búzios

No dia 20 de março de 2024, entre 14h00min e 15h40min, na Praça “Zé Paraíba, no bairro Cem Braças, em Búzios, traficantes do Comando Vermelho sequestraram J.V.A.C e o espancaram com socos e golpes de madeira contra o seu corpo, bem como grave ameaça de morte exercida com emprego de armas de fogo, o que fizeram com o fim de obter informação e declaração da vítima e para aplicar castigo pessoal, tudo em razão do seu suposto envolvimento com facção rival. Os criminosos o sequestraram e o colocaram em um veículo após a prática do crime de tortura, para levar a vítima até região de mata no Bairro Baía Formosa, onde seria executada a tiros. O crime de homicídio acima descrito apenas não se consumou pois a vítima conseguiu fugir no percurso entre o bairro Cem Braças e São José, tendo solicitado socorro a agentes da Guarda Municipal. Além disso, o crime de homicídio tentado foi praticamente por motivo torpe, pois os denunciados tentaram matar a vítima J.v em razão do suposto envolvimento dele com facção criminosa rival ao “CV”, qual seja, o “TCP”. Na data dos fatos, a vítima estava transitando em uma motocicleta pelo bairro Cem Braças, quando foi abordado por três criminosos, os quaisdeterminaram que ele descesse do veículo, conduzindo-o, em seguida, até outros dois conparsas , além de outro indivíduo não identificado. No local, conhecido como Praça “Zé Paraíba”, a vítima foi submetida a interrogatório elos denunciados e o sexto indivíduo não identificado, todos traficantes de drogas integrantes do “Comando Vermelho”. Durante o interrogatório, J.V foi espancado com socos e golpes de madeira, enquanto afirmaram que lhe matariam depois, inclusive com emprego de armas de fogo que eram portadas pelos criminosos, tudo enquanto era acusado de ser “alemão” e de “fechar com o Terceiro Comando”. FONTE: TJ-RJ

Milícia de Belford Roxo se associou a vereador e obrigava moradores a votar nele. Bandidos aterrorizaram a população e tinham a estratégia de fazer com que as pessoas pedissem socorro ao político parceiro

A milícia do Xavantes, em Belford Roxo, que foi alvo recente de uma operação do MPRJ, obrigaram moradores a votarem em candidatos a prefeito e vereador..Usando fuzis e pistolas, eles organizavam o voto dos moradores. Eles abordavam as pessoas e ameçavam quem morava na região os obrigando a votar nos candidatos indicados por eles. Os bandidos ameaçavam até mesmo funcionários da Prefeitura. A Agência de Inteligência e Buscas do 39º BPM, enviou o relatório de index 123887902, bem circunstanciado e que, em tese, confirmaria os fatos narrados no disque-denúncia, destacando-se que um vereador que foi candidato a releição possuiria, em tese, ligações estreitas e diretas com os milicianos atuantes no bairro Xavantes, nesta comarca. O documento indicou que o grupo de milicianos que age no bairro Xavantes atuava em parceria com o vereador, por meio das práticas inerentes aos grupos de milicianos, tais como causar uma falsa sensação de segurança mediante extorsão a comerciantes, mediante a cobrança de “taxas” que variam de R$ 20,00 a R$ 150,00 por semana, sob pena de represálias em caso de recusa no pagamento. Consta, ainda, do citado informe que o grupo criminoso praticava violência contra comerciantes, induzindo-os a pedir socorro ao político, que, por seu turno, prometia aos comerciantes a solução do problema, passando, assim, a falsa imagem de atuação na segurança do bairro que implicaria em mais votos para o candidato. O bandido vulgo Kibe liderava o grupo o qual seria parceiro do político ajudando-o diretamente na manipulação das votações em várias regiões do bairro e, em troca, o bando receberia vantagens e blindagem para que continuem a explorar as atividades ilícitas na região. Diversos foram os outros integrantes do grupo miliciano identificados pela AIB do 39º BPM, vejamos: Pim, Puga, Julico, Felipe Macaco, Dudu, Orelha, Jefinho e Titi, sendo Pim seria o 2° homem na hierarquia da malta, atuando, hodiernamente, na qualidade de “chefe interino” do bairro Xavantes, cabendo-lhe as funções de recrutamento de cobradores para a milícia e de organização dos membros do grupo, inclusive indicando os locais alvos de cobrança. Aduza-se que “Pim” seria homem de confiança do candidato a vereador “, atuando como cabo eleitoral na sua campanha. Continuando na análise do trabalho de inteligência da PMERJ, apurou-se que outro integrante dessa milícia, vulgo Dudu,” e que além de e assumir a função de cobrador nas áreas dominadas pelo grupo, também praticada os demais atos inerentes a este tipo de associação criminosa. Cumpre ressaltar que Dudu foi preso em março deste ano enquanto realizava extorsões no bairro Xavantes, o que fez com que as cobranças do bairro ficassem a cargo dos milicianos Pulga e Julico. Pulga seria o responsável por fazer a ronda no bairro, realizar extorsões, intimidar, coagir ou eliminar pessoas que não estejam agindo de acordo com as regras impostas pelo grupo. Julico apontado como um dos principais atores criminosos em razão de sua facilidade de acesso ao grupo de milicianos do bairro Babi, que seriam liderados pelo também miliciano Kim ou Kim ALeijado. Ressalte-se que o trabalho investigativo indica que “Julico” atuaria juntamente com “Pulga” nas rondas do bairro Xavantes e em homicídios realizados pelo grupo contra seus desafetos. O Relatório da AIB do 39º BPM indica com grande probabilidade, a veracidade do narrado disque-denúncia já mencionado e reproduzido nesta decisão, tudo indicando a existência de ligação entre os milicianos acima citados com o candidato a vereador Além de todo o exposto, ainda foram colhidas imagens de alguns desses milicianos durante a campanha eleitoral do candidato a vereador Além disso, um candidato a prefeito foi espancado por homens encapuzados, supostamente aliados do candidato a vereador Conclui o MPE, dizendo que “O que se vê, portanto, são indícios claros de que o candidato a vereador “se aliou à milícia que atua no bairro do Xavantes para coagir eleitores e obter votos, agredindo, inclusive, políticos com viés ideológico distinto, algo que claramente interfere na paz pública e no devido processo eleitoral, A milícia do Xavantes praticaria extorsão de comerciantes, corrupção policial, torturas e homicídios de desafetos. Eles praticam crimes contra moradores e comerciantes, impondo verdadeiro cenário de terror. Ademais, é visível que tal grupo criminoso também possui conflitosarmados frequentes com grupos rivais, inclusive mediante o uso de armas de grosso calibre, como fuzis – armas estas comumente empregadas em zonas de guerra e locais conflagrados. Isto se comprova mediante as diversas fotografias acostadas aos autos,, já que os acusados também ostentam em redes sociais e aplicativos demensagens o uso de tais armas, como forma de expressar poder e prestígio na comunidade. FONTE: TRE-RJ e TJ-RJ

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