Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Teve chacina em Nova Iguaçu no último fim de semana. Chefe da milícia está entre os quatro mortos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de quatro homens ocorridas em Nova Iguaçu no ultimo fim de semana. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Um dos quatro mortos é Ednilson Jesus da Silva, vulgo Baiano, comandava uma milícia na cidade sendo apontado como executor e mandante de diversos crimes, em especial a conduta de conceder empréstimos de valores em dinheiro com juros exorbitantes, utilizando violência ou grave ameaça nas cobranças. Em seu perfil do Whatsapp constava a imagem de um caveira com os dizeres: “Deus julgará meus inimigos – Eu apenas providencio o encontro – Nova Iguaçu – Bonde do Trem.” Os milicianos de sua quadrilha atuavam como justiceiros na região. Eles usavam equipamentos e vestuários de uso militar, dentre eles coturno, roupas militares, capa de colete balístico. Em uma escuta telefônica, Baiano recebeu informação de um comparsa que comandava uma milícia em Belford Roxo que lhe disse que obtivera informações de dentro do Batalhão da Polícia Militar sobre algum documento que poderia prejudicá-los. O bando praticava ainda crimes de extorsão, homicídios, furtos e fornecimento de serviço de telecomunicação clandestino, vulgarmente conhecido como´gatonet´. A base do grupo era o bairro da Grama e localidades adjacentes, Outro morto, Fabiano de Melo Alves chegou a ser preso armado suspeito de pertencer a uma milícia na cidade. FONTE: PCERJ e TJ-RJ

Justiça negou a prisão de Peixão (TCP) e integrantes do seu bando que foram indiciados por homicídio de um homem e ferimentos em outras duas pessoas que estavam em carro roubado na Penha Circular

A Justiça negou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de integrantes da sua quadrilha (Dino, Porquinho, Geremias e Artilheiro). Eles foram indiciados pelo homicídio de Kaio Rodrigo Santos de Souza e lesões em outras duas vítimas, ocorrido em 26/11/2024, na Penha Circular, com base na teoria do domínio final do fato. As investigações apontam que a vítima fatal e os feridos estavam em um veículo roubado e foram alvejados por traficantes rivais do TCP.Apesar de as vítimas sobreviventes confirmarem os disparos, elas não identificaram os atiradores, e não há testemunhas ou câmeras de segurança. Para a Justiça, decretar a prisão preventiva, é essencial que haja provas mínimas que liguem os investigados ao crime. A teoria do domínio do fato exige a demonstração de um nexo causal entre a conduta do investigado e o crime, e não apenas a sua posição de liderança. No presente caso, o Ministério Público concorda que não há elementos de prova que vinculem os indiciados ao crime. O relatório de inteligência, embora detalhado, não se baseia em provas concretas. Portanto, a mera liderança na facção não é suficiente para justificar a prisão, pois a teoria do domínio do fato não pode substituir a falta de provas de autoria. Foi determinado ao Ministério Público prosseguir nas investigações, apontando efetivamente os elementos de prova que trazem os indícios de autoria. FONTE: TJ-RJ

Estudante de enfermagem foi achada morta no Rio. Ex-namorado é suspeito

A estudante de enfermagem Lídia Gomes dos Santos, de 27 anos, foi achada morta em casa na manhã de ontem, em Vaz Lobo, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Parentes da jovem acusam o ex-namorado pelo crime. A vítima havia encerrado o relacionamento com ele havia três meses e o suspeito não aceitava o término. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso. FONTE: Padre Miguel News (Facebook)

Polícia investiga se homem acusado de matar mulher com golpe na cabeça e enterrar parcialmente corpo em Japeri teria sido condenado à morte pelo ‘tribunal do tráfico’

A polícia investiga a suposta morte de um homem chamado Ronaldo Martins da Silva, que teria sido executado por traficantes em Japeri após ter matado a companheira Lindalva Jovencio Antônio em março deste ano. O corpo de Lindalva foi achado em 5 de março na Estrada do Bananal, próximo da comunidade do Guandu. O cadáver estava parcialmente enterrado e com sinais de morte violenta.. Ela teria levado um golpe forte na cabeça causando hemorragia cerebral. Lindalva tinha saído de cassa dois dias antes sem motivos aparentes. Em conversa informal com policiais, uma mulher informou que Ronaldo era o suspeito em razão de seu histórico violento e comportamento agressivo. Ronaldo era usuário de medicamentos controlados e tinha histórico também de internação psiquiátrica. Essa testemunha e seu filho foram levados à delegacia onde a mulher afirmou que foi sequestrada por traficantes do Guandu acusada de envolvimento na morte de Lindalva junto com Ronaldo. Ela disse que Ronaldo foi capturado, condenado e executado pelos criminosos e o corpo jogado no Rio Guandu. A mulher afirmou que foi ameaçada de morte mas acabou liberada pelos bandidos.. Até agora, não houve confirmação da morte de Ronaldo pois seu corpo não foi localizado. Por conta disso, ele está com prisão temporária decretada. FONTE: TJ-RJ

Grupo usava plataforma para cometer estupros virtuais e tortura contra mulheres

. Um grupo vinha praticando crimes de violência contra mulheres. As investigações apontam que os envolvidos se organizavam virtualmente, em plataformas como Discord, para cometer estupros virtuais, torturas, misoginia e racismo contra as vítimas. Hoje, a polícia faz operação contra esses criminosos. Os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e em outras oito unidades da federação – Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina e São Paulo. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A ação foi planejada a partir da investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias. Em abril deste ano, a mãe de uma das vítimas procurou a unidade para relatar que imagens íntimas de sua filha estavam sendo divulgadas. Durante a apuração, os agentes constataram a existência de uma rede criminosa com dezenas de outras vítimas. Tudo era transmitido on-line e, em alguns casos, a gravação era posteriormente exposta na internet. FONTE; Polícia Civil do RJ

Pagodeiro foi baleado no peito quando se apresentava em um bar em Campos (RJ)

Um músico foi baleado no peito enquanto participava de um show de pagode em um bar no Parque São Benedito, em Campos. Segundo relatos, uma motocicleta passou pelo local e um de seus ocupantes fez disparos a esmo. O pagodeiro foi socorrido por familiares para o Hospital Ferreira Machado, onde recebeu atendimento. Ele não corre risco de morte. FIONTE: Imprensa da região

‘Escritório do Crime’ tentou matar PM que era ligado a Fernando Iggnácio

O Escritório do Crime, grupo de matadores que agia por recompensa, tentou matar um PM que era envolvido com o falecido contraventor Fernando Iggnácio em 2018. O PM foi alvo de atentado em janeiro daquele ano na Rua Ribeiro Andrade, em Bangu. Inicialmente, se cogitou a hipótese de latrocínio Na ocasião, o policial reagiu à empreitada criminosa, porém foi alvejado no tórax e em uma das mãos, motivo pelo qual foi socorrido por populares e por um ex-PM. Ele foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. No decurso das investigações, foi verificado que na verdade o PM foi vítima de tentativa de homicídio por erro de execução. Foi analisado na época o conteúdo do telefone celular de um membro do Escritório do Crime, vulgo Mugão (já falecido) e foi descoberto que o PM alvo como também o ex-PM que o socorreu trabalhavam na ―base da segurança de Fernando Iggnácio. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Criança foi atingida por bala perdida em Irajá. Tiro teria vindo do Juramento

Durante o tiroteio no Morro do Juramento neste domingo (29), uma criança foi atingida de raspão por uma bala perdida dentro de casa, em um condomínio localizado em Irajá, a cerca de 5km do Juramento. Apesar da distância, os tiros colocaram em risco moradores de outras regiões. A Assessoria de Imprensa da PM do Rio informou que, nesta segunda-feira, equipes do 3º BPM (Méier), do 9º BPM (Rocha Miranda) e do 41º BPM (Irajá), com apoio do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA) e do Comando de Operações Especiais (COE) da corporação, realizam operações nas comunidades do Juramento, do 18, do Juramentinho e da Saçu, na Zona Norte da cidade do Rio. No entanto, não houve ações nas regiões do Complexo da Serrinha e do Morro do Primavera, onde estão homiziados boa parte dos criminosos envolvidos na guerra. FONTE: PMERJ e Fogo Cruzadon

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima