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Terceiro Comando Puro

Dois baleados e um morto em guerra de facções na Pedreira (TCP). Vítima fatal era irmão de barbeiro que morreu semana passada no mesmo local

A Polícia Militar informou que, na madrugada desta segunda-feira (5/5), três homens feridos por disparos de arma de fogo deram entrada na UPA de Costa Barros. Um deles não resistiu. As vítimas teriam sido atingidas na localidade do Bairro 13, no Complexo da Pedreira. As circunstâncias do fato estão sob investigação. Segundo as redes sociais do jornalista Bruno Assunção, houve um confronto entre facções criminosas e a vítima fatal era irmão de um barbeiro que foi morto na semana passada na região. Michel Oliveira Fortes, marceneiro, foi morto por bala perdida.Quatro dias antes, seu irmão, o barbeiro Fábio Oliveira, 25 anos, também foi morto em situação semelhante em Barros Filho. FONTE: PMERJ, redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Fogo Cruzado RJ

Guerra de facções deixou dois adolescentes mortos e dois homens feridos em Três Rios

A Polícia Militar informou que, na noite de ontem domingo (4/5), criminosos armados efetuaram disparos de arma de fogo contra pessoas na Rua Fagundes Varela, em Vila Isabel, em Três Rios. Dois homens não resistiram aos ferimentos e outros dois foram socorridos à UPA da região. Os mortos seriam dois adolescentes de 17 anos. A 108ª DP (Três Rios) foi acionada e investiga a morte de dois adolescentes, ambos de 17 anos. Na ação criminosa, dois homens também ficaram feridos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. Equipes do 38º BPM (Três Rios) assumiram a ocorrência e a 108ª DP foi acionada. Segundo redes sociais locais, o fato ocorreu em razão de uma guerra entre facções criminosas rivais As vítimas foram atingidas em diferentes pontos do bairro Vila Isabel: uma na frente do antigo colégio Vocacional, outra na Rua da Feira e uma terceira na região da Fagundes Varela, próximo à subida do cemitério. Um vídeo mostraouuma motocicleta caída ao lado de um corpo estendido no chão, enquanto moradores observam a cena com tensão. Testemunhas afirmam que ouviram diversos disparos e viram suspeitos se escondendo em um terreno baldio ao lado de um prédio. Uma das mensagens compartilhadas dizia: “Misericórdia, será mais um”. Fontes locais relatam que o ataque foi uma ofensiva direta do Terceiro Comando Puro contra rivais, em meio à disputa pelo controle de pontos de venda de drogas na cidade. Um dos feridos teria sido atingido no pé e sobreviveu. FONTE: PMERJ, PCERJ e Página Cobrador TR (Facebook)

Barricadas com fogo entre o Chapadão (CV) e Pedreira (TCP) em protesto por inocente ter sido morto com tiro na cabeça em guerra de facções

Moradores fazem protesto na divisa entre os Complexos do Chapadão e da Pedreira após um barbeiro ter sido morto com um tiro na cabeça durante confronto entre facções. A manifestação fechou a Estrada do Camboatá e interrompeu a circulação do transporte público na região. Há barricadas com fogo em diversos pontos da região. A PMERJ está no local com veículos blindados. A vitima Fábio Oliveira,não resistiu aos ferimentos. Ele foi atingido por criminosos que estavam em um veículo branco. FONTE: Rede social do jornalista Bruno Assunção

Sem dar detalhes sobre a investigação, Justiça decretou novas preventivas contra chefões do TCP na Maré

A Justiça voltou a decretar este mês as prisões preventivas dos líderes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré: TH ou Gabigol, Mangolê, Cria, Pescador e Chocolate (preso). Os autos não trazem detalhes sobre a investigação só afirmam que conduta atribuída aos acusados é de extrema gravidade, pois os injustos penais de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, embora destituídas de violência ou grave ameaça no núcleo dos tipos penais, somente se torna possível com a imposição de medo e terror aos societas que vivem nessa microssociedade onde vige o narcotráfico. Tais condutas, inclusive, malferem a bem jurídica ordem pública porquanto na exata medida em que ocorre a mercancia de drogas ilícitas, utilizando-se de armas de grosso calibre, a desafiar a segurança pública e agentes da lei, na hipótese de incursão e tentativa de retomada, pelo Estado de Direito, de território hostilizado. Além do comércio de drogas, os denunciados são responsáveis pela organização do domínio territorial da região, determinando o emprego de violência e o uso de armas de fogo, inclusive, aquelas de uso restrito e proibido, contra facções rivais e forças da segurança pública. FONTE: TJ-RJ

Traficante Peixão (TCP) usa recursos de empresas de internet para adquirir artefatos explosivos. Fornecedor da facção morreu em uma explosão em seu apartamento na Barra em janeiro. Bandido tem influência em tráfico de Minas

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, explora serviços de internet e TV por assinatura, por meio de duas empresas. Uma delas fornece o serviço exclusivamente para a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu.impedindo a concorrência através de violência e coação. Peixão adquiri artefatos explosivos, com recursos provenientes de depósitos feitos pelas empresas, uma delas localizadas na Favela Boogie Woggie, na Ilha do Governador. Um membro de uma das firmas é um dos envolvidos na compra de explosivos. Ele é morador da comunidade Parada de Lucas, controlada por Peixão.Peixão também tem vínculo com bandidos de Minas Gerais. Ele exerce domínio sobre a comunidade Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, onde impõe símbolos religiosos e mantém controle territorial, consolidando sua liderança tanto no tráfico quanto nas atividades ilícitas. A investigação identificou nove indivíduos envolvidos, sete dos quais têm vínculo direto com Peixão, incluindo membros das empresas que operam sob sua orientação e aqueles envolvidos na aquisição de explosivos. O fornecedor destes artefatos explosivos morreu em 4 de janeiro de 2025, após uma explosão em seu apartamento no condomínio Caminhos da Barra, na Avenida Coronel Muniz de Aragão No imóvel onde o falecido morava, foram encontrados recipientes para transformarem-se em dispositivos explosivos, elevada quantidade de pólvora e outros apetrechos destinados à fabricação de explosivo, evidenciando que ali ocorria o depósito e todo o processo de industrialização dos artefatos explosivos. Com efeito, a investigação revelou que o morto, identificado como João Paulo fabricava e vendia bombas para a facção Terceiro Comando Puro, distribuindo os artefatos a diversas comunidades do Rio de Janeiro e Minas Gerais sob domínio de tal facção, com compradores já identificados. De acordo com informações policiais, João Paulo foi criado na comunidade da Rocinha, sob o comando do traficante “Nem”, integrante da facção criminosa TCP. Sua esposa declarou em depoimento que sabia da frequente ligação de seu marido com comunidades controladas pelo TCP, incluindo aquelas na Ilha do Governador. Declarou, também, que João Paulo realizava compras em nome de terceiros e recebia diversos pacotes de encomendas em sua residência, e que seu marido tinha envolvimento com elementos de comunidades dominadas pelo TCP. O laudo técnico emitido pelo Esquadrão Antibombas atestou que os artefatos explosivos encontrados no local da detonação possuem características idênticas aos artefatos previamente apreendidos em outras localidades sob o domínio da organização criminosa identificada como TCP (Terceiro Comando Puro). As informações ora apresentadas corroboram a hipótese de que os artefatos estavam sendo produzidos em larga escala por JOÃO PAULO, o qual, de forma sistemática, comercializava tais materiais bélicos para diversas comunidades controladas pelo grupo criminoso mencionado. Tal constatação pode ser plenamente verificada por meio do detalhamento de cada apreensão realizada, o qual evidencia a conexão entre os artefatos e as ações do referido criminoso; bem como por meio dos comprovantes de pagamento através de PIX. Cumpre ressaltar que existem diversos procedimentos nos quais foram encontrados artefatos explosivos produzidos e fornecidos por JOÃO PAULO às comunidades sob o controle da organização criminosa TCP. O procedimento nº 202-00053/2024, datado de 27 de outubro de 2024, foi instaurado em razão do apoio prestado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ao Gaeco do Ministério Público de Minas Gerais. A operação visava o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro. A operação foi realizada com o auxílio da SEPOL, contando com a colaboração de diversas delegacias, incluindo a CORE. No decorrer dessa ação, quando as forças policiais realizavam incursão na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio, região dominada pelo TCP, foram surpreendidas por um ataque por traficantes armados, culminando em confronto que resultou na prisão de um indivíduo. Este sujeito estava na posse de um artefato explosivo, o qual, conforme evidenciado no laudo emitido pelo Esquadrão Antibombas, foi produzido por João Paulo. Durante as investigações, a viúva de João Paulo apresentou nesta delegacia comprovantes de depósitos por meio de PIX, os quais eram feitos em sua conta a pedido de seu marido. Alguns depósitos foram efetuados, no dia 10 e 13 de outubro. Em pesquisa aos bancos de dados oficiais, foi descoberto que os remetentes dos valores são vinculados ao tráfico de Minas Gerais e ao Complexo de São Carlos. Desse modo, diante dos comprovantes de depósito, os artefatos explosivos foram e provavelmente utilizados por criminosos na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio. O procedimento 020-09740/2024, datado de 09 de dezembro de 2024, foi instaurado em virtude de operação no Morro dos Macacos. Foram presos quatro traficantes de drogas do Terceiro Comando Puro portando cinco artefatos explosivos, os quais também foram fabricados por João Paulo. As empresas de internet usadas por Peixão, por exempo, efetuaram depósitos na conta da viúva de João Paulo de forma fracionada. Foi possível verificar com clareza, a partir dos depósitos realizados pelas firmas, de que se trata de uma única transação financeira, consubstanciada no pagamento de um lote de artefatos explosivos E ainda se verifica que o vendedor em determinado momento teve que se deslocar até o comprador, o que explica o depósito para a passagem. Note-se que numa dessas transações via PIX havia descrição “bomba” no comprovante de transferência, dessa forma, não resta dúvida de que as transações bancárias. A investigação descobriu que houve transferência de valores para a conta de João Paulo feitas por traficantes do São Carlos e também da Vila Aliança, além da Cabana Pai Thomás, em Minas Gerais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Guerra de facções voltou a atormentar Mesquita

Moradores acordaram ao som de tiros nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (29), na Coréia e no Alto Uruguai, em Mesquita, na Baixada Fluminense. Os tiros foram registrados entre 4h e quase 6h. A região enfrenta uma guerra entre facções criminosas rivaisi. No final de semana circulou nas redes sociais que os traficantes do Terceiro Comando Puro haviam retomado a localidade da Barreira e que os bandidos do Comando Vermelho da Coreia e da Chatuba iriam se juntar para recuperar a localidade. FONTE: Fogo Cruzado RJ e Plantão Baixada RJ (Telegram)

Homem foi assassinado no Recreio, palco de guerra entre TCP, CV e milícia

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de um homem, ainda não identificado, que foi assassinado hoje no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. .Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. Segundo relatos, um veículo Creta com indivíduos armados passou e os ocupantes executaram a vítima na Avenida Gilka Machado. EstA região vem sofrendo disputas entre TCP, CV e milícia. FONTE: PCERJ e Página Informaçõesvargens (Twitter)

Arsenal foi apreendido pela PM em Acari (TCP). Bandido foi morto

Fuzil, pistolas, diversos carregadores, lunetas e outros materiais foram apreendidos por policiais do 41BPM, na manhã desta segunda-feira, durante ação na Comunidade do Acari, Zona Norte. Um criminoso foi preso em flagrante e outro foi socorrido ao Hospital.Getulio Vargas , onde não resistiu. Segundo a PM, policiais militares realizaram uma operação de apoio aos agentes do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e de outras concessionárias de serviços públicos na comunidade. FONTE: PMERJ

Polícia pediu prisão de traficante Sabão de Camará (TCP) por homicídio e sumiço de cadáver mas Justiça negou

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros representou pela prisão preventiva do traficante Sabão, que comanda as comunidades de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Sabão e um comparsa são suspeitos do homicídio e ocultação de cadáver de Róbson Paulo da Silva Lima. Entretanto, a Justiça negou o pedido se baseando no parecer contrário do Ministério Publico Estadual que alegou que ainda existem diligências a serem realizadas para melhor elucidar o ocorrido. Os autos retornaram para a 2ª Promotoria de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro. Além disso, o caso foi distribuído para uma vara criminal que declinou sua competência para uma das Varas do Tribunal do Júri da Capital, que couber por distribuição. Sabão tem influência nas comunidades de Vila Aliança, Coréia, Rebu, Taquaral e Camará, todas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Seus domínios enãolimitam a uma área geográfica perfeitamente delimitada, chegando até a Campo Grande. FONTE: TJ-RJ

Chefe do tráfico do Dendê (TCP) mandou envolvidos na morte de motorista de aplicativo no Rio Comprido irem roubar um carro no dia do crime. Após o latrocínio, suspeitos foram pedir abrigo para o lider do São Carlos (TCP)

Segundo informações da Justiça, o chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, vulgo Neves, mandou os envolvidos na morte de um motorista de aplicativo no Rio Comprido no dia 6 de fevereiro irem roubar um carro. Os traficantes forneceram as motos e eles (três, os dois que foram presos e um foragido), além de um revólver e uma pistola. Os criminosos então partiram para a Lapa. Chegaram no local por volta das 18h, rodaram pelo centro da cidade a procura de um carro de alto valor, mas não encontraram. Continuaram rodando pelo Centro até acharem, por volta das 00h15min do dia 06/04/2025, o carro Duster, cor branca da vítima parado na Rua Santa Alexandrina, próximo ao número 565. Eles resolveram roubar o veículo. Um dos bandidos desembarcou da moto com a pistola e bateu na janela do carro com a arma e mandou a vítima descer; O motorista desceu e decidiu reagir, dizendo. “Vocês estão me roubando com arma de brinquedo”. A vítima entrou em luta corporal com um dos assaltantes. Os dois se atracaram e o bandido decidiu fugir sem o carro, correndo de volta para a moto. O motorista correu correu atrás do dele. O suspeito tirou o capacete para poder dirigir o automóvel subtraído, porém o capacete preto e laranja que ele utilizava acabou ficando dentro do veículo da vítima. Foi então que o compara disparou uma vez com a pistola, acertando a vítima, que veio a óbito. O outro bandfido ficou de longe, em sua moto, apenas olbservando. Após o disparo, os criminosos fugiram fogem para o Morro do São Carlos. Os três subiram o São Carlos e falaram com o chefe “Léo Empada”; que diisse que os três podiam ficar no morro até a poeira baixar; Por voltra das 2h do mesmo dia, os três voltaram para a Ilha do Governador. Um dos presos relatou que costumavam roubar juntos no Centro e na zona sul do Rio de Janeiro. Eles começaram a praticar roubos em janeiro de 2024. já praticaram vários roubos; As armas e as motos utilizadas nos crimes são sempre fornecidas por traficantes do Dendê; Eles focavam nos roubos de carros que depois eram vendidos no Dendê. Ele contou que durante a luta corporal contra a vítima deixou seu telefone celular IPHONE 15 cair; O outro bandido preso disse que recebeu uma chamada de telefone do comparsa praticar roubos pelo área do Estácio no Rio de Janeiro. Ele encontrou com o parceiro do crime na entrada do Morro do São Carlos. Eles foram até a Rua Santa Alexandrina, altura do número 565, para roubar um Creta,mas não acharam e deiciriram roubar o veículo do motorista de aplcativo mesmo. Disse que ficou de longe e viu quando o comparsa entrou em luta corporal com a vítima e a perseguição da mesma contra seu parceiro.. Falou que o outro cúmplice fez o disparo. Após o ocorrido, os três fugiram para o São Carlos. Ele ficou junto ao ponto dos mototaxista na entrada da comunidade e os outros dois subiram o morro para falar com o chefe “Léo Empada. Horas depois, voltaram para a Ilha. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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