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Terceiro Comando Puro

Gerente de sacolão foi morto na Vila Aliança (TCP) e logo em seguida autor foi executado por traficantes

Um trabalhador identificado como Marcelo, gerente um sacolão na Vila Aliança em Bangu, foi assassinado. Logo após o crime, o autor trocou tiros com traficantes da localidade e também foi morto. Moradores lamentaram a morte de Marcelo que era muito querido, era conhecido como Bob, ele também era lutador de jiu-jítsu. Até o momento não há confirmação da motivação da morte de Bob, uns dizem que foi uma tentativa de assalto e a vítima teria reagido. ” Marcelo era um cara bom não tinha envolvimento com nada , mesmo assim tiraram sua vida”, disse um conhecido FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Preso mais um integrante da quadrilha que roubava vans e microônibus para posterior venda das peças. Bando é ligado ao TCP e causou prejuízo de mais de R$ 6 milhões ao transporte turístico do RJ

A Polícia Civil prendeu Fernando de Assis Costa, vulgo Paulista. Ele é mais um integrante da quadrilha de roubo a vans e microônibus a ser capturado. O bandido era responsável pelo roubo e corte dos veículos para posterior revenda das peças. Paulista integra a facção narcoterrorista do TCP (Terceiro Comando Puro) e faz parte do grupo criminoso especializado no roubo de veículos do setor turístico, que era liderado pelo roubador de vulgo “Foguinho”, que foi preso há cerca de duas semanas pela equipe da DRFA.* Ao todo, o grupo criminoso praticou mais de 20 (roubos) de vans, causando um prejuízo ao setor de transporte turístico no Estado do Rio de Janeiro de mais de R$6.000.000,00 (seis milhões de reais) somente no ano de 2024.* Paulista  foi preso escondido na casa de parentes, em Nova Iguaçu. Ele costumava se homiziar na Vila Aliança, tendo fugido da localidade após operação da Polícia Civil no local, na semana passada.  Os criminosos atuavam roubando os veículos principalmente nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, além de alguns mnicípios da Baixada Fluminense. *Na operação, foram apreendidas diversas ferramentas utilizadas pelo criminoso para o desmanche dos veículos e remarcação de chassis, além de um simulacro de arma de fogo utilizado nos roubos praticados pelo grupo criminoso* FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Motorista cadastrado na Uber teve prisão preventiva decretada suspeito de participar de homicídio de homem em Senador Camará que dificultava instalação de boca de fumo em frente ao seu estabelecimento

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva de três homens, entre eles um motorista cadastrado na Uber, suspeitos da morte de um homem em Senador Camará em janeiro que estava se opondo a instalação de uma boca de fumo em frente ao seu estabelecimento. O crime ocorreu na noite de 05/01/2025, por volta das 23h, no interior do estabelecimento comercial da vítima, Marivaldo Rodrigues Monteiro Filho, conhecido como “Baiano”, localizado na Estrada Duarte Nunes, nº 06, bairro Senador Vasconcelos.  Segundo consta, um indivíduo trajando capacete e máscara invadiu o local e, ao avistar a vítima, efetuou disparos de arma de fogo contra ela, fugindo em seguida, na garupa de uma motocicleta.  A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Rocha Faria, mas não resistiu aos ferimentos.  O crime teria ocorrido como forma de retaliação, em razão da resistência da vítima em permitir que os criminosos implantassem um ponto de venda de drogas no local.  Ainda segundo as peças do inquérito, um motorista de aplicativo declarou que teve sua motocicleta roubada ao atender uma solicitação de corrida. O próprio denunciado, que é cadastrado na Uber, teria se identificado para o trabalhador confirmando integrar o crime organizado local.  Esse funcionário da Uber reconheceu sua participação no homicídio de “Baiano” e afirmou que um homem chamado Erick estava na garupa da motocicleta, utilizando um pano na cabeça e um capacete preto para ocultar sua identidade, sendo este o autor dos disparos contra a vítima.  Ele também esclareceu que ele e Erick contaram com a colaboração de uma outra pessoa, chamada Wladirmir, que previamente esteve no local e repassou informações estratégicas aos seus comparsas para garantir o êxito da empreitada criminosa.  O Uber realizou o reconhecimento fotográfico dos codenunciados Erick e Wladimir. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de J\neiro

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

Peixão (TCP) pretendia montar uma loja no Paraguai para facilitar o envio de armas para o RJ

Tivemos acesso a denúncia do Ministério Público Federal contra o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão e Everson Silva, acusados de importar armas de guerra e trazer para o Rio por meio dos Correios. Everson buscava na internet anunciantes de equipamentos como bloqueadores de sinais e drones, bem como armamento, realizava a compra reiterada dos produtos escolhidos por Peixão e os entregava a este, como o fim de abastecer a organização criminosa. A “parceria” entre os dois era tamanha que “Peixão” cogitava abrir uma empresa de fachada, em conjunto com o primeiro denunciado, no Paraguai, local onde a comercialização de bloqueadores de sinais é permitida, e trazer, pormeio de outro membro da organização, os esquipamentos pela via terrestre ao Rio de Janeiro Na data de 10 de junho de 2024, o primeiro denunciado enviou a “Peixão capturas de tela do próprio celular, em que confirmava a compra de diversos fuzis com vendedores localizados no Paraguai e afirmava que iria buscar o armamento pessoalmente Everson era responsável pelo primeiro contato com diversos vendedores, a fim de comparar preços e forma de pagamento, bem como as condições deintrodução da mercadoria no país e depois repassava tais dados a Peixão. que, na condição de líder do TCP, escolhia quais produtos seriam adquiridos efornecia dinheiro para as aquisições Além de bloqueadores de sinais, armas e drones, os denunciados também adquiriam para a organização criminosa rádios de comunicação de longa distância e dispositivos aptos a interceptar comunicações policiais. Queriam até bazucas, Everson demonstra o pertencimento à facção Terceiro Comando Puro ao responder que os equipamentos que negocia serão suficientes para eliminar“Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. O sucesso da empreitada criminosa, garantida pela atuação dos denunciados na aquisição dos equipamentos proibidos, é comemorado por Péixão nosmeses de junho e julho Além da comunicação frequente com “Peixão”, líder da facção criminosa, também foi possível constatar que Everson mantinha contato constante com dois outros integrantes do Terceiro Comando Puro: indivíduos conhecidos como “Zero” (também chamado “TH”, e “Gordinho do Gás” (terminal ambos responsáveis pelo fluxo de valores do grupo, destinados a compra de equipamentos proibidos. Em síntese, “Zero” e “Gordinho” mantinham diversas contas correntes em nome de terceiros e, sob ordens de “Peixão”, transferiam a Evreson os valoresnecessários para as compras de drones, armas, bloqueadores de sinais e comunicadores, conforme se extrai dos diálogos datados de junho de 2024 e, em especial, do comprovante da transferência de R$30.000,00 (trinta mil reais) enviados por “Gordinho” ao primeiro denunciado, a fim de que este concretizasse a compra de mais um drone lançador de granadas: Na data de 12 de dezembro de 2023, Everson (identificado nas capturas de tela com a cor verde) entrou em contato com comerciante de bloqueadores de sinais, informando-o que pretendia realizar reiteradas compras semanais do equipamento18: Com o fim de evitar a interceptação de tais comunicações, “Peixão” sugeriu a Everson que este utilizasse terminal estrangeiro específico apenas para a negociação dos equipamentos proibidos. Everson tinha a função de negociar, adquirir e promover a importação de aparelhos destinados ao funcionamento da organização, tais como bloqueadores de sinais (utilizados para impedir o rastreamento de veículos e celulares, proibidos pela ANATEL), comunicadores de alta tecnologia e drones lançadores de granada (estes últimos apreendidos pela Polícia Federal em 15 de julho de 2024, quando foi preso. Ele também é responsável por planejar e efetivar a importação e a compra de armamento para os integrantes do Terceiro Comando Puro, incluindo revólveres, pistolas e fuzis, por meio de negociações com vendedores localizados no Paraguai, e custeadas pelo líder da organização criminosa Terceiro Comando Puro, Álvaro Malaquias, conhecido como “Peixão”. Peixão providenciava os recursos financeiros para que Everson promovesse a importação de mercadoria proibida, consistente em dispositivo bloqueador de sinal de radiocomunicação (BSR) utilizado para abater drones, comercialmente designado “fuzil anti-drone”. FONTE: Ministério Público Federal do RJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Denúncia federal confirma que Peixão (TCP) mandava retirar remessas postais de armas de guerra importadas principalmente do Paraguai

A denúncia federal contra o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, informa que as investigações se iniciaram com a notícia transmitida pela Receita Federal do Brasil, de remessa postal internacional, contendo produto controlado pela Anatel – Bloqueadores de Sinais de Radiocomunicações (BSR), do tipo dispositivo antidrone, sendo o destinatário Everson Vieira Francesquet. Em 15 de julho de 2024, Everson foi preso em flagrante ao retirar a encomenda. Na mesma oportunidade, foi apreendido com ele o seu aparelho celular, cujas informações obtidas com a quebra de sigilo de dados, de acordo com o MPF, apontaram para a hipótese de que o acusado, possivelmente, forneceria aparato tecnológico à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na denúncia, o MPF descreve inúmeras conversas entre Everson e Peixão que indicam a retirada de remessas postais no nome do primeiro, sob ordens do traficante. O órgão denunciante acostou outros diálogos  entre Everson e vendedores residentes no Paraguai, nas quais o denunciado, aparentemente, negociava e planejava a compra e importação de armamento, como revólveres, pistolas e fuzis, tudo, em tese, custeado por Peixão. A denúncia mostra que Everson pelo menos de junho de 2024 até o presente momento, integra a organização criminosa conhecida como Terceiro Comando Puro (TCP), comercializando e negociando equipamentos proibidos, sob ordens do chefe de Peixão, que escolhia e financiava os produtos contrabandeados, com o intuito de equipar o grupo para o cometimento de crimes. FONTE: Justiça Federal do Rio de Janeiro

Peixão (TCP) responde a ação sigilosa na Justiça Federal por organização criminosa, contrabando e crimes contra a administração em geral

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, responde ação penal sigilosa na Justiça Federal do Rio de Janeiro por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa, contrabando (art. 334-A) e crimes praticados por particular contra a administração em geral. É parte também neste processo Everson Vieira Francesquet, que foi preso pela PF (Polícia Federal) suspeito de ir buscar um fuzil antidrone em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu. Ontem, o programa Fantástico da TV Globo mostrou que Peixão importaria armas de guerra e mandava trazer pelos Correios. Segundo a reportagem, era Everson que cuidava da compra e o envio do material. FONTE: Justiça Federal do RJ e Polícia Federal

Traficante do TCP está com prisão preventiva decretada acusado de matar inocente em Irajá quando na verdade queria executar homem que já havia atuado no CV

Está com prisão preventiva decretada desde o mês passado o traficante conhecido como Da Honda, da comunidade da Malvina, em Irajá, dominada pelo Terceiro Comando Puro. Ele é acusado de matar em novembro do ano passado um rapaz chamado Marlon Sobreira Mourão Araújo conhecido como Abu quando na verdade perseguia outro que já havia feito parte do Comando Vermelho. O alvo de Da Honda contou que ossui antecedentes criminais, já tendo sido preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, por duas vezes; Disse que já fez parte do tráfico de drogas da Comunidade do Juramento mas que atualmente não tem envolvimento com nenhuma organização criminosa, nem pratica nenhuma atividade ilícita. Falou que trabalhava como entregador em uma peixaria, em Irajá. Segundo ele, no dia 3 de novembro, por volta das 04h/05h, estava voltando de um evento em Madureira, na companhia de seu amigo Marlon. Ele estava pilotando sua motocicleta e Marlon estava na garupa quando, trafegando pela Av. Monsenhor Félix, próximo da Malvina, um homem que estava na calçada, em frente à loja “Tradição Madeiras” efetuou vários disparos de fogo na direção do declarante e de Marlon; Os primeiros disparos atingiram Marlon, que veio a cair na rua. Após ver Marlon caído no chão, o alvo acelerou a sua moto e entrou na Rua João Machado, mas o homem continuou efetuando disparos de arma de fogo nas suas costas; Ele foi atingido por um tiro no ombro direito;. Em seguida foi até a casa da tia de Marlon e contou o que tinha acabado de acontecer. Após isso, foi socorrido por um motoqueiro até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde foi atendido e liberado no mesmo dia. No hospital, fizeram um curativo e o declarante ficou em observação por um tempo, pois estava sangrando muito. Soube depois de um tempo, não sabe precisar que corpo de Marlon apareceu em um valão na Av. Pastor Martin Luther King Jr. Ele visualizou o autor dos disparos e o reconheceu como sendo o traficante Honda, tendo fornecido duas fotos dele e sua rede social. Disse que conhecia Da Honda antes dele ter envolvimento com o crime, pois são criados no mesmo bairro e jogaram futebol juntos. Falou que faz parte do tráfico de drogas da Comunidade da Malvina e pertence ao TCP. A Malvinha tem como líder o traficante Lacoste da Serrinha e o bandido vulgo Fortão é o frente da comunidade, que recebe ordens de Lacoste. O alvo confirmou que já atuou no CV e atualmente só frequenta e faz entregas em Comunidades da mesma facção (CV); Falou que atualmente os entregadores não podem entregar/frequentar Comunidades de organizações criminosas distintas, ou seja, tem de escolher o território dominado por uma facção só, para não correr o risco de ser chamado de “X9” e morrer no tribunal do tráfico; Q Reiterou que o crime foi motivado pelo fato do declarante já ter pertencido à facção rival, Comando Vermelho e ter sido reconhecido pelo autor.Falou ainda que Marlon nunca teve envolvimento com nenhuma atividade ilícita e sempre trabalhou; FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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