Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Ex-milicianos de Seropédica tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos das mortes de dois homens. Uma das vítimas teve o olho arrancado à bala

Foram decretadas no início do mês as prisões preventivas de dois ex-milicianos_ vulgos Boi e Trakinas_ pelos homicídios de dois homens em Seropédica. As vítimas foram Lucas Aguiar Rozilldo Silva, conhecido como Nelsinho, e Pedro Vinicius Rodrigues Fortes, o Peppa. Ambos receberam diversos disparos de arma de fogo sendo que Nelsinho teve o olho esquerdo arrancado por um projétil, com “zona de tatuagem”, isto é, comprovando o disparo efetuado à curta distância, causando as lesões que o levaram à morte. Uma testemunha relatou, que seis indivíduos armados com fuzis, uniformizados com roupa parecida com a da polícia, de balaclava, invadiram a casa no período da madrugada e acordaram Lucas com um tapa, perguntando onde estava a arma. Narrou que cinco homens levaram LUucas para casa de Peppa, dizendo que já sabiam de tudo; Após levarem Lucas, ouviu de 5 a 6 disparos de arma de fogo. Um dos indivíduos voltou para sua casa para chamar Trakinas e disse: “HOP. Reconheceu este indivíduo, por um mosaico de fotos apresentado pela polícia, como sendo Boi. Trakinas chegou a dizer que levariam Lucas para a 48ª DP e vasculhou o quarto da testemunha levando o seu celular e de seu fiho. A testemunha permanece morando no mesmo local e encontra-se em situação de vulnerabilidade. Os denunciados são apontados como ex-integrantes de milícia que atua na região de Seropédica e adjacências FONTE: TJ-RJ

Traficantes da Barreira do Vasco (CV) são suspeitos de matarem responsáveis pelo gatonet e pela internet da comunidade. Dono da TV a cabo clandestina foi morto porque não aceitou pagar o aumento da taxa imposta pelos criminosos

Traficantes da comunidade Barreira do Vasco, em São Cristóvão, mataram no ano passado um homem responsável pela distribuição do gatonet na favela por ele não aceitar pagar um aumento na taxa exigida pelos criminosos. O chefe do tráfico, vulgo Parazinho e um dos executores tiveram as prisões preventivas decretadas este mês.  O crime foi cometido em 17 de março de 2024 em um campo de futebol que fica em frente ao estádio de São Januário. A vítima Leôncio Castor Silva estava com o irmão na calçada  quando parou um veículo Kia Cerato, modelo novo, de cor branca, placa não anotada, que fizeram disparos. Um deles era o de vulgo Sabiá e o outro era conhecido como Cartolinha ou Cartola ambos traficantes do Morro do Tuiuti, que migraram para a Barreira do Vasco. Eles são seguranças do líder do tráfico na comunidade, vulgo Parazinho. Eles haviam se mudado para a Barreira do Vasco há cerca de um ano, Leôncio trabalhava fornecendo televisão cabeada (gatonet) para moradores da comunidade Barreira do Vasco, há cerca de cinco anos. Os traficantes da região, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, respeitavam Leôncio, tendo em vista ser “cria” da referida comunidade. Em contrapartida Leôncio efetuava o pagamento da quantia de R$ 5.000,00 mensais para o tráfico de droga Antes do crime, Leôncio havia dito que Parazinho queria aumentar a quantia paga, no valor de R$20.000,00 mensais mas ele se recusou a pagar dizendo inclusive que todo o trabalho era dele, que “ele era quem subia no poste para fazer a instalação. Uma testemunha relatou que um amigo de confiança de Leôncio , que ajudava em toda a operação do gatonet, possa ter convencido o tráfico a aumentar o valor da cobrança, tendo em vista que recentemente ele virou o responsável pela cobrança do gatonet da comunidade Barreira do Vasco, substituindo Leôncio. Há relatos também de que Cartola também foi o autor do homicídio de Thiago Monteiro de Melo, que era responsável por distribuir internet para os moradores da Comunidade Barreira do Vasco;  A testemunha disse que viu Cartola na garupa de uma motoccileta  efetuando disparos contra Thiago. O declarante disse que ajudou a socorrer Thiago  ajudou a socorrer colocando ele em um carro (Uber), que passava pelo local. Thiago foi transportado para Hospital Souza Aguiar, onde veio a falecer; O  fato ocorreu em julho de  2023. Uma outra testemunha confirmou que Leôncio comandava a distribuição do gatonet na comunidade cobrando  R$ 50 por residência e que pagava R$ 7 mil mensais ao tráfico. Disse que ouviu falar  que, em dezembro de 2023, houve uma mudança no comando da favela e os novos traficantes, da mesma facção(C.V.), exigiram de Leo, R$ 20.000,00, por mês, para manter o serviço, o que fez com que Leo aumentasse o valor mensal para R$ 70,00, por residência. A declarante não sabe dizer se Leôncio, pagou ou não o novo valor aos traficantes. Ouviu, que na comunidade da Barreira, havia sido executado depois que assumiu o novo comando, o detentor do serviço de “internet” no local, e que acredita que possa ter sido pelo mesmo motivo, que Leo possa ter sido executado. FONTE: TJ-RJ

Testemunhas relataram como PM matou homem durante pagode em Nova Iguaçu. Pelos relatos, vítima morreu a troco de nada

Testemunha relatou à Justiça como ocorreu o assassinato de Jorge Mauro Ruas de Paiva, ocorrido no último sábado (10) durante um pagode em Comendador Soares, em Nova Iguaçu. O PM Vinicius Rodrigues Pacheco teve a prisão temporária decretada como principal suspeito do crime. A testemunha relatou que o PM envolvido é conhecido na região como Nico e moradores relataram que tinha um comportamento agressivo e instável. No dia do fato, Nico também estava no bar mas do outro da calçada. Por volta da 0h15, ele teria feito quatro disparos para o alto. Alguns clientes foram falar com ele para repreendê-lo. Segundo o declarante, a vítima em nenhum momento foi ao encontro do autor para reclamar pela sua conduta. Em determinado momento, viu Nico vindo de encontro a sua direção, uma vez que estava muito próximo a vítima Jorge Mauro. Neste instante, o PM estava com a arma em punho, apontou para Jorge Mauro e começou a disparar contra a vítima. Disse não saber ao certo quantos disparos ou precisar maiores detalhes da arma de fogo, uma vez que começou a correr para se proteger, porém, acredita ter ouvido uns dois ou três disparos de arma de fogo. Após uns dez minutos, retornou para o bar e viu o corpo de Jorge Mauro caído no chão. Após ver ser amigo de infância morto foi embora para a casa. Ao visualizar a foto constante no portal de segurança, acostado ao presente inquérito policial, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Outra testemunha também presenciou os fatos e reconheceu Vinicius num mosaico de fotos como sendo o autor dos disparos. Disse que Vinicius realizou um disparo de arma de fogo para o chão próximo de onde estava a declarante. Ela ficou muito assustada e tirou uma foto do atirador. Cerca de quinze) minutos após o primeiro disparo, o homem se deslocou ate o “meio da rua” e realizou mais 3 ou 4 disparos, não sabendo precisar corretamente quantos. Após isso, algumas pessoas que estavam no bar começaram a conversar com o autor dos disparos para que este não fizesse mais e Jorge Mauro não estava entre elas.Disse que o PM retornou com uma arma de fogo diferente daquela utilizada anteriormente, indo de encontro ao local que Jorge Mauro estava. Falou que viu o autor do homicídio apontando sua arma para baixo a direção de Jorge Mauro uma vez que já estava caído ao solo. Depois, o autor do homicídio foi em direção ao carro estacionado e foi embora. Após visualizar o mosaico de fotos, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Um vídeo do crime ganhou grande repercussão na mídia e nas redes sociais. Vale destacar os vídeos obtidos das câmeras de segurança e exibidos em vários sites jornalísticos, em que aparece, de forma clara, um homem (já identificado como o representado) efetuando os disparos contra a vítima, FONTE; TJ-RJ

Justiça mandou soltar mulher trans e homem suspeitos de matar dois jovens em Angra em fevereiro. Existe a suspeita de legítima defesa. Há relatos que vítimas estavam com uma lâmina para atacar os envolvidos e que praticaram homofobia

A Justiça mandou soltar um casal, entre eles uma mulher trans, suspeitos de matarem a facadas dois rapazes em Angra dos Reis, em fevereiro. A Corte argumentou que o perigo gerado pelo estado de liberdade dos imputados (não está configurado. É reconhecida a gravidade do fato, que acarretou a morte de dois jovens. No entanto, conforme narrado pela denúncia, a princípio, as vítimas proferiram xingamentos contra a mullher transgênero -, chamando-a de “viadinho”. Há dúvidas, ainda, quanto a quem deu início, de fato, às agressões com a arma do crime e a quem ela pertencia. Ou seja, não é possível descartar – ao menos por ora – a tese de legítima defesa – ainda que possa ter havido eventual excesso -, o que será apurado ao longo da instrução criminal. Foram determinadas medidas cautelares aos envolvidos como 1- Comparecimento de forma pessoaal e obrigatória mensalmente em juízo até o décimo dia de cada mês, enquanto houver o deslinde do feito, para informar e justificar suas atividades, bem como manter seu endereço atualizado junto ao Juízo e 2- Proibição de se ausentar da cidade. Na época do fato, a mulher trans afirmou que o desentendimento começou quando as vítimas a ofenderam com o termo “traveco” e, em seguida, partiram para cima dela com uma lâmina. Alegou que o homem a auxiliou na defesa. O envolvido afirmou que tomou a lâmina das vítimas e, para se defender e proteger a trans. esfaqueou os rapazes. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventivas de cinco traficantes do TCP acusados de matar rival do CV em Paraíba do Sul. Guerra de facções aterroriza cidade de 40 mil habitantes

A Justiça decretou a prisão preventiva de cinco traficantes do Terceiro Comando Puro acusados de matar um rival do Comando Vermelho em janeiro quando a vítima estava na porta de sua casa com a esposa na cidade de Paraíba do Sul, no interior fluminense. O crime ocorreu em 30 de janeiro. e vitimou Fábio Miller Rosa Franco. Fábio foi alvejado quando retornava do supermercado, na companhia de sua companheira e, ao estacionar sua moto em frente de casa – situada na Rua Deocleciano Alves de Souza, Caminho de Dentro, um veículo Fiat Argo na cor branca chegou ao local, descendo um homem que atirou na vítima. Com Fábio caído no chão, este mesmo homem se aproximou e efetuou mais disparos, entrando em seguida no banco do carona do carro, retirando-se em alta velocidade na direção ao distrito de Werneck. A companheira da vítima descreveu que Fábio era traficante de drogas com ligações com a facção Comando Vermelho, tendo desavença com traficantes do bairro Liberdade – ligados à facção rival Terceiro Comando. Alguns dos bandidos eram da cidade de Paty do Alferes. Segundo a Justiça, foi mais um episódio de uma sequência de crimes violentos, envolvendo tiroteios, que estão ocorrendo na cidade, tudo dentro de um contexto de uma verdadeira ‘guerra’ entre traficantes de facções inimigas – TCP (bairro Volante e bairro Liberdade) e Comando Vermelho. Esses fatos têm causado pânico na população, não apenas nos moradores desses bairros como também nos moradores de todo o município, pois se trata de uma cidade pequena, de quarenta mil habitantes, não acostumada com conflitos armados entre facções criminosas.” FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) e comparsas tiveram as prisões decretadas por mortes de inocentes durante ataques em outubro

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de seus comparsas Porquinho, Geremias ou Rei do Fumo, Dino e Artilheiro pela morte de dois inocentes durante ataques em vias expressas em 24 de outubro de 2024. Segundo os autos, por volta das 7h45min daquele dia, na pista sentido Centro da Linha Vermelha, nas proximidades do bairro Parque Duque, em Duque de Caxias/RJ, os os bandidos ordenaram que seus subordinados efetuassem disparos de arma de fogo de calibre 7,62mm em via pública, na direção de populares, disparos que acabaram atingindo e matando as vítimas Paulo Roberto de Souza, que exercia atividade laboral ao transportar passageiro em seu veículo GM/Ônix e Geneilson Eustaque Ribeiro,, condutor de um veículo Kia Bongo – K2500 HD, cor branca, que se encontrava parado na via, O inquérito policial apontou através dos depoimentos colhidos em sede policial que os crimes imputados aos denunciados foram cometidos de forma premeditada e coordenada, visando a intimidação da população civil e a desestabilização da atuação estatal na localidade e principalmente, afastar a operação policial que incursionava na Cidade Alta. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do CV torturaram homens em Teresópolis para obter confissão de que teriam roubado boca de fumo. Crime foi filmado. LEIA COMO FOI

Os traficantes Vinte e Um e Caçador das Paineiras e um outro sem vulgo vinculados ao Comando Vermelho estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem dois homens que foram acusados por eles de roubarem uma boca de fumo, em Teresópolis. Os bandidos impuseram às vítimas R.S.P e R.S.A intenso sofrimento físico. Segundo consta dos autos, foi feito um vídeo que registrou o momento da tortura e que foi encaminhado à Justiça por um colaborador. Os criminosos desferiram contra as vítimas diversos golpes pelo corpo, inclusive com o emprego de um pedaço de madeira. Segundo o apurado, em 21 de março do ano passado, um dos bandidos ligou para uma das vítimas e pediu para que comparecesse no local conhecido como “Matinha”, sem lhe explicar o motivo. Ao chegar na “Matinha”, a vítima percebeu que outro homem já estava sendo vítima de diversas sevícias físicas impostas pelos traficantes notadamente golpes com um pedaço de madeira, enquanto um terceiro filmava tudo. Os criminosos a esta altura, acusavam as vítimas de terem roubado a “boca de fumo”, causando prejuízo ao narcotráfico local, a qual se mantinham umbilicalmente vinculados. Na ocasião, um dos envolvidos apontou o dedo indicador para uma das vítimas, que estava caído ao chão, dizendo de forma veemente: “Tá roubando a boca!”. Neste ínterim, Vinte e Um, que filmava a ação criminosa, disse: “Ei, 21… Ei, 21… pode bater, pode bater, mano… Não estava gravando não.”.Uma das vítimas, bastante assustada, chegou a pedir aos algozes que parassem as agressões. Contudo, os criminosos prosseguiram a tortura com um pedaço de madeira, desferindo contra o ofendido cerca de 14 pauladas nas pernas, nádegas e braços, tendo ele permanecido deitado no chão, gemendo e tentando se proteger dos golpes com as mãos. Logo em seguida, a segunda vítima foi derrubada ao chão pelo Caçador e o outro começou a lhe desferir golpes com um pedaço de madeira.Enquanto é agredida, a vítima proferiu gemidos de dor e repetiu a frase a um dos agressores: “Eu roubei quem, ’21’?”. FONTE: TJ-RJ

Após sua casa sofrer um ataque de traficantes, PM passou a ser ameaçado pelos bandidos, ou aceitar o arrego ou sua família correria risco. Pressão psicológica levou policial ao infarto e teve atendimento recusado no hospital da corporação por falta de vagas. Vítima processou o Estado e ganhou a causa. CONHEÇA A HISTÓRIA

No dia 02 de janeiro de 2022, um PM com 26 anos de corporação estsava emsua casa essa sua esposa e seus dois filhos. De repente, uma explosão causou tremor as paredes do lar que construíram com tanto esforço. Uma bomba caseira foi lançada na esquina de sua casa pelos traficantes que dominam a região, em uma clara retaliação ao trabalho honesto e incansável do policial contra o tráfico de drogas. Não satisfeitos, os criminosos dispararam rajadas de tiros na residência. O PM nunca pensou que um dia sua dedicação à causa pública lhe custaria não apenas a tranquilidade, mas a própria paz de espírito e o bem- estar de sua família. Por mais de duas décadas, ele honrou sua farda, sem qualquer punição ou mancha em sua carreira, cumprindo seu dever com excelência e arriscando sua vida em prol da segurança de todos Após o atentado, os criminosos deixaram clara sua mensagem: ou o PM cedia ao “arrego”, colaborando com o tráfico, ou sua vida e a de seus familiares estariam em risco. Fiel aos princípios que sempre defendera, o policial recusou qualquer acordo e, imediatamente, registrou um boletim de ocorrência nº 119-00008/2022 acostado em anexo, narrando os detalhes do atentado. A partir de então, a vida dele desmoronou. O PM passou a viver sob intenso terror. Mensagens de morte e propostas de corrupção foram enviadas diretamente ao seu celular, agravando a pressão psicológica que já se tornava insuportável. Mesmo assim, ele, fiel à justiça, resistiu e continuou a lutar contra a corrupção. A pressão psicológica decorrente das ameaças diretas e das propostas de corrupção contribuiu para o desgaste emocional extremo do policial.Em 06 de junho de 2022, após 4 dias de terror psicológico constante, o corpo do PM não resistiu mais. Ao sair da delegacia às 12:49 hrs, onde havia prestado Auto de Reconhecimento de pessoa sobre o caso, ele sentiu fortes dores no peito. Desesperado, buscou ajuda e foi levado às pressas para o hospital Darcy Vargas, onde foi diagnosticado com um infarto. O PM começou a passar mal logo após sair da 119a Delegacia de Polícia Civil, onde reconheceu os envolvidos no crime denunciado. O infarto sofrido pelo PM foi desencadeado diretamente pelo estresse e pressão psicológica extrema decorrentes do atentado, das ameaças e da ausência de proteção estatal. Mesmo sendo contribuinte do Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), que deveria garantir-lhe atendimento de urgência, o PM foi negligenciado pelo próprio sistema que deveria protegê-lo. O hospital da corporação onde deveria ter sido internado, negou-lhe socorro sob a alegação de falta de vagas, mesmo tendo posteriormente informado que havia vaga, porém sem ambulância para o transporte. O Hospital Darcy Vargas conseguiu uma ambulância de um município vizinho para realizar a transferência do PM, que se encontrava entre a vida e a morte. Contudo, o veículo disponibilizado não estava equipado com cilindros de oxigênio, material de extrema importância para o transporte de um paciente recém-vitimado por um infarto. A falta de oxigênio no trajeto entre os hospitais colocou sua vida em risco, sendo mais uma prova da omissão estatal. A negligência no atendimento médico, ao deixar o PM sem os cuidados adequados, agravou o seu quadro clínico. O PM passou nove dias internado no setor de trauma antes de realizar o cateterismo que constatou duas artérias obstruídas. Seis dias se passaram até que a angioplastia fosse finalmente realizada, conforme documentos em anexo , tempo suficiente para que sua vida estivesse por um fio.Durante essa espera angustiante, outro policial, que realizara o mesmo procedimento, faleceu devido à demora no atendimento. Embora tenha sobrevivido, o Autor carrega cicatrizes físicas e emocionais que continuam a afetar sua vida cotidiana. Após receber alta hospitalar, o PM enfrentou um longo e extenuante processo de licenças médicas periódicas, sendo obrigado a renová- las a cada 15 dias e, posteriormente, a cada 30 dias, por um período de um ano e meio . Durante esse tempo, ele era forçado a comparecer ao CFAP , sempre exposto ao estresse de atravessar áreas de risco. Sua residência, localizada em Rio Bonito, distava significativamente do CFAP, localizado em Sulacap, uma constante fonte de estresse para o policial que encontrava-se com sua saúde ainda debilitada. A exigência de renovação frequente de suas licenças, aliada aos trajetos arriscados e desgastantes, impôs grande desgaste a um policial, um ser humano que já havia quase perdido a vida em razão da omissão do Estado . Além de estar em recuperação de uma recente cirurgia e com seu estado psicológico fragilizado, essas condições agravaram ainda mais sua saúde física e mental, expondo-o, novamente, à negligência do Estado em assegurar seu bem-estar e segurança. Além do desgaste causado pelas licenças médicas periódicas, a Junta Médica da PMERJ, mesmo durante tantas renovações, jamais realizou exames básicos, como a aferição da pressão arterial do Autor, demonstrando descaso com sua saúde e segurança. Esse desrespeito continuou a agravar seu sofrimento emocional e físico. O atentado contra a vida do autor e sua família não apenas o afastou de suas funções, como também lhe tirou a chance de almejar uma promoção e uma graduação superior. Esse afastamento forçado interrompeu suas oportunidades de crescimento na carreira, que ele certamente teria alcançado se sua saúde tivesse sido preservada. A interrupção forçada da carreira, gerou uma perda irreparável de oportunidades profissionais, afetando diretamente seu futuro. Antes do infarto, o PM levava uma vida saudável e ativa, sem sobrepeso e longe do sedentarismo, como demosntrado na foto ao lado no datar de 5 de julho de 2020, data anterior ao incidente. Ele possue um sítio, onde praticava atividades físicas intensas, como construir cercas, fincar mourões, capinar e plantar, atividades que, para ele, eram uma forma de aliviar o estresse acumulado no trabalho. Hoje, essas práticas foram-lhe retiradas por ordens médicas. Além disso, o Autor depende atualmente de medicamentos diários para sobreviver, tendo apenas uma artéria funcional, a qual se encontra parcialmente comprometida, exigindo acompanhamento médico constante. Exames anexados à petição demonstram o comprometimento de sua saúde cardiovascular e a

Ex-chefe de Polícia Civil do Rio voltou para a prisão devido a processo que envolve ex-delegado que vazava informações sobre investigações e negociava propina para agentes corruptos

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio Allan Turnowski está de volta a prisão por decisão da segunda turma do Supremo Tribunal Federal. De acordo com o TJ-RJ, foi expedido mandado de prisão em desfavor de Turnowski, com prazo de validade de 12 anos. Segundo o documento, a prisão está relacionada ao caso do ex-delegado Maurício Demétrio, que foi expulso da corporação, acusado de vazar informações relevantes e sigilosas acerca de investigações, negociando, ainda, pagamento de propina para integrantes corruptos da Polícia Civil e cooptando outros integrantes para participação em esquemas ilegais. Turnowski e Demétrio, juntamente com o falecido bicheiro Fernando Iggnácio foram acusados de participar de organização criminosa que visava obter vantagens econômicas e de outras naturezas, mediante a prática de diversas infrações penais, em especial a exploração ilícita de jogos de azar, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e homicídio qualificado, entre tantos outros. Dentre os integrantes já identificados da organização criminosa há delegados de polícia que empregam a estrutura e recursos da Polícia Civil do RJ. A quadrilha mantinha contato com outras organizações criminosas independentes, notadamente a conhecida milícia de Rio das Pedras, por meio de negociatas ilegais com o falecido capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega Junto com Adriano, o grupo negociou e intermediou a celebração de acordo de pagamento sistemático e rotineiro de vantagem indevida a policiais civis ainda não identificados então lotados na DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais), para determiná-los a praticar, omitir ou retardar ato de ofício. FONTE: TJ-RJ

Depois de quase dois anos do crime, Justiça decretou prisões de traficantes do TCP que tentaram matar homem em Búzios. Vítima foi do CV e tinha acabado de sair da cadeia

Depois de quase dois anos, a Justiça decretou as prisões preventivas de traficantes do Terceiro Comando Puro que tentaram matar um homem que foi do Comando Vermelho e havia acabado de sair da cadeia em Búzios. Segundo apurado nos autos, a vítima estava na Rua Brasil, no bairro da Rasa, onde residia sua avó, quando se deparou com um grupo de homens. Nesse momento, um dos indivíduos efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima em plena via pública, sendo certo que esta saiu correndo e não foi atingida. A vítima afirmou que já fora integrante do tráfico de drogas, atuando pela facção Comando Vermelho, rival da facção Terceiro Comando Puro, sendo preso em 2020, e que havia saído da cadeia acerca de 4 dias, tendo ido residir na casa de sua avó, Ocorre que o referido Bairro da Rasa é área dominada pela facção T.C.P. A vítima afirmou que já conhecia os autores, pois ambos pertenciam a facção Comando Vermelho (facção a que fazia parte) e mudaram para a facção T.C.P., a qual domina a localidade de Maria Joaquina e estão tentando dominar a localidade Vila Verde e localidade Cruzeiro, todas localidades do Complexo da Rasa, como é denominada o local. Após, houve a indicação como autores do delito, quando a vítima observou fotografias FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima