Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do CV de Madureira suspeitos de matar mulher que teve conversa com um suposto PM flagrada em seu celular

A Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do Morro da Congonha (CV) em Madureira, vulgos Leandrinho, Nem, Graveto ou GVT, Zebrot, Vitinho, WL, Marcinho do Fubá e Erê, pelo assassinato de Amanda de Oliveira . Uma testemunha afirmou que Amanda foi morta por traficantes da comunidade onde residia e que a mesma já havia sido agredida em outra oprtunidade, por se negar a sair com bandidos locais. Afirma que uma mulher acessou o telefone da vítima, onde printou a conversa com um suposto policial militar e entregou ao traficante de nome Vitor, o qual chamou a vítima para a parte alta da comunidade, onde foi agredida. Uma parente de Amanda disse que a vítima frequentava bailes, além de fazer uso de substâncias ilícitas. Um dos suspeitos conto que conhecia a vítima e revelou ainda que Amanda seria garota de programa e que apenas soube da morte dela através de sua mãe, sem saber a motivação do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com violência extrema, em plena luz do dia. O local onde as agressões ocorreram possuía outras pessoas presentes, o que demonstra o pouco valor que os denunciados têm pela vida alheia e pelo bom cumprimento das leis de forma que nada impede a prática de novos delitos para impedir o bom curso da marcha processual, colocando em risco a integridade física de todas as testemunhas. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP mataram testemunha ocular de homicídio cometido por eles dias antes em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro do Parque Paulista em Duque de Caxias, entre eles um de vulgo Gelsinho, pelo homicídio de uma testemunha ocular de um outro caso de assassinato apurado no IP 861-00024/2025, na qual qual os denunciados foram os autores. A vítima se chamava Daniel e foi morta para silenciar testemunhas e evitar a investigação do homicídio de Felipe Rodrigues Barboza, ocorrido dias antes. Como líder da comunidade, Gelsinho, deu a ordem para matar a vítima e seu comparsa seria o executor direto agindo sob suar ordens, mostrando sua subordinação à estrutura criminosa. A autoridade policial relata ainda que ambos têm históricos de crimes graves, como homicídios e porte ilegal de armas, Segundo a autoridade policial os indiciados, cientes da gravidade das imputações, possuem amplo poder de influência sobre a comunidade local e as testemunhas arroladas, podendo coagi-las, intimidá-las ou corromper provas, inclusive por meio de ameaças diretas ou indiretas, em ambiente dominado pelo TCP FONTE: TJ-RJ

Depois de quase sete anos, Justiça decretou prisão preventiva de dois traficantes do CV suspeitos de matar homem acusado por eles de estuprar uma criança em São Gonçalo

Depois de quase sete anos, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Comando Vermelho vulgos Macaquinho e DG por um homicídio cometido em 2018 contra um acusado de cometer estupro na comunidade Jardim Bom Retiro, em São Gonçalo. Francisco Alves de Oliveira foi morto em 27 de setembro daquele ano Na época, ele foi acusado por traficantes na localidade de ter estuprado uma criança. Por esta razão, traficantes executaram a vitima; O homem foi executado a mando do traficante que determinou sua morte para que pagasse pelo suposto crime de estupro. Ele era proprietário de um cicle. Mas este não foi o único homicídio que Testa foi acusado. Ele teria mandado matar também Leandro José Marques em janeiro de 2019. A vítima foi executada por sua suposta ligação com a faccção Amigos dos Amigos (ADA). FONTE: TJ-RJ

Oruam continuará preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia da Capital (NACAC/MPRJ), obteve, nesta quarta-feira (23/07), a manutenção da prisão preventiva do rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam. A Promotoria destacou que estavam presentes os requisitos legais para a decretação da prisão preventiva. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada na Central de Custódia de Benfica, que analisou a legalidade da prisão.Oruam havia se entregado à Polícia Civil na tarde de terça-feira (22/07), na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio. O artista foi indiciado por sete crimes: associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. A prisão preventiva havia sido deferida pela Justiça, com manifestação favorável da Promotoria de Justiça com atuação junto ao Plantão Judiciário Noturno, na madrugada de terça-feira.

Em vídeo, Oruam disse que iria se entregar e que não é bandido. Ele se apresentou à polícia. ASSISTA

Assista ao vídeo publicado pelo rapper Oruam em suas redes sociais dizendo que vai se entregar após ter a prisão decretada pela Justiça. Ele se apresentou à polícia no início da noite de hoje. Na gravação, ele disse que não é bandido e que vai dar à volta por cima com sua música.

Justiça transfere de Belford Roxo julgamento de irmãos PMs (um deles envolvido com a milícia) acusados de duplo homicídio contra vítimas que praticavam estelionato e que tiveram os corpos carbonizados

Dois policiais militares que são irmãos foram pronunciados perante o Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo, por suposta prática de duplo homicídio qualificado em 2021 e irão a júri popular. Entretanto, o Ministério Público solicitou o deslocamento do julgamento de competência do Tribunal do Júri para outra cidade alegando que sendo feito na Comarca de Belford Roxo ou vizinhas da Baixada Fluminense não será revestido da indispensável imparcialidade exigida por lei, uma vez que os acusados, além de serem policiais militares, há forte indicação de um deles ser integrante da milícia atuante no mesmo bairro onde os pronunciados residiam e por onde as vítimas passaram antes de serem levadas ao local em que foram brutalmente executadas. O pedido foi aceito pela Justiça.  Dos autos de origem é possível verificar que a denúncia narra que os requeridos são acusados de serem mandantes de duplo homicídio qualificado, crimes cometidos para assegurar a impunidade de outro crime, eis que os ambos e as vítimas estavam envolvidos na prática de delito de estelionato, ocorrido dias antes dos fatos em exame. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados, tendo uma das testemunhas dito que os irmãos  são policiais militares, e que já tinha ouvido comentários de que o primeiro era “um cara mau e sinistro”. Situação demonstrada que vincula os homicídios para “queima de arquivo” a respeito de crime de estelionato praticado contra terceiro.  E tais circunstâncias fáticas, que sinalizam para a necessidade de preservar o interesse e a ordem pública, uma vez que geram dúvida de que não só as testemunhas, como também os jurados locais possam ser influenciados ou coagidos, comprometendo a imparcialidade do julgamento perante o Júri Popular. O processo tramita em sigilo. FONTE: TJ-RJ

Traficante Flamengo (TCP) e membros de sua quadrilha tiveram as prisões decretadas por homicídio de suposto X9 vinculado a milícia

O traficante Flamengo do Barro Três em Duque de Caxias e membros de sua quadrilha vulgos Sagaz e Di Ouro, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por um homicídio cometido em março deste ano e tiveram as prisões preventivas decretadas. O crime ocorreu em dia 06 de março de 2025, por volta das 03h30min, os denunciados, em comunhão de ações e desígnios com o adolescente vulgo Abençoado”), invadiram a residência da vítima Edson Ramos Guimarães, localizada no bairro Parque Samiropólis, em Duque de Caxias/RJ, e o executaram com disparos de arma de fogo de calibre restrito (9mm), sob a alegação de que a vítima seria “X9” e teria vínculos com milicianos Segundo a autoridade policial e o Ministério Público os acusados integram organização criminosa armada com domínio territorial (facção TCP), o que evidencia risco de reiteração delitiva; “ Surgiram nas redes sociais hoje a informação que dois jovens teriam sido sequestrados por traficantes do Bairro 3 após serem confundidos com bandidos rivais. FONTE: TJ-RJ

Grupo de WhatsApp com 164 integrantes era a verdadeira central de gestão do tráfico do Complexo de Israel (TCP). Veja mensagens mandando tacar fogo em ônibus, monitorando e mandando atirar na polícia

A Polícia Civil flagrou no celular de um traficante do bando de Peixão, vulgo Pensador, a existência de uma robusta associação para o tráfico de drogas no Complexo de Israel, com evidente dominação territorial, mas identificar boa parte de seus integrantes e confirmar o modus operandi identificado nas operações realizadas pelas forças policiais. Foram identificados diversos grupos ligados a atividade criminosa, e em especial ao tráfico de drogas. Os agentes encontraram por exemplo o grupo de WhatsApp denominado BTB DE ISRAEL (“BTB” é sigla de “Bonde dos Taca Bala”), que representa uma verdadeira central de gestão da facção criminosa que domina o tráfico de drogas no Complexo de Israel. Neste grupo devidamente organizado foram encontradas ordens de caráter geral, ordens sobre a comercialização de drogas e determinação de escalas de plantões em pontos de comercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), e pontos de contenção (segurança armada), além de ordens para ataques às forças policiais, e organização da população civil contra a polícia. No mesmo grupo, os subordinados enviam mensagens referentes ao monitoramento da comunidade, movimentação de viaturas policiais e sobrecomercialização de drogas. Os integrantes do grupo monitoram toda a atuação das forças de segurança pública próxima ao Complexo de Israel, e em localidades ligadas à liderança “Peixão”. Não só a movimentação de agentes do Estado é assunto do grupo. Os integrantes também discutem as táticas de defesa dos territórios que dominam, que são comumente realizadas com barricadas formadas por paus, pedras, crateras, veículos e pneus incendiados, além de outros objetos. Até mesmo ordem para que os policiais sejam atingidos por disparos de fuzis calibre 7,62mm. Chama a atenção também as estratégias utilizadas pelos traficantes para obstruir as operações policiais em curso. Observa-se ordens para que apopulação civil das comunidades organize protestos contra a polícia, além de ordens para incendiar ônibus. Destaca-se que todas as mensagens mencionadas foram enviadas no referido grupo durante a já mencionada operação policial da DRFC do dia 10 deoutubro de 2024, responsável por apreender o aparelho celular de Pensador, de onde foram extraídas as conversas. O grupo possui 164 membros, mas nem todos foram identificados. A autoridade policial, através do cruzamento de dados como titularidade dos tterminais, utilização dos números de telefone como chaves PIX, anotações criminais e fotografias, conseguiu identificar e qualificar 71 integrantes da malta, a seguir separados pelos territórios em que atuam. FONTE: Polícia Civil do RJ

Depois de quase dois anos, Justiça decretou prisão preventiva de traficantes suspeitos da morte de policial que foi carbonizado em Niterói

Depois de quase dois anos, a Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Bigode, Amaral e Di Égua suspeitos da morte de um policial em 2023, no bairro do Pé Pequeno, em Niterói. A vítima Saltiel Paula Class foi assassinado no dia 26 de setembro daquele ano. O delito foi praticado mediante o uso de fogo, visto que o corpo da vítima foi encontrado carbonixado dentro de seu automóvel. Testemunhas disseram que afirmaram que os autores do homicídio contra o policial seriam os “frentes” da boca de Maria Paula, entre eles Bigode, Amaral e outros traficantes. Outros bandidos chegaram a ter a prisão temporária decretada pelo crime mas a Justiça revogou. Alguns destes envolvidos_ incluindo Di Égua_ tiveram as prisões temporárias decretadas também pelo homicídio de Pedro Carlos Nascimento, que teve o corpo carbonizado encontrado no interior do próprio veículo na Estrada Muriqui Pequeno, em Maria Paula, na mesma cidade. FONTE: TJ-RJ

Depois de quase dois anos, Justiça decretou prisões preventivas de dois traficantes do TCP suspeitos de matar integrante do CV em Vargem Grande e atirar corpo no rio

Depois de quase dois anos, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro_ vulgos Marcola e Magrinho_ acusados de matar um integrante do Comando Vermelho em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. O crime ocorreu no dia 22 de agosto 2023, por volta das 02h, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho, no interior da comunidade “Canal/Pombo Sem Asa” e foi cometido com a ajuda de adolescentes. Os criminosos efetuaram disaparos contra Ian Gomes do Nascimento. Consta dos autos que a vítima era integrante da facção criminosa do “Comando Vermelho”, atuando como “aviãozinho” na comunidade “Cidade de Deus”, porém, residia na comunidade “Canal/Pombo Sem Asa”, cuja região é dominada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro” No dia 21 de agosto de 2023, por volta das 23h, a vítima estava em sua residência quando foi chamada pelo adolescente a mando de dois traficantes irmãos (Abraão e Jacó)para que fosse conduzida ao encontro dos demais envolvidos a aguardavam com o fim de executá-la Já no dia 22 de agosto de 2023, por volta das 2h, após julgarem Ian e confirmarem o vínculo dele com a facção criminosa rival, os denunciados ceifaram a sua vida, efetuando diversos disparos de arma de fogo contra ele. O crime foi praticado por motivo torpe, eis que decorrente de disputa entre criminosos de facções rivais e foi perpetrado por meio que impossibilitou a defesa da vítima, eis que foi atraída para local onde os denunciados o aguardavam, portando armas de fogo. Após a execução, em circunstâncias de tempo que ainda não se pode precisar, mas com certeza entre 2h e 11he30min do dia 22 de agosto de 2023, os denunciados ocultaram o cadáver, jogando-o no canal do Rio Morto. O cadáver da vítima foi encontrado boiando no canal do Rio Morto, próximo à Escola Municipal Frei Gaspar, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho.O irmão de Ian disse que ele sempre morou na Comunidade do Canal , mas pertencia a facção do Comando Vermelho. Que requentava e comprava drogas para seu consumo na Cidade de Deus. Qye o celular de IAN pode ter sido subtraído antes de sua morte; Disse que Ian conhecia todos os envolvidos do tráfico por ser cria da comunidade e sempre lhe sempre avisava para tomar cuidado ; Uma outra testemunha disse que tem muito medo de sofrer represarias dos traficantes locais. Falou que estes ficam andando na comunidade , ostentando pistola por onde passam. Na ultima noite, antes da morte de Ian , um olheiro chamou seu filho a mando dos irmãos Abraão e Jacó O irmão gêmeo de Ian disse que um traficante arrancou as câmeras de monitoramento do local após o homicídio. Falou que seu irmão frequentava e comprava drogas para venda e consumo pessoal na Cidade de Deus . Contou ainda que um traficante iria tirar a foto de Ian morto na vala com o intuito de comprovar a morte para o chefe, mas acabou não havendo necessidade; Um integrante do TCP disse que por integrar a facção tem conhecimento das execuções e demais crimes perpetrados pela facção em algumas vezes ditas pelos próprios executores, outras vezes ouvindo dos chefes da facção; Falou que os chefes do local eram TH pelo TCP e Cara de Mula pelo TCP e que a motivação do crime seria postagens da vítima ligadas ao Comando Vermelho onde ficava comprovada a simpatia da vítima e a possível ligação ao Comando Vermelho. Disse que Ian costumava ir a bailes na comunidade |Cidade de Deus. Falou que é normal os executores monitorarem as redes sociais de moradores e matarem por achar publicações inapropriadas; Contou ainda que “TH” postou a morte da vítima em redes sociais com o cadáver em um rio perto da escola Frei Gaspar. FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima