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operação policial

Preso chefe do TCP em Vargem Grande que comandou ataque que resultou em mortes no Recreio

Policiais civis da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) prenderam, na manhã desta terça-feira (23/09), um dos líderes do tráfico de drogas de Vargem Grande. Ele foi capturado em um dos seus esconderijos em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio: Maurício Alves de Souza, conhecido como “Semente” As investigações apontam que o criminoso ocupava um cargo de liderança na facção criminosa Terceiro Comando Puro e coordenava o crime em oito comunidades da região de Vargem Grande. Na hierarquia do tráfico, o homem era subordinado apenas ao chefe local. Segundo informações de inteligência, o criminoso coordenou o ataque que resultou na morte de dois jovens, no dia 9 de setembro, no Recreio dos Bandeirantes. O crime teria sido motivado por disputa territorial entre facções criminosas. Além disso, o homem é apontado como autor de diversos sequestros relâmpagos e roubos na região. Após trabalhos de inteligência da unidade, agentes localizaram um dos esconderijos do traficante. Em ação rápida, o homem foi surpreendido pela força policial e preso em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e receptação. Contra ele, também foi cumprido um mandado de prisão. No local, agentes apreenderam uma arma de fogo, um kit rajada e uma motocicleta roubada. O criminoso responde por outros inquéritos policiais, com suspeita de participação em homicídios, roubos e extorsões.

Veja modus operandi de mulher presa por aplicar o golpe do ‘Boa Noite Cinderela” em vários turistas no Rio

Policiais civis da 12ª DP (Copacabana) prenderam uma mulher, na manhã desta terça-feira (23/09), que fez diversas vítimas aplicando o golpe conhecido como “Boa Noite, Cinderela”, em ação conjunta com a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat). Os agentes cumpriram contra ela dois mandados de prisão por crimes praticados contra turistas estrangeiros. Ela foi localizada em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. De acordo com as investigações, somente em 2024, ela foi identificada em seis inquéritos que apuram crimes desta modalidade. Entre as vítimas estão turistas da Alemanha, Suíça e Noruega, além de viajantes de São Paulo e Minas Gerais. Segundo apurado, o crime é cometido sempre da mesma maneira, após sedar as vítimas, a criminosa levava pertences, como notebooks e televisões, além de objetos pessoais, como dinheiro, relógios, celulares e perfumes. Os cartões bancários roubados também eram usados em transações, gerando grandes prejuízos. Os agentes apuraram ainda que a criminosa agia com comparsas. Em grande parte dos casos, ela contou com a participação de um homem, preso em flagrante em dezembro do ano passado enquanto tentava aplicar o mesmo golpe. Na ocasião, a vítima conseguiu acordar e acionar policiais militares. O criminoso, em junho deste ano, recebeu o benefício de responder o processo em liberdade. A prisão da mulher, nesta terça-feira, além de tirar das ruas uma criminosa reincidente, irá ajudar no aprofundamento das investigações, que seguem em andamento.

PM diz ter montado verdadeiro aparato na orla mas não conseguiu evitar o caos na volta para casa com vândalos invadindo os ônibus sem pagar passagem e arrastão em restaurante. Pelas redes, população mostrou indignação. VIDEO

A Polícia Militar do Rio montou um grande aparato nas orlas das zonas Oeste e Sudoeste do Rio, a chamada Operação Verão, mas não conseguiu evitar o caos na volta para casa. Cenas lamentáveis voltaram a ser registradas. Pessoas invadindo ônibus, entrando pela janela dos coletivos, subindo no teto, apavorando quem foi até a Zona Sul curtir um domingo de sol. Ainda teve arrastão em um restaurante em Copacabana, que foi depredado. Pelas redes sociais, houve indignação “O que me  incomoda é que a gente paga passagem cara de ônibus e os caras entram de graça e ainda estragam o meio de transporte que é utilizado pelo trabalhador de segunda a sexta. Gera prejuízo pro dono da empresa, problemas pro motorista que tem que justificar todo esse vandalismo e pro trabalhador, pois o veiculo deixa de rodar porque tem que ir pra manutenção”, disse um internauta. “Hoje o trabalhador de verdade estão sem ônibus para ir trabalhar! Já os meliantes que fizeram isso , não vão para escola , e vão dormir até 12h !!!!!! Acordando ,ainda vão fazer videozinho para postar no Instagram!” “O pior de tudo é que os motoristas são reféns dessa situação, pois mesmo sabendo que são pivetes se não abrir a porta para eles, pode ter os vidros quebrados ou até mesmo sofrer algum dano pessoal, pq eles fazem o mesmo trajeto várias vezes ao dia.” “Esses meliantes não são! Só querem aproveitar dia de praia ! Roubar ums celulares, quebrar ums ônibus, apedrejar estabelecimentos, agredir moradores…. só isso” “Conhecido meu desceu aqui na praia de botafogo ele veio no 410 ,,vários moleques correndo ele disse que não sabe da onde saiu tanto ganso,,tudo entrando por trás do ônibus,tinha polícias com carro olhando,, pergunta se fizeram algo!! Nem se moveram” A corporação diz ter empregado 1.500 policiais na Operação Verão neste final de semana. Em toda a faixa litorânea, o patrulhamento foi realizado com viaturas, motocicletas e quadriciclos circulando também pela areia. Nas praias mais movimentadas, foram instaladas tendas como pontos de apoio aos policiais e de referência para a população. Houve concentração de policiamento entre o Leme e o Pontal, com a utilização de cavalos do Regimento de Polícia Montada (RPMont) e cães do Batalhão de Ações com Cães (BAC). O patrulhamento reforçado também contemplou as ruas internas dos bairros das Zonas Sul e Oeste. O policiamento dos corredores estruturais de acesso à orla contou com o reforço de policiais do RECOM (Rondas Especiais e Controle de Multidões), do BPVE (Batalhão de Policiamento em Vias Expressas) e do BTM (Batalhão de Policiamento Tático de Motociclistas), atuando em conjunto com equipes das unidades operacionais de área. Ao longo dessas vias, os coletivos foram monitorados e houve operações nos terminais de ônibus e estações do Metrô. As imagens das câmeras urbanas e corporais dos policiais, assim como as captadas por helicópteros e drones do GAM (Grupamento Aeromóvel), foram transmitidas em tempo real para os carros comando da Corporação, que ficaram baseados no Arpoador e em Cabo Frio, e para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que recebe imagens da capital e do interior do estado.

Três moradores morreram baleados em tiroteio no Complexo do Chapadão (CV) e já estão identificados. Outros dois foram feridos

Três moradores morreram em tiroteio no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, neste domingo. Outros dois foram baleados mas estão fora de perigo. Eles foram identificados como Rafael Silva da Rosa, Luciano Teixeira da Silva e Lucio de Mendonça Luna. A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e investiga o caso. A Polícia Militar socorreu um ferido. Segundo a corporacão, os identificados pela Polícia Civil estão inseridos nos procedimentos investigativos correlatos. De acordo com a PM, na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão.

Negociação de quadrilha com policiais civis para liberação de carregamento de toneladas de drogas teria girando em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, diz PM. Agentes foram presos mas soltos este ano

O Ministério Público Estadual denunciou cinco integrantes de uma quadrilha que fornecia drogas para traficantes do Complexo do Alemão e que eram trasportadas em caminhões por via rodoviária. O bando teve um carregamento interceptado por policiais civis em agosto de 2023. Na ocasião, houve negociação para liberação da droga, que gerou em torno de R$ 1.500.000,00 e R$ 2.000.000,00 mas teria sido por um valor maior. Tudo isso com objetivo de com o fito de determiná-los a omitir ato de oficio, qual seja, a regular apreensão das drogas capturadas e realização do registro de ocorrência junto à Autoridade Policial com atribuição, sendo certo que, na realidade, negociou com os mesmos a entrega do material entorpecente. Houve também uma negociação de R$ 300 mil para a entrega do suposto X9 que teria dado a informação da carga para a polícia. O episódio levou a prisão de agentes da lei e de um advogado, que acabaram soltos este ano. A droga iria para o Complexo do Alemãq. Inclusive, integrantes do bando já estavam na favela Seriam cerca de dez toneladas de maconha, de acordo com o MP. A denúncia diz ainda que membros da quadrilha falavam em conversar com os traficantes Pezão, chefe do Alemão, e Doca, do Complexo da Penha.. “Os denunciados demonstraram ter livre acesso a personalidades conhecidas no submundo do crime organizado do Rio de Janeiro, sendo mencionadas nas conversas colhidas, reuniões com lideranças da facção Comando Vermelho (“Doca” e “Pezão””, diz a denúncia.

Jornalista diz que dois moradores morreram em tiroteio no Chapadão (CV). PM diz que ação deixou só um baleado

Segundo o repórter Bruno Assunção, dois moradores teriam morrido em um confronto no Complexo do Chapadão neste domingo. Um ficou ferido.Um deles se chamava Mário Lucio. Ele estava na localidade de Village junto de amigos quando foi atingido durante uma ação da PMERJ. Socorrido pelos militares, não resistiu aos ferimentos. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, neste domingo (21/9), de acordo com o comando do 41° BPM (Irajá), equipes da unidade realizaram uma ação para cobrir a realização de um evento de música não autorizado no Complexo de Comunidades do Chapadão, em Costa Barros. Na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Ainda de acordo com o comando da unidade, os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão. Um homem foi encontrado ferido e foi socorrido pelas equipes ao Hospital Carlos Chagas. O policiamento segue intensificado na região..

Saiba quais foram os presos na operação para prender suspeitos de matar torcedor do Vasco e os autores dos disparos

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizaram, na manhã deste sábado (20), uma operação para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte de Rodrigo José da Silva Sant’anna e na tentativa de homicídio de uma segunda vítima. A ação aconteceu em bairros das zonas Norte e Oeste. De acordo com a Polícia Civil, oito homens, todos integrantes de uma mesma torcida organizada, foram presos, entre eles Tiago de Souza Câmara Mello, conhecido como Boinha, (Foto), presidente da Torcida Jovem do Flamengo (TJF). Ele foi detido em casa, em Vila Valqueire. Também foram detidos Eduardo dos Santos Pereira (“Dudu”), Gabriel Alexandre Sequeira Alves de Araújo (“GB”), Gabriel Victor da Silva Carqueija (“Hamburgão”), João Pedro dos Santos Campos (“JP”), Paulo Victor Aguiar Santana (“PV”), Rafael Francisco dos Santos (“Fael”) e Thiago Faria da Silva Trovão (“Monstrinho”). Segundo investigações da DH, os suspeitos de efetuarem os disparos são Thiago Faria da Silva Trovão, o Monstrinho, e Everton Oliveira da Silva, conhecido como Porrozinho

Alvo de invasores a hospital em Santa Cruz foi condenado a 12 anos em regime fechado por integrar milícia. Ele foi flagrado extorquindo comércios

O alvo dos invasores do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, durante essa semana, Lucas Fernandes de Sousa, o Japa, tinha uma condenação de 12 anos de prisão em regime fechado suspeito de integrar orgganização criminosa estabelecida com efetiva e contínua atuação e sede no bairro de Paciência, e que, por anos, vinha implantando estrutura de poder paralelo armado e esquema lucrativo de cobrança compulsória, extorsionária, de quantias de dinheiro, a título de “taxa de segurança” ou “arrego”, “gatonet”, etc. No dia 19 de julho de 2019, por volta das 11h00, na Rua Graça e Paz, nº 100, ele e um comparsa foiram presos extorquindo estabecimentos comerciais da região, entre eles os conhecidos como “Bar do Botafogo” e “Bar do Vasco”, na localidade conhecida como Monte Sinai. Foi flagrado portanto R$ 1.102,00. Naquele dia, agentes da DRACO foram até o endereço para verificar informações colhidas sobre a atuação de milícia armada na região, em especial sobre a realização de extorsões aos comerciantes. Durante a diligência os policiais observaram que Lucas e um comparsa entravam nos estabelecimentos comerciais para recolher pequenas quantias de dinheiro, sendo certo que o primeiro denunciado sempre guardava os valores consigo. Em seguida, ao verificarem ambiente seguro, os policiais procederam à abordagem e encontraram em posse dos denunciados os materiais apreendidos Importa frisar, por fim, que a mãe de um deles afirmou saber que este é membro da milícia atuante na região, não sabendo informar que função desempenharia na organização criminosa.” Um delegado afirmou na época que a milícia, dependendo do porte do estabelecimento comercial fazia a cobrança podia variar entre R$ 20,00 a R$ 80,00. Disse ele que era comum a milícia passar à noite de carro, ostentando arma de fogo, amendrontando comerciantes, o que torna desnecessário o porte de arma por integrantes da milícia encarregados da cobrança. Japa afirmou na época que estava circulando com o comparsa desde das 09h00 horas da manhã e que parou no Bar do Vasco para comprar cigarro, esclarecendo ao juízo que era comum fazer entregas junto com o parceiro na mesma moto.

Defesa de miliciano diz que ele foi transferido injustamente para o presídio de segurança máxima Bangu 1 e recorreu para que ele voltasse para a cadeia de origem que abriga só paramilitares

A defesa de um miliciano que transferido da penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9) para o presídio de segurança máxima Bangu 1 solicitou à Justiça o retorno dele a cadeia onde ele estava. No dia 20 de agosto de 2025, após a deflagração da operação “reinado dividido” (contra milicianos da Baixada Fluminense) que foi notícia em diversos veículos de mídia, o preso, que foi um dos notificados de um mandado de prisão preventiva de dentro da penitenciária Bandeira Stampa, foi transferido no mesmo dia , à toque de caixa, para o presídio Bangu 1 com a justificativa de estar passando por um isolamento preventivo sob suspeita de ter cometido falta grave (crime doloso) enquanto estava preso Os advogados argumentam que a investigação apontou outro denunciado como autor de conversas por telefone de dentro da prisão e em período no qual o seu cliente ainda não tinha sido preso. Mesmo assim, decidiram por transferir o paciente para o presídio de sofrimento máximo. “Se tratam de de conversas anteriores a prisão do paciente portanto tornando impossível a transgressão disciplinar de um regime penitenciário em um período cujo o paciente sequer sonhava em ingressar um dia. Na operação reinado dividido” cinco mandados de prisão foram cumpridos na Penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9) sendo um deles tendo o paciente como alvo e, deveras, teve repercussão midiática sobremaneira: Argumentou a defesa que nem das notícias de jornal, tampouco no processo 0071294-36.2025.8.19.0001 o paciente foi citado como chefe ou mencionaram alguma posição de liderança ao seu nome. No mais, não haveria qualquer indício de que ele tenha cometido algum crime dentro da prisão. Os advogados disseram que Bangu 11 se mostra incabível visto que um presídio que possui apenas 48 (quarenta e oito) celas individuais para um estado com centenas de favelas e milhares de lideranças de alto poder de traficância se torna incabível ocupar as já pouquíssimas vagas com um paciente que nunca possuiu apontamento como liderança e não possui um único indício de ter cometido crime doloso de dentro da cadeia. Falaram ainda que Bangu 1 é uma penitenciária de altíssimo grau de sofrimento psicológico a qual o paciente está submetido a visita familiar através de parlatório, horário limitado com seu advogado, isolamento individual e banho de sol em local restrito e em horário reduzido. Em suma, alegam que o cliente já se encontra devidamente cumprindo a pena a qual foi condenado e foi imputado por novos supostos fatos que ocorreram em momento anterior a sua prisão . “Dessa forma, fica claro e escancarado que a atitude da autoridade coatora é uma clara tentativa de “repenalizar” o paciente por um crime que já está pagando no entanto, dessa vez, sem chancela judicial e com o único intuito de mostrar trabalho para os programas de TV do mais alto grau de sensacionalismo”, diz a defesa.

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