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operação policial

Oito ônibus são usados como barricadas em Madureira devido a operação policial. VIDEO

Clima tenso em Madureira. Por conta de uma operação policlal no Morro do Cajueiro (CV), traficantes mandaram sequestrar ônibus para interdidtar vias do bairro. e atrapalhar a ação da polícia.. O Rio Ônibus informa que oito ônibus foram utilizados como barricadas em Turiaçu. No momento, 14 linhas estão com seus itinerários desviados preventivamente para a segurança de rodoviários e passageiros. Ônibus em barricadasD13042 – SV777 (Padre Miguel x Madureira)D13131 – 737 (Santissimo x Cascadura)B27020 – 940 (Ramos x Madureira)B27007 – 639 (Jardim América x Saens Pena)B27042 – 639 (Jardim América x Saens Pena)D13239 – 926 (Senador Camará x Penha)D86229 – 918 (Bangu x Bonsucesso)B44580 – 355 (Madureira x Tiradentes) Linhas desviando737 (Santissimo x Cascadura)SV777 (Padre Miguel x Madureira)790 (Campo Grande x Cascadura)298 (Acari x Castelo)639 (Jardim America x Saens Pena)685 (Iraja x Meier)355 (Madureira x Tiradentes)SR355 (Madureira x Tiradentes)721 (Vila Cruzeiro x Cascadura)712 (Irajá x Cascadura)774 (Jardim América x Madureira)SV774 (Jardim América x Madureira)775 (Jardim América x Madureira) A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (24/9), policiais militares do 9ºBPM (Rocha Miranda) realizaram operação na comunidade do Cajueiro, na Zona Norte do Rio. De acordo com o comando da unidade, a ação tem objetivo de coibir a atuação criminosa na região e retirada de barricadas na região. Até o momento, três homens presos, uma pistola, um revólver e uma farta quantidade de material entorpecente. Ocorrência em andamento. A circulação do BRT foi suspensa na região. A #MobiRio informa que devido a uma ocorrência policial, próximo à estação Vaz Lobo, os serviços 42 (Manaceia x Galeão) e 43 (Santa Efigênia x Fundão) estão temporariamente suspensos. E o serviço 46 (Alvorada x Penha) só está realizando viagem até a Madureira

Legislativo do Rio aprovou prêmio para policiais civis que matarem bandidos em operações

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um projeto que inclui uma gratificação para policiais civis que matarem criminosos em operações. A medida recria a antiga “gratificação faroeste”, extinta em 1998.  A gratificação vai incidir em casos de apreensão de armas de uso restrito ou grande calibre, atuação em operações policiais, e mortes de criminosos. O aumento pode variar de 10% a 150% sobre a remuneração do agente, dependendo do critério estabelecido. A proposta ainda tem que ser sancionada pelo governador Cláudio Castro.

Operação na Vila Kennedy (CV) tem quatro presos, dois fuzis apreendidos e baderneiros tentando fechar a Avenida Brasil

Policiais do 14BPM, com apoio do BOPE e da SSI, realizam nesta quarta (24/09), uma operação emergencial, na comunidade da Vila Kennedy. Até o momento: 4 presos, 2 fuzis, 1 pistola e grande quantidade de drogas apreendidos. Um ðos presos ficou ferido. Há relatos de baleados e que moradores foram vistos carregando um corpo. Ocorrência em andamento na 34ª DP. Na Avenida Brasil, sentido Centro, populares jogaram pedaços de madeira, entulho, tacram fogo em objetos. Eles tentaram fechar a pista para desviar o foco da operação que ocorre na comunidade. A PM impediu

Negativa de pagar a taxa para a narcomilícia já resultou em até dois homicídios em Campos (RJ)

As extorsões contra comerciantes em Campos dos Goytacazes já ocorrem há algum tempo e já resultou até em dois homicídios. Os comerciantes são obrigados a pagar taxas variadas conforme a natureza do estabelecimento, seja farmácia, posto de gasolina, cerâmica.Em dias em dias específicos, os narcomilicianos vão pessoalmente aos comércios auferir a vantagem econômica indevida e a depender da área, os suspeitos estão, em tese, cumprindo ordens dos traficantes locais, tais como Peixe, Loirinho e Balbinot- todos com a liberdade cerceada, atualmente, e recolhidos em estabelecimentos prisionais; Chegaram a ocorrer no ano passado dois homicídios na localidade de Farol de São Tomé, e que os comentários que correram na região, é que os respectivos homicídios foram perpetrados, em tese, pelos extorsionários e o fator motivante foi o inadimplemento do pagamento; As mortes geraram grande temor na população e, naturalmente, desestimularam às vítimas a comparecer a delegacia para noticiar as infrações penais sofridas; Os contatos entre autores e vítimas se dão através de telefone em tom ameaçador e enfatiza que e o pagamento é sempre realizado em mãos, onde os subordinados das lideranças do tráfico são designados para ir até os estabelecimentos comerciaiis arrecadar os valores. Os moradores locais realatam que após o homicidio de “Geléia” e Amaro Nilton em Farol de São Tomé no final de 2022 e 2023, a quantidadade de extorsões aumentou consideravelmente, e que os autores sempre mencionam que a recusa no pagamento poderá acarretar consequências como a morte das vítimas citadas; Um gerente de uma cerâmica extorquida disse para a polícia temer pela própria vida e, por isso,

Narcomilícia do TCP exigia cerca de R$ 500 mensais de comerciantes na Baixada Campista. Quem não paga é ameaçado ou roubado. MP e polícia fazem operação

Investigações apontam que traficantes ligados à facção Terceiro Comando Puro, sob a liderança do denunciado Fernando Silva Balbinot, ameaçavam e exigiam valores de comerciantes em troca de “garantir segurança” patrimonial, na Baixada Campista, especialmente em Baixa Grande e no Farol de São Tomé. Eles atuavam de modo semelhante a uma milícia privada, mas profundamente ligada ao tráfico de drogas – a chamada narcomilícia. De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, os criminosos exigiam, em média, R$ 500 mensais, valor que variava conforme o tamanho e o faturamento do comércio. Caso os empresários se recusassem a pagar, eram ameaçados com incêndios ou roubos em seus estabelecimentos. As extorsões eram reiteradas todo mês, com as ameaças sendo renovadas a cada visita ou ligação dos criminosos, mantendo as vítimas sob constante coação e sem possibilidade de se libertarem do domínio desses indivíduos. Hoje, o Ministério Público Estadual e a Polícia Civil cumprem, nesta quarta-feira (24/09), 13 mandados de prisão contra traficantes que extorquiam comerciantes em Campos dos Goytacazes. Eles foram denunciados por extorsão, associação criminosa e associação para o tráfico. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). Os mandados foram obtidos junto à 2ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes. O MPRJ destaca que a região enfrenta uma progressão criminosa preocupante, com a ocorrência de homicídios que teriam sido motivados pela recusa das vítimas em pagar a quantia mensal exigida pelos criminosos.

Braço de guerra do TCP foi preso na Baixada

A Polícia Civil presndeu em flagrante, nesta quarta-feira (24/09), um integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) durante uma operação contra roubos de veículos na comunidade Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, área dominada por Peixão. O criminoso atacou os agentes com disparos de fuzil e ficou ferido, sendo socorrido para um hospital da região. Com ele, foram apreendidos um fuzil calibre 5.56, munições, um radiotransmissor e um caderno com anotações do tráfico. Segundo as investigações, o preso é apontado como “soldado de guerra” da facção, responsável por confrontos armados contra rivais e forças de segurança. Ele é conhecido como Johnny Boi. O fuzil que estava com ele tinha o símbolo do Complexo de Israel. A Polícia Civil segue com ações para reduzir os índices de criminalidade na região.

Telemarketing religioso cobrava até R$ 1,5 mil por curas e milagres no Rio. Polícia faz operação

Policiais civis da 76ª DP (Niterói) deflagraram, nesta quarta-feira (24/09), uma ação contra uma quadrilha que, se passando por um pastor, cobrava de fiéis para fazer orações, prometendo curas e milagres. Os criminosos atuavam a partir de uma central de telemarketing, no Centro de Niterói. A “Operação Blasfêmia” é realizada em conjunto com o Ministério Público. O objetivo da ação é o cumprimento de mandados de busca e apreensão em decorrência de inquérito da 76ª DP que apurou os crimes de estelionato, charlatanismo, curandeirismo, associação criminosa, falsa identidade, crime contra a economia popular, corrupção de menores e lavagem de dinheiro. As investigações revelaram uma estrutura sofisticada de telemarketing religioso, onde dezenas de atendentes eram contratados por meio de anúncios em plataforma on-line de vendas. Os selecionados, sem qualquer vínculo religioso com a instituição, eram orientados a se passarem pelo líder religioso durante atendimentos via WhatsApp. Durante as conversas com as vítimas, os atendentes simulavam ser o pastor de uma igreja de São Gonçalo, utilizando áudios previamente gravados com promessas de curas e milagres, condicionadas à realização de transferências bancárias via pix. Os valores cobrados variavam entre R$ 20 e R$ 1,5 mil, conforme o “tipo de oração” oferecida. Para dar vazão ao grande volume de arrecadações, o grupo se utilizava de uma rede de contas bancárias registradas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento das movimentações financeiras. Os atendentes eram remunerados por comissões proporcionais à arrecadação semanal e submetidos a metas rígidas de desempenho. Aqueles que não atingiam o valor mínimo estipulado eram dispensados. A investigação teve início em fevereiro deste ano, quando a polícia identificou a existência de um call center, onde foram flagradas 42 pessoas realizando atendimentos virtuais. Na ocasião, 52 telefones celulares, 6 notebooks e 149 cartões pré-pagos de telefonia móvel foram apreendidos. A análise desse material confirmou a atuação coordenada do grupo e permitiu identificar milhares de vítimas em todo o território nacional.Durante a apuração, foi realizada também investigação financeira, que identificou movimentações superiores a R$ 3 milhões em um período de dois anos. Com base nos elementos colhidos, foram decretados o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias dos investigados, bem como de empresas a eles vinculadas. Nessa primeira fase, o pastor e outros 22 integrantes do grupo foram denunciados. Além disso, foi deferida medida cautelar de monitoramento por tornozeleira eletrônica em face do pastor. As investigações seguem com o objetivo de identificar novas vítimas e eventuais participantes da organização criminosa.

Voltou a ser apreendido menor ligado ao rapper Oruam, que é envolvido em roubos de carros e é segurança de chefão do tráfico

Nesta terça-feira (23/9), a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) apreendeu o adolescente conhecido como Menor Piu, que tinha com mandado de busca e apreensão em aberto, durante ação de inteligência na Rua do Cajá, na Penha, Zona Norte do Rio. De acordo com policiais militares envolvidos na ação, o jovem reagiu à abordagem e entrou em luta corporal com os agentes no momento da apreensão. Ele já havia sido alvo de uma operação policial realizada em 21 de julho, na residência do rapper Oruam. Segundo as investigações, o adolescente é apontado como um dos principais envolvidos em roubos de veículos no estado e também atuava como segurança de uma das lideranças da facção criminosa que controla a região. Além disso, ele responde a um inquérito na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, por agressão contra uma ex-namorada. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). 

Os bastidores do funcionamento do aplicativo criado pelo CV para corridas de mototaxistas

A denúncia do Ministério Público explica como funcionava os bastidores do aplicativo Rotax Mobile desenvolvido por traficantes do Comando Vermelho. Os bandidos constrangiam moradores e mototaxistas, na Comunidade da Vila Kennedy, nesta cidade, a utilizarem o aplicativo” como condição para continuarem se deslocando e atuando na região sob pena de represálias. Tal aplicativo vinha sendo utilizado como instrumento para arrecadação ilícita e controle territorial, vinculado a um CNPJ cuja razão social era incompatível com a atividade fim declarada, tudo em benefício ao tráfico de drogas da região, por meio da atuação de sócios ocultos vinculados à organização criminosa. Os pagamentos no aplicativo eram realizados por transferência bancária, via Pix, às contas vinculadas a pessoas físicas e jurídicas relacionadas com os investigados. Uma empresa de mercadinho e lanchonete localizada em São Gonçalo estava cadastrada como recebedora dos valores das corridas realizadas na comunidade por meio do aplicativo, atuando como interface financeira do sistema de arrecadação. A linha utilizada como canal de contato com os mototaxistas estava em nome do desenvolvedor do aplicativo e responsável por uma outra empresa, que também movimentava valores suspeitos. Já dois irmãos foram identificados como responsáveis pelos pontos de mototaxista, atuando como administradores do grupo de WhatsApp “Deus é fiel sempre”, utilizado para orientar os condutores e impor a adesão ao aplicativo. Por fim, a companheira do dono da empresa mercadinho e lanchonete é titular daconta bancária da Caixa Econômica Federal utilizada para o recolhimento do valor fixo por cada mototaxista. Um dos suspeitos que participava do esquema tinha um dos endereços no Engenho do Roçado, em São Gonçalo, em uma casa de dois andares de alto valor com piscina, sala de sauna, dois quartos, uma suíte, sacada e terreno de grandes dimensões e protegido por barricadas construídas por traficantes O grupo praticava os seguintes crimes: Extorsão indireta (art. 158 do Código Penal), consistente na imposição econômica de pagamentos obrigatórios aos mototaxistas como condição para operar na comunidade; Lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/98), mediante dissimulação da origem dos recursos repassados às contas bancárias dos investigados e empresas vinculadas; Financiamento ao tráfico de drogas (art. 36 da Lei nº 11.343/06), tendo em vista que os valores são coletados dentro de área reconhecidamente dominada por facção criminosa, conforme relatos reiterados; Associação criminosa (art. 288 do Código Penal), em razão da atuação contínua e conjunta entre os investigados para garantir a permanência da estrutura de arrecadação.

Preso chefe do TCP em Vargem Grande que comandou ataque que resultou em mortes no Recreio

Policiais civis da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) prenderam, na manhã desta terça-feira (23/09), um dos líderes do tráfico de drogas de Vargem Grande. Ele foi capturado em um dos seus esconderijos em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio: Maurício Alves de Souza, conhecido como “Semente” As investigações apontam que o criminoso ocupava um cargo de liderança na facção criminosa Terceiro Comando Puro e coordenava o crime em oito comunidades da região de Vargem Grande. Na hierarquia do tráfico, o homem era subordinado apenas ao chefe local. Segundo informações de inteligência, o criminoso coordenou o ataque que resultou na morte de dois jovens, no dia 9 de setembro, no Recreio dos Bandeirantes. O crime teria sido motivado por disputa territorial entre facções criminosas. Além disso, o homem é apontado como autor de diversos sequestros relâmpagos e roubos na região. Após trabalhos de inteligência da unidade, agentes localizaram um dos esconderijos do traficante. Em ação rápida, o homem foi surpreendido pela força policial e preso em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e receptação. Contra ele, também foi cumprido um mandado de prisão. No local, agentes apreenderam uma arma de fogo, um kit rajada e uma motocicleta roubada. O criminoso responde por outros inquéritos policiais, com suspeita de participação em homicídios, roubos e extorsões.

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