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operação policial

Veja crimes cometidos por alguns dos chefes do tráfico de outros estados mortos na megaoperação no Alemão e na Penha

Uma das lideranças do tráfico no Amazonas que foi morta na operação nos complexos do Alemão e da Penha, vulgo Gringo ou Suiça, foi denunciado no seu estado por integrar grupo de criminosos que preparavam para atacar outra quadrilha de bandidos de criminosos, por causa do controle de pontos de vendas de drogas. Também morto no Alemão, Rafa Sorriso participava de  associação criminosa armada que praticava extorsões a  comerciantes e condutores de mototáxis da Comarca de Abaetetuba, no Pará, forçando-os a pagar, sob ameaça de morte e destruição de bens, determinada quantia mensal para que permitam o funcionamento regular dos comércios, sendo estabelecida uma espécie de “caixinha” , com os valores utilizados para subsidiar compras de armas e demais insumos destinados ao crime pela Facção Criminosa intitulada de Comando Vermelho – CV. Liderança na Bahia morta na megaoperação, Danilo Ferreira do Amor Divino, o Mazola,  foi acusado do homicídio de Jackson Quintino de Oliveira e da tentativa de assassinato contra dois homens.  Emerson Pereira Solidade, vulgo Píter,  era líder de uma facção denominada Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) na Bahia. O bando se expandiu para a cidade mineira de  Almenara com a finalidade de expandir as atividades de tráfico na região do Vale do Jequitinhonha. Utilizavam residências abandonadas às margens do Rio Jequitinhonha para esconder armas de fogo e substâncias ilícitas. A hierarquia dentro da organização ficou evidenciada, com “Piter” e “Biel” atuando como líderes, ordenando ações criminosas, incluindo o envio de armas e drogas para intensificar as atividades da facção. Bandidos foram enviados para MG sob ordens dos líderes da facção, participando ativamente no transporte e venda de drogas ilícitas, além de atuar em ataques armados contra facções rivais para a tomada de território.  Morto na operação, Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, foi acusado de ordenar um homicídio em 27 de fevereiro de 2022 na cidade de Trindade, em Goiás. A vítima foi um rapaz de 19 anos. O crime foi praticado por motivo fútil e mediante emboscada A Polícia Civil confirmou a identificação de Cleiton Souza da Silva, um dos principais articuladores do tráfico de drogas no Norte do país, entre os criminosos neutralizados durante a Operação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. Natural do Amazonas, Cleiton era ligado ao Comando Vermelho e considerado um dos responsáveis por fortalecer a presença nacional da facção. Investigações apontam que ele integrava, originalmente, a facção Família do Norte (FDN) mas migrou para o Comando Vermelho, contribuindo para a reconfiguração das rotas do tráfico de drogas no país. A aliança passou a controlar importantes áreas de fronteira, como as regiões entre o Brasil, o Peru e a Colômbia, por onde grandes carregamentos de entorpecentes ingressam no território nacional. Além de Cleiton, outros oito criminosos do Amazonas já foram identificados entre os opositores mortos. A identificação foi feita pela equipe de peritos da Polícia Civil. As circunstâncias das mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Em relação à atuação da facção criminosa, as investigações continuam com o objetivo de identificar demais integrantes Comando Vermelho e suas conexões interestaduais e internacionais. FONTE: Informações obtidas no site jurídico Jusbrasil

Fuzis apreendidos no Alemão e na Penha tem origens em vários países, são de seis modelos diferentes, tinha arma desviada das Forças Armadas e montados com peças contrabandeadas

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio das Polícias Civil e Militar, realizou uma das maiores apreensões de armas de guerra já registradas em um único dia. O prejuízo estimado ao crime organizado apenas em armas é de R$ 12,8 milhões, conforme levantamento técnico da Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (CFAE). A megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha resultou na apreensão de 120 armas, sendo 93 fuzis, além de explosivos, munições, drogas e equipamentos militares utilizados pelo Comando Vermelho. O rastreamento conduzido pela Polícia Civil identificou que parte do arsenal tem origem em países diferentes – entre eles Venezuela, Argentina, Peru, Bélgica, Rússia, Alemanha e Brasil – e inclui modelos usados em zonas de conflito, como AK-47, AR-10, G3, FAL e AR-15. O material também contém armas desviadas das Forças Armadas e fuzis montados com peças contrabandeadas ou adquiridas legalmente na internet. – Cada fuzil retirado de circulação representa uma vida salva. Vamos continuar enfrentando quem lucra com o medo e com a morte. O Estado está presente, atuando com rigor e estratégia para enfraquecer o poder do narcotráfico e devolver o Rio de Janeiro aos cidadãos de bem — reforçou o governador Cláudio Castro. O secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, ressaltou que o trabalho de rastreamento é essencial para atingir o núcleo financeiro e operacional das facções. – Estamos diante de um arsenal típico de cenário de guerra. Essas armas são utilizadas nas guerras mais violentas do mundo contemporâneo, como da Síria e Iêmen. Identificar rotas e responsáveis pela chegada dessas armas ao Rio é o próximo passo para enfraquecer o poder bélico das organizações criminosas. O narcoterrorismo se combate com inteligência, integração e ação coordenada, mas também com atuações ostensivas – disse Curi. O delegado Vinícius Domingos, da CFAE, explicou que muitas armas trazem inscrições e símbolos de quadrilhas de outros estados. – Nas gravações e inscrições, encontramos referências a grupos como a Tropa do Lampião, formada por criminosos vindos do Nordeste e associados ao Comando Vermelho. É uma evidência da expansão da facção para outras regiões do país – destacou Domingos. Os fuzis apreendidos estão sob perícia. A Polícia Civil também compartilhará dados com o Exército Brasileiro para rastrear a origem de armamentos desviados. FONTE: Governo do RJ

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

115 dos 117 suspeitos mortos na megaoperaçâo foram identificados. Mais da metade eram de outros estados

Após o trabalho completo de identificação dos mortos na Operação Contenção, de terça-feira (28/10), o Governo do estado do Rio, por meio da Polícia Civil, divulgou, na noite deste domingo (02/11), sem contar os quatro policiais, o perfil de 115 dos 117 mortos de uma das mais complexas ações de combate ao crime organizado do estado. A lista revela quem são os criminosos que resistiram às forças policiais e foram neutralizados. Mais de 95% dos identificados tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho e 54% eram de fora do estado. Apenas dois laudos resultaram em perícias inconclusivas. O trabalho de inteligência desenvolvido pela cúpula de Segurança Pública do estado identificou que 59 tinham mandados de prisão pendentes, pelo menos 97 apresentavam históricos criminais relevantes e, dos 17 que não apresentaram histórico criminal, 12 apresentaram indícios de participação no tráfico em suas redes sociais. A lista mostra, ainda, que 62 neutralizados são naturais de outros estados – mais da metade. Até o momento, 19 do Pará, 9 do Amazonas, 12 da Bahia, 4 do Ceará, 2 da Paraíba, 1 do Maranhão, 9 de Goiás, 1 do Mato Grosso, 3 do Espírito Santo, 1 de São Paulo e 1 do Distrito Federal. O relatório indica que, no Rio de Janeiro, há chefes de organizações criminosas de 11 estados da federação, de quatro das cinco regiões do país.A apuração concluída é o verdadeiro retrato do cenário que eu venho insistentemente falando. Foi um duro golpe na criminalidade. Entre os que morreram ao reagir à ação das forças policiais, havia diversos líderes criminosos. Inclusive de outros estados, como chefes do tráfico do Espírito Santo, Amazonas, Bahia e Goiás. Se não tiver uma integração efetiva de poderes e demais entes, sob a ótica e apoio federal, vamos vencer batalhas, mas não a guerra. Conter a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e enfrentar criminosos de alta periculosidade depende de ações unificadas e inteligentes. É o início de um grande processo no Brasil – disse o governador Cláudio CaCastro.l De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, essa lista não encerra o trabalho de investigação e todos os resultados estão sendo documentados para garantir a transparência e legalidade da operação. Os relatórios estão sendo confeccionados e serão entregues aos órgãos competentes.Essa mínima fração de narcoterroristas neutralizados que não possuíam anotações criminais, nem imagens em redes sociais portando armas ou demonstrando vínculo com facções criminosas não significa nada. Se eles não tivessem reagido à abordagem dos policiais, teriam sido presos em flagrante pelo porte de fuzis, granadas e artefatos explosivos, por tentativa de homicídio contra os agentes de segurança e também pelos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. Portanto, são narcoterroristas que saíram do anonimato. O secretário de Polícia Militar, Coronel Marcelo de Menezes, ressaltou que os confrontos ocorreram com criminosos que reagiram à ação policial.Uma estratégia fundamental adotada pelas forças de segurança foi empurrar os bandidos para uma área de mata fora da área habitada, no alto do morro, preservando a segurança da população. Foi lá onde se deram os maiores embates. E quem estava na mata, estava em confronto com a polícia – relembrou Menezes. FONTE: PCERJ

Há mais de um ano, MP afirmou que investigação que culminou em megaperação na Penha e no Alemão tinha inegável potencial no combate a agentes da lei corruptos

Há mais de um ano quando foi iniciada a investigação que culminou com a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, o Ministério Público Estadual do Rio afirmou que o caso investigado tinha inegável potencial para o firme combate ao tráfico de drogas no Complexo da Penha e roubos de carga, de veículos e estabelecimentos comerciais financiados por tais famigerados traficantes, além de agentes da lei corruptos e inescrupulosos. As informações coletadas abrangia diversos traficantes sabiamente de função hierárquica no Complexo da Penha. O informante, que por motivo óbvio preferiu o anonimato, forneceu contatos telefônicos de traficantes poderosos, do naipe, por exemplo , do vulgo Gadernal. Havia informações também de terminais usados para negociar com policiais criminosos o “arrego” (taxa da corrupção), para reduzir a fiscalização e atuação contra o tráfico de drogas . Havia fornecimento de várias linhas telefônicas e seus reais usuários, inclusive com expressa menção à expansão do tráfico de drogas comandada pelo CV, o que, aliás, vinha sendo constatado pela Promotoria principalmente desde o início de 2023 na região da grande Jacarepaguá, como na comunidade Gardênia Azul. Isso vinha causando execuções em séries não apenas de rivais, como de supostos relacionados a rivais, e até mesmo por “bala perdida” decorrente de intenso confronto armado. Segundo o MP, Complexo da Penha, cada vez mais, é uma fortaleza do crime, de difícil acesso a policiais para operações regulares, sendo que os traficantes locais usam armas de grosso calibre, mormente fuzil, bem como se valem de barricadas e outros obstáculos para dificultar qualquer tipo de atuação policial. No que concerne à identificação parcial dos investigados assim consignou em sua promoção: “No que tange aos demais suspeitos citados na denúncia se tratam de indivíduos notoriamente pertencentes a mais perigosa facção criminosa do Estado, tais como Gadernal (responsável pela guerra nas áreas de milícia e TCP), Grandão (sindico da Penha, responsável pela Penha inteira e pelo arrego das UPPs, por colocar os soldados do tráfico na rua e pelos eventos na Penha), Belão (responsável pelo Quitungo, Guaporé e Ipase) e Wl (frente do Gogó do Chapadão) O potencial êxito da investigação, dada a gama de terminais fornecidos, também poderia contribuir para auxiliar na localização e também na coleta de mais provas sobre a atuação criminosa do traficante Doca – um dos principais líderes do CV, foragido do sistema penitenciário. De acordo com o MP, é notório que integrantes de associações criminosas mudam de número de telefone com muita rapidez, a dificultar interceptação e rastreamento do usuário. FONTE: MPRJ

CV pode ter tido um prejuízo de R$ 12,8 milhões com apreensão de armas, munições e carregadores em megaoperação

A megaoperação realizada no Complexo da Penha, na última terça-feira (28), resultou na apreensão de 93 fuzis com traficantes — um arsenal avaliado em cerca de R$ 9,3 milhões, segundo a Polícia Civil do Rio. Somando munições, carregadores e miras, o prejuízo estimado ao crime organizado (Comando Vermelho) pode ultrapassar R$ 12,8 milhões. As armas incluem modelos como AR-15, AK-47, FAL, G3, AR-10, Benelli MR1 e Mauser. A análise preliminar indica que muitos fuzis foram montados no Brasil a partir de peças importadas legalmente, os chamados “fuzis Frankenstein”. Também há armamentos de origem militar da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil. Os fuzis passarão por perícia para identificar fornecedores e rotas de entrada no país. Armas em bom estado poderão ser incorporadas ao arsenal das forças de segurança. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Integrante do CV foi preso na 25 de Março em SP

Uma liderança do Comando Vermelho (CV) que estava foragida há três anos foi presa na rua 25 de Março, no centro de São Paulo, nessa quinta-feira (30/10), após ser identificada por câmeras de monitoramento do Smart Sampa. A polícia investiga se ele recebeu informações privilegiadas sobre a operação que mirou integrantes do CV no Rio. Antônio de Jesus Cabral, de 40 anos, é considerado um integrante de destaque no CV. Ele é apontado pela Polícia Civil do Rio como líder de uma quadrilha de hackers especializada em fraudes em concursos públicos. FONTE: Astrolg1 Submundo Criminal (Telegram)

Preso em Queimados bandido que monitorava a polícia. Ele seguia viaturas

Policiais civis da 55ª DP (Queimados), em conjunto com policiais militares, prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (31/10), um homem que monitorava a movimentação das forças de segurança, em tempo real, e repassava as informações para criminosos locais. Ele foi capturado no Centro de Queimados, na Baixada Fluminense. A ação contou com apoio de agentes do governo municipal. O Setor de Inteligência da unidade identificou vídeos publicados pelo criminoso, nos quais ele seguia as viaturas, narrava o trajeto e fazia declarações de cunho ameaçadoras. A partir dessas informações, policiais civis e militares conseguiram o localizar conduzindo a mesma motocicleta usada nos vídeos. FONTE: PCERJ

Dez policiais baleados em megaopearção na Penha e no Alemão seguem internados. Dois em estado grave

Dez policiais feridos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão seguem internados, dois em estado grave. Também permanecem hospitalizados dois moradores — um homem em situação de rua e outro que estava em um ferro-velho. Outros três feridos foram levados para hospitais da rede municipal e têm quadro estável. Ao todo, o governo do Rio confirmou 121 mortes na operação, sendo quatro policiais e 117 suspeitos. A Defensoria Pública do Rio, por meio do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, enviou um ofício à Ouvidoria-Geral da PM pedindo acesso imediato às imagens das câmeras corporais usadas na megaoperação dos complexos da Penha e do Alemão, na última terça-feira (28). O órgão também cobra explicações sobre o uso das baterias sobressalentes previstas em contrato, após o secretário da PM, Marcelo Menezes, afirmar que parte das gravações pode ter se perdido por falta de energia nos equipamentos. O contrato entre a PM e a empresa L8 Group S.A., firmado em agosto de 2024, prevê o fornecimento de baterias extras e bases de carregamento para todas as unidades da corporação. As imagens são consideradas essenciais para esclarecer as circunstâncias das 121 mortes registradas na operação, a mais letal da história. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Oito mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão foram réus por homicídio pela Justiça do RJ. Um deles foi condenado a 20 anos de prisão

Mortos na operação no Alemão e na Penha foram réus por homicídio. Foi o caso de Jonas de Azevedo Vieira, que foi acusado de um assassinato em Cabo Frio em 2016, mas foi impronunciado e a ação acabou arquivada em 2019. Marcos Adriano Azevedo de Almeida também foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2016. A vítima foi Valdei de Jesus. Ele foi condenado a 20 anos de prisão. Victor Hugo Rangel de Oliveira respondia a processo por homicídio cometido em 2024 em Arraial do Cabo. Foi um ataque contra PMs. Inclusive estava com prisão preventiva decretada. Maxwell Araújo Zacarias foi mais um que respondeu processo por homicídio cometido em Cabo Frio em 2020. Ele foi acusado junto a comparsas de tentar matar a vítima L.C.C desferindo-lhe disparos de arma de fogo, crime não se consumou por circunstâncias alheias às vontades dos denunciados, eis que a vítima Jocinei conseguiu fugir, apesar de ferida, e teve atendimento médico eficaz. O crime foi praticado por motivo torpe, haja vista a existência rixa entre as facções ligadas ao tráfico de drogas, vez que os acusados mudaram de facção, ou seja, saíram do Terceiro Comando Puro e migraram para a facção Comando Vermelho. Francisco Nataniel Alves Gonçalves foi condenado a oito anos de prisão por um homicídio cometido em 2022 em Nova Iguaçu na frente dos familiares da vítima. Leonardo Fernandes da Rocha virou réu por homicídio em 2014 em São João de Meriti mas foi absolvido da acusação. Anderson da SIlva Severo foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2010 mas também foi absolvido. Wagner Nunes Santana era réu pelo crime de feminicídio tentado cometido em 2023 em Nova iguaçu. FONTE: TJ-RJ

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