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operação policial

A traficante Japinha do CV não está entre os mortos em megaoperaçâo

A traficante Penélope ou Japinha nâo esta entre os mortos na negaoperacso nos complexos da Penha e Alemso conforme havia sido divulgado pela mídia. A Polícia Civil informou, nesta terça-feira (4), que o corpo inicialmente apontado como sendo dela é, na verdade, de um traficante baiano A confirmação foi feita após a circulação de uma imagem nas redes sociais mostrando um cadáver com um tiro no rosto, logo depois da megaoperação . Segundo a polícia, o homem foi identificado como Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, contra quem havia dois mandados de prisão em aberto. As autoridades também negaram que haja mulheres entre os 117 suspeitos mortos. Conhecida como “Japinha do CV” ou “Penélope”, a criminosa é considerada uma “soldado do tráfico” e costuma publicar fotos armada nas redes sociais. Apesar disso, ela não estava entre os alvos da megaoperação. FONTE: PCERJ

Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Justiça autoriza transferência de sete chefes do CV para penitenciárias federais fora do RJ

O juiz titular da Vara de Execuções Penais (VEP), Rafael Estrela Nóbrega, decidiu pela transferência para presídio federal de sete dos 10 apenados da relação enviada pelas autoridades policiais do estado. Os apenados são Arnaldo da Silva Dias, (“Naldinho”), Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça do Sabão”), Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”), Fabrício de Melo Jesus (“Bicinho”), Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”), Alexander de Jesus Carlos (“Choque”), Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”). Em relação a Wagner Teixeira Carlos e Leonardo Farinazzo Pampuri, o “Léo Barrão”, o juízo da VEP requereu que, no prazo de cinco dias, a Secretaria de Polícia Civil encaminhe mais informações que permitam fundamentar a transferência, de acordo com os dispositivos da Lei 11.671, de 8 de maio de 2008. Já o processo relativo ao cabo da Marinha Riam Maurício Tavares Mota, que foi o décimo relacionado na lista da Secretaria da Polícia Civil, está no juízo de Organização Criminosa (Orcrim), dependendo, ainda, de julgamento. Portanto, a decisão caberá ao juízo da Orcrim. Ele foi preso e acusado de operar drones para o Comando Vermelho. A requisição para a transferência dos presos ocorreu após a realização da Operação Contenção pelas polícias civil e militar no dia 30 de outubro. Os presos permanecem em presídio de segurança máxima do estado do Rio de Janeiro até a sua transferência para um presídio federal. Presos O magistrado esclarece que os presos requisitados para transferência, exceto o cabo Riam, tinham condenações em processos sobre tráfico de drogas e não foram presos durante a realização da Operação Contenção. De acordo com a denúncia, eles exercem liderança na facção Comando Vermelho. “A atuação do Poder Judiciário, no âmbito da execução penal, deve, portanto, harmonizar o princípio da ressocialização da pena com o dever indeclinável de assegurar a estabilidade e a segurança do sistema prisional, que constitui pilar da própria segurança pública. Portanto, é dever deste juízo preservar o interesse coletivo sobre o individual, especialmente diante de risco real de reincidência e coordenação de práticas criminosas a partir do cárcere, situação que agrava a insegurança social e desafia a autoridade estatal. A inclusão em estabelecimento federal de segurança máxima visa, precisamente, a interromper a comunicação ilícita entre o preso e sua organização criminosa, garantindo a segregação qualificada e restabelecendo a efetividade da função preventiva e repressiva da pena”, destacou o juiz na decisão de transferência. Condenações Arnaldo da Silva Dias – condenação total corresponde a 81 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 15 anos, 8 meses e 22 dias de pena, com remanescente de 65 anos, 7 meses e 28 dias a cumprir (81%), assinalado término em 09/06/ 2042. Carlos Vinicius Lírio da Silva – condenação total corresponde a 60 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão e cumprimento de, até 29/10/2025, 25 anos, 6 meses e 25 dias de pena, com remanescente de 34 anos, 9 meses e 9 dias a cumprir (58%), assinalado término em 28/12/ 2035, progressão de regime em 30/04/2024. Eliezer Miranda Joaquim – condenação total corresponde a 100 (cem) anos, 10 ( dez) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, com cumprimento até 03/11/2025 de 20 (vinte) anos, 08 (oito) meses e 24 (vinte e quatro) dias de pena, com remanescente de 80 (oitenta) anos, 1 ( um) mês e 21 (vinte e um) dias, equivalente a 80%, previsão de término para 11/12/2037, progressão de regime em 25/07/2035. Fabrício de Melo Jesus – condenação total corresponde a 65 (sessenta e cinco) anos, 8 (oito) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com remanescente a cumprir de 45 (quarenta e cinco) anos e 8 (oito) dias, em 03/11/2025. Consta previsão para o término de pena em 22/11/2040. Marco Antônio Pereira Firmino – condenação total corresponde a 35 (trinta e cinco) anos, 5 (cinco) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com o cumprimento de até 03/11/ 2025 de 26 (vinte e seis) anos, 1 (um) mês e 17 (dezessete) dias de pena, com remanescente de 9 (nove) anos, 4 (quatro) meses e 9 (nove) dias. Alexander de Jesus Carlos – condenação total corresponde a 34 anos e 6 meses de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 17 anos, 6 meses e 29 dias de pena, com remanescente de 16 anos, 11 meses e 1 dia a cumprir (50%), assinalado término em 29/10/2038. Roberto de Souza Brito – condenação total corresponde a 50 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 19 anos, 2 meses e 2 dias de pena, com remanescente de 31 anos e 18 dias a cumprir (62%), assinalado término em 28/11/2040. FONTE: TJ-RJ

Bandido que praticava tortura foi preso em megaoperação

Fagner Campos Marinho, conhecido como “Bafo”, é apontado como um dos soldados mais cruéis do Comando Vermelho, responsável por torturas e pela segurança armada em áreas controladas pela facção. Ele foi preso durante a megaoperação das polícias Militar e Civil no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que atingiu diferentes núcleos do tráfico na capital. A investigação aponta que ele atuava com armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, e exercia a função de soldado do tráfico, controlando postos de segurança e coordenando a atuação de outros criminosos. Em escalas de plantão divulgadas pelo grupo, determinava onde cada integrante deveria atuar, reforçando seu papel operacional dentro da organização criminosa. Com a prisão de Fagner Campos Marinho, o Comando Vermelho perde um dos soldados mais temidos das regiões da Penha e Vila Cruzeiro, FONTE: Portal dos Pricurados do Disque Denúncia

Preso segurança de Peixão (TCP)

A Polícia Militar prendeu Hueverton Ferreira da Silva, o Jacó, considerado um dos principais traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e segurança pessoal de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Ele foi capturado no Recreio, após ser identificado por reconhecimento facial. Jacó era responsável pela segurança armada do chefe da facção e era procurado por tráfico, extorsão e organização criminosa. Em 2022, chegou a render uma equipe do Samu para fugir do Complexo de Israel. FONTE: PMERJ

Investigação que resultou em megaoperação teve uma primeira operação em dezembro com tiroteio e feridos mas sem mortes. Endereços de bandidos identificados já estavam vazios. Apuração esbarrou em deficiência tecnológica da polícia

A investigação que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão prosseguiu exitosamente ao longo dos meses, ainda que com as naturais restrições decorrentes da pouca utilização cotidiana de telefones celulares para ligações convencionais, e da ausência de tecnologia em utilização pelos órgãos de segurança estatais para interceptação em conversas em tempo real via aplicativos, como Whats App. O deferimento de mandados de busca e apreensão contra 54 alvos todos localizados no Complexo da Penha, cujos endereços foram identificados no curso da investigação em tela, possibilitou o início de uma Operação chamada pela Polícia Civil de “Torniquete“, cuja primeira etapa justamente ocorreu no Complexo da Penha em 03 de dezembro. Pelo decurso de alguns meses entre a rápida decisão da Justiça, e a morosa expedição de mandados , diversos imóveis já se encontravam vazios, pois, sabidamente, traficantes em regra passam pouco em esconderijos, e em locais utilizados para crimes relacionados à malta. Ademais, certos indivíduos alvos, como BMW”, e Doca” ou “Urso”, não foram localizados para cumprimento de diversos mandados de prisão já existentes contra os mesmos.  Isso porque, tão logo se iniciou a operação policial, contando com centenas de agentes das policiais civil e militar, inclusive CORE e BOPE, houve intensa resistência de criminosos armados com fuzis, monitorados em tempo real por drones e helicópteros policiais. Inobstante os obstáculos, houve apreensão de aproximadamente cinco quilos de maconha, além de cumprimentos de mandados de prisão, e mais prisões em flagrante com apreensão de algumas armas de fogo. Graças aos mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo foi possível a entrada em dezenas de imóveis, sem qualquer ilegalidade. Inobstante o intenso e duradouro confronto armado, sinal não apenas dos armamentos pesados, mas também da cada vez maior ousadia dos traficantes na localidade, não houve notícias de fatalidade, apesar de alguns cidadãos (moradores locais) e um policial civil terem sido feridos.  Essas lesões colaterais, apesar de deverem ser evitadas ao máximo, lamentavelmente, se encontram no contexto da guerra urbana não declarada que vive o Rio de Janeiro contra traficantes das organizações criminosas, mormente o Comando Vermelho e seu projeto expansionista violento para domínio de comunidades pertencentes a outras facções criminosas hoje enfraquecidas. Antes da megaoperação,  diversos terminais tinham sido identificados, inclusive nas últimas interceptações, muitos ligados a lideranças do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Autoridade Policial e sua equipe estavam zelosamente buscando elementos para entrelaçar as relações criminosas entre traficantes do Comando Vermelho e seus respectivos papéis na malta. FONTE: TJ-RJ

Saiba o que o STF pediu ao governo do RJ sobre a megaoperação no Alemão e na Penha que deixou 121 mortos

O Supremo Tribunal de Federal determinou a necessidade imperiosa de preservação de quaisquer vestígios relacionados à materialidade de operações policiais com vítimas fatais como ocorreu nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada que teve 121 mortos, bem como de execução de perícia efetiva e independente,  Preservação dos vestígios de crimes. Os agentes de segurança e profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro devem preservar todos os vestígios de crimes possivelmente cometidos em operações policiais, de modo a evitar a remoção indevida de cadáveres sob o pretexto de suposta prestação de socorro e o descarte de peças e objetos importantes para a investigação. (…)  Produção de provas periciais em investigações de crimes contra a vida. Os órgãos de polícia técnico-científica do Estado do Rio de Janeiro devem documentar, por meio de fotografias, as provas periciais produzidas em investigações de crimes contra a vida, notadamente o laudo de local de crime e  exame de necropsia, com o objetivo de assegurar a possibilidade de revisão independente, devendo os registros fotográficos, os croquis e os esquemas de lesão ser juntados aos autos bem como armazenados em sistema eletrônico de cópia de segurança para fins de backup. A Corte reafirma a autonomia técnica, científica e funcional das perícias como condição essencial para que ainvestigação conduzida pelo Ministério Público possa ser levada a efeito, nos termos das decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas deInconstitucionalidade nº 6.621, 2.943, 3.309 e 3.318. Ontem, o ministro do STF Alexandre de Moraes se reuniu com o governador do Rio, Cláudio Castro e as autoridades da segurança pública fluminense mas eles não deram declarações sobre o encontro. FONTE: STF

MP faz operação contra gerentes de Rogério Andrade

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, junto ao Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital, 16 mandados de busca e apreensão contra supostos gerentes do “jogo do bicho” vinculados à organização criminosa liderada por Rogério Costa de Andrade, voltada à exploração de jogos de azar.  Os mandados são cumpridos, nesta terça-feira (04/11), pelo Ministério Público em diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro. A medida decorre de Procedimento Investigatório Criminal, em tramitação no GAECO/MPRJ. A ação é um desdobramento da Operação Safari, deflagrada pelo GAECO/MPRJ em 21 de fevereiro de 2025, que resultou no fechamento de 50 pontos de jogo do bicho controlados pela referida organização criminosa, na detenção de responsáveis e na apreensão de grande quantidade de material relacionado à atividade ilegal. FONTE: MPRJ

Comando Vermelho se expande em Salvador. Polícia prendeu mais de 30

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (4), a Operação Freedom, com o objetivo de desarticular o núcleo armado e financeiro de uma organização criminosa oriunda do Rio de Janeiro que atua em território baiano. A ação é executada de forma simultânea na Bahia e no Ceará, e resultou, até o momento, na prisão de 31 pessoas e no cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos em Salvador, nos bairros da Liberdade, Uruguai, Pernambués, Narandiba e Areia Branca, nos municípios de Aratuípe e Ilhéus, e também na cidade de Eusébio, no Ceará. Ao todo, mais de 90 ordens judiciais foram expedidas e estão sendo cumpridas ao longo do dia. Além das ações de prisão e busca, a Justiça determinou o bloqueio de 51 contas bancárias ligadas ao grupo investigado. Os alvos da Operação Freedom são suspeitos de envolvimento em homicídios e na expansão do tráfico de drogas em Salvador e outras cidades da Bahia. De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os resultados da operação devem contribuir para a elucidação de cerca de 30 assassinatos ocorridos na capital baiana. A operação conta com o apoio da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) e do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A Freedom tem como foco enfraquecer a estrutura criminosa, apreender armas e bens, prender lideranças e interromper o fluxo de recursos ilícitos usados para sustentar o domínio territorial e a prática de homicídios. Mais de 400 policiais civis e militares participam da operação, que reúne equipes dos Departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Especializado de Investigações Criminais (Deic), de Polícia Metropolitana (Depom), de Polícia do Interior (Depin), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), além da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core). A Freedom também conta com o apoio do Denarc da Polícia Civil do Ceará e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA). A Polícia Militar atua com efetivos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhões de Patrulhamento Tático Móvel (BPatamo), Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), Batalhão Gêmeos, Apolo, Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), Esquadrão Águia, Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe/Polo) e das Rondesp Central, Atlântico e BTS. FONTE: Polícia Civil da Bahia

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