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Notícias

Suspeita de trairagem é ameaça de golpe de estado na quadrilha do Abelha (CV) em Cabo Frio. Houve racha e traficantes estariam pulando para o TCP e a milícia

Após PMs do 25° BPM de Cabo Frio realizarem uma operação na Comunidade da Sinagoga (CV), em Unamar e apreenderem 1 lfuzil, 1 pistola, 2 granadas e drogas e prenderem um bandido vulgo VT, o chefe local conhecido como Escobar, mandou seus subordinados mostrarem os celulares. Isso porque relatos apontam que os próprios aliados de VT o entregaram para a polícia. Os comentarios são que alguns traficantes da comunidade querem pular para o ADA ou o TCP, Alguns já pularam para a milícia do bairro Califórnia (MLC) e outros estariam negociando com o chefe do Jacaré (TCP) de Cabo Frio, conhecido como Messi, para darem um golpe de estado na comunidade. O traficante de vulgo ‘Sementinha’ da Sinagoga (CV) pulou para o Gat do Careca (MLC), do bairro Califórnia (MLC), após o racha interno. Outro traficante conhecido como ‘DR’ pulou para o TCP de Cabo Frio e levou 2 fuzis da Tropa do Abelha da Sinagoga (CV). Outro traficante conhecido como ‘Elástico’ do CV da Sinagoga, pulou para o TCP de Cabo Frio, Ele levou 1 fuzil e 1 glock. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) .

Arsenal de guerra foi apreendido na Rodoviária do Rio. Saiu do Complexo do Alemão (CV) e ia para Fortaleza

O BPTur interceptou um carregamento pesado: Seis carabinas HK G36 MET 9mm, 21 carregadores, cinco lunetas e oito tripés apreendidos. O arsenal foi apreendido na Rodoviária Novo Rio, Santo Cristo, no último (26/07). Passageiro foi abordado ao tentar embarcar em coletivo. O arsenal seguiria para Fortaleza/CE e teria saído do Complexo do Alemão. O suspeito preso e o material foram levados à 4ª DP. FONTE: PMERJ

Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do CV de Madureira suspeitos de matar mulher que teve conversa com um suposto PM flagrada em seu celular

A Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do Morro da Congonha (CV) em Madureira, vulgos Leandrinho, Nem, Graveto ou GVT, Zebrot, Vitinho, WL, Marcinho do Fubá e Erê, pelo assassinato de Amanda de Oliveira . Uma testemunha afirmou que Amanda foi morta por traficantes da comunidade onde residia e que a mesma já havia sido agredida em outra oprtunidade, por se negar a sair com bandidos locais. Afirma que uma mulher acessou o telefone da vítima, onde printou a conversa com um suposto policial militar e entregou ao traficante de nome Vitor, o qual chamou a vítima para a parte alta da comunidade, onde foi agredida. Uma parente de Amanda disse que a vítima frequentava bailes, além de fazer uso de substâncias ilícitas. Um dos suspeitos conto que conhecia a vítima e revelou ainda que Amanda seria garota de programa e que apenas soube da morte dela através de sua mãe, sem saber a motivação do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com violência extrema, em plena luz do dia. O local onde as agressões ocorreram possuía outras pessoas presentes, o que demonstra o pouco valor que os denunciados têm pela vida alheia e pelo bom cumprimento das leis de forma que nada impede a prática de novos delitos para impedir o bom curso da marcha processual, colocando em risco a integridade física de todas as testemunhas. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP mataram testemunha ocular de homicídio cometido por eles dias antes em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro do Parque Paulista em Duque de Caxias, entre eles um de vulgo Gelsinho, pelo homicídio de uma testemunha ocular de um outro caso de assassinato apurado no IP 861-00024/2025, na qual qual os denunciados foram os autores. A vítima se chamava Daniel e foi morta para silenciar testemunhas e evitar a investigação do homicídio de Felipe Rodrigues Barboza, ocorrido dias antes. Como líder da comunidade, Gelsinho, deu a ordem para matar a vítima e seu comparsa seria o executor direto agindo sob suar ordens, mostrando sua subordinação à estrutura criminosa. A autoridade policial relata ainda que ambos têm históricos de crimes graves, como homicídios e porte ilegal de armas, Segundo a autoridade policial os indiciados, cientes da gravidade das imputações, possuem amplo poder de influência sobre a comunidade local e as testemunhas arroladas, podendo coagi-las, intimidá-las ou corromper provas, inclusive por meio de ameaças diretas ou indiretas, em ambiente dominado pelo TCP FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP tentaram matar sete pessoas em um bar em Nova Iguacu em abril porque elas foram até o Chapadão (CV). Duas morreram e duas ficaram feridas. Quatro tiveram prisão decretada mas mandante se livrou

A,Justica decretou as prisões preventivas de quatro  traficantes do Terceiro Comando Puro vulgos Cathau, WL e Chato, além de Vitor  que estão sendo acusados de abrir fogo contra sete pessoas em um bar em Nova Iguaçu em abril.deste ano matando duas delas (Bruno Thiago de Souza e Lucas Santos Azevedo)  e deixando dois feridos que sobreviveram porque receberam socorro médico eficaz. Os demais alvos  nãoforamm atingidos pelos disparos efetuados pelos criminosos, porque lograram êxito em se proteger e se abrigar do ataque. Segundo os autos, o traficante Sheik, na condição de líder da facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, atuante na Comunidade conhecida como “Três Campos”, Nova Iguaçu/RJ, determinou a execução das vítimas pelos autores imediatos, seus subordinados. O mandante, porém, não teve prisão decretada. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, controle social paralelo imposto pela facção TCP, tendo os denunciados, todos integrantes do grupo criminoso, praticado os crimes pelo fato das vítimas supostamente frequentarem a Comunidade do Chapadão, local dominado por facção criminosa rival – “Comando Vermelho “CV”.  Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção ao interior de um estabelecimento comercial, o qual era frequentado por outras pessoas que também poderiam ter sido atingidas pelos disparos realizados. Os atiradores chegaram ao local em duas motocicletas e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra as vítimas, as quais foram surpreendidos quando estavam em um momento de descontração no interior de um estabelecimento comercial. O delito foi praticado com emprego de arma de fogo de uso restrito, qual seja, de calibre .40 S&W (10 x 22) Uma testemunha disse que duas motos se aproximaram do local com os garupas portando armas de fogo, mais especificamente pistolas; O declarante se recorda que a primeira motocicleta possuía cor vermelha; Que acredita que a marca/modelo seria uma Honda CG 160; Que as motos vieram da rua Doná Madalena e chegaram na Rua Dr. Mário Pinotti manobraram em frente ao mercado Maringá e voltaram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que viu o garupa da primeira moto disparando contra todos os frequentadores do bar e que neste momento o declarante foi atingido quatro vezes e caiu ao solo;  Que após estar caído, falou que os atiradores eram da comunidade dos “Três Campos”, dominda pela facção “Terceiro Comando”; Que acredita que a motivação de deu pelo fato dos frenquantadores do bar e o dono Patrick, frequentam a comunidade do Chapadão, que é dominada pela facção “Comando Vermelho”, para beber e ir ver “pegas de moto”; Contou que o crime vitimou pessoas trabalhadoras como seus amigos Bruno e Lucas.  O declarante ficou internado no hospital Geral de Nova Iguaçu, tendo recebido alta no dia 13/04/2025 e só hoje conseguiu comparecer nessa unidade especializada para prestar esclarecimentos; Um.outro sobrevivente disse que mais cedo foi até a comunidade do chapadão, dominada pela facção criminosa comando vermelho, como costumava fazer; Que o declarante costuma beber em um bar na comunidade e aprecia os “rolézinho” de moto que lá ocorrem.Nesse dia o declarante foi com, dono do bar onde ocorreu o crime investigado por essa especializada; Que por volta de 23:00 horas do corrente dia, o declarante retornou com o amigo e decidiram beber em seu bar; Que a cerca de 00:15 duas motos se aproximaram do local com os garupas portando arma de fogo;  Que o declarante afirma que eram pistolas; Que as motos manobraram e vieram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que na frente do declarante correramquatro vitinas ; Que em ato contínuo o rapaz percebeu que havia sido baleado no ombro esquerdo;. A testemunha conseguiu identificar todos os autores da empreitada criminosa, haja vista o declarante morar na região e já os terem visto andando de motos armados impondo medo nos moradores; Disse ainda que o mandante foi Sheik líder da comunidade três campos, dominada pela facção TCP; Que acredita que devido ao declarante ir até a comunidade do chapadão, tirar fotografias fazendo o sinal do número dois e postar nas redes sociais e gostar as músicas pertencentes a outra facção, o declarante acredita que esse teria sido o motivo da empreitada criminosa; Uma moça que escapou disse q acreditar que a motivação do crime seria pelo fato dos traficantes não aceitarem que outras pessoas tirem fotos, ou façam gestos em comunidades da facção comando vermelho;  FONTE,: TJ-RJ

Suposto operador financeiro do falecido traficante Professor do Alemão (CV) não conseguiu desbloquear seus bens na Justiça. Ele organizava bailes funks na comunidade contratando artistas por valores elevados

Um homem suspeito de lavar o dinheiro para o falecido traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor do Alemão, soliciotu à Justiça a liberação dos valores bloqueados em suas contas bancária. Alega que não foi demonstrada a origem ilícita dos valores bloqueados ou o risco de dilapidação O suspeito argumentou ainda ser produtor de eventos, tendo realizado bailes funk no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, patrocinados pela associação de moradores e bares da região. Afirmou que o depósito identificado de R$ 50.000,00 em favor da empresa não permite inferir seu envolvimento em organização criminosa, destacando não ter conhecimento de eventual esquema ilícito. Defendeu que as provas seriam frágeis e não denotariam os elementos objetivo e subjetivo do crime. O Ministério Público Federal manifestou-se pelo indeferimento do pedido sustentando que a análise dos aparelhos celulares apreendidos na residência do requerente revelou sua afinidade e vínculo habitual com o traficante liderança do Comando Vermelho no Complexo do Alemão e denunciado na Operação Dakovo. Segundo o MPF, as mensagens trocadas emonstram que o requerente organizava bailes funk no Complexo do Alemão sob coordenação e financiamento do criminoso, bem como realizava pagamentos através de suas contas bancárias a mando dele. Tais elementos,segundo o órgão ministerial, revelariam que o requerente atuava como operadorfinanceiro vinculado ao tráfico de drogas.. A invetsigação revelou evidências concretas de movimentações financeiras atípicas por parte do requerente, incompatíveis com seu perfil econômico-financeiro, bem como da identificação de transferência específica realizada para empresa investigada no contexto da organização criminosa cujo sócio administrador foi posteriormente denunciado O conteúdo das mensagens extraídas dos aparelhos celulares apreendidos indica que o requerente não se limitava a organizar eventos sociais de maneira legítima, como alega, mas que atuava sob coordenação e financiamento direto de liderança do tráfico de drogas, realizando, inclusive, pagamentos através de suas contas bancárias a mando de Professor. Tais circunstâncias apontam para um quadro de possível atuação como operador financeiro de organização criminosa. De se notar que o próprio requerente admite em sua petição complementar que produzia bailes funk no Complexo do Alemão, envolvendo movimentações financeiras elevadas, com pagamento de artistas com cachês expressivos e vendas de camarotes a valores significativos. No entanto, sua tentativa de justificar tais atividades como meros eventos patrocinados pela associação de moradores não se sustenta diante das mensagens encontradas em seu aparelho celular, que indicam subordinação ao líder do tráficoi local. FONTE: TRF-BA

Preso traficante do CV que não tem uma das mãos envolvido em mortes de família em Niterói, de ex-namorada de comparsa e de ataque à delegacia

Policiais militares prenderam na noite desta quarta-feira (22), na Rua Nossa Senhora das Graças, na Comunidade do Viradouro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV) e uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade do Viradouro, em Niterói, Marcos Patrick da Silva de Aquino, vulgo “Tiquinho ou Putão”, de 35 anos. De posse de informações sobre a localização do traficante, policiais da Patamo 4ª CIA, em patrulhamento, procederam para verificar informações sobre indivíduos praticando venda de entorpecentes no local. Ao chegar ao ponto indicado, diversos traficantes empreenderam fuga, sendo possível deter o criminoso “Tiquinho”. Considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, em liberdade desde junho de 2023, ele é um dos envolvidos na execução de Filipe Rodrigues, de 24 anos, Rayssa Santos, de 23, e o bebê Miguel Filipe, de 7 meses, membros de uma família, executados dentro de um carro, na noite de 17 de março de 2024, em um acerto de contas com traficantes. Segundo as investigações, o ataque a tiros que matou a família aconteceu depois que Filipe, enganou traficantes da comunidade do Castro, ao se passar por policial militar e pedir R$ 50 mil para identificar e entregar um suposto informante. Tiquinho é conhecido no meio policial, por não ter uma das mãos após perdê-la ao tentar jogar uma granada contra policiais do 12ºBPM (Niterói), no Complexo do Viradouro, em Santa Rosa. Ele também seria uma das lideranças do tráfico de drogas da Favela Grota do Surucucu, em São Francisco, Zona Sul de Niterói. Ele também estaria envolvido na morte Thatyane Brites, de 24 anos, que foi morta pelo ex-namorado, CH da Viradouro, que era integrante do tráfico local. Ela foi executada após ir a um baile funk na comunidade para trabalhar vendendo doces e cigarros. O criminoso, também é um dos envolvidos no ataque contra a sede da 77ª DP (Icaraí), O crime aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto de 2019. Na ocasião, integrantes de um bando passaram numa moto em frente à delegacia e efetuaram diversos disparos contra a fachada da delegacia. Eles fugiram em seguida. Diante dos fatos, o criminoso foi encaminhado à 79ª DP (Jurujuba), onde foi constatado que contra o traficante, constavam dois mandados de prisão, sendo um expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Homicídio Qualificado/Concurso de Pessoas e outro pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Tráfico de Drogas, onde fora condenado a uma pena de 14 anos, em regime fechado. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele será encaminhado a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça.

Por chamada de vídeo, traficantes do CV e TCP teriam negociado fim da guerra no Rio com participação de Oruam

Essa informação já havia sido divulgada nas redes sociais há alguns dias e agora ganhou repercussão na imprensa carioca. Os traficantes Doca do Complexo da Penha (CV) e Cocão e Coelhão do Complexo da Serrinha (TCP) participaram de uma conversa de vídeo juntamente com o rapper Oruam preso essa semana Nesta conversa, segundo o que foi levantado pela polícia, os traficantes supostamente negociavam uma trégua na guerra entre as facções criminosas no Rio de Janeiro. Oruam inclusive como já foi falado apareceu em foto junto com Doca.

PM foi morto na Linha Vermelha

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa a morte do sargento Thiago do Amaral Lacerda, de 38 anos, ocorrida nesta quinta-feira (24/7), na Linha Vermelha, altura da Comunidade do Lixão. O policial integrava equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) que foram acionadas para interceptar criminosos que realizavam roubos na via expressa. Durante a ação, houve confronto e o militar foi atingido, sendo socorrido ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, onde não resistiu aos ferimentos. O sargento Amaral tinha 13 anos de corporação e deixa esposa e duas filhas. Dois fuzis utilizados pelos criminosos na ação foram apreendidos e os fatos foram registrados na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

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