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Notícias

PM foi morto em Nova Iguaçu

A Polícia Militar informa que, neste domingo (10/8), de acordo com informações preliminares do comando do 20ºBPM (Mesquita), policiais militares da unidade foram à Av. Severino Pereira da Silva, em Cabuçu, Nova Iguaçu, para verificar informações de que duas vítimas estariam feridas por disparo de arma de fogo. No local, os policiais foram informados de que dois homens feridos foram socorridos à UPA de Cabuçu. Uma das vítimas era policial militar e infelizmente não resistiu aos ferimentos. Ocorrência em andamento na DHBF.  A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Paulo Rogério da Costa Lopes Filho, de 35 anos. Na ação, o pai da vítima foi ferido. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e esclarecer as circunstâncias do crime.

Mulher teve prisão decretada suspeita de envolvimento no homicídio de ex-companheiro morto por traficantes do TCP em Três Rios por causa de dívidas

Traficantes do Terceiro Comando Puro de Três Rios mataram Weverton Pacheco Santos, o Dudu, por causa de dívidas de drogas. A ex-companheira da vítima é suspeita de envolvimento no crime e teve a prisão temporária decretada assim como dois irmãos. Um menor de idade também está ligado ao caso. Dudu foi morto no dia 31 de janeiro de 2025, no local denominado sito Ferro Velho, próximo ao túnel que fica perto do Fórum, Conforme consta da decisão anterior: “na madrugada de 31 de janeiro deste ano de 2025, policiais militares procuraram a 108ª Delegacia Policial de Três Rios para noticiar que haviam localizado corpo de indivíduo dentro de local denominado Sitio Ferro Velho, próximo ao túnel que fica próximo ao fórum, no bairro Nova Niterói, Da análise do corpo da vítima, verificou-se dez ferimentos produzidos por disparos de arma de fogo, nas regiões da face, pescoço, tórax, abdome e braços, além de diversas lesões na cabeça e na parte superior do tronco. O perito legista atestou como causa da morte hemorragia interna por laceração pulmonar e como instrumento ou meio que produziu a morte ação perfurocontundente (projetil de arma de fogo). O irmão da vítima compareceu à delegacia e relatou que seu irmão era querido no bairro em que morava, apenas tinha um relacionamento conturbado com C.A.S, sua ex-companheira. Questionada sobre o ocorrido, a moça descreveu o ex-companheiro como alguém que ficaria agressivo quando fazia uso de droga e mencionou ter tomado conhecimento que traficantes associados a facção Terceiro Comando Puro, estabelecidos no bairro Pilões, estariam querendo matar seu ex-companheiro. Ouvido novamente, o irmão citou o adolescente J.G.R.C como sendo adolescente que teria passado a conviver com ex-namorada de seu irmão, destacando que após a morte do irmão, o menor teria se afastado de seus familiares. Segundo relatado pela autoridade policial, as imagens colhidas na central de monitoramento da Prefeitura de Três Rios/RJ mostram o momento que Weverton caminha sozinho na direção do local onde foi emboscado e morto. E, conforme análise feita por policiais civis envolvidos na investigação, Weverton se dirigiu para o “Sitio Ferro Velho” após receber chamada de pessoa de sua confiança com quem combinou um encontro. Porém, para acessar o local onde o crime foi cometido, os suspeitos, vindos do bairro Pilões, não passaram em frente a câmera que captou as imagens da vítima. Em razão das buscas, o adolescente foi surpreendido em sua residência quando tinha com ele um revólver calibre 38 com numeração suprimida, seis munições do mesmo calibre e um aparelho de telefonia celular Iphone 12. Ouvido em sede administrativa, na presença do pai e de seu advogado, o menor falou de seu envolvimento e do envolvimento de dois irmãos na morte de Weverton Pacheco Santos, vulgo Dudu. Segundo o adolescente, ele e Dudu estariam envolvidos com o tráfico de drogas. Por conta de dívidas, Dudu estaria sendo ameaçado por um suposto líder da facção instalada no bairro Pilões. Sobre a ida da vítima ao local onde foi emboscado, o adolescente afirmou que foram os dois irmãos que o atraíram e o surpreenderam quando lá chegou por entre 20 horas e 20 horas e 30 minutos. O mesmo menor afirmou que ele e os outros dois rapazes fizeram disparos contra a vítima em um episódio que afirmou ter sido gravado e encaminhado para indivíduo que chama de “dono¿ do tráfico no Pilões. Como destacado pelo delegado em sua representação, a análise previa do parelho Iphone do garoto, devidamente autorizada, permitiu colher evidências do envolvimento direto do adolescente no planejamento e execução da morte, desmentir a suposta versão de um atentado pretérito contra sua vida e identificar os dois citados irmãos que participaram diretamente da trama. Em um documento cuidadosamente elaborado por policiais civis responsáveis pelas diligências e pela análise e transcrição do conteúdo do telefone, foram juntados prints e reproduzidos áudios que evidenciam que J.G E e dois irmãos planejaram a morte de Weverton e o mataram. A ex-companheira da vítima foi intimada a comparecer à delegacia para prestar depoimento e após nove minutos ligou para o menor declarando sua preocupação com o que iria dizer. Das análises das conversas, das câmeras de segurança e extrato das ligações, pode-se verificar a participação da mulher no episódio, visto que teria ligado para a vítima minutos antes desta se dirigir ao local em que fora assassinada

Voltou a ter guerra no Catiri e Jardim Bangu (CV x milícia)

Criminosos tentaram invadir simultaneamente as comunidades do Catiri e Jardim Bangu na noite de sábado (9) e madrugada de domingo (10). Moradores viveram momentos de pânico com intenso tiroteio. A PM enviou o caveirão para conter a ação. Até agora, nenhum preso e buscas continuam na região Isso foi terrorismo!!! Vieram deram vários tiros pro alto e fugiram, disse um morador População sofre, disse outro. E nessa disputa quem paga é os moradores que nada tem com isso. Dois meses sem Internet nesse inferno, falou mais um A disputa no local se arrasta desde o ano passado entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos.

Policia apreende arsenal na casa de ex-CAC condenado por tráfico internacional de armas

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) apreenderam, neste sábado (09/08), um arsenal e equipamentos voltados à produção de munições, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. A apreensão ocorreu após as investigações apontarem que um homem, ex-CAC,  teve seu certificado de registro cancelado pelo Exército Brasileiro em novembro de 2024, por perda de idoneidade,permanecendo de forma irregular na posse de armamento. Na residência do alvo da ordem de busca e apreensão, os agentes encontraram quatro pistolas de uso restrito, duas pistolas de uso permitido, um revólver, duas carabinas, um fuzil de uso restrito, farta quantidade de munições de diversos calibres, grande volume de insumos para recarga, como espoletas, pólvora e estojos e um maquinário completo para recarga de munições, apto à produção em escala.De acordo com as equipes da especializada, as armas estavam irregulares e, por isso, foram retiradas do local. Segundo levantamento realizado pelos agentes, o investigado possui condenação anterior pela Justiça Federal pelo crime de tráfico internacional de armas. Todo o material bélico de alto poder ofensivo e o maquinário especializado para recarga de munições foram encaminhados para exame pericial. Um inquérito policial foi instaurado para apurar a prática de crimes previstos no Estatuto do Desarmamento com objetivo de reduzir o poder de fogo de organizações criminosas.

Traficante responsável por ataque à delegacia atua como jogador profissional de jogos eletrônicos e planejou um atentado bem maior à unidade policial

Apontado como principal responsável pelo ataque à 60a DP (Campos Eliseos) o traficante Joab atua também como jogador profissional de jogos eletrônicos online; Segundo a denúncia recebida, Joab utiliza o nome de usuário “faick22” em plataformas de jogos online, sendo seu e-mail de login identificado como “faickskelth@gmail.com”, com atuação recorrente na plataforma www.skelth.org ;  Há fortes indícios de que o investigado utiliza essa plataforma não apenas para fins recreativos, mas como meio de comunicação criptografada e dissimulada com outros membros da organização criminosa, dificultando o rastreamento tradicional de suas interações e movimentações”. Segundo relatos, Joab chegou a planejar um novo ataque a delegacia coalizando um maior número de parceiros de outras comunidades como Penha, Rua Sete, Rasta, Ana Clara e Mangueirinha” Vale aqui transcrever as informações colhidas por policiais da 60ª e 61ª DP: “Dado Informe: Informações chegadas a esta unidade operacional dão conta de um popular que se dirigiu aos policiais e deu a seguinte informação: o traficante Joab líder do tráfico da Rua 7 estáleve preparando um ataque de grandes proporções  a 60ª DP ea, ele virá com uma tropa formada por bandidos do Complexo da Penha , virá de barco e entrará com eles pelo Ana Clarax ou pela PontevPreta   juntando-se a ele virá a Tropa  do Ana Clara  a  Tropa do Rasta e a Tropa da Mangueirinha formando um bonde muito maior do que o bonde do primeiro ataque. Que de modo estratégico Joab também irá retirar seus familiares de Campos Eliseos S e os levará definitivamente para o Complexo da Penha antes ou após o ataque.  A fonte mostrou ao celular o vídeo de um menino com característica físicas semelhantes ao Joab  e disse que era o filho do traficante, que o informante disse que não estava com medo de vir a delegacia e se arriscar em colaborar com a polícia, pois é cidadão de bem e deseja o bem da população local, que o informante disse ainda que pode conferir sua credibilidade através das seguintes informações: primeiro, pode conferir que na operação da rua 7  um oitavo meliante foi baleado e conseguiu fugir roubando um uber e chegou a ser  hospitalizado em algum lugar, segundo, pode conferir que um indivíduo associado ao tráfico de vulgo DG (cpf anotado e preservado, sem passagem ou anotações, porém com endereço de campos eliseos no portal), DG estálava mobilizando o comando do Joab enquanto ele encontra-se homiziado na Penha. A autoridade policial ressaltou que o motivo do novo ataque se dá em virtude do óbito de sere comparsas de Joab  em operação policial havida no dia 27.04.2025, dentre eles estava seu braço direito Nilson  de Araújo  Tavares Oliveira.

Como o tráfico na Rocinha (CV) ramificou para São Gonçalo

Uma investigação de anos atrás revelou uma ramificação do tráfico da Rocinha em São Gonçalo.] O esquema passou a funcionar depois que uma mulher envolvida com o Comando Vermelho que morava na favela carioca se mudou para São Gonçalo e iniciou um relacionamento com um traficante que estava preso. Ela ajudava o bandido preso que usava celular na cadeia , e a auxiliá-lo em atos de traficância e outros crimes mais, na área do Complexo do Salgueiro. Em um diálogo, o traficante lamentou com a mulher a perda de meio quilo de cocaína e dois telefones celulares que estariam “entrando pra ele” no presídio, tendo a moça na conversa, prometido arranjar mais drogas para ele”; da “boa”, ou seja, de qualidade. Em outra conversa, o traficante pediu para a companheira buscar um fuzil. O diálogo em que o preso” citou o traficante “Corolla”, da Rocinha, durante uma conversa com a mulher, e o da moça propondo ao bandido a aquisição de drogas junto ao marido de uma amiga que seria um traficante morador de alguma favela entre Santa Teresa e Rio Comprido, reforçaram essa ligação que realmente havia entre o tráfico carioca e o gonçalense, O traficante, no entanto, mandou a mulher pegar drogas no Salgueiro mesmo já que ele mandava. A apuração revelou que o casal atuava como ‘longa manus’ dos traficantes chefões da Rocinha, Johny Bravo e Bambu ou Goiabada ‘, na cidade de São Gonçalo, onde gerenciavam pontos devenda de drogas sob a supervisão e as ordens dos chefes A investigação revelou ainda que interceptações e postagens em redes sociais mostramque a facção dispõe de pistolas, granadas e fuzis com aptidão para furar blindados e derrubar helicópteros, e que todo esse poder bélico tinha por objetivo garantir o sucesso da traficância nas áreas de domínio da quadrilha e impedir incursões das forças de segurança naqueles territórios. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os traficantes de droga exibiam armamento deguerra. Com intuito de rechaçar as incursões das forças de segurança pública, os denunciados costumavam montar substancioso e violentíssimo esquema de contenção armada.

PMs foram flagrados fazendo a segurança de bicheiro na Barra mas Polícia Civil não prosseguiu com a investigação

Segundo a Justiça que não informou a data do ocorrido, policiais civis da Delegacia de Homicídio da Capital, após denúncias dando conta de que indivíduos armados estariam próximo à estação de metrô Jardim Oceânico (nas proximidades da unidade policial), se dirigiram até o local de modo a confirmar as informações prévias e proceder às diligências necessárias. Chegando no local, as denúncias se confirmaram, tendo os policiais abordado os indivíduos na parte de fora do estabelecimento concessionária de veículos na (Av. Armando Lombardi,) que no ato foram entrevistados e se identificaram como policiais militares de folga,, além de outros indivíduos, um deles o bicheiro Vinicius Drumond. Constatou-se que todos, a princípio, estariam exercendo a função de segurança do contraventor, razão pela qual, dada a vedação do exercício de segurança privada por policiais militares da ativa bem como suspeitando da procedência e da regularidade das armas e veículos, todos foram conduzidos à DH-Capital para aprofundar nas diligências, de modo a possibilitar a consulta ao sistema SIGMA. Já na Delegacia, como forma de colher outros indícios da prática de possível conduta típica de associação ou organização criminosa envolvendo Vinicius e seus seguranças, considerando as circunstâncias em que os indivíduos foram encontrados, a autoridade policial procedeu à apreensão dos aparelhos celulares dos envolvidos, além de acionar a Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PMERJ, dada a possível prática de crime e infração disciplinar militar. Ato seguinte, foi constatado que um dos PMs portava munições não acauteladas da Polícia Militar, pelo que contra ele foi lavrado o devido APF Militar.Após diligências iniciais, não foi constatada outra irregularidade, tendo a autoridade policial, no exercício de sua discricionariedade regrada, optado por não prosseguir no aprofundamento das investigações sobre o fato, considerando que “as condutas foram suficientemente amparadas pelas vias administrativas/militares, mostrando-se despicienda a atuação do direito penal (princípio da intervenção mínima)”. Com isso, devolveram-se os aparelhos celulares apreendidos, com exceção dos pertencentes ao bicheiro por força de ordem judicial de apreensão expedida por este Juízo e por servir à elucidação de delito em que este figura como investigado. Considerando os referidos fatos, de rigor reconhecer que inexiste qualquer ilegalidade na apreensão e negativa de devolução dos aparelhos celulares de Drumond. Com efeito, ao contrário do alegado pelo contraventor tem-se que a apreensão dos celulares decorreu inicialmente de busca pessoal decorrente de fundada suspeita de prática de delito, à luz de elementos indiciários objetivos, na medida em que os indivíduos que acompanhavam o paciente, sabidamente contraventor, portavam armas e munições no lado de fora de estabelecimento comercial localizado na Barra da Tijuca, próximo à DH-Capital, fato inicialmente informado anonimamente à Delegacia e posteriormente corroborado pelos policiais, o que poderia vir a configurar diversos crimes, desde porte de arma de fogo sem autorização até associação/organização criminosa. A diligência fez parte da apuração do homicídio de Manuel Agostinho Rodrigues Miranda, na qual Drumond é investigado.

Mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a instalar aplicativo criado pelo CV. Quem não usava, não podia trabalhar

Segundo a Polícia Civil, os mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a se cadastrar no aplicativo criado por traficantes do Comando Vermelho.Só podia entrar na comunidade quem estava cadastrado no sistema. No aplicativo havia os dizeres: “O único aplicativo que passa pelas barricadas e deixa na porta de casa”. Circulou também uma mensagem ameaçadora.  “Só para lembrar que é para todo mundo baixar. Isso não é uma decisão minha e sim de força maior. Quem não baixar para se adaptar ao sistema pode parar de trabalhar”. Depois que os mototaxistas baixavam o aplicativo, quando a corrida era aceita, eles eram obrigados a repassar os valores para os traficantes.  O aplicativo funcionou por três meses e tinha 300 mototaxistas cadastrados.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Quadrilha extorquia vítimas após encontros sexuais. Jovem chegou a pagar mais de R$ 70 mil ao bando

Policiais militares no 9º BPM (Honório Gurgel), prenderam na noite de quarta-feira (06), na Rua Rua Tacaratu, em Rocha Miranda, Zona Norte do Rio, o criminoso, João Fernando Nunes, de 47 anos. Ele fazia parte de uma quadrilha especializada em extorquir dinheiro das vítimas após encontro sexuais,  aproveitando-se que elas queriam o anonimato. Outros quatro integrantes da quadrilha já foram presos.  O ponto inicial da investigação se deu depois que um jovem procurou uma delegacia, para contar que estava sendo chantageado. Segundo a vítima, ela fez contato com um dos garotos de programa da quadrilha e, após o encontro, começou a receber mensagens ameaçando expor para a sua família o que tinha ocorrido. Para que não tivesse sua intimidade exposta, a vítima fez transferências bancárias via Pix aos criminosos, que “chegaram a ameaçar praticar violências contra membros da família do jovem”, informou a Polícia Civil. As extorsões partiam de mais de um membro da quadrilha. Investigações da 21ª DP (Bonsucesso), apontaram que uma das vítimas, seria exposta e acusada de pedofilia pela quadrilha, caso não pagasse R$ 2 mil a eles, dizendo um dos integrantes do grupo era menor de idade. Temendo ser descoberto, a vítima então transferiu o montante para a conta bancária de “João Fernandes Nunes”. No entanto, as chantagens não pararam. Assustado, a vítima fez diversas outras transferências bancárias para as contas dos integrantes, totalizando  R$ 71.770, fato este ocorrido em junho de 2024.  Diante dos fatos, o preso foi levado à 29ª DP (Madureira), e depois foi encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), e contra João Fernando, constava um Mandados de Prisão, expedido pela 29ª Vara Criminal da Capital/TJRJ, espécie de prisão preventiva, pelos crimes de Associação Criminosa / Crimes contra a Paz Pública, Extorsão / Crimes contra o Patrimônio. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontra acautelado à disposição da Justiça.  L

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