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Mulher que teria sido sequestrada em São Gonçalo e está desaparecida desde outubro teve mandado de prisão expedido na última sexta-feira

A Justiça expediu mandado de prisão na última sextá-feira (6) para Érika Abrantes Ribeiro, de 36 anos pelo crime de roubo e resistência que foi condenada a 16 anos. Detalhe: a mulher encontra-se desaparecida desde o dia 19 de outubro do ano passado. Mãe de três filhos, operadora de caixa e moradora da comunidade do Galão, em São Gonçalo, ela teria sido sequestrada na frente de amigas na comunidade da Brahma, de acordo com que foi publicado na imprensa local. Segundo a publicação, Erika teria sido abordada, puxada pelos cabelos e braços e levada à força por homens desconhecidos enquanto conversava com amigas em um campo de futebol na comunidade da Brahma, no bairro Porto Velho. O registro do desaparecimento foi feito na 73ª Delegacia de Polícia (Neves). A imprensa local divulgou que a Polícia Civil investiga se o caso possa estar ligado às disputas territoriais entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho (CV) em áreas conflagradas de São Gonçalo. Segundo apuração, a comunidade da Brahma estaria sob controle de milicianos, enquanto a área conhecida como Galão seria dominada por traficantes ligados ao CV, gerando um ambiente de tensão e conflito entre facções. O celular dela não atende e permanece desligado. A imprensa divulgou que Erika não costumava desaparecer. Um morador relatou que Erika teria sido vista no fim do mesmo dia saindo de um imóvel acompanhada de um homem que aparentava ser policial militar, com a jovem possivelmente algemada. Esta versão não é oficial,. Erika respondia a outros processos por roubo. A família afirma desconhecer qualquer conflito recente que pudesse motivar o desaparecimento. Um parente relembrou, no entanto, que ela chegou a ser capturada por criminosos e baleada nas mãos, de acordo com publicação O crime que levou o mandado de prisão para Erika foi cometido em 2019, Na ocasiáo, houve diversos crimes de roubo (foram 7 vítimas identificadas) .Narraram as vítimas que os custodiados, juntamente com outros indivíduos, mediante emprego de arma de fogo, exigiram seus pertences como veículo, telefones celulares, carteiras e máquina de cartão. Após abordagem policial, o veículo em que estavam os custodiados empreendeu fuga. Na fuga, de dentro do veículo, foram efetuados disparos de arma de fogo na direção da guarnição que os perseguia.

Bairro onde ocorreu chacina teve racha de milícias anos atrás. Um dos mortos chegou a ser preso em 2023 com um dos integrantes de um dos grupos. ENTENDA

Um dos mortos na chacina em Nova Iguaçu ocorrida na noite de ontem Fágner Ribeiro de Paiva havia sido preso com armas e munições na mesma cidade em 2023. Em seu carro ontem foram encontradas uma toca ninja e um coldre. O que chama atenção é que na ocasião da prisão de Fagner, , ele foi preso junto de um suposto integrante de uma milícia que atuava nos bairros de Cerâmica (onde ocorreu a matança) e Morro Agudo e em Vassouras, no interior fluminense que respondeu a processo por organização criminosa em 2020. Esse grupo, segundo o TJ-RJ, praticava crimes como extorsões, roubos de veículos, latrocínios, receptação, exploração monopolizada de serviços como venda de água, internet e TV a cabo, mas principalmente homicídio e ocultação de cadáver. Essa milícia rompeu e se formou dois grups rivais, um liderado por um criminoso conhecido como Igor Russo e outro por Fernando Quebra, que foram”, responsáveis por uma série de delitos gravíssimos, praticados para a manutenção da estrutura criminosa e conquista de território. Entre os crimes estão os assassinatos de Douglas Vinicius Souza dos Santos e Leandro Consentino (vulgo “Velhão da Cerâmica”). O bando de Quebra, por exemplo, teria sido responsável pela execução de dois homens de vulgos Gato Net e Zé Paraíba. Com a morte dos dois, o bando de Igor Russo teria dito que era hora de ‘matar Fernando’. Integrantes do grupo de Igor teriam sido responsáveis pelo assassinato de Hércules Rodrigues da Silva, o Nem. Foi flagrada uma conversa também em que milicianos falavam sobre a execução de uma testemunha que, após fazer denúncias contra criminosos, estaria sendo ouvida no Fórum da Capital do Rio de Janeiro Até o momento, não há confirmação oficial de que a chacina tenha relação direta com disputas entre grupos criminosos, e as informações apresentadas servem para contextualizar o histórico da região

Um dos cinco homens mortos em chacina em Nova Iguaçu era filho de dono de jornal da Baixada que teve diretor assassinado em 2013. Ele foi acusado do homicídio de um casal em 2017, chegou a ser preso na Bahia mas foi absolvido

Segundo a reportagem da TV Record, um dos cinco homens mortos na chacina ocorrida na noite de ontem, no bairro da Cerâmica, em Nova Iguaçu, é Júlio César Ornelas de Lemos,. A reporgaem levantou que Júlio seria filho do dono de um jornal na Baixada Fluminense (Hora H) que teve um diretor assassinado na década passada. A página do veículo está fora do ar, Júlio chegou a ser acusado do homicídio de um casal em 2017 em Nova Iguaçu mas foi absolvido do crime pela Justiça e foi preso em 2018 em Porto Seguro, na Bahia, onde era gerente de um hotel. Uma das v[ítimas do homicídio foi Wallace César da Silva Braga,. Segundo o TJ-RJ, antes de morrer, Wallace chegou a contar que estava em casa com a mulher Priscila da Silva Domingues, ocasião em que teriam sido surpreendidos por Júlio César, totalmente transtornado e aparentando está sobre o efeito de drogas empunhando uma pistola, invadiu sua residência e desferiu vários disparos contra a mulher e em seguida passou a atirar contra o depoente, lesionando no lado direito do abdômen, ombro direito e perna direita. Wallace informou que após ser atingido, caiu e fingiu estar morto e por esta razão, certamente, o atirador, por engano, o deixou vivo;. Disse que Júlio César era pessoa violenta, possuía várias armas de fogo, inclusive armas longas e que já havia presenciado ele portando armas na cintura, intimidando pessoas e se auto vangloriando de que tem forte influência política e “fechamento” com a polícia civil e militar, e que por esta razão poderia andar armado, e cometer todo tipo de conduta, porque nada iria lhe acontecer; (…) Contou que fazia algum tempo que estava tendo desavenças e sofrendo ameaças de Júlio César e que a razão disso seria o fato de que ele estava pressionando o declarante a vender sua casa para que o autor ampliasse o depósito de gás, do qual é sócio, Diretor deste mesmo jornal ligado a Júlio o empresário José Roberto Ornelas de Lemos foi assassinado a tiros 11 de junho de 2013. O empresário foi morto com pelo menos 44 tiros, o que indicaria um crime encomendado, segundo os investigadores da 58ª Delegacia de Polícia Civil do Rio de Janeiro. Bentinho, como era conhecido, havia recebido várias ameaças por suas atividades, segundo José Lemos, pai da vítima e proprietário e fundador do jornal que circula na região da Baixada. O empresário foi baleado por um grupo de pistoleiros encapuzados quando estava em uma padaria na Avenida Eduardo Pacheco Vilhena, no bairro de Corumbá, à qual costumava comparecer no final do expediente. Os assassinos atiraram de dentro de um Gol cinza e fugiram em seguida. Com a vítima, segundo a polícia, foi encontrada uma pistola calibre 380, municiada e numerada, mas nenhum projétil chegou a ser disparado.

Polícia divulgou nome de um dos cinco homens mortos em chacina em Nova Iguaçu. Saiba quais são os outros com base em apuração de TV

Cinco pessoas foram mortas em um bar na Cerámica ,em Nova Iguaçu, ontem de noite A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Fagner Ribeiro de Paiva e de outros quatro homens, ainda não identificados. Durante a ação criminosa, uma mulher também ficou ferida e uma outa morreu. A vítima fatal é Aba Crustina dos Santos. Segundo a reportagem da TV Record, os outros homens mortos são Júlio César Ornelas de Lemos, Ramon Nunes Toedo, Lucas Omena de Oliveira e Flávio Alves de Lemos. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A área onde ocorreu o crime é dominada pela milícia de Juninho Varão que está em guerra com o grupo de PL.sucessor de Zinho. Pelas redes sociais, os comentários são que os mortos seriam. Julio que seria dono de um.jormal.na Baixada , ‘Gogo’, ‘Aguinaldo’, ‘Barroso’ e  ‘Ramon’.

Mãe salvou filha que era esfaqueada por homem que a perseguia desde dezembro em São Gonçalo. LEIA DETALHES

A reportagem conseguiu junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro mais detalhes além daqueles já divulgados pelo jornal O Dia de um ataque sofrido por uma estudante na última sexta–feira, em São Gonçalo. O autor da ação foi preso e teve a prisão preventida decretada neste domingo. Consta dos autos que o custodiado vinha assediando a vítima desde dezembro de 2025 e que ela demonstrava desinteresse em manter um relacionamento, sendo surpreendida em sua residência com agressões imotivadas. Para agredir a jovem, ele se utilizou de arma branca de significativo potencial lesivo e os diversos golpes desferidos em várias partes do corpo da vítima, inclusive regiões sensíveis, apresentando lesões na cabeça, rosto, pescoço, dentre outros locais, permanecendo internada em unidade de saúde. Foi necessária intervenção da mãe da vítima ou resultado ainda mais grave poderia acontecer e que custodiado empreendeu fuga na posse da arma branca utilizada, que não foi apreendida. A vítima sequer pode ser ouvida formalmente por estar hospitalizado, Dada palavra ao(a) Defensor(a)/Advogado(a), foi dito que: foi requerida a concessão de liberdade provisória, ressaltando que o custodiado se apresentou à Delegacia e é primário, conforme mídia. Consta do auto de prisão em flagrante que, na data de 06/02/2026, por volta das 18h52min, policiais militares em patrulhamento foram acionados para verificar possível ocorrência de lesão corporal contra uma mulher no endereço Travessa Matriz, nº 36, Galo Branco, São Gonçalo. Ao chegarem ao local, foram recebidos pela mãe da vítima, que relatou ter ouvido gritos vindos do interior da residência e, ao entrar, encontrou um indivíduo sobre sua filha, desferindo-lhe diversos golpes de faca. A mãe informou que conhecia o agressor apenas de vista, por frequentarem a mesma academia, e identificou-o como Luiz, residente na região do Galo Branco. Relatou também que o autor já havia tentado se aproximar da vítima anteriormente, sendo repelido na ocasião. Segundo informado, ao presenciar a agressão, a mãe conseguiu intervir e empurrar o agressor para fora do imóvel, momento em que ele fugiu portando a arma utilizada. Em seguida, ela contatou o pai da vítima, que compareceu ao local e a levou ao Hospital das Clínicas de São Gonçalo, onde foi hospitalizada apresentando ferimentos de faca no rosto, ombro e tórax. Após buscas iniciais sem êxito, os policiais dirigiram-se ao hospital para prestar apoio à família. Na unidade de saúde, a mãe da vítima passou mal devido ao abalo emocional e precisou de atendimento. Os policiais foram posteriormente informados de que o agressor, identificado como Luiz Felipe Sampaio Cabral Silva, havia sido localizado e preso por outra guarnição que fazia buscas na região. Diante dos fatos, todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia para as medidas de polícia judiciária, sendo requisitada perícia no local dos fatos, onde ainda havia vestígios de sangue. Segundo a Justiça: trata-se de crime concretamente grave, no qual o custodiado esfaqueou a vítima, tentando ceifar sua vida. Apenas não logrou êxito em razão da chegada da mãe da vítima ao local. Ademais, os fatos demonstram se tratar de crime supostamente cometido com extrema violência contra a mulher,

Alvo de Juninho Varão, reduto de PL em Paciência voltou a ter tiroteio. VIDEO

O Conjunto Manguariba, em Paciência, voltou a ser palco de tiroteio na última noite de acordo com.postagens e vídeos divulgados nas redes sociais. A área que é controlada pela milícia do PL, sucessor de Zinho, tem sido alvo de ataques constantes do grupo.paramilitar liderado por Juninho Varão, o que já provocou mortes. Os ataques se intensificaram depois que as quadrilhas firmaram um.suposto acordo de paz que não foi para a frente.

Arrego a PMs, fábrica de bebidas falsificadas, mortes de policial e cachorros, ataque à delegacia: decisões da Justiça revelam histórico criminal atribuído ao líder do CV em São Gonçalo preso ontem

Preso ontem, o traficante Biel do Feijão atua no crime pelo menos desde a década passada. Segundo o Tribunal de Justiça, uma investigação de anos atrás dizia que ele era responsável pela contabilidade do tráfico no Morro do Feijão, sendo citado em interceptações como garantidor do “arrego” pago aos policiais militares. Ele chegou a ser preso pela Polícia Rodoviária Federal em 3 de abril de 2019. Biel chegou a investir dinheiro do tráfico em uma fábrica que produzia bebidas alcoólicas falsificadas quando ainda era conhecido como Biel do Abacate. Segundo informações do TJ-RJ, o bandido foi réu em cinco processos no Tribunal do Júri por homicídio. Uma das vítimas foi um homem que teve que entrar para o tráfico para saldar dívidas com criminosos mas não conseguiu pagar e acabou morto junto com dois cachorros de estimação de seu primo. Biel fornecia drogas para a vítima, de acordo com os autos. Em outro caso relatatdo no TJ-RJ, Biel foi acusado de ser o mandante da morte de Michael Daniel Monteiro David, que era filho de um policial mililtar reformado. O pai da vítima disse na época que recebeu mensagens de colegas avisando que seria, ele mesmo, a próxima vítima, razão pela se mudou da loclaidade. Em outro processo do qual foi impronunciado (ficou livre de júri popular), Biel foi acusado de envolvimento na morte de Júlio César Marreto de Oliveira, que era policial mililtar. Na ocasião, duas mulheres também foram baleadas mas sobreviveram.Biel também foi investigado por suposto envolvimento em um ataque contra a 72ª DP em 2018. No referido ataque uma pessoa que passava pelo local foi ferida no ombro. Com o início das investigações apurou-se que o ataque partiu da organização criminosa denominada Comando Vermelho, ligada ao tráfico de drogas no Complexo de Boaçu, especialmente nas Favelas do Lodial, Favelinha e Comunidade do Espantalho, já que seus integrantes movimentam-se constantemente por demais favelas situadas nos Municípios de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí. Apurou-se, ainda, que a origem do atentado foi uma represália contra a apreensão de um adolescentede apenas 15 anos de idade e com uma extensa Fai (Folha de Atos Infracionais).

Biel do Feijão foi em cana

Em uma ação cirúrgica, policiais civis da 72ª DP (São Gonçalo), em conjunto com agentes da 60ª DP (Campos Elíseos), prenderam, na noite desta sexta-feira (06/02), Hilário Gabriel dos Santos Rangel, conhecido como “Biel do Feijão”, uma das principais lideranças do Comando Vermelho na Região Metropolitana. O criminoso foi capturado no âmbito da “Operação Torniquete”, no momento em que deixava o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, reduto da facção criminosa. As investigações indicam que ele ordenou diversos roubos de veículos e de cargas nas rodovias que cortam o município. Outros dois homens, responsáveis por sua segurança, também foram presos.Após troca de informações de inteligência, os agentes passaram a monitorar os deslocamentos do criminoso. Quando ele deixou o Salgueiro, foi interceptado na altura do bairro Gradim, ainda em São Gonçalo. Durante a abordagem, ele e seus seguranças reagiram e atacaram os policiais, o que resultou em confronto. Os três foram presos, e com eles foram apreendidas duas pistolas. O preso é apontado como um dos chefões do Comando Vermelho responsáveis pela escalada de roubos de veículos registrada entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2025. Investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) comprovaram que os crimes não tinham finalidade financeira, mas sim a intenção de provocar pânico na população. A análise de dados e o cruzamento de informações de inteligência indicaram que as ordens partiram diretamente da cúpula da facção, a partir de complexos estratégicos como Penha, Chapadão e Salgueiro, em retaliação às operações policiais e às ações da segurança pública .Informações de inteligência da 72ª DP apontam que o criminoso vinha coordenando uma série de roubos nos últimos dias. Além de liderar o tráfico de drogas e as ações do Comando Vermelho no Morro do Feijão, localizado no bairro Paraíso, ele é identificado como braço direito de Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, principal liderança da facção no Complexo do Salgueiro. A ação integra a segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubos, furtos e a receptação de cargas e veículos, crimes que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e o sustento de familiares de faccionados, estejam eles presos ou em liberdade. Desde setembro de 2024, já são mais de 820 criminosos presos, além da recuperação de cargas e veículos avaliados em mais de R$ 48 milhões. As ações seguem de forma contínua e já ultrapassam R$ 70 milhões em pedidos de bloqueio de bens e valores.

Tarde de violência na Zona Oeste. Homem foi morto, morador baleado e carro metralhado

Terror na Zona Oeste do Rio na tarde de hoje. Segundo informações que circulam nas redes sociais um homem, ainda não identificado, teroa sido executado com vários tiros na Rua Gentil de Ouro, na Comunidade do Barbante, em Inhoaiba.. De acordo com informações preliminares, a vítima morreu no local antes da chegada do socorro. Até o momento, não há confirmação sobre a autoria ou motivação do crime. Moradores relataram momentos de tensão após os disparos. Ainda de acordo com o que foi divulgado nas redes, um.morador teria sido baleado em Manguariba, em Paciência, por supostos milicianos que desconfiaram da possibilidade de movimentação de bando rival já que a localidade tem sido alvo As redes divulgaram ainda que um carro teria sido metralhado na Estrsda do Tingui, em Campo Grandr e um casal teria escapado ileso. A região vive uma disputa intensa entre as milícias do PL e do Juninho Varão é entre o.grupo.de PL e o.Comando Vermelho.

Homem suspeito de matar agente de saúde em Quintino disse que comprou a arma usada o crime por R$ 100 na Serrinha (TCP). Caso ocorreu devido a uma discussão por senha de celular. LEIA DETALHES

Leia agora a descrição do assassinato da agente de saúdeAmanda Loureiro da Silva Mendes, de 26 anos, morta durante a semana em Quintino, na Zona Norte do Rio. Segundo os autos do Tribunal de Justiça, vítima estava caminhando até o trabalho com uma colega, quando foi abordada por Wagner Beserra de Araújo seu ex-companheiro. O conduzido exigia que a ofendida entregasse o telefone celular. Inicialmente, ela recusou, momento em que o indiciado sacou uma arma de fogo e apontou para a cabeça da ofendida, a qual, em razão da ameaça, entregou o aparelho. A amiga da vítima, assustada com o fato de o flagranteado estar armado, se afastou e ficou de costas, mas o escutou exigindo a senha do celular. Amanda informou que o indiciado sabia a senha e, ato contínuo, ele efetuou dois disparos de arma de fogo que a atingiram. Segundo os autos, Wagner empreendeu fuga correndo, enquanto a amiga da vítima gritava por socorro. A vítima foi socorrida pelo SAMU, porém veio à óbito no hospital. Após receberem a informação de que uma mulher havia sido baleada nas proximidades da FAETEC de Quintino, policiais civis foram ao local e obtiveram as imagens do evento. De pronto, iniciaram diligências para localizar o autor do crime. Ao passarem na Estrada do Portela, nas proximidades do Shopping Madureira, os agentes viram o custodiado, que apresentava as características obtidas pelas câmeras. Realizada a abordagem, o conduzido admitiu aos policiais ser o autor do crime, por não aceitar o término do relacionamento. De acordo com os autos o flagranteado esclareceu aos agentes que adquiriu a arma utilizada na Comunidade da Serrinha pelo valor de R$ 10.000,00 e que após atirar contra a vítima, jogou a arma na linha férrea. Os policiais foram até o local indicado, porém não localizaram a arma de fogo. Há elementos indicativos de que o término do relacionamento ocorreu em outubro do ano passado, após um episódio de agressão, ameaça de morte e compartilhamento de fotos íntimas. No final de 2025 o conduzido foi até o local de trabalho da vítima e a agrediu com um capacete. Em 28/10/2025 foram deferidas medidas protetivas de urgência (as quais o indiciado tomou ciência em 29/10/2025;. A par da gravidade abstrata do crime de feminicídio, verifica-se que as circunstâncias da ação delituosa denotam frieza e periculosidade ofensivas à ordem pública, na medida em que o custodiado, em via pública e em horário de intenso trânsito de pedestres e veículos, realizou disparos contra a vítima, os uais causaram sua morte. Note-se que o delito foi premeditado, tendo o flagranteado comprado previamente a arma e abordado a vítima no horário em que ela se dirigia ao trabalho. Além disso, havia medida protetiva em vigor que proibia o conduzido de se aproximar da vítima.

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