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Baque do CV no Para Pedro (TCP) deixa quatro mortos

Durante a madrugada, os traficantes do Comando Vermelho realizam um baque na comunidade Para Pedro (TCP) no bairro Colégio, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação resultou em quatro s homens executados. Um dos mortos não era mais envolvido, porém estava junto dos bandidos e acabou sendo executado. Os invasores também pegaram quatro pistolas, drogas e dois radiotransmissores. Vale lembrar que recentemente os traficantes do Pará Pedro atacaram o Morro do Juramento e costumam baquear também o Jorge Turco.

Mesmo sem antecedentes, candidata é barrada na PM por companheiro ser investigado por milícia

A Justiça do Rio de Janeiro deu provimento a recurso do Governo do Estado e reformou decisão que havia permitido a continuidade de uma candidata no concurso para soldado da Polícia Militar (PMERJ), mesmo após sua reprovação na fase de investigação social e documental. A candidata havia sido considerada inapta nessa etapa em razão de informações relacionadas ao seu companheiro, um policial penal apontado como suspeito de envolvimento com milícia. Ele foi preso em 1º de dezembro de 2022 por agentes da 66ª DP (Piabetá), durante a Operação Residente, em cumprimento a mandado expedido pela Vara Criminal de Inhomirim, em Magé, sob acusação de falsificação de documento público. Segundo registros da investigação, o policial penal também foi citado em ocorrência que apura crimes de roubo a residências e extorsão (RO nº 066-02101/2022), além de suspeita de participação em organização criminosa de natureza paramilitar que atuaria em Piabetá, na Baixada Fluminense, com práticas de intimidação e violência contra moradores. A denúncia aponta ainda que o caso teve ampla repercussão na imprensa e que a candidata possuía cadastro como visitante no sistema penitenciário, onde constava como companheira do investigado. De acordo com a Diretoria de Recrutamento e Seleção de Pessoal da PMERJ, a candidata informou em seu Formulário de Informações Confidenciais (FIC) a prisão do companheiro ocorrida em 2018, mas teria omitido dados relevantes sobre a prisão mais recente, em 2022. A omissão foi considerada determinante para a reprovação na etapa de exame social, que avalia a conduta moral e a idoneidade dos candidatos. Apesar de ter sido aprovada nas demais fases do concurso — incluindo provas objetiva e discursiva, teste físico, exames de saúde, avaliação psicológica e toxicológica —, a candidata não avançou em razão do resultado negativo na investigação social. A defesa sustentou que o companheiro foi absolvido, por falta de provas, em processo anterior (autos nº 0266880-55.2018.8.19.0001), com trânsito em julgado em julho de 2020. Argumentou também que o inquérito relacionado aos fatos de 2022 foi posteriormente arquivado a pedido do Ministério Público. Os advogados destacaram ainda que não há qualquer registro de infração penal ou conduta desabonadora atribuída à candidata, defendendo que não seria razoável sua exclusão do certame por fatos imputados a terceiros. Mesmo assim, ao analisar o recurso, a Justiça entendeu pela validade da eliminação na fase de investigação social, acolhendo os argumentos do Estado e restabelecendo a reprovação da candidata no concurso da PMERJ. A decisão da Justiça contra a candidata só ioforma a cassação da liminar que a beneficiou, não tem outras explicações.

Não é só ouro. Traficantes da Serrinha (TCP) estariam pedindo comida e anunciando carro roubado, geladeira, fogão para atrair interessados e roubá-los, apontam denúncias

Circulam nas redes sociais relatos com novos detalhes sobre supostos golpes que estariam sendo praticados por traficantes que atuam no Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio. De acordo com as publicações, os criminosos estariam utilizando plataformas de comércio eletrônico, como o Mercado Livre, para anunciar a venda de ouro sem possuir o produto. As vítimas demonstram interesse, combinam a compra e, ao chegar ao local, acabam tendo o dinheiro roubado. As denúncias indicam ainda outro tipo de ação: pedidos de refeições por aplicativos de entrega — incluindo café da manhã, almoço e jantar. Quando os entregadores chegam ao destino, teriam a comida e, em alguns casos, as motocicletas roubadas. Ainda segundo os relatos, vítimas que tentam reclamar diretamente em pontos de venda de drogas da região seriam informadas de que esse tipo de prática seria “proibido” dentro da comunidade, sem que haja devolução dos bens. Outro golpe mencionado envolve a venda de veículos roubados ou clonados. Interessados são atraídos pelos anúncios, mas, ao comparecerem para verificar o automóvel, também são assaltados. Há ainda registros de anúncios falsos de eletrodomésticos, como geladeiras e fogões, divulgados nas redes sociais. O padrão, segundo as denúncias, se repete: a vítima vai até o local para concluir a compra e acaba sendo roubada. As publicações apontam que os criminosos estariam recorrendo a esses golpes como forma de levantar recursos, possivelmente com o objetivo de se capitalizar diante de uma eventual disputa com grupos rivais ligados ao Comando Vermelho. Ainda de acordo com os relatos, lideranças do tráfico na Serrinha teriam orientado anteriormente que os crimes fossem cometidos fora da comunidade. No entanto, diante de perdas recentes de integrantes, principalmente por prisões, os golpes teriam passado a ser uma alternativa por permitir que o dinheiro chegue diretamente aos chefes do grupo criminoso.

Policial baleado e suposto mliciano foi morto em Campo Grande

Um policial penal foi baleado e um suposto miliciano foi morto na Estrada do Cabuçu em Campo Grande,  próximo ao Prezunic!! O paramilitar morto se chamava Yan, vulgo Pudim. A Delwgacoa de Homicídios da Capital foi acionada mas ainda não informou a identificação das vítimas. A Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN) informa que, na tarde desta terça-feira (24/03), houve uma ocorrência com troca de tiros envolvendo um policial penal em Campo Grande. Um homem morreu e o policial penal foi baleado. Ele está internado no Hospital Municipal Rocha Faria e seu quadro de saúde é instável. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na terça-feira (24/03), de acordo com o comando do 40ºBPM (Campo Grande), policiais da unidade foram acionados para atender ocorrência de disparos de arma de fogo na rua Itápolis, no bairro Campo Grande. No local, os agentes constataram uma vítima ferida que foi socorrida ao Hospital Municipal Rocha Faria. Ainda na mesma ação, um outro homem foi ferido  e não resistiu.Ocorrência a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). 

Extorsão em Curicica: defesa de miliciano questiona inquérito e levanta suspeitas sobre condução da investigação

A defesa do miliciano André Boto solicitou à Justiça a rejeição da denúncia e, caso o processo tenha prosseguimento, a absolvição sumária. Ele é acusado de ser o mandante de uma extorsão contra um comerciante em Curicica, ocorrida no ano passado. Os advogados apontam como suspeito o fato de a investigação ter permanecido paralisada, sem a realização de diligências para esclarecer os fatos, e, poucos dias após a revogação da prisão preventiva de Boto em outro processo, um novo inquérito ter sido instaurado. O caso teve início em 28 de março de 2025, quando um comerciante foi abordado por dois homens em uma motocicleta sem placa, ambos usando capacetes. Segundo o relato, os suspeitos exigiram o pagamento semanal de R$ 2 mil, sob ameaça de incendiar imóveis da vítima localizados na Estrada dos Bandeirantes. De acordo com a denúncia, os executores teriam afirmado que agiam por ordem de “chefes”, citando o vulgo Boto, que está preso. Ainda conforme o documento, ele teria atuado de forma dolosa na coordenação das atividades criminosas, induzindo os autores da extorsão a constranger a vítima. A defesa também questiona o fato de o registro da ocorrência ter sido feito na 16ª DP (Barra da Tijuca), embora os fatos tenham ocorrido na área da 32ª DP (Taquara). Segundo os advogados, essa inconsistência já teria gerado dúvidas, especialmente pela ausência de explicação sobre o motivo de a vítima não procurar a delegacia da área correspondente. No mesmo dia do registro, a 16ª DP determinou a remessa do caso à 32ª DP, responsável pelas diligências, o que, segundo a defesa, não foi efetivamente cumprido. Posteriormente, em 9 de abril, a 32ª DP encaminhou o caso à DRACO, sob o argumento de que havia uma investigação mais avançada, embora, ainda segundo os advogados, nenhuma diligência tenha sido realizada até então. A defesa afirma que o delegado responsável pela remessa e o policial encarregado da investigação são os mesmos que conduziram uma apuração anterior contra Boto e outros investigados em 2025. Esse processo tramita na 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá e aguarda sentença, apesar de o Ministério Público ter se manifestado pela absolvição dos acusados por insuficiência de provas. O caso envolve a alegação de que Boto teria negociado a comunidade da Vila Sapê com o traficante Celsinho, da Vila Vintém. Após o envio à DRACO, a investigação teria permanecido sem avanços até 27 de outubro, quando um novo inquérito foi instaurado. A defesa ressalta que, coincidentemente, a prisão preventiva de Boto havia sido revogada dias antes pelo juízo da 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá, após a oitiva dos policiais apontados como responsáveis por uma suposta investigação irregular. Para os advogados, não se trata de mera coincidência o fato de a investigação ter ficado paralisada por meses e, logo após a revogação da prisão, um novo inquérito ter sido aberto. Eles classificam a situação como, no mínimo, suspeita. A defesa destaca ainda que, no mesmo dia da revogação da prisão, foi juntado aos autos o termo de declaração do comerciante, prestado em 28 de março de 2025, documento que até então não constava no inquérito. A vítima também foi ouvida posteriormente na sede da DRACO. Por fim, os advogados apontam que, na data de instauração do novo inquérito, o delegado da DRACO anexou um relatório técnico que fazia referência às mesmas imputações questionadas no processo em curso na 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá. Também foi registrado um aditamento para incluir Boto como investigado, com fundamentações consideradas pela defesa como desproporcionais e sem base consistente.

Depois de quatro anos, Justiça decretou prisão preventiva do traficante Belão do Quitungo (CV) acusado de matar um homem que estava cometendo furtos e que havia perdido uma arma do crime

Preso desde o ano passado, o traficante Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era frente do Conjunto Habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, teve mais uma prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 2022. A vítima foi Jorge Luiz Marquez Xavier Júnior, então com 25 anos. O corpo até hoje não apareceu e suspeita-se que tenha sido queimado. Jorge foi acusado de extraviar uma arma do tráfico sendo obrigado a trabalhar para os crimnosos para pagar dívida e depois começou a cometer furtos na região, contrariando os bandidos. O sumiço de Jorge ocorreu em março daquele ano. Uma testemunha contou que um amigo de Jorge era envolvido com o Comando Vermelho; e durante essa guerra de facções criminosas, o tal amigo estava fugindo, pulou o muro da casa da testemunha, e pediu que Jorge escondesse uma arma de fogo e foi embora; Jorge escondeu a arma de fogo em uma moita próxima à residência; Dois dias depois, ele foi buscar a arma e não a encontrou;. Ele acreditava que garis da Comlurb encontraram e levaram a arma O amigo depos voltou para buscar a arma e Jorge contou que perdeu a arma. O tal amigo contou para o comando do tráfico; Quem estava chefiando tráfico na comunidade do Quitungo e na Caixa d`Água, era o Belão. Jorge procurou o traficante que exigiu que lhe pagasse com a vida, ou seja, que trabalhasse para o tráfico de drogas, em troca da arma de fogo que perdeu; Jorge trabalhou para o tráfico, mas não portava arma de fogo; Ele xercia a função de olheiro, ou seja, informava quando a milícia invadia a comunidade;Jorge era usuário de crack, e portanto usava entorpecentes para ficar acordado. Ele exerceu essa função por um mês, quando fugiu por medo. Ficou pelas ruas próximas às estações do BRT, Pastor José Santos, Guaporé e Praça do Carmo; Certo dia, ocorreu um incêndio em uma loja na região. Após o incêndio, Jorge entrou nessa loja, furtou material para vender no ferro velho, e usar droga; O tráfico ficou sabendo que Jorge estava furtando na região. Jorge soube, e no dia 07 de março de 2022, foi até ” Belão” para novamente negociar para sua sobrevivência, pois temia que algo pudesse lhe acontecer. Antes de ir, Jorge contou a testemunha o que pretendia fazer, e que se não voltasse era para procurar pelo mesmo, na Comunidade do Cruzeiro. A partir daí, ele não foi mais visto. Um poppular desejou a mãe de Jorge os pêsames. Ela não entendeu nada e a pessoa disse :” Ué, seu irmão, não morreu?”;Todas ficaram nervosas; Q No dia 12 de março de 2022, a família foi procurar por Jorge nas ruas e ficou sabendo por um usuário de drogas que Jorge foi pego por Belão, colocado em um veículo e conduzido até o alto da comunidade da Caixa D´Água para ser executado e queimado. Também foi ouvido que Jorge foi “pego”, colocado em um veículo, executado e queimado, por outros usuários de drogas que conviviam com ele. O usuário pediu para a testemunha procurar um indivíduo conhecido como Magrinho para para confirmar mas não consegiu encontrá-lo. A testemunha foi falar diretamente com Belão ” Belão; No dia, ele estava mexendo no ceullar e nem olhou. A declarante disse acreditar que foi “Belão” quem executou diretamente Jorge porque ele não manda fazer, ele mesmo quem executa sua vítimas; Uma outra testemunha disse que tem receio de que a investigação prossiga, por residir em Comunidade, bem como sua família.

CV tomou quase tudo da milícia em Curicica

O. Comando Vermelho está em expansão na Curicica Segundo informações, os traficantes Doca ou Urso, Marreta, Sam, Gardenal, BMW, Tiriça, Rubinho e Tricolor de Minas Gerais se uniram para expandir territórios contra a milícia. Primeiro, a Tropa do Rubinho (CV) e a Tropa do Tricolor (CV) tomaram o Ipadu. Depois, a Tropa do Urso e a Tropa do Gardenal tomaram a Vila Sapê, Vila Aurora, Invasão (ou Pedrão), Vilas Alfabéticas e a Comunidade da Preguiça. Em três meses, a facção consolidou alguns territórios, sendo eles: Morro do Ipadu (ou Idapu); Comunidade do Lote 1000, na Taquara; Comunidade do Renascer, no Tanque; Vila Sapê, Curicica;Vila Alfabética, Curicica;Vila Aurora, Curicica;Pedrão/Invasão, Curicica;Asa Branca, Curicica. E agora já começaram a dar baques na Comunidade da Jambalaya. Os mesmos também sâo suspeitos de executar o miliciano Léo Problema, na Taquara.

Mulher morreu após companheiro atear fogo nela em Nova Iguaçu

Uma jmulher que se chamava Evelyn Carol foi brutalmente assainada na madrugada desta segunda-feira, em Rodilândia, em Nova iguaçu. Informações revelam que o companheiro discutiu com ela, a agrediu e colocou fogo na vítima que morreu trancada dentro de um quarto na residência. Um relacionamento de 12 anos que resultou em dois filhos. Evelyn tinha outros três. O.autor do crime estaria sob efeito de álcool e foi levado para a delegacia. O clima é de medo e revolta na região.

Os personagens da nova aliança entre a milícia e o TCP contra o CV em Jacarepaguá

Segundo informações que circulam nas redes sociais, a milícia de Rio das Pedras teria se unido com traficantes do.Terceiro Comando Puro novamente para tentar segurar as invasões do Comando Vermelho a alguns territórios em Jacarepaguá. Lacoste/Salomão, do Complexo da Serrinha, em Madureira, estaria dando apoio às tentativas de retomada. Junto a ele, Macaquinho, ex-chefe dos Morros da Praça Seca e Cascadura. Outros nomes citados nessa aliança seriam os irmãos Tico e Teco que também comandava a milícia do Fuba e do Campinho e da Praça Seca. Outro que também teria fechado nessa aliança foi Gabriel da Silva Alves, mais conhecido como GB, chefe do tráfico em Vargem Grande e Vargem Pequena, o mesmo seria ligado ao TCP. Onde está tendo guerra Entenda a Nova Aliança entre tráfico e milícia no Estado do Rio de Janeiro (Parte 2): Novo Palmares e Fontela de Vargem Grande: Após se organizarem, começaram a realizar alguns baques. A Tropa do GB (TCP) realizou dois ataques na semana passada: um em Novo Palmares (CV), em Vargem Pequena, e outro na comunidade da Fontela (CV), em Vargem Grande. Vila Sapê, Curicica: Já a Tropa do Lacoste (TCP) não teve sucesso nas suas ações em Curicica. Macaquinho perdeu um dos seus irmãos, mais conhecido como Cherel, e seu puxador de guerra Biel/Maluquin, um dos responsáveis pelas ações no Morro do Campinho (CV), em Cascadura. Gardênia Azul, Jacarepaguá: A Tropa do Tailon (de Rio das Pedras também aproveitou e tentou entrar na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, porém sem sucesso

Polícia pediu à Justiça prisão de suspeito de envolvimento em morte de mestre de capoeira em Niterói. Ele tem fotos em sua rede social exibindo fuzil no Complexo do Alemão (CV)

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo – DHNSG representou à Justiça o pedido de prisão temporária de um suspeito de envolvimento no homicídio do capoeirista Paulinho Sabiá, assassinado em fevereiro em Niterói. Não tivemos acesso ao nome do suspeito. Mas a informação da polícia é que constam em seu instagram diversas imagens onde ele ostenta armamento do tipo fuzil no interior do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A polícia argumenta que a medida cautelar prisional se mostra necessária para o êxito das investigações em bloco, com aprofundamento das investigações, especialmente considerando que a motivação do crime e a qualificação dos demais autores ainda se encontram em apuração. Tivemos acesso a mais alguns detalhes do crime. Com o início da investigação em bloco dos procedimentos investigativos, o Grupo de Investigação de Niterói (GI Niterói) iniciou a análise Imagens inicialmente identificadas as quais demonstraram que, na mesma data (16/02/2026) quando Paulinho sofreu uma tentativa de execução, dois indivíduos ingressaram em Niterói pela Ponte Rio-Niterói, por volta das 18h19, em uma motocicleta vermelha. Nas imagens analisadas, os ocupantes permaneceram aproximadamente (02) duas horas nas imediações da residência da vítima, em aparente monitoramento e vigilância de sua rotina. Constatou-se ainda a participação de outro indivíduo, que ingressou na Cidade de Niterói na garupa de uma motocicleta azul desembarcando em frente ao prédio da vítima, permanecendo no local desde aproximadamente 16h40min, passando posteriormente a segui-la à distância até o local da tentativa de execução ocorrida no dia 16/02/2026. O investigado foi o responsável por solicitar, no dia 16/02/2026, corrida por aplicativo com destino exatamente em frente ao prédio da vítima, em Niterói, circunstância que reforça a hipótese de sua participação no planejamento e estratégia na ação criminosa, notadamente, quanto ao deslocamento do indivíduo responsável pelo monitoramento da vítima. A dinâmica dos fatos evidenciou uma espécie de vigilância prévia estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos no crime e coordenação entre os autores, possivelmente com comunicação em tempo real No dia do crime, segundo a análise das imagens, realizadas pelo Grupo de Investigação de Niterói, ficou evidenciado que a mesma motocicleta vermelha utilizada dois dias antes na tentativa frustrada, ingressou novamente em Niterói pela Ponte Rio- Niterói, por volta das 19h20min. Os ocupantes deslocaram-se até o bairro de São Francisco, permanecendo nas imediações da academia em que a vítima lecionava capoeira. Restou demonstrado pelas imagens analisadas que Paulinho e namorada deixaram o local e iniciaram deslocamento em direção ao bairro de Icaraí, quando a motocicleta passou a segui-los durante todo o percurso. Já na Avenida Sete de Setembro, esquina com a Endereçoa motocicleta emparelhou com o veículo da vítima, ocasião em que foram efetuados disparos de arma de fogo que atingiram fatalmente o capoeirista. Interessante ressaltar que a motocicleta emparelhou ao lado do carona, sabidamente ocupado pela vítima. Evidenciou-se que os fatos ocorridos nos dias 16 e 18 de fevereiro de 2026 estão interligados e direcionados para a vítima Paulinho, caracterizando a reiteração criminosa previamente p l a n e j a d a . Durante interrogatório, testemunhas foram perguntas sobre supostas extorsões que Paulinho poderia estar sofrendo em sua academia, e nenhuma delas disse saber anda. Uma delas alegou que o estabelecimento era situado em um bairro longe de influência de tráfico ou organização criminosa.As testemunhas também afirmaram desconhecer extorsão à fábrica de confecção de Paulinho apesar da proximidade com áreas de influência de facção criminosa. Paulinho estava discutindo direitos trabalhistas com um de seus funcionários.

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