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MILICIA

Guerra de milícias teria voltado a assustar a Zona Oeste do Rio no sábado de Carnaval, segundo as redes sociais

Sábado de carnaval com guerra na Zona Oeste do Rio. Relatos nas redes sociais que milicianos ligados a Juninho Varão teriam voltado a atacar Manguariba, em Paciência, e Jesuítas, em Santa Cruz, áreas que eram dominadas pela milícia do PL (sucessor de Zinho). Segundo o que circula, Varão teria conseguido dominar essas comunidades. Os comentários nas redes são que o grupo de PL tentará reaver o controle das localidades. As duas quadrilhas estariam trocando ameaças no X (antigo Twitter). Também circulam pelas redes boato de que PL teria espalhado que traficantes do Comando Vermelho estariam junto de Varão nesta guerra para chamar a atenção da polícia e já tem gente desmentido isso. “O mal de vocês do Pl é usar argumentos pra falar m…, vtmnc de vocês, aqui é milícia puro porra tem mistura de vagabundo nessa porra não“ A reportagem enviou email para as polícias Civil e Militar para saber sobre uma informação que circula com fotos de que iria ser feita uma operação na Manguariba, mas ninguém respondeu,

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Guerra entre CV e milícia voltou a assustar a Carobinha. LINK PARA VIDEO

Segundo informações da página Campo Grande ao vivo no instagram, traficantes do Comando Vermelho voltaram a atacar a comunidade da Carobinha, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, na última noite. Houve intenso tiroteio. De acordo com a publicação, os invasores teriam sido encurralados por milciianos em uma área de mata. Há relatos, sem confirmação oficial de que dois traficantes teriam sido mortos. De acordo com a página, a PM através do 40º BPM, reforçou o patrulhamento no local para conter os conflitos mas os moradores relataram o tiroteio até para quem não mora perto “Eu moro bem distante e estou ouvindo os tiros!! Muita coisa”. “A quantidade de tiros foi assustador!” “CV quer dominar tudo para não termos uma rua livre” Acessse o link e assista o vídeo com o som de tiros Instagram

Entenda a guerra ocorrida em Paciência que deixou mulher morta

A comunidade de Manguariba, em Paciência, onde uma mulher morreu baleada na manhã de hoje, vem sendo palco há semanas de confrontos entre milicianos rivais. O local que é controlado pela milícia liderada por Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL, sucessor de Zinho, vem sendo alvo de ataques do grupo comandado por Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão. A situação se agravou depois que os dois milicianos firmaram um suposto acordo de paz em janeiro que acabou sendo rompido. Desde então, Varão vem atacando a comunidade e PL respondendo na Baixada. Em um dos ataques ocorridos em janeiro, cinco pessoas teriam morrido em Manguariba mas somente um corpo foi encontrado. Agora, no início do mês, o miliciano Primavera, que comandava a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, acabou morto em Manguariba. No dia seguinte, outro miliciano, vulgo Federinha, foi executado por ser considerado X9 por ter supostamente dado Primavera aos rivais. Circulou pelas redes sociais que o confronto de hoje pode ter envolvido traficantes do CV, que também vem promovendo ataques contra redutos de PL na Zona Oeste carioca. A mulher morta hoje foi identificada como Lívia Lima Vieira da Silva, que foi baleada no tórax. Seu filho, Luan, foi atingido no braço e encontra-se em estado estável no Hospital Pedro II, em Santa Cruz. Um miliciano também teria morrido no confronto de hoje.vulgo Kenquinha. . A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Livia. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime.

Miliciano preso hoje foi figura central na tomada de territórios do CV na Grande Jacarepaguá na década passada. RELEMBRE COMO FOI A GUERRA

Preso hoje pelo Ministério Público Estadual, o miliciano Diego Luccas Pereira, o Playboy, foi acusado de participar anos atrás de uma invasão na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca, para a consolidação de um cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho, segundo informações do TJ-RJ. O cumprimento do mandado contou com esforços de inteligência combinada, que permitiram localizar o denunciado, que se encontrava foragido. Diego foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), no âmbito de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado a partir do desdobramento da Operação Naufrágio 2, deflagrada em setembro de 2024, em razão da constituição de organização criminosa do tipo milícia, integrada por agentes das forças de segurança. O mandado foi cumprido no município de Iguaba Grande, na Região dos Lagos. De acordo com o TJ-RJ, em 07/12/2017, no período vespertino, membros das” milícias “atuantes nos bairros de Campinho (Morro do Fubá) e de Jacarepaguá uniram e invadiram a comunidade da Chacrinha. Ao invadirem tal localidade, os criminosos promoveram confrontos armados com a organização criminosa que lá atuava, qual seja, aquela chefiada por Nome, vulgo” Lica “. Há registro, inclusive, do óbito de um membro da quadrilha chefiada por Lica “, no confronto com os invasores da comunidade,Participaram da citada invasão mais de trinta pessoas fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Digão, Macaquinho, Leleo, 2P, Recife, Ratão, PQD, Pezão, Dandi. ]Chama atenção o fato de que antes mesmo da referida invasão ocorrer, mais precisamente em 04/12/2017, ela já havia sido noticiada ao Disque-Denúncia. Já no específico dia da invasão, o 07/12/2017, o Disque-Denúncia tornou a receber informações sobre o conflito armado que estava ocorrendo na Comunidade da Chacrinha naquela datas. Importante destacar que a invasão narrada nestes autos permitiu que um novo grupo criminoso, aquele denunciado nestes autos, assumisse o controle da Comunidade da Chacrinha e lá praticasse suas ações criminosas. A tomada da Comunidade da Chacrinha pelos denunciados agravou a guerra entre grupos criminosos pelo domínio territorial da região da Praça Seca, uma vez que Nome, vulgo” Lica “, – expulso da localidade – se aliou ao Comando Vermelho e, por vezes, tentou retomar o controle da regiãos. Após se estabelecer na região da Chacrinha, nova invasão foi arquitetada pelo grupo criminoso denunciado, que novamente recebeu reforço de novos membros oriundos de outras áreas da Zona Oeste. Desta vez, o alvo foi a Comunidade da Covanca, em Jacarepaguá, que também tinha interesse estratégico para consolidaçãa.do mencionado cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho. Foi assim que, em 17/03/2019, a organização criminosa, fortemente armada, invadiu a Comunidade da Covanca para consolidar seu domínio territorial, evitar a expansão do Comando Vermelho e obter seus ganhos econômicos ilícitos a partir da exploração de atividades criminosas. Participaram da citada invasão dezenas de pessoas, fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Pitbull, Flavinho, Recife, Jamaica, Fabi, Michel ou Cher, Dengudo, Pezão, PQD, Digão, Chocolate, Orelha e Vitinho. Durante a invasão, diversos disparos de arma de fogo foram efetuados pelos criminosos. Tais disparos chegaram, inclusive, a ferir ao menos um morador da localidade. Tanto após a invasão da Chacrinha, quanto após a invasão da Covanca, o modo de agir dos criminosos foi o mesmo. Uma vez dominada a região, o bando colocou em prática o seu vasto cartel criminoso. Na Chacrinha e na Covanca a malta iniciou a prática regular de extorsões contra moradores e comerciantes, com a cobrança de valores em dinheiro como uma suposta “taxa de segurança” 9. A súcia também implementou monopólio do fornecimento de água e passou a explorar e comercializar sinais clandestinos de internet e de televisão a cabo, obrigando a contratação com ela de tais serviços. Visando manter o domínio de suas atividades criminosas, os membros da malta passaram a ser frequentemente vistos pelas ruas das comunidades dominadas portando armas longas e curtas de forma ostensiva. O porte ostensivo de armas também se fez necessário para proteção dos territórios dominados contra invasões de outros grupos criminosos. Macaquinho e Leleo , incumbiam a gestão do esquema criminoso, uma vez que ocupavam o topo da hierarquia da estrutura delituosa da súcia e foram os responsáveis pelas estruturação das invasões. Em relação a invasão da comunidade da Covanca, especial liderança também exerceram “Pitbull”, então responsável por aquela localidade, e vulgo “Fabi”, que era o chefe da região de Curicica, e forneceu homens e armamento para a invasão. Importante destacar que, em abril do corrente ano, veículos de comunicação divulgaram que o bando que dominava a maior parte das comunidades da Endereçoutilizando de uma espécie de “boleto” para suas extorsões. Tais boletos são exatamente iguais a outros que foram apreendidos em investigação do GAECO/MPRJ e DRACO, que levou ao oferecimento de denúncia em face dos chefes da “milícia” da Comunidade do Campinho no final do ano de 2018 – dentre os quais os A identidade entre os documentos demonstra como efetivamente grupos criminosos de diferentes regiões se uniram para dominar as regiões da grande Jacarepaguá. O bando praticava os delitos de extorsão a moradores, comerciantes e prestadores de serviço a pretexto de oferecer serviços de segurança, roubos, invasões a domicilio, exploração e comercialização de sinais clandestinos de internet, televisão a cabo e do comércio de gás e água, além de porte de armas de fogo. O miliciano Playboy do Fubá tinha sido preso pela última vez em 2020 em um hotel de luxo na Barra da Tijuca. Pela quebra de sigilo do seu telefone, a polícia conseguiu conhecer mais membros da organização e entender a estrutura de funcionamento. Com Playboy, foram achados CNH falsa, celular e algumas anotações. Playbou fazia a administração através de conversas de whatsapp com membros da organização. As informações prévias que tinham era que a organização se estruturava em atividade típica de milícia, venda de internet, telefone, água e gás, com arrecadação de lucro em cima de determinada localidade e centrava no Morro do Fubá, Campinho, Praça Seca e se expandia para outras comunidades de Jacarepaguá. Havia algumas com células autônomas,

Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

CV atacou reduto da milícia em Santa Cruz e PM prendeu oito que podem ter participado da ação

Traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade do Rola, em Santa Cruz, na última noite, conforme relato publicado na página Milícia RJ News no X e confirmado pela Polícia Militar. Segundo publicação no X, houve intensa troca de tiros entre os traficantes e os milicianos da localidade comandados por PL, sucessor de Zinho. Por volta de 2:30h da madrugada, traficantes do CV, tentaram entrar no Rola, mas bateram de frente com os milicianos e na troca de tiros, os traficantes tomaram prejuízo. Há relatos não oficiais que houve invasores saindo baleados e perdendo armas, como fuzis. Um grupo de whatsapp noticiou que um traficante do CV, de vulgo Barbosa, foi capturado pelos milicianos nessa madrugada no momento em que eles trocavam tiros com os milicianos na comunidade do Rodo. Barbosa teria sido capturado vivo e foi esquartejado, segundo o que foi divulgado, sem confirmação oficial. A página divulgou um vídeo que mostra armas supostamente perdidas pelos traficantes no ataque. Hoje pela manhã, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (10/02), uma operação estratégica na Comunidade César Maia, em Vargem Pequena, Zona Oeste da capital. A ação foi conduzida por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e resultou na prisão de oito homens, entre eles o criminoso Willians da Silva Santos de Almeida, conhecido como “Lilinho”, um dos principais integrantes do grupo que organizou a invasão da Comunidade Camorim e Asa Branca.O preso tem anotações criminais por roubos, tráfico de drogas e homicídio. Além de outro criminoso que ameaçava comerciantes na região. Os agentes também apreenderam dois fuzis, uma pistola e uma granada. A operação foi desencadeada a partir de um trabalho de inteligência integrado entre a Subsecretaria de Inteligência (SSI) e o BOPE, que identificou a atuação de criminosos autodenominados “Equipe Caos”.O grupo é apontado como responsável por investidas armadas em comunidades da Zona Oeste, promovendo confrontos e tentando expandir a atuação do tráfico de drogas na região. Segundo informações de Inteligência, o grupo criminoso participou de um ataque à Favela do Rola, em Santa Cruz, e articulava novas incursões nas comunidades do Camorim e Asa Branca. A pronta resposta da Polícia Militar impediu o avanço das ações criminosas e reforçou a presença do Estado nas áreas afetadas.

Bairro onde ocorreu chacina teve racha de milícias anos atrás. Um dos mortos chegou a ser preso em 2023 com um dos integrantes de um dos grupos. ENTENDA

Um dos mortos na chacina em Nova Iguaçu ocorrida na noite de ontem Fágner Ribeiro de Paiva havia sido preso com armas e munições na mesma cidade em 2023. Em seu carro ontem foram encontradas uma toca ninja e um coldre. O que chama atenção é que na ocasião da prisão de Fagner, , ele foi preso junto de um suposto integrante de uma milícia que atuava nos bairros de Cerâmica (onde ocorreu a matança) e Morro Agudo e em Vassouras, no interior fluminense que respondeu a processo por organização criminosa em 2020. Esse grupo, segundo o TJ-RJ, praticava crimes como extorsões, roubos de veículos, latrocínios, receptação, exploração monopolizada de serviços como venda de água, internet e TV a cabo, mas principalmente homicídio e ocultação de cadáver. Essa milícia rompeu e se formou dois grups rivais, um liderado por um criminoso conhecido como Igor Russo e outro por Fernando Quebra, que foram”, responsáveis por uma série de delitos gravíssimos, praticados para a manutenção da estrutura criminosa e conquista de território. Entre os crimes estão os assassinatos de Douglas Vinicius Souza dos Santos e Leandro Consentino (vulgo “Velhão da Cerâmica”). O bando de Quebra, por exemplo, teria sido responsável pela execução de dois homens de vulgos Gato Net e Zé Paraíba. Com a morte dos dois, o bando de Igor Russo teria dito que era hora de ‘matar Fernando’. Integrantes do grupo de Igor teriam sido responsáveis pelo assassinato de Hércules Rodrigues da Silva, o Nem. Foi flagrada uma conversa também em que milicianos falavam sobre a execução de uma testemunha que, após fazer denúncias contra criminosos, estaria sendo ouvida no Fórum da Capital do Rio de Janeiro Até o momento, não há confirmação oficial de que a chacina tenha relação direta com disputas entre grupos criminosos, e as informações apresentadas servem para contextualizar o histórico da região

Alvo de Juninho Varão, reduto de PL em Paciência voltou a ter tiroteio. VIDEO

O Conjunto Manguariba, em Paciência, voltou a ser palco de tiroteio na última noite de acordo com.postagens e vídeos divulgados nas redes sociais. A área que é controlada pela milícia do PL, sucessor de Zinho, tem sido alvo de ataques constantes do grupo.paramilitar liderado por Juninho Varão, o que já provocou mortes. Os ataques se intensificaram depois que as quadrilhas firmaram um.suposto acordo de paz que não foi para a frente.

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