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investigação

Confira como funcionava um esquema de venda de anabolizantes vindos do Paraguai e México que eram distribuídos a vários estados brasileiros. Líder do bando foi preso no Rio

Foi preso um dos maiores revendedores de anabolizantes do estado do Rio de Janeiro. Líder de uma quadrilha de traficantes, ele foi pego em uma agência dos Correios da Penha, na Zona Norte da capital fluminense. O bando recebia anabolizantes e produtos controlado, importados do Paraguai e do México, e  distribuía diariamente para diversas cidades do Rio de Janeiro e de outros Estados como São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Rio Grande do Sul, Amapá, Goiás, Espírito Santo, Paraná e Maranhão. Cada remessa contendo as referidas substâncias alcançava em torno de R$ 15 mil. O chefe do grupo chegava a fazer até três envios por dia e informava o CPF de outras pessoas para evitar ser identificado, além de fazer falsas declarações sobre o conteúdo do que iria ser postado. Estima-se que a quadrilha já tenha arrecadado mais de R$ 10 milhões com a venda dessas substâncias.   FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante do CV apontado como sucessor de Beira-Mar e que foi flagrado negociando com PMs, empresta armas para bandidos da facção em troca de drogas

Investigações revelam que o traficante Professor do Alemão, o mesmo que foi flagrado em conversas com oficiais da PM pela Polícia Federal, tem uma atuação mais próxima da figura de “matuto”(grande fornecedor de drogas), sendo certo que seus contatos, especialmente no Paraguai, credenciaram-no também para fins de comércio de armas de fogo, sendo detentor de enorme arsenal, o qual cede a várias outras lideranças em troca de “preços” de drogas. Muitos o apontam como sucessor de Fernandinho Beira-Mar. Pelo empréstimo de armas a chefes do tráfico de comunidades, “Professor recebe um percentual dos lucros do comércio de drogas de determinado produto (a exemplo do “pó de50”, da “maconha de 10”, ou seja lá como for o acordado). Professor ganhou mais destaque dentro do Comando Vermelho com a morte do traficante Leandro Simões Nascimento Furtado, o Diminho, que era chefe dosmorros da Fazendinha e Nova Brasília, neutralizado em confronto com policiais. Diminho ou Oliver era detentor de um verdadeiro arsenal de guerra, atuando da mesma forma que “Professor quem o sucedeu, inclusive na herança do “arsenal” Diversos foram os fuzis apreendidos ou identificados eminvestigações com o acrograma Oliver ou o símbolo da marca BMW com as inscrições Oliver.Todo esse arsenal, que abastecia várias comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho, foi herdado por Professor somando-se ao acervo de armas que já detinha. Professor tinha contatos com Galã, um dos maiores narcotraficantes do país, indivíduo ligado à máfia internacional do comércio de drogas e armas. Eles mantiveram conversas por meio de um aplicativo, inclusive quando o bandido carioca estava preso. Apesar de ter sido flagrado negociando com PMs, Professor determinava que seus seguranças confrontem com policiais militares e traficantes de outras facções criminosas. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

PMs trocaram tiros com suspeitos no Engenho da Rainha e logo após apareceram dois homens baleados. Um deles menor de idade morreu quando ia para o trabalho. Corporação investiga

Um menor de idade, de 17 anos, foi morto com cinco tiros nas costas quando ia para o trabalho no final da noite de ontem, no Engenho da Rainha. Uma equipe da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Alemão realizava policiamento pela Estrada Adhemar Bebiano, no Engenho da Rainha, no final da noite de ontem quando iniciou uma abordagem a um veículo suspeito. Segundo os policiais, criminosos atiraram de dentro do automóvel contra a equipe e houve confronto. Os marginais aceleraram e conseguiram fugir. Em seguida, os policiais constataram que dois homens que passavam pelo local em uma motocicleta foram atingidos. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e a outra foi socorrida ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Segundo a nota, os policiais utilizavam câmeras uso individual e o comando da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) já instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias do fato. A ocorrência foi registrada na DH da Capital, onde as armas dos policiais permaneceram à disposição da perícia, e a Polícia Militar colabora integralmente com as investigações. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as circunstâncias da morte de Gabriel dos Santos Vieira, de 17 anos. Diligências estão em andamento para apurar todos os fatos. FONTE: Fogo Cruzado RJ, PMERJ e Polícia Civil do RJ

Esses são os líderes da milícia que obrigava morador a votar no candidato deles

Comandam a milicia que foi alvo ontem dre operacão em Belford Roxo Jefferson Damazio Luqueti, conhecido como ?Kim do Babi?, de 33 anos e Herbert da Conceição Heleno, conhecido como Kibe?, de 31 anos. Segundo investigações, além das extorsões: moradores são expulsos de casa e políticos são escolhidos na época da eleição. Moradores da região teriam sido forçados a votar em um candidato a vereador apoiado pelo grupo. ?A milícia atuava de maneira violenta e sistemática para controlar o território, explorando economicamente os moradores e comerciantes sob a alegação de proteção?, destacou a promotoria do MP/RJ” Além de ?Kim do Babi? e ?Kibe?, outras pessoas foram denunciadas por milícia privada, corrupção e extorsão. Em uma gravação recuperada pelos promotores, ?Kibe? manda um integrante do grupo revistar o celular de um morador para checar uma possível ligação com o tráfico. ?Pode tomar o telefone dele, fazer ele desbloquear, olhar se tem bagulho dele lá com vagabundo lá do Castelar, que ele vai meter o pé dessa porra, ameaça o o miliciano. A investigação segue em andamento. Quem tiver informações sobre sobre a localização dos dois milicianos, favor denunciar a seu paradeiro pelos seguintes canais de atendimento:Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) ? 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Polícia Federal apreendeu bens de luxo em operação contra quadrilha que aplicou golpe milionário da pirâmide financeira (VEJA FOTOS DOS CARRÕES)

Policiais federais apreenderam embarcações; veículos de luxo;, relógios, joias; dinheiro, em espécie;, criptomoedas; computadores; celulares; em operação Fantasos para reprimir golpes financeiros e lavagem de dinheiro por meio de criptoativos. Policiais federais cumprem 11 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Petrópolis/RJ e Angra dos Reis/RJ. Além das ordens judiciais em questão, a Justiça Federal também determinou o sequestro de bens e valores até o montante de R$ 1,6 bilhão. O principal investigado foi apontado como articulador de um esquema fraudulento internacional do tipo Ponzi, por meio de uma empresa que arrecadou mais de US$ 295 milhões entre dezembro de 2016 e maio de 2018, lesando milhares de investidores ao redor do mundo. As investigações contaram com o apoio das agências estadunidenses FBI (Federal Bureau of Investigation), HSI (Homeland Security Investigations) e IRS-CI (Internal Revenue Service Criminal Investigation). A ação de hoje visa a coleta de provas para reforçar a investigação, a identificação de outros envolvidos no esquema criminoso e a recuperação de bens e ativos adquiridos com o proveito dos crimes. FONTE; Polícia Federal

Milicia de Belford Roxo alvo de operação hoje movimentou R$ 8 milhões em pouco mais de um ano

A Policia Civil do Rio faz hoje operacão contra lavagem de dinheiro de uma milicia de Belford Roxo. As investigações descobriram grandes movimentações financeiras incompatíveis com as rendas declaradas dos investigados e realizadas em um curto período. O esquema era comandado pelo líder da milícia dos bairros Babi e Sargento Roncalli.os Os criminosos usavam distribuidoras de gás e empresas de internet como fachada para inserir no mercado formal recursos oriundos de extorsões, tráfico de drogas e homicídios praticados pela milícia. O esquema movimentou mais de R$ 8 milhões em pouco mais de um ano, sem apresentar capacidade financeira lícita para justificar os valores. Outro ponto que chamou atenção dos agentes foi a descoberta da participação de ex-militares das Forças Armadas, que, apesar de declararem rendas de R$ 1,6 mil a R$ 3 mil, realizaram operações bancárias que ultrapassaram centenas de milhares de reais, com repasses diretos a membros ligados ao chefe miliciano. O esquema envolvia familiares próximos e diversos laranjas, que receberam valores e contribuíram para a ocultação dos recursos ilegais. Parte da receita da venda de gás na região e da prestação de serviços de internet banda larga eram usadas para financiar crimes. A milicia táticas sofisticadas de lavagem de dinheiro, pulverizando os valores ilícitos em contas diversas, realizando depósitos fracionados, utilizando empresas, parentes e terceiros para mascarar a origem e destino dos recursos. Os negócios se apresentavam como atividades comerciais legítimas, dificultando a identificação dos fluxos ilícitos. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP prendeu oito milicianos em Belford Roxo. Quadrilha tinha apoio de PMs corruptos e obrigava moradores a votarem em seus candidatos nas eleições

O MInisério Público Estadual prendeu oito milicianos com atuação em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, nesta terça-feira (29/04). Ao todo, 13 pessoas foram denunciou pelos crimes de constituição de milícia privada, extorsão e corrupção. As investigaçlões revelara, não só a atuação violenta da milícia, como também indícios de corrupção de policiais militares e de influência no cenário político local. A Surgiram indícios da intimidação de moradores que eram obrigados a votar candidato a vereador indicado pelos denunciados.  O grupo exercia controle territorial da região, cobrava taxas de comerciantes sob a falsa promessa de proteção e articulava crimes violentos contra desafetos. Entre os denunciados está Jefferson Damázio Luquetti, conhecido como Kim, apontado como líder da organização criminosa. FONTE: Ministério Público Estadual do Rio

Traficante Peixão (TCP) usa recursos de empresas de internet para adquirir artefatos explosivos. Fornecedor da facção morreu em uma explosão em seu apartamento na Barra em janeiro. Bandido tem influência em tráfico de Minas

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, explora serviços de internet e TV por assinatura, por meio de duas empresas. Uma delas fornece o serviço exclusivamente para a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu.impedindo a concorrência através de violência e coação. Peixão adquiri artefatos explosivos, com recursos provenientes de depósitos feitos pelas empresas, uma delas localizadas na Favela Boogie Woggie, na Ilha do Governador. Um membro de uma das firmas é um dos envolvidos na compra de explosivos. Ele é morador da comunidade Parada de Lucas, controlada por Peixão.Peixão também tem vínculo com bandidos de Minas Gerais. Ele exerce domínio sobre a comunidade Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, onde impõe símbolos religiosos e mantém controle territorial, consolidando sua liderança tanto no tráfico quanto nas atividades ilícitas. A investigação identificou nove indivíduos envolvidos, sete dos quais têm vínculo direto com Peixão, incluindo membros das empresas que operam sob sua orientação e aqueles envolvidos na aquisição de explosivos. O fornecedor destes artefatos explosivos morreu em 4 de janeiro de 2025, após uma explosão em seu apartamento no condomínio Caminhos da Barra, na Avenida Coronel Muniz de Aragão No imóvel onde o falecido morava, foram encontrados recipientes para transformarem-se em dispositivos explosivos, elevada quantidade de pólvora e outros apetrechos destinados à fabricação de explosivo, evidenciando que ali ocorria o depósito e todo o processo de industrialização dos artefatos explosivos. Com efeito, a investigação revelou que o morto, identificado como João Paulo fabricava e vendia bombas para a facção Terceiro Comando Puro, distribuindo os artefatos a diversas comunidades do Rio de Janeiro e Minas Gerais sob domínio de tal facção, com compradores já identificados. De acordo com informações policiais, João Paulo foi criado na comunidade da Rocinha, sob o comando do traficante “Nem”, integrante da facção criminosa TCP. Sua esposa declarou em depoimento que sabia da frequente ligação de seu marido com comunidades controladas pelo TCP, incluindo aquelas na Ilha do Governador. Declarou, também, que João Paulo realizava compras em nome de terceiros e recebia diversos pacotes de encomendas em sua residência, e que seu marido tinha envolvimento com elementos de comunidades dominadas pelo TCP. O laudo técnico emitido pelo Esquadrão Antibombas atestou que os artefatos explosivos encontrados no local da detonação possuem características idênticas aos artefatos previamente apreendidos em outras localidades sob o domínio da organização criminosa identificada como TCP (Terceiro Comando Puro). As informações ora apresentadas corroboram a hipótese de que os artefatos estavam sendo produzidos em larga escala por JOÃO PAULO, o qual, de forma sistemática, comercializava tais materiais bélicos para diversas comunidades controladas pelo grupo criminoso mencionado. Tal constatação pode ser plenamente verificada por meio do detalhamento de cada apreensão realizada, o qual evidencia a conexão entre os artefatos e as ações do referido criminoso; bem como por meio dos comprovantes de pagamento através de PIX. Cumpre ressaltar que existem diversos procedimentos nos quais foram encontrados artefatos explosivos produzidos e fornecidos por JOÃO PAULO às comunidades sob o controle da organização criminosa TCP. O procedimento nº 202-00053/2024, datado de 27 de outubro de 2024, foi instaurado em razão do apoio prestado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ao Gaeco do Ministério Público de Minas Gerais. A operação visava o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro. A operação foi realizada com o auxílio da SEPOL, contando com a colaboração de diversas delegacias, incluindo a CORE. No decorrer dessa ação, quando as forças policiais realizavam incursão na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio, região dominada pelo TCP, foram surpreendidas por um ataque por traficantes armados, culminando em confronto que resultou na prisão de um indivíduo. Este sujeito estava na posse de um artefato explosivo, o qual, conforme evidenciado no laudo emitido pelo Esquadrão Antibombas, foi produzido por João Paulo. Durante as investigações, a viúva de João Paulo apresentou nesta delegacia comprovantes de depósitos por meio de PIX, os quais eram feitos em sua conta a pedido de seu marido. Alguns depósitos foram efetuados, no dia 10 e 13 de outubro. Em pesquisa aos bancos de dados oficiais, foi descoberto que os remetentes dos valores são vinculados ao tráfico de Minas Gerais e ao Complexo de São Carlos. Desse modo, diante dos comprovantes de depósito, os artefatos explosivos foram e provavelmente utilizados por criminosos na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio. O procedimento 020-09740/2024, datado de 09 de dezembro de 2024, foi instaurado em virtude de operação no Morro dos Macacos. Foram presos quatro traficantes de drogas do Terceiro Comando Puro portando cinco artefatos explosivos, os quais também foram fabricados por João Paulo. As empresas de internet usadas por Peixão, por exempo, efetuaram depósitos na conta da viúva de João Paulo de forma fracionada. Foi possível verificar com clareza, a partir dos depósitos realizados pelas firmas, de que se trata de uma única transação financeira, consubstanciada no pagamento de um lote de artefatos explosivos E ainda se verifica que o vendedor em determinado momento teve que se deslocar até o comprador, o que explica o depósito para a passagem. Note-se que numa dessas transações via PIX havia descrição “bomba” no comprovante de transferência, dessa forma, não resta dúvida de que as transações bancárias. A investigação descobriu que houve transferência de valores para a conta de João Paulo feitas por traficantes do São Carlos e também da Vila Aliança, além da Cabana Pai Thomás, em Minas Gerais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Denúncia do MPF-BA descreve várias negociações entre Professor do Alemão (CV) e traficantes internacionais de armas. VEJA ALGUMAS

A investigação da Polícia Federal sobre tráfico internacional de armas revela que o traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor do Alemão, combinou com um integrante da quadrilha vulgo Índio a entrega de 35 (trinta e cinco) caixas de munição para fuzis em 28/03/2022, bem como que iria, na semana seguinte, entregar mais 100 (cem)munições. Na sequência das mensagens, Professor perguntou se estaria tudo certo com o frete de dois fuzis e 10 (dez) pistolas, ocasião em que Índio confirma que sim e envia a imagem de dois fuzis (com a seguinte legenda: “trouxe pro Bad no meu frete”). As mensagens trocadas na sequência revelam que Professor e Índio adquiriram armamentos e contrataram o frete em conjunto, bem como que as armas eram provenientes do Paraguai e que o freteiro entrega em São Paulo. Indio então encaminhou para Professor) diversos comprovantes de depósitos, fracionados em dinheiro, direcionados às contas bancárias de duas empresas de aviação no total de R$97.300,00 . Após encaminhar os comprovantes de depósitos para Professor em 04/05/2022 (fls. 17/18 Índio avisou que, no dia seguinte, retiraria as armas no ponto de origem, ocasião em que encaminhou para o traficante carioca o contato de um homem conhecido cmo Taito. Em outra negociação, um traficante de armas ofereceu a Professor opções de compra de fuzis semiautomáticos. O bandido carioca comprou dez unidades. O mesmo traficante ofereceu a Professor fotos de 20 pistolas. Depois disse sobre a chegada de 21 fuzis e questionou o carioca se ele possuía interesse, ocasião em que ele informou querer comprar dez ou, até mesmo, todas unidades. Professor apareceu negociando armas com o mesmo traficante. Na ocasião, ele indicou que as armas fossem entregues em Pedro Juan Caballero e em Ciudad del Este, ambas no Paraguai. Em 13 de março de 2022, Professor perguntou ao traficante se ele possuía novas pistolas e reclama da qualidade das pistolas anteriormente enviadas, pois teve de levá-las ao armeiro. No dia seguinte, o traficante enviou imagens de pistolas de variados modelos e preços, sendo que algumas possuíam o logotipo da importadora. Como o carioca não possuía dinheiro disponível para remessa imediata, ele pediu o envio de contas para depósitos no dia seguinte. Já em 14 de maio de 2022, o traficante enviou a Professor uma imagem de uma pistola e informa que chegaram 10 (dez) unidades modelo AREX19 , bem como que elas seriam entregues para o transportador, conhecido como Alemão. Ainda na mesma conversa, ele também ofereceu outro modelo e calibre (380) de pistola para Professor que disse não ter interesse na aquisição de armas calibre 380 para o Rio de Janeiro, pois o calibre “380 é fraco” No mesmo período de conversas, em 22 de maio de 2022, Professor voltou a reclamar da qualidade das armas, só que, desta vez, a situação diz respeito a fuzis que foram entregues. Ele envia um vídeo para o traficante em que reclamou da coronha dos fuzis e que a rajada de tiros não está funcionando. Além do descontentamento com as armas, Professor relatou que ocorreram perdas em razão de apreensões e mesmo assim, pagou os valores acertados com o traficante.. I) Apreensão pela PRF, no dia 04/05/2022, de 23 (vinte e três) pistolas da marca AREX (importada pela IAS) e de 33 (trinta e três) pistolas da marcaBersa, em Lavrinhas/SP. O flagrante foi efetuado em São Paulo e tinha como destino final o Rio de Janeiro: II) Apreensão, em 08 de maio de 2022, de (dez) pistolas marca AREX DELTA importadas pela IAS) e 40 carregadores20 em Capão Bonito/SP III) Apreensão pela Polícia Civil de Foz do Iguaçu, em 11/04/2022, de 10 fuzis e 19 carregadores na rodovia BR-277: Professor foi flagrado em conversas com um dos principais atravessadores de armas do Paraguai para o território brasileiro, conhecido como Alemão. Numa delas, o carioca enviou para Alemão notícia sobre a apreensão de dois fuzis encaminhados por ele na cidade de Medianeira/PR com duas mulheres em um ônibus que seguia para o Rio de Janeiro Em 02 de abril de 2022, Alemão enviou para Professor seu novo contato paraguaio e encaminha vídeos de dois fuzis que já estavam em sua posse e lhe haviam sido entregues pelo outro traficante de armas . Outro contato de Professor era Bolt, que lhe explicou como se daria o frete das armas para chegar ao Rio de Janeiro, explicando que o frete somente iria até São Paulo e o de Alemão chegaria ao Rio de Janeiro. Professor disse a que a travessia de pistolas ainda estava ocorrendo via Cidade do Leste e que ainda iria testar o envio de armas or Pedro Juan para ver se ia dar certo ou não. FONTE: Ministério Público Federal da Bahia

Corregedoria da PM pedirá à PF cópia o inquérito que mostra conversass do traficante Professor do Alemão (CV) com comandantes da UPP e começar investigação imediatamente

Sobre trechos de conversas captadas pela Polícia Federal entre o traficante Professor do Alemão e comandantes da UPP da comunidade, a PM informou. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, embora a operação da Polícia Federal tenha sido desencadeada há mais de dois anos, a Corregedoria Geral da Corporação ainda não foi notificada sobre a investigação. Contudo, diante da gravidade do fato, a CGPM solicitará uma cópia dos autos à Polícia Federal para, de imediato, instaurar um procedimento apuratório com objetivo investigar as responsabilidades dos agentes envolvidos na denúncia. A Polícia Federal descobriu que o traficante foragido Fhillip da Silva Gregório, de 36 anos, conhecido como Professor, é o grande comprador de armas para a facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. No linguajar do crime, Professor é o “matuto’”, a pessoa que manda no negócio, fornecendo drogas e armas e fazendo negociações no exterior. Preso, o criminoso foi levado para Bangu 3, onde ficou até 20 de julho de 2018. De lá, seguiu para o Instituto Moniz Sodré, tendo sido transferido em 18 de setembro daquele ano para o Edgard Costa. Dez dias depois, em 28 de setembro, Professor Fhilip deixou a cadeia no dia 23/09/2018, após receber benefício de Visita Periódica ao Lar – VPL – quando estava preso no Instituto Penal Edgard Costa, e nunca mais retornou a sua unidade prisional, e é considerado Evadido do Sistema Prisional. FONTE: PMERJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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