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investigação

Preso traficante que usava barco para abastecer com drogas favela de Caxias

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME) prenderam em flagrante o traficantec David Franco da Silva, conhecido como “Neném”, acusado de abastecer com drogas a comunidade Jardim Balneário Ana Clara, localizada no município de Duque de Caxias/RJ. O investigado, subordinado ao traficante Joab, integrante da facção Comando Vermelho, utilizava uma embarcação de pequeno porte, simulando ser pescador, para transportar entorpecentes da comunidade Parque das Missões até a localidade dominada pela facção, com o intuito de dificultar a fiscalização policial. Por volta das 15h30, os agentes flagraram o momento exato em que Neném desembarcava do barco, às margens de um córrego que deságua no Rio Saracuruna, nas proximidades da Avenida Lions Club, importante via de acesso à comunidade Jardim Balneário Ana Clara, área com forte atuação do tráfico de drogas. Durante a abordagem, o investigado portava um saco plástico preto contendo significativa quantidade de drogas, todas as embalagens contendo marcações com valores de venda e o símbolo da facção criminosa Comando Vermelho, caracterizando atividade típica do tráfico de entorpecentes. Diante do flagrante, foi dada voz de prisão a David Franco da Silva, que foi conduzido à sede da DESARME, onde teve sua prisão formalizada com base na Lei nº 11.343/06 (Lei de Drogas). FONTE: PCERJ

Onze integrantes da quadrilha do RD(entre eles o próprio), alvo de operação hoje, estão com prisões decretadas suspeitos de invadir área da milícia na Zona Oeste. Um deles até chamou a mãe com medo de morrer

Alvo de operacão hoje da Policia Civil, o ex-miliciano e agora traficante RD está com a prisão temporária decretada suspeito de participar de confronto com milicianos  na Zona Oeste do Rio. Além dele, outros dez também tiveram mandados expedidos. No dia 22/06/2025, aproximadamente 20 (vinte) criminosos armados com fuzis, integrantes da facção Comando Vermelho (C.V.), invadiram a Comunidade do Largo do Correia, anteriormente dominada por grupo de milicianos, deflagrando confrontos armados entre as facções rivais, sendo veiculadas denúncias em redes sociais sobre a invasão terriorial iniciada na noite de 19/06/2025.  Em seguida a partir do trabalho de inteligência desenvolvido por policiais civis, foi possível identificar criminosos envolvidos na invasão todos integrantes do Comando Vermelho e liderados por “RD do Barbante” e Roliço”, os quais visam controle territorial da Comunidade do Largo do Correia e bairros adjacentes da Zona Oeste, impondo suas próprias normas através de violência e terror contra os moradores locais. . “Trata-se de procedimento investigativo para apurar notícias e denúncias em Redes Sociais de Campo Grande e bairros adjacentes, sobre uma invasão iniciada na noite do dia 19/06/2025, de cerca de 20 (vinte) criminosos armados com fuzis, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (C.V) na Comunidade do Largo do Correia, a qual é dominada por um grupo de milicianos. Houve registro de confrontos armado entre os criminosos das facções rivais, sendo a Polícia Militar acionada para restabelecer a paz na comunidade, contudo, a guerra entre as facções entrou no terceiro dia consecutivo, sendo registrado diversos tiroteios neste período. Através de trabalho de inteligência de policiais civis deconsistente principalmente em informações, buscas em fontes abertas e monitoramentos de Redes Sociais, foi possível chegar a identificação de alguns criminosos envolvidos nesta invasão, sendo eles RD,  Roliço, Sapo, entre outros. Eles visavam o controle territorial da Comunidade do Largo do Correia e bairros adjacentes da Zona Oeste, impondo suas próprias normas com violência e terror aos moradores, sendo necessário, dessa forma,, a instauração de Inquérito Policial para apurar os crimes de Associação para o Tráfico de Drogas, Tráfico de Drogas, Resistência Qualificada, Constituição de Milícia Privada e Organização Criminosa.” A mãe de um dos envolvidos  testemunha recebeu uma mensagem de whatsapp, de seu filho, que dizia na mensagem: “mãe vem para o Largo do Correa, eu estou com medo de morrer, a polícia está aqui e está cercado de polícia”; Que diante destas mensagens, a declarante pediu para o filho  se entregar, e ele respondeu que a intenção dele era se entregar;. Ela entrou em contato com pai do.seu filho, e ambos foram para o bairro Largo do Correa, em Guaratiba, e chegando lá procurou a polícia militar e pediu se poderia ajudar na rendição;. Que posteriormente a declarante não conseguiu mais falar com o.filho. Ele não estava mais morando com a declarante, em Campo Grande, e havia se mudado para o bairro de Vila Kennedy/Bangu. Uma testemunha informou que: tem um filho com um dos suspeitos e disse que ele havia se mudado de Campo Grande para Penha e entrado para o tráfico de drogas. Que, soube atraves de comentários de populares e depois viu reportagens com a fotografia dele associando o mesmo a crimes.  Que, ao receber a noticia de que houve mortes nos conflitos, a declarante buscou informações sobre ele, pois soube que ele estaria com o grupo do Comando Vermelho, que tentou invadir a comunidade do Largo do Correa, que recebeu a noticia de que ele estaria bem contudo encurralado pelos agentes de segurança publica. Que, então, a declarante soube que familiares poderiam se apresentar na Delegacia a fim de tentar a rendição dele contudo, não tem contato deste para ajudar nas negociações. O suspeito é conhecido pela alcunha de “Jota A mãe de outro bandido  tem a dizer que tem conhecimento que seu filho é conhecido como “puxador de guerra”; ou seja, ele fazia parte do pessoal armado ligado à facção criminosa Comando Vermelho; que a declarante somente soube que ele era envolvido com o Comando Vermelho quando ele foi preso, há quase um ano; que o filho deveria pôr tornozeleira eletrônica, mas não pôs; que ele morava na localidade de Vila Kennedy, mas a declarante não sabe o endereço. O filho dela é cria do Largo do Correia, em Guaratiba e seu vulgo era MT. FONTE: TJ-RJ

Polícia faz operação contra ex-miliciano que virou CV e está tocando o terror na Zona Oeste do Rio

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) faz hoje operação contra o ex-miliciano RD que explora comunidades da Zona Oeste do Rio. O grupo é um braço armado do Comando Vermelho e estaria ligado a disputas territoriais visando à expansão da facção na região. Segundo apurado, a organização criminosa atua de forma violenta e estruturada nas comunidades do Barbante, Catiri, Vila Kennedy, e nos bairros de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba. As investigações, conduzidas pela DRE, identificaram que o chefe do grupo foi cooptado pela facção. O objetivo da operação é cumprir mandados de busca e apreensão a fim de reunir elementos para o inquérito em andamento, além de desarticular a estrutura da organização criminosa e frear sua expansão territorial. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Polícia investiga execução de homem que foi do tráfico e pagava arrego a policiais em Niterói

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de Thiago Torres Fernandes, executado na noite de ontem no Fonseca, em Niterói. Diligências estão em andamento para identificar a autoria e apurar as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de sábado (5/7), policiais militares do 12ºBPM foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Rua Tenente Osório, no Fonseca, em Niterói. No local, os policiais encontraram um homem em óbito no interior de um carro. A área foi isolada e a perícia acionada. Ocorrência encaminhada para a DHNSG.  Segundo o TJ-RJ, Thiago foi réu em um processo de 2017 que julgou a atuação de traficantes do TCP no Morro do Estado. Ele era responsável por receber o valor do “arrego” oriundo de várias comunidades e, posteriormente, repassá-los aos policiais para que deixassem de combater as Bocas de Fumo da Comunidade do Morro do Estado. Segundo publicação em ŕede social, Thiago trabalhava atualmente como vendedor de carros. FONTE: TJ-RJ, PCERJ e PMERJ

Saiba mais sobre Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem

Relembre agora algumas das acusações que foram feitas para Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem.Segundo relatórios policiais antigos, Danúbia, com a prisão de Nem em 2011, chegou a assumir a chefia da associação para o tráfico de drogas, assim como a lucrativa atividade de mercancia de drogas na favela da Rocinha, em conluio na época com Rogério 157. Na condição de companheira e pessoa de confiança de Nem, Danúbia”, assumiu o posto de comando e de chefia da associação criminosa de traficância de drogas, passando a ser conhecida pelas alcunhas “Xerifn da Rocinha”, “Dada”, “Patroa” e “Primeira Dama”, tamanha influência que a ¡mesma detinha no controle do tráfico de drogas da Rocinha Segundo as investigações, a função de chefia no tráfico de drogas na favela da Rocinha, desempenhada por Danúbia consistia na supervisão e administração da atuação dos demais integrantes da associação criminosa no tocante à compra e venda de drogas na localidade; controle da receita (faturamento) da venda de drogas, e, principalmente, prestar contas da atividade criminosa, da atuação do grupo criminoso, transmitindo todas informações do que ocorria na favela da Rocinha ao custodiado e seu companheiro “Nem”, com quem mantinha relacionamento amoroso, encontrando preso e condenado criminalmente. Danúbia prestava contas a Nem” e obtinha informações, orientações e determinações que deveriam ser repassadas ao grupo criminoso de traficantes, em sua maior parte, sendo que estas ocorriam por meio de conversas travadas durante visitas feitas por Danúbia a Nem” no estabelecimento prisional, valendo-se da sua condição de companheira, no período em que o mesmo estava custodiado em presídios federais, inclusive em varias oportunidades Penitenciária Federal de Campo Grande/MS e no de Porto Velho/ Rondónia, dada a periculosidade do mesmo. Inclusive em 2014, em Campo Grande (MS), Danúbia foi presa em decorrência de estar em seu poder dez aparelhos de telefonia celular e três aparelhos” tablets ” 5, inclusivecom conexão a rede mundial de computadores: internete, instrumentos importantes para comunicação entre presos e o mundo exterior e entre integrantes do mesmo grupo criminosos, inclusive para fins de controle do grupo criminoso e orientações para a traficância de drogas. De acordo com as provas produzidas, a fim de exercer a função de “Xerifa da Rocinha” e pessoa de confiança de “Nem, Danúbia era remunerada semanalmente com a quantia, em espécie, de trinta mil reais) valores de origem criminosa, decorrente de tráfico de drogas, e obtidos de forma criminosa, ou seja, para atuar como “longa manus” de Nem. Restou apurado que estou apurado ainda que a família de Danúbia incluindo sua irmã, ora também era sustentada com recursos financeiros (dinheiro) de origem ilícita, precisamente da atividade de tráfico de drogas’, situação esta que era do conhecimento de todos. Em razão do notório envolvimento com associação para o tráfico de drogas e com tráfico de drogas na Rocinha, obtendo, semanalmente, recursos financeiros ilícitos decorrentes da atividade de mercancia de drogas, sua forma de se sustentar, assim como sua vida de luxo s e de ostentação, Danúbia foi condenada a justamente por ser autora dos crimes de associação para o tráfico de drogas circunstanciado, em concurso material com o crime de corrupção ativa com pena fixada em 17 anos e 04 meses de reclusão em regime fechado e 1.133 dias-multa evidenciando que a mesma não se limita a ser” mulher de traficante “, mas também tem atuação efetiva e dolosa no mundo do tráfico de drogas. Danúbia, em sua página na rede social, chegou a postar: i que não existe mulher feia, mas mulher sue não conhece o dinheiro do tráfico. KKK” demonstrando elevado sentimento de impunidade e escárnio com o Poder Público. A irmã de Danúbia sempre teve conhecimento do envolvimento dela em atividades ilícitas, relacionadas com o tráfico de drogas, tendo também se beneficiado do dinheiro ilícito oriundo do tráfico de drogas, ciente desta origem criminosa. Para lavar o dinheiro do crime, as irmãs constituíram formalmente no interior da favela da Rocinha a sociedade Star Hair Comércio de Produtos de Beleza, sendó . um “salão de beleza de fachada”, uma vez que não exercem efetivamente atividade econômica, estando constituído formalmente, inclusive a fim de fazer crer que as duas irmãs eram empreendedoras e empresárias. Com esse salão, Danúbiz fazia a conversão dos valores obtidos de forma criminosa em ativos lícitos, assim como procuraram aparentar serem bem sucedidas, tentando justificar seus ganhos financeiros criminosos como se fossem oriundos de um salão de beleza formalmente constituído, mas com atividade econômica duvidosa. Danúbia também comprava joias de elevado valor. FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com gatonet do tráfico em Cordovil

A policia desarticulou , um esquema ilegal de exploração de TV por assinatura operado no bairro de Cordovil, na Zona Norte ligado a traficantes. Três homens foram presos no momento em que realizavam a manutenção na rede de cabos instalada clandestinamente em postes públicos. .As investigações apontam que o serviço era controlado por uma facção e representava uma das fontes de renda e lavagem de dinheiro da organização criminosa. A quadrilha atuava principalmente no período noturno. Segundo os agentes, os criminosos utilizavam módulos amplificadores para distribuir irregularmente pacotes de canais fechados de grandes operadoras a moradores da região, mediante o pagamento mensal de cerca de R$ 70. A facção criminosa ainda cobrava uma espécie de “aluguel” dos operadores de “gatonet” para permitir aatuaçãna região Durante a abordagem, os policiais apreenderam equipamentos, cabos, conectores e uma escada. A estimativa era que o serviço ilegal era prestado a mais de cem clientes na região.Os três presos foram autuados em flagrante por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. Entre os capturados estão os administradores do esquema e o responsável pelas instalações ilegais. FONTE: Policia Civil.do RJ

Leia detalhes das mortes de dois sargentos do Exército na Baixada que foram queimados vivos por causa de dívidas de agiotagem. Ex-militar comandou ação

Leia agora como foram as mortes de dois militares do Exército que foram carbonizados ainda vivos em Nova Iguaçu em.abril por conta de dívidas de agiotagem. O crime foi comandado por um ex-militar que havia dado baixa no.inicio do ano mas outras duas pessoas também tiveram as prisões decretadas. Narra a denúncia que “no dia 04 de abril de 2025, entre 13h30 e 14h00, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, município de Nova Iguaçu, os criminosos constrangeram Ricardo Jefferson Moura Gomes a realizar transferências bancárias por meio do sistema PIX. Segundo consta dos autos, Ricardo e Matheus da Silva Souza foram sequestrados e levados para um local ermo, de difícil acesso, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, Nova Iguaçu, onde foram rendidos sob violência e grave ameaça com emprego de arma de fogo. No local dos fatos, a vítima Ricardo  foi coagida a efetivar uma transferência no valor de R$ 20.000,00 sendo realizadas ainda tentativas adicionais de R$ 14.000,00 (quatorze mil reais) para o irmão de um dos envolvidos. Consumada a extorsão, os denunciados colocaram as vítimas no interior de um veículo e atearam fogo, provocando a morte de Matheus, que foi encontrado carbonizado no local.  A vítima Ricardo embora gravemente ferida, com 90% do corpo queimado e múltiplas fraturas, conseguiu sair do automóvel, sendo socorrida, mas faleceu posteriormente no Hospital Geral de Nova Iguaçu. Importa destacar que, mesmo em estado crítico e ainda lúcido, Ricardo identificou expressamente o ex-militar  como o autor e mandante da ação criminosa. Ele agiu como como mentor intelectual e executor direto da ação criminosa, sendo indicado como autor pela vítima Ricardo antes de sua morte. O irmão dele teve sua conta bancária como destino de transferências sob coação, tendo participado da divisão do produto da extorsão e, portanto, do planejamento e execução dos crimes. Já um outro envolvido denunciado foi o beneficiário direto da quantia de R$ 20.000,00, recebida sob coação da vítima, desempenhando papel essencial para a ocultação e movimentação do produto do crime. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, vingança pessoal decorrente da cobrança de dívida oriunda da prática de agiotagem. A execução foi realizada de modo extremamente cruel, mediante emprego de fogo enquanto as vítimas ainda se encontravam vivas, causando sofrimento e morte lenta, conforme demonstrado por laudos periciais.  Além disso, os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que estas foram atraídas para local ermo, subjugadas repentinamente, sem qualquer possibilidade de reação ou fuga. Uma testemunha afirmou que a vítima Ricardo teria ido na casa do ex-militar afim de cobrar uma dívida mas ele não.estava em casa. Depois disso, Ricardo afirmou que o ex-militar  lhe fez ameaças o acusando de ameaçar e agredir sua mãe com tapas juntamente com mais outros dois homens. Ricardo negou e o suspeito pediu desculpas. Depois, o mandante do crime pediu a Ricardo para ir a sua casa buscar o dinheiro; A dívida seria em torno de R$1600,00;. Ricardo foi até lá e depois nào foi.mais visto.e a testemunha ficou sabendo através de um policial amigo de Ricardo que ele foi socorrido a um hospital. A vítima pediu para não avisar a esposa que estava grávida. Um.militar colega de quartel das vítimas foi até o. local onde o veículo foi queimado. Viu que Ricardo estava caído, com uma fratura exposta na perna e tinha queimaduras em todo o seu corpo. Ricardo pediu ajuda ao declarante para conseguir um veículo a fim de levá-lo para o hospital e que o sargento Matheus estava morto dentro do veículo em chamas;. O.militar informou que foi pegar seu veículo a fim de socorrer, mas lembrou que não podia mexer no corpo do sargento Ricardo, pois devido ao seu estado fatalmente iria prejudica-lo e que populares ja tinham solicitado o Samu;. Enquanto aguardava o sargento Ricardo confessou ao declarante que o autor seria um ex-militar  e outras quatro pessoas. O militar ligou para um sargento  e informou que o sargento Silva Souza estava morto e o sargento Ricardo estava muito ferido;. Esse sargento que foi avisado fez uma nova ligação e pediu para falar com o sargento Ricardo e o declarante ao lado escutou o sargento Ricardo comentar que eles tinham sido sequestrados e foram levados para o local a fim de ser executados. Ricardo ainda disse que tomou um tiro na cabeça. Um.outro colega de quartel disse ter ouvido Ricardo dizer a Matheus “Coé Negão bora logo que eu tenho que resolver uma parada” Mais um colega de quartel afirmou que tinha conhecimento que Ricardo praticava agiotagem mas Matheus não. FONTE: TJ-RJ

Todo o dinheiro recolhido para a caixinha do CV era levado para a Cidade de Deus e administrado por traficante que já morreu

Relatório da Justiça apontou que o dnheiro do Comando Vermelho oriundo do tráfico de drogas e outras de infrações penais acessórias, como o furto, roubo ¿ principalmente de veículos e cargas ¿ e a receptação, era recolhido nos postos da facção criminosa espalhados pelo estado e depois reunido na CIdade de Deus sendo administrado pelo falecido traficante Carlinhos Cocaína, Segundo o documento, a maior parte do dinheiro advindo do tráfico de drogas e crimes acessórios era ¿lavado¿ em contas que apresentaram elevada movimentação (parte dos valores tendo como objetivo o ¿lucro¿ da cúpula do Comando Vermelho, e outra parcela utilizada para comprar mais drogas e armas de fogo e, assim, aumentar o poder da organização criminosa e sua dominação territorial), por um grupo sob o estrito controle dos líderes da malta, formado, dentre outros, por uma mulher. A polícia identificou identificou 140 transações suspeitas ou atípicas suas, sem identificação de origem e destino ou justificativa da operação financeira, totalizando o valor de R$ 346.523,55 (trezentos e quarenta e seis mil, quinhentos e vinte e três reais e cinquenta e cinco centavos). A mulher, em conjunto com outros dois codenunciados, ocultou e dissimulou a quantia de R$ 1.139.839,06 (um milhão, cento e trinta e nove mil, oitocentos e trinta e nove reais e seis centavos), com o ¿nítido intuito de ludibriar as autoridades e, assim, conferir a aparência lícita ao dinheiro criminoso, Uma outra teria participado de um esquema de branqueamento de capitais, movimentando R$ 215.233,00 oriundos de crimes do Comando Vermelho. 5. A atuação teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. O referido fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas. Ela teria recebido R$ 3.850,00 do tráfico, além de ocultar valores totais superiores a R$ 09 milhões, convertendo-os em ativos lícitos. FONTE: TJ-RJ

Milícia de Belford Roxo se associou a vereador e obrigava moradores a votar nele. Bandidos aterrorizaram a população e tinham a estratégia de fazer com que as pessoas pedissem socorro ao político parceiro

A milícia do Xavantes, em Belford Roxo, que foi alvo recente de uma operação do MPRJ, obrigaram moradores a votarem em candidatos a prefeito e vereador..Usando fuzis e pistolas, eles organizavam o voto dos moradores. Eles abordavam as pessoas e ameçavam quem morava na região os obrigando a votar nos candidatos indicados por eles. Os bandidos ameaçavam até mesmo funcionários da Prefeitura. A Agência de Inteligência e Buscas do 39º BPM, enviou o relatório de index 123887902, bem circunstanciado e que, em tese, confirmaria os fatos narrados no disque-denúncia, destacando-se que um vereador que foi candidato a releição possuiria, em tese, ligações estreitas e diretas com os milicianos atuantes no bairro Xavantes, nesta comarca. O documento indicou que o grupo de milicianos que age no bairro Xavantes atuava em parceria com o vereador, por meio das práticas inerentes aos grupos de milicianos, tais como causar uma falsa sensação de segurança mediante extorsão a comerciantes, mediante a cobrança de “taxas” que variam de R$ 20,00 a R$ 150,00 por semana, sob pena de represálias em caso de recusa no pagamento. Consta, ainda, do citado informe que o grupo criminoso praticava violência contra comerciantes, induzindo-os a pedir socorro ao político, que, por seu turno, prometia aos comerciantes a solução do problema, passando, assim, a falsa imagem de atuação na segurança do bairro que implicaria em mais votos para o candidato. O bandido vulgo Kibe liderava o grupo o qual seria parceiro do político ajudando-o diretamente na manipulação das votações em várias regiões do bairro e, em troca, o bando receberia vantagens e blindagem para que continuem a explorar as atividades ilícitas na região. Diversos foram os outros integrantes do grupo miliciano identificados pela AIB do 39º BPM, vejamos: Pim, Puga, Julico, Felipe Macaco, Dudu, Orelha, Jefinho e Titi, sendo Pim seria o 2° homem na hierarquia da malta, atuando, hodiernamente, na qualidade de “chefe interino” do bairro Xavantes, cabendo-lhe as funções de recrutamento de cobradores para a milícia e de organização dos membros do grupo, inclusive indicando os locais alvos de cobrança. Aduza-se que “Pim” seria homem de confiança do candidato a vereador “, atuando como cabo eleitoral na sua campanha. Continuando na análise do trabalho de inteligência da PMERJ, apurou-se que outro integrante dessa milícia, vulgo Dudu,” e que além de e assumir a função de cobrador nas áreas dominadas pelo grupo, também praticada os demais atos inerentes a este tipo de associação criminosa. Cumpre ressaltar que Dudu foi preso em março deste ano enquanto realizava extorsões no bairro Xavantes, o que fez com que as cobranças do bairro ficassem a cargo dos milicianos Pulga e Julico. Pulga seria o responsável por fazer a ronda no bairro, realizar extorsões, intimidar, coagir ou eliminar pessoas que não estejam agindo de acordo com as regras impostas pelo grupo. Julico apontado como um dos principais atores criminosos em razão de sua facilidade de acesso ao grupo de milicianos do bairro Babi, que seriam liderados pelo também miliciano Kim ou Kim ALeijado. Ressalte-se que o trabalho investigativo indica que “Julico” atuaria juntamente com “Pulga” nas rondas do bairro Xavantes e em homicídios realizados pelo grupo contra seus desafetos. O Relatório da AIB do 39º BPM indica com grande probabilidade, a veracidade do narrado disque-denúncia já mencionado e reproduzido nesta decisão, tudo indicando a existência de ligação entre os milicianos acima citados com o candidato a vereador Além de todo o exposto, ainda foram colhidas imagens de alguns desses milicianos durante a campanha eleitoral do candidato a vereador Além disso, um candidato a prefeito foi espancado por homens encapuzados, supostamente aliados do candidato a vereador Conclui o MPE, dizendo que “O que se vê, portanto, são indícios claros de que o candidato a vereador “se aliou à milícia que atua no bairro do Xavantes para coagir eleitores e obter votos, agredindo, inclusive, políticos com viés ideológico distinto, algo que claramente interfere na paz pública e no devido processo eleitoral, A milícia do Xavantes praticaria extorsão de comerciantes, corrupção policial, torturas e homicídios de desafetos. Eles praticam crimes contra moradores e comerciantes, impondo verdadeiro cenário de terror. Ademais, é visível que tal grupo criminoso também possui conflitosarmados frequentes com grupos rivais, inclusive mediante o uso de armas de grosso calibre, como fuzis – armas estas comumente empregadas em zonas de guerra e locais conflagrados. Isto se comprova mediante as diversas fotografias acostadas aos autos,, já que os acusados também ostentam em redes sociais e aplicativos demensagens o uso de tais armas, como forma de expressar poder e prestígio na comunidade. FONTE: TRE-RJ e TJ-RJ

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