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investigação

Ex-agente penal envolvido em crimes no sistema prisional foi morto pelo tráfico em Campos

Policiais civis da 146ª DP (Guarus) em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público deflagram, nesta quarta-feira (03/12), a “Operação Clausura”. Com o objetivo de desarticular a guerra entre facções na região de Guarus, a ação mira também os responsáveis pela morte de um ex-agente penitenciário. Os agentes estão nas ruas para cumprir mandados de prisão e de buscas e apreensão.A investigação iniciou em abril deste ano após a morte do ex-agente penitenciário Marcelo Aparecido de Lima, expulso da corporação após uma investigação do GAECO apontar o envolvimento dele em crimes dentro do sistema prisional. Com a sua morte, os policiais civis da 146ª DP, após intenso trabalho de inteligência e de campo, verificaram que o homicídio teria sido executado por integrantes de uma facção e identificaram cinco envolvidos na empreitada criminosa. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva de cinco homens pelo homicídio do ex-policial penal Marcelo Aparecido de Lima e tentativa de homicídio de Felipe de Carvalho Silva, crime ocorrido em abril deste ano, em Campos dos Goytacazes. Os mandados de prisão estão sendo cumpridos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (03/12). De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, Marcelo dirigia pela Rua Capitão Menezes, acompanhado do sobrinho, quando o carro dos executores fechou a rua, impedindo o acesso. Três dos denunciados desceram do veículo e efetuaram vários disparos de arma de fogo, atingindo Marcelo na cabeça. Ele foi levado para o hospital em estado grave e morreu dois meses depois.

MPRJ apura supostas propinas pagas por facções a diretores de presídios para reduzir operações de apreensões de celulares e drogas

A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital do MPRJ informa que existe procedimento sigiloso de investigação sobre suposta corrupção no sistema penitenciário fluminense , cujas informações não podem ser disponibilizadas. Segundo o que circula, esta sendo apurado o suposto pagamento de subornos a diretores penitenciários no estado, especialmente no complexo de Gericinó, para reduzir as operações internas em troca da chamada taxa de tranquilidade. Os promotores investigam alegações de que diretores e agentes penitenciários receberam quantias ilegais de prisioneiros ligados a facções como o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro para reduzir inspeções, apreensões de celulares, drogas e outros itens proibidos dentro das unidades. A prática, que teria começado em 2025, ficou conhecida como a “taxa silenciosa”, supostamente paga para garantir menos operações e um ambiente mais favorável para as atividades das facções.

Crime organizado se infiltrou nas eleições e política de Macaé

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 8ª Promotoria Eleitoral que atua junto ao núcleo de Garantias da Justiça Eleitoral, obteve 21 mandados de busca e apreensão contra quatro suspeitos dos crimes de corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro e organização criminosa no município de Macaé. Os mandados obtidos pelo MPRJ são cumpridos, nesta terça-feira (02/12), pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Nova Capistrum. A investigação da Delegacia da Polícia Federal em Macaé apura a infiltração de grupos criminosos na política local, por meio da atuação de facções criminosas e milícias na coação de eleitores, no financiamento ilícito de campanhas, no uso de empresas contratadas pelo poder público para lavagem de dinheiro e apoio político-territorial a candidatos no município. Ainda segundo a investigação, entre os alvos estão empresários, agentes políticos e servidores públicos apontados como articuladores do esquema. Também estão entre os investigados indivíduos com forte influência no tráfico de drogas e na liderança de grupo paramilitar (narcomilícia) que exerce domínio territorial em comunidades da região. As investigações ainda mapearam o uso de empresas clandestinas de internet e distribuidoras de gás em Macaé e no Estado da Paraíba, além de indícios de peculato, caixa dois eleitoral e ameaças.

PMs que participaram da megaoperação no Alemão e na Penha são suspeitos de furtar um fuzil e vender a criminosos

A Corregedoria da PM realizou uma operação para prender cinco policiais do Batalhão de Choque suspeitos de crimes cometidos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro. Entre as acusações está o furto de um fuzil, identificado por imagens de câmeras corporais, que teria sido revendida a criminosos. Imagens mostraram um sargento desmontando um fuzil encontrado no chão e colocando na mochila e um outro policial mexendo em um veículo dentro da comunidade. Também foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. A investigação é conduzida pela 1ª DPJM. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que a Corregedoria-Geral da Corporação iniciou, nesta sexta-feira (28/11), uma operação decorrente de investigações realizadas a partir da análise das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos policiais militares no dia 28/10. Na ação, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão. Ao todo, dez policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque são alvos da operação. As investigações estão sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que identificou indícios de cometimento de crimes militares no decorrer do serviço. Eles já foram presos e serão encaminhados para a Corregedoria. Os Mandados de buscas ainda estão sendo cumpridos. O comando da corporação reitera que não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. A megaoperação deixou 122 mortos, sendo 117 suspeitos e cinco policiais.

Quatro PMs do BPRv envolvidos em sequestro poderao ser expulsos da corporação. CONFIRA O CASO

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina que pode resultar na expulsão de seus quadros de quatro PMs do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) supostamente envolvidos em um caso de sequestro em fevereiro deste ano. Trata-se de Inquérito Policial Militar inaugurado com a finalidade de apurar  escalados de serviço no dia 03 de fevereiro de 2025. No dia 3 daquele mês, por volta das 11h, a Divisão Antissequestro (DAS) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, recebeu comunicado do Delegado Helton Cota, da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, relatando possível crime de extorsão mediante sequestro em curso no Município de Rio Bonito/RJ. Na ocasião, a vítima tratava-se de Gabriel A. F, cidadão de dupla nacionalidade Brasileira/Americana) recém-chegado ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o qual se deslocava em um veículo locado com destino ao Município de Búzios/RJ. Contudo, de forma inesperada, Gabriel realizou contato com familiares, alegando que teria sido interceptado na estrada, sem poder fornecer detalhes, limitando-se a informar problemas no veículo e a necessidade de uma transferência de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por meio de Pix para sua conta. Momentos depois, Gabriel A.F realizou novo contato com os familiares e com a Autoridade Policial da DAS/PCERJ, esclarecendo que, na verdade, havia sido abordado por Policiais Militares no Posto de Polícia de Boa Esperança de Rio Bonito, os quais durante revista no automóvel, localizaram remédios e alguns suplementos polivitamínicos, e sob alegação de que aqueles tipos de produtos seriam ilícitos no Brasil e passível de prisão. Assim, exigiram o pagamento de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) como condição de não reter seu passaporte e tampouco efetuar sua prisão emflagrante. A vítima relata que estava acompanhada de um amigo, o qual não fala o idioma português, que foram levados para o  interior do Posto de Policiamento, onde permaneceu conversando com os agentes durante aproximadamente quarenta e cinco minutos. Na ocasião, em inglês, falou o que estava ocorrendo de fato e pediu para que seu companheiro, de forma discreta, iniciasse gravação das conversas. Em seguida, foi apresentado, por um policial, uma espécie de “Boletim” com seus dados do passaporte, e informado por um dos agentes, que somente o Delegado da Polícia Federal,. João Pedro, poderia resolver o seu problema, visto que a referida Autoridade já tinha ciência da situação irregular e sua saída do país estaria sendo monitorada, que os policiais militares atuariam como facilitador junto à referida Autoridade. No desencadeamento dos fatos, a vítima conseguiu realizar a transferência do valor, de R$ 10.000,00 (dez mil reais), por meio de Pix, em nome do suposto Delegado da Polícia Federal. Contudo, o ofendido deixou de seguir para Búzios e se deslocou para o Estado de Minas Gerais, onde encontravam-se seus familiares. Os fatos em questão foram repassados ao Delegado da Divisão Antissequestro da PCERJ, o qual, incontinente, determinou diligências na Rua Rodrigues Coelho, Rio Bonito/RJ, no endereço do nacional João Pedro dos Santos Carvalho, suposto Delegado Federal e titular da contacorrente, destinatária da indevida vantagem econômica.

Traficante do CV que foi responsável por ataque à delegacia em Caxias comanda esquema de extorsão a empresas que atuam no entorno da Reduc. Ele conta com o apoio de um líder comunitário que é pastor

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), da Baixada Fluminense (DRE-BF) e da 60ª DP (Campos Elíseos) deflagraram, nesta quinta-feira (27/11), a “Operação Refinaria Livre”, para desarticular uma associação criminosa responsável por extorsões sistemáticas contra empresas que atuam no entorno da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O grupo é liderado pelo chefe do tráfico de drogas na região, o narcoterrorista Joab da Conceição Silva, integrante da facção Comando Vermelho, e por um pastor que se apresenta como líder comunitário e religioso, mas atuava como intermediador do tráfico nas ações de coação empresarial. Até o momento, três criminosos foram presos. J oab foi apontado como o mentor do ataque à 60° DP, em Campos Elíseos, em fevereiro, quando dois policiais civis ficaram feridos. Os agentes foram para as ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos a partir de investigação da DRE-CAP, a fim de aprofundar a colheita de provas, impedir a coação de testemunhas, frear a interferência criminosa sobre empresários e trabalhadores, e evitar a destruição de evidências essenciais. O inquérito revelou que empresas instaladas na área industrial da Reduc eram forçadas a pagar valores mensais ao tráfico, sob ameaça de incêndio de caminhões, agressões a funcionários, interrupção violenta das atividades produtivas e impedimento de acesso às instalações industriais. O pastor comparecia pessoalmente às empresas apresentando-se como representante comunitário, mas impondo regras ditadas por Joab. Ele citava proibição de permanência de caminhões nos pátios, imposição de contratação de moradores específicos, ligados aos traficantes, e oferta de “mediação” para evitar represálias. Segundo os agentes, isso era uma fachada para a prática de extorsão. Relatos formais de representantes empresariais, termos de declaração e atas do Ministério do Trabalho demonstram que empresas foram obrigadas a interromper suas atividades por diversos dias, em razão das ameaças feitas pelo grupo criminoso. A investigação identificou que sindicatos e associações de fachada vinham sendo instrumentalizados pelo tráfico para pressionar as empresas. Segundo os agentes, integrantes da associação criminosa infiltravam-se em setores industriais, controlando ilegalmente processos de contratação, indicando candidatos sem qualificação, interferindo em processos seletivos, e cobrando vantagens indevidas em troca de vagas de emprego. O grupo também impunha a contratação de parentes e aliados do tráfico, garantindo presença e controle direto dentro do polo industrial. Entre os contratados identificados está a companheira de Joab, que atuava em uma empresa sem critérios técnicos e por imposição territorial. Ela ingressou na companhia poucos dias antes do ataque criminoso à 60ª DP ocorrido em fevereiro de 2025, ordenado e comandado por Joab da Conceição Silva. O pastor também já foi alvo das forças de segurança. No início desse mês, ele foi preso em Betim, no estado de Minas Gerais, durante a ” Operação Aves de Rapina”. Ele estava transportando uma pistola e seis granadas artesanais, além de munições e valores em espécie. O homem admitiu ter levado os artefatos explosivos desde Duque de Caxias para realizar ações de intimidação e interrupção de serviços na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, a pretexto de atender a um “movimento grevista” organizado por sindicatos alinhados ao grupo criminoso. No veículo, também estava o presidente de uma associação de empresas de transporte de combustível, evidenciando a participação direta de sindicatos e entidades formais na estrutura criminosa. A presença de explosivos reforça o modus operandi de ameaçar empresas e trabalhadores por meio de atentados, inclusive com possível risco ao transporte nacional de combustíveis.

Vereador da Baixada preso suspeito de ajudar o TCP a fazer barricadas foi denunciado pelo MPRJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada dos Núcleos Duque de Caxias, denunciou o vereador Ernane Aleixo por integrar uma associação criminosa armada ligada ao tráfico de drogas, com atuação em São João de Meriti e Belford Roxo. A Justiça acolheu integralmente o pedido do MPRJ e decretou a prisão preventiva do parlamentar e de outros oito investigados, entre eles Marlon Henrique da Silva, conhecido como “Pagodeiro”, apontado como um dos líderes da facção. O vereador foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (25/11). Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão requeridos pelo MPRJ à Justiça em diversos endereços relacionados ao grupo. De acordo com a denúncia, o vereador atuava para favorecer o domínio armado da facção, fornecendo suporte logístico e operacional ao grupo criminoso em troca de benefícios financeiros e eleitorais. As investigações revelam mensagens e áudios que indicam inclusive o uso de maquinário público na construção de barricadas erguidas por traficantes, permitindo a expansão e a consolidação do controle territorial da quadrilha. A organização criminosa denunciada é ligada à facção TCP e possuía divisão de tarefas, emprego de armas de fogo e atuação violenta voltada ao tráfico de drogas, extorsões, homicídios e outras práticas destinadas à manutenção do domínio territorial. O investigado conhecido como “Pagodeiro” é apontado como responsável por execuções, pelo gerenciamento do comércio ilícito e pela movimentação financeira da atividade criminosa. A investigação Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta terça-feira (25/11), a “Operação Muro de Favores”, ação integrada à estratégia da “Operação Barricada Zero”, do Governo do Estado. O objetivo é desarticular uma complexa estrutura criminosa ligada à facção Terceiro Comando Puro (TCP), atuante na Baixada Fluminense, especialmente nas comunidades Trio de Ouro, em São João de Meriti, Guacha e Santa Tereza, em Belford Roxo. Os criminosos se valiam de apoio político para praticar diversos crimes, inclusive instalando barricadas nas comunidades exploradas para dificultar o acesso das forças de segurança. Um vereador de São João de Meriti foi preso, além do irmão de um traficante. A investigação revelou o modus operandi da organização criminosa, que mescla tráfico de drogas, homicídios, extorsão qualificada de proprietários de estabelecimentos e lavagem de dinheiro, utilizando armas de fogo de uso restrito. O núcleo investigado era gerenciado por um homem apontado como braço-direito do líder do TCP na região. Elementos da investigação confirmam que ele confessou ter matado três vítimas, incluindo uma mulher, durante confronto com a facção rival em novembro de 2023. A operação atinge o coração logístico e financeiro do esquema, que se sustenta por vínculos diretos com agentes políticos locais. As apurações indicam que essa rede de “favores” oferecia suporte logístico e operacional em troca de benefícios financeiros e eleitorais. O destaque é o indiciamento de um vereador de São João de Meriti. Áudios e mensagens comprovam que o parlamentar ofereceu material e suporte para a construção de barricadas em Vilar dos Telles, prática que impedia o acesso policial e de serviços básicos à população, além de negociar vagas de nomeação em troca de apoio político. A “Operação Muro de Favores” é uma ação estratégica da Polícia Civil no enfrentamento direto ao crime organizado, à violência e à corrupção na Baixada Fluminense. O objetivo central é desmantelar a estrutura hierárquica e financeira do TCP na região, removendo barricadas e obstáculos instalados por organizações criminosas nas entradas de comunidades, restabelecendo o direito de ir e vir dos cidadãos, a circulação segura, a presença do Estado e a prestação de serviços públicos nessas áreas.

Bandido morto ontem na Cidade de Deus (CV) recebia R$ 350 por semana e se vangloriou da morte de policial

Morto em confronto com a CORE na Cidade de Deus ontem, Luiz Felipe Silva Romão, o Mangabinha recebia cerca de R$ 350,00 reais por semana para ficar na contenç4o do tr4fico. Ele morreu no dia do pagamento. Mensagens extraídas do celular dele revelaram que ele se vangloriou de ter participado do confronto que matou o agente da Core José Antônio Lourenço Júnior, em maio. Em diálogos de 19 de maio, ele admite o ataque, descreve a fuga e comemora a morte do policial, dizendo: “Rodou um só” e “Fiz meu nome. De 62”.O conteúdo está no relatório telemático da Delegacia de Homicídios da Capital. Mangabinh havia publicado fotos com granadas e armas um dia antes, desafiando: “Entra pra ver”.”. A polícia aponta que ele deixou a Cidade de Deus após o crime e fugiu para o Bateau Mouche, na Praça Seca. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Um dos três mortos em Nova Iguaçu foi um dos matadores da milícia

Um dos três mortos em um bar em Nova Iguaçu na noite de ontem, Luiz Carlos Pereira dos Santos Cruz foi acusado em 2019 dos assassinatos de Maicon José Jovem de Oliveira e Bruno Tavares Ribeiro na mesma cidade. .  Constou nos autos, que ele e comparsas eram integrantes de organização criminosa que era responsável por vários homicídios na localidade, além do cometimento de outros delitos não menos gravosos que atemorizam os moradores da região, que intimidados, temiam por suas vidas e tem medo de prestarem seus depoimentos .  Conhecido como Nem Corolla, sua quadrilha cometia também roubo, usura, de interceptação e distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e de extorsão. O grupo atuava na localidade Parque da Biquinha, situada no bairro de Austin, Nova Iguaçu, Corolla  era apontado como o indivíduo que dava ordens aos demais integrantes do grupo, “Ele ia para eliminar os desafetos; que era ele o cara para matar; que até em desavenças pequenas de bairro que ocorriam, era ele que matava, mesmo pessoas que não tinham nem relação com crime; que acha que o Nem Corolla perdeu a mão e começou a matar, porque não havia uma repressão à altura do que eles estavam fazendo, que grande parte dos homicídios era por determinação da organização criminosa, mas, os do “Nem Corolla” nem tanto, pois ele já estava perdendo a noção do que podia fazer e do que não podia fazer”, diz trecho de investigação.  FONTE: TJ-RJ

Encontrados corpos esquartejados e queimados que podem ser de casal desaparecido em Rio Bonito

A polícia encontrou dois corpos esquartejados e queimados entre Tanguá e Itaboraí, possivelmente de Fernanda e Lenon, desaparecidos desde domingo, em Rio Bonito. Eles estavam enterrados perto da casa de Adelmo, suspeito do crime. A motivação seria uma negociação de veículos em que o suspeito não pagou a diferença combinada. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

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