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Decisão judicial revela que líder preso assistiu sessão de tortura em ‘tribunal do tráfico’ em Itaboraí”. Vítima teria sido acusada por criminosos de agredir mulher

A Justiça do Rio negou habeas corpus e manteve no início do mês a prisão preventiva de um dos traficantes suspeitos de torturarem um homem no ‘tribunal do tráfico’ em Itaboraí só porque a vítima  supostamente havia agredido sua mulher.  Segundo os autos publicados no site do TJ-RJ, o fato ocorreu em 2024 mais precisamente  no  dia  01  de  Maio  daquele ano..De acordo com o que esta na decisão judicial, o crime aconteceu na  praça  de  Vila  Gabriela,  onde acusados teriam  submetido a vítima L.V.B a  intenso  sofrimento  físico   e mental, com emprego de violência consubstanciada em golpes com o  uso de pedaços de bambus, cabos de fios rígidos e coronhadas na cabeça, causando-lhe  várias  lesões   Segundo a Justiça, a autoridade dos denunciados sobre as vítimas era efetivada por  meio do grupo ser espécie  de  “Tribunal  do  Tráfico”  que  se  instalou   na  comarca  de  Itaboraí, aterrorizando  as  vítimas  e  demais   moradores  do  município,  sempre  mediante ameaças de morte, feitas com emprego ostensivo de armas de fogo.  O agredido chegou a  perder  a  consciência, momento em que foi arrastado para região de mata. De acordo com os autos, o espancamento se deu sob o comando do elemento conhecido como PG, chefe do tráfico local que se encontra  preso, que detinha o domínio dos fatos ,  acompanhando  a  execução  do  crime  através  de videochamada,  determinando o que os membros do tráfico deveriam ou não fazer. Após  o  depoimento  da vítima,  policiais  militares   diligenciaram  até  o  bairro  de  Vila Gabriela  em  área  de  conhecida  traficância,  momento  em  que  encontraram  os elementos de vulgos Faixa Rosa, Bruxão e Chininha. Todos foram  conduzidos  a  delegacia  para  prestar  esclarecimentos, tendo a suspeita Faixa Rosa confirmado  participar do tráfico na localidade, atuando como  vapor,  todavia   Outros envolvidos disseram que atuavam no tráfico. Um deles inclusive falou que acatava as ordens do denunciado PG que  é atualmente o “frente” do tráfico em Vila Gabriela. O traficante que teve o habeas corpus negado é conhecido pelo vulgo de Caneco. Segundo os autos, outros que teriam participado do crime têm os apelidos de Chininha, Indio,  Faixa Rosa, Zazá, Sorriso, Bruxão Latrel e Peixe. 

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Suposto comunicado do CV diz que chefe do tráfico na Muzema comandaria facção na Bolívia

Circula nas redes sociais um comunicado, supostamente escrito por membros do Comano Vermelho informando que a facção agora estará atuando na Bolívia, mencionando cidades como Trinidad, Guayarmerín e Santa Cruz de La Sierra. Santa Cruz, como é de conhecimento público, é um local com bastante influência do PCC, sobretudo o núcleo paulista. O comunicado também menciona uma figura conhecida no submundo carioca; Zeus ou Da Roça, que estará responsável pelo CV na Bolívia. Zeus é oriundo de Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Atualmente ele comandaria o tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhanga, Zona Sudoeste do Rio. A informação é extra-oficial. nâo confirmada pelas autoridades. A reportagem procurou a Polícia Federal.e aguarda retorno.

Suposto video usado por defesa de PMs julgados pela morte de adolescente na Cidade de Deus em que aparece jovem armado e diálogos suspeitos circula em rede social

Circulam nas redes sociais o suposto vídeo e audios quev eriam sido divulgados pela defesa dos policiais militares que foram julgados ontem pela morte do.adolescente Thiago.Flausino. Nas gravações, um.rapaz aparece armado, mencionaria trabalhar para um traficante da Cidade de Deus e aceitava montar uma “boca de fumo”, em conversa com um amigo. (tivemos acesso a gravação mas não vamos exibir por de tratar de menor). Não.ha confirmação.que o menor que aparece nas imagens é Thiago. As informações foram discutidas ao longo do julgamento, que reuniu testemunhas como o sobrevivente Marcos Vinícius, familiares, moradores, policiais envolvidos na ação e o comandante da operação. Durante depoimento, Priscilla Menezes afirmou ter sido surpreendida ao saber que a perícia encontrou fotos de um menor armado no celular do filho, exibidas no plenário. Ela disse não reconhecer Thiago em algumas imagens e questionou a veracidade dos registros, mas, ao ver uma terceira fotografia, declarou que o jovem poderia ser o filho, embora não soubesse identificar o objeto que ele segurava. O Tribunal do Júri absolveu ontem os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria das acusações de homicídio pela morte do adolescente, ocorrida em 2023, na Cidade de Deus, e também da tentativa de homicídio contra o condutor da moto. Os agentes alegaram legítima defesa. A decisão foi lida pelo juiz Renan de Freitas Ongaratto; a Anistia Internacional Brasil criticou a absolvição, enquanto os agentes sustentaram ter agido em legítima defesa durante a operação conhecida como Tróia. AS INFORMAÇÕES SÃO DE BRUNO ASSUNÇÃO

Traficante preso em Vargem Pequena acusou PMs de tentar enforcá-lo, diz Justiça

Segundo informações que constam no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, um dos oito traficantes que foram presos durante uma operação policial essa semana na comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, disse que foi agredido por PMs por enforcamento. Um outro suspeito preso contou ter sido agredido com coronhadas por policiais civis na delegacia, de acordo com o TJ-RJ. A reportagem nem entrou em contato com as corporações pois estas não estão respondendo nossos emails, principalmente a PM que há semanas não nos da retorno de nada. A operação foi montada com objetivo neutralizar grupo identificado como “Equipe Caos”, braço do Comando Vermelho responsável por investidas armadas e pela manutenção das atividades ilícitas na região. Na ação, houve apreensão de 650ml de Cloreto de Metileno, 7,20g de MDMA, 30g de crack, 230g de cocaína – de natureza extremamente lesiva –, 940g de maconha e 8g de haxixe, bem como dois fuzis, dinheiro, rádios comunicadores e um caderno de anotações.

Um dos traficantes do CV que responde a processo por mortes de médicos na Barra instigou facção a matar pai e filho que comandavam milícia de Rio das Pedras, diz Justiça

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o traficante Francisco Glauber Costa de Oliveira, vulgo GL, instigou os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho a executarem tão logo possível os líderes da milícia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Dalmir Barbosa e seu filho Taillon Barbosa. GL responde processo pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeeste do Rio de Janeiro, em outubro de 2023. De acordo com os autuos, evento criminoso ocorreu em 05/10/2023, no “Quiosque do Naná 2”, ocasião em que foram efetuados diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas Marcos Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, resultando em óbito, e contra Daniel Sonnewend Proença, sobrevivente, em típico ato de execução sumária, por erro na pessoa, já que o alvo pretendido seria o miliciano Taillon. Segundo relatório da Justilça, os bandidos iriam executar Taillon a mando de Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW que é subordinado aos traficantes Doca e Gadernal,. chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Duas das vítimas fatais tinham características muito semelhantes às de Taillon (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”.

Depois de quase seis anos do crime, Justiça abriu processo contra Peixão (TCP) por homicídio em 2020. Segundo os autos, um mês antes de morrer, vítima se desentendeu com um dos comparsas do traficante durante jogos de futebol

 Depois de quase seis anos, a Justiça do Rio abriu processo contra o traficante Peixão e seus comparsas João Careca e Mia ou Jeremias por um homicídio cometido em 2020 mas não decretou a prisão dos suspeitos. Segundos os autos, a mãe da vítima afrmou que no dia dos fatos, seu filho havia combinado de buscá-la no ponto de ônibus, o que não aconteceu e que após contato com a sua nora ficou sabendo que ele havia saído de casa por volta das 17:30 para assistir um jogo de futebol na rua Vila Nova. Ao procurar por informações na comunidade soube que “João Careca” havia pedido carona para a vítima e, que em 05/04/2020, por volta das 10 horas, percebeu uma movimentação de pessoas gritando e chorando, quando tomou conhecimento de que seu filho havia sido morto. Em depoimento extrajudicial, o primo da vítima afirmou que 20 ou 30 dias antes do desaparecimento da vítima, esta lhe confessou que, durante uma partida de futebol, havia se desentendido com o denunciado “Jeremias ou Mia”. Para não decretar a prisão dos suspeitos, a Justiça argumentou que ainda que tenha restada demonstrada a materialidade delitiva e haja indícios de autoria, tem-se que os fatos a eles imputados datam de 04 de abril de 2020, demonstrando a ausência do requisito de contemporaneidade ” A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada”., diz o juiz,

Apontado pelo Disque Denúncia como envolvido em estupro de adolescente de 13 anos em Meriti foi condenado suspeito de portar fuzis e atirar em PMs

Um dos criminosos apontados pelo Disque Denúncia como envolvido no estupro de uma adolescente de 13 anos em São João de Meriti, Samir Luan Evangelista dos Santos tem uma condenação de quatro anos de prisão por uma prisão ocorrida em 2023 no Trio de Ouro quando reagiu e atirou contra policiais portando fuzis, segundo informações do TJ-RJ. De acordo com os autos, o fato ocorreu em 5 de junho daquele ano. Na ocasião, ele portava uma arma de fogo do tipo fuzil, calibre 5.56mm, com numeração suprimida, além de um carregador do mesmo calibre e (i) uma arma de fogo do tipo fuzil, calibre 5.56mm, com numeração suprimida, bem como um carregador do mesmo calibre. Ele reagiu a prisão e efetuou diversos disparos de arma de fogo na direção dos policiais competentes para executar o ato. Consta do procedimento que policiais estavam em policiamento ostensivo quando receberam informações de que haveria indivíduos colocando barricadas na rua. Ato contínuo, os agentes da lei procederam ao local indicado, onde foram recebidos por disparos de arma de fogo, que foram revidados pela guarnição policial. Na sequência, os indivíduos entraram em um veículo cinza, portando diversos fuzis e se evadiram do local efetuando disparos em direção à viatura policial. Ocorre que, após perseguição, os indivíduos pararam o veículo em que estavam e prosseguiram em fuga após a subtração de outro automóvel. Todavia, Samir não conseguiu fugir e continuou efetuando disparos de fuzil em direção à guarnição até terminar a munição do carregador do armamento, momento em que se rendeu aos policiais e foi preso na posse de um fuzil e um aparelho rádio transmissor.” Uma das armas de fogo apreendidas continha a inscrição ‘TCP TROPA DO GENARIO’, a denotar pertencer este armamento a facção criminosa que se autodenomina terceiro comando puro e que indicia que o acusado faria parte desta que atua na prática de crime de tráfico ilícito de entorpecentes e outros crimes graves com emprego de violência e grave ameaça.

Disque Denúncia divulga fotos e nomes de suspeitos de envolvimento em estupro coletivo de adolescente de 13 anos em Meriti

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (11), um cartaz para auxiliar nas investigações da Delegacia de Atendimento à Mulher de São João de Meriti (DEAM/SJM), a fim de obter informações que levem à localização de Samir Luan Evangelista dos Santos, de 28 anos; Matheus Eduardo da Silva Fernandes, de 22; Kalayne Aparecida Nascimento Teixeira, de 20; Fábio Rayan Santos de Jesus, 18. Eles são apontados como suspeitos de envolvimento no estupro coletivo de uma adolescente de 13 anos, ocorrido no dia 02 de fevereiro deste ano, na localidade conhecida como Predinhos, em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que sete criminosos — incluindo Kaylane Aparecida, que segurou a vítima e um adolescente — praticaram o ato criminoso. Desses, um foi preso após ser espancado por criminosos e outro foi morto por bandidos. A vítima relatou que estava em uma praça da região, acompanhada de uma amiga, quando foi abordada por um grupo de homens que a levaram para dentro de um carro. A adolescente morava nas proximidades da comunidade do Trio do Ouro, dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP), e frequentava o local por ter parentes na região. De acordo com as investigações, a jovem teria sido confundida por traficantes com outra menina, que seria namorada de um criminoso do Comando Vermelho. Por conta disso, submeteram a adolescente a um “tribunal do tráfico”, que a sentenciou ao estupro coletivo. Ela teria sido liberada apenas após um dos criminosos perceber o equívoco. Além da violência sexual, a vítima levou um tiro de raspão na cabeça. Nesta quarta-feira (11), a Polícia Civil realizou uma operação para prender os envolvidos no crime. Ao todo, os agentes visam cumprir quatro mandados de prisão e um de busca e apreensão. Contra os quatro adultos foi expedido um Mandado de Prisão, pelo Órgão Judicial: Vara Criminal -Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher/Comarca de São João de Meriti, Espécie de prisão: Temporária, pelo crime de Estupro de Vulnerável. Wellington de Medeiros da Silva, de 25 anos, um dos envolvidos já se encontra preso.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Reduto da milícia no início da década, guerra com o CV, mortes, ligação de político com traficantes. Saiba o histórico da comunidade de Meriti onde adolescente sofreu estupro coletivo

A comunidade Trio de Ouro, em São João de Meriti, onde uma adolescente de 13 anos sofreu um estupro coletivo era até o início da década controlada por milicianos mas o Terceiro Comando Puro (TCP) passou a dominar o local. A partir daí, os traficantes do Comando Vermelho passaram a atacar a localidade. Em 2024, por exemplo, a PM matou quatro traficantes que saíram do Complexo da Penha em direção ao Trio de Ouro.  Os criminosos eram apontados como braços armados em invasões territoriais promovidas pela facção, além de cometerem roubos de cargas e veículos em diversas partes da região metropolitana. Em 2023, o CV deu uma sequência de ataques no Trio de Ouro. Foram de quatro a cinco baques em pouco mais de um mês com mortes e armas roubadas. Ficou tendo uma guerra entre a Tropa do Urso (CV) e a Tropa do Genaro (TCP). O Trio de Ouro, por exemplo, chegou a receber reforços do Complexo da Serrinha, em Madureira. Um traficante conhecido como Paraíba levou quatro fuzis para o Tro de Ouro. Ele chegou a pular para o CV mas voltou atrás  trazendo 4 fuzis do bonde do Urso e Galo (CV). Paraíba acabaria morto pela PMERJ em 2025. Os mesmos traficantes do TCP que dominam as favelas da Guacha, Machado e Santa Teresa em Belford Roxo, controla também o Complexo do Japão em São João de Meriti, formado pelas comunidades de Paraíbas, Pedrinhas, Trio de Ouro e Rua Baiana.Os traficantes do TriodeOuro (TCP) em Vilar dos Teles, expulsaram o Comando Vermelho da Rua Baiana, no Parque Alian. A rua era considerada importante pelos criminosos pois é um local que dá fácil acesso a comunidade do Trio de Ouro.Os bandidos do TCP chegaram a comemorar nas redes a morte dos criminosos Suel e Xuxu, mortos pelo 21BPM no Parque Alian. Ambos estavam voltando do baque no TriodeOuro (TCP), Segundo uma investigação de anos atrás, os criminosos se valiam de apoio político para praticar diversos crimes, inclusive instalando barricadas nas comunidades exploradas para dificultar o acesso das forças de segurança.  Um vereador de São João de Meriti chegou a ser preso, além do irmão de um traficante. A investigação revelou o modus operandi da organização criminosa, que mescla tráfico de drogas, homicídios, extorsão qualificada de proprietários de estabelecimentos e lavagem de dinheiro, utilizando armas de fogo de uso restrito. O núcleo investigado era gerenciado por um homem apontado como braço-direito do líder do TCP na região. Elementos da investigação confirmam que ele confessou ter matado três vítimas, incluindo uma mulher, durante confronto com a facção rival em novembro de 2023.  O destaque foi o indiciamento de um vereador de São João de Meriti. Áudios e mensagens comprovam que o parlamentar ofereceu material e suporte para a construção de barricadas em Vilar dos Telles, prática que impedia o acesso policial e de serviços básicos à população, além de negociar vagas de nomeação em troca de apoio político.

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