Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

CV mandou 20 homens armados com fuzis para Angra para invadir morro e expulsar moradores PMs

Uma operação da Polícia Militar na tarde deste sábado (18), no Morro de Santo Antônio, em Angra dos Reis, terminou com dois suspeitos presos, um deles ferido em troca de tiros, e com arma e drogas apreendidas. A operação foi montada a partir de informações do Disque Denúncia Angra de que pelo menos 20 traficantes do Comando Vermelho, que seriam do Rio de Janeiro, chegaram ao morro portando fuzis e metralhadoras, com objetivo de auxiliar o tráfico local na invasão ao Morro da Carioca para expulsar policiais militares que moram na localidade. Na ação, os policiais apreenderam 280 pinos de cocaína, 130 pedras de crack, 57 tabletes de maconha, cinco black lança, uma pistola calibre 45, um carregador de pistola, quatro munições e dois telefones celulares. Quando os policiais chegaram, três suspeitos foram vistos sentados nos bancos de uma mesa, com uma sacola preta com drogas. Foi quando ocorreu a troca de tiros. O ferido foi encaminhado ao Hospital Municipal da Japuíba, onde está sob custódia. O outro foi levado juntamente com o material apreendido à delegacia de Angra dos Reis.A Polícia Militar solicita a população de Angra dos Reis, que contribua com o trabalho das autoridades, denunciando qualquer atividade criminosa, localização de bandidos, armas e drogas ao Disque Denúncia. O serviço funciona 24h por dia, nos sete dias da semana, através dos telefones 0300 253 1177 e (21) 2253 1177 – ambos com WhatsApp anonimizado – técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa. É possível denunciar também pelo App “Disque Denúncia RJ” ou através do site (www.disquedenuncia.org.br). Em todos os canais, o anonimato é garantido ao denunciante. (Foto: Polícia Militar) FONTE: PMERJ

Depoimentos de suspeitos presos revelaram um dos momentos de maior tensão entre as tropas do Peixão (TCP) e do Doca (CV)

No ano passado, traficantes do Terceiro Comando Puro (Peixão) e do Comando Vermelho 9Doca) travaram uma disputa pelo controle de comunidades de Brás de Pina e de Cordovil, fato que foi admitido por suspeitos que foram presos. Um bandido conhecido como Sem Vulgo que era radinho e ao mesmo tempo homem de guerra do TCP foi preso com um fuzil na comunidade da Tinta, que era reduto do CV em Brás de Pina, e foi tomado pelos rivais que expulsaram os inimigos. Em seu depoimento, ele disse que ao mesmo tempo o traficante Tiriça do CV tentou realizar invasões na Cidade Alta, em Cordovil, área do TCP.Um outro traficante do TCP contou que ele e mais três estavam fazendo plantão na Tinta após tomarem a favela do CV . Os bandidos usaram vestimentas táticas na invasão, cedidas pelo traficante Peixão. Um outro suspeito preso confirmou que Doca, chefão da Penha (CV), tentava realizar invasões à Cidade Alta em qualquer hora do dia. utilizando armas de guerra como fuzis e fazendo disparos a esmo. Mais um traficante do TCP foi pego com uma pistola dentro da Tinta admitiu que participou da invasão à comunidade. FONTE: Polícia Civil do RJ

Após a morte de PM, CV teria conseguido dominar comunidade em Jacarepaguá

Segundo relatos que circulam na internet, traficantes do Comando Vermelho teriam conseguido dominar a comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá sem disparar um tiro. A área era controlada por milicianos De acordo com informações, os traficantes estavam parando todos os carros e motos que entravam na comunidade. Na ulúltima quinta feira, o PM Adelmo da Silva Guerini foi morto na regiâo. Ele comandou a milicia na localidade anos atrás. FONTE; Milícia RJ News (Twitter) e Canal Minuto Notícia (Whatsapp)

Favela de Brás de Pina serviu como base para invasão do CV a Gardênia Azul. Vários foram presos. SAIBA QUEM ERAM

Vários traficantes que atuavam ou atuam na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, foram presos por conta de terem participado da invasão à comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, no ano passado. Um deles foi o vulgo China ou Índio, que era gerente da boca Quitungo responsável pelo Pó, crack e maconha Outro foi AJ, que exercia a função de segurança da boca fumo da Rua 04, assim como Lobinho. O quinto da lista é o vulgo MG, que era olheiro. Teve também Sombrão, que ficava no inicio no Quitungo somente de pistola fazendo a segurança da boca do Mirante, Mato Velho foi outro. O vulgo Ziro, que é um dos seguranças de Belão (frente do Quitungo), também participou da invasão à Gardênia. Segundo o MP, o Comando Vermelho domina a região das comunidades Quitungo e Guaporé, de onde articula primordialmente para tomada e manutenção de territórios a fim de explorar o tráfico de entorpecentes e com desdobramentos em outros crimes como: prestação de serviços ilegais, cobrança de taxas de comerciantes e moradores, homicídios, roubos e furtos de automóveis, expropriação de moradores para promover um ecossistema do crime. O traficante Doca atua como “dono” e “chefe maior” no Complexo de favelas da Penha, “líder” da “Tropa do Urso”, responsável pelos ataques aos territórios dominados por facções rivais com o objetivo de exterminar opositores e dominar territórios. Possui influência determinante nos rumos do tráfico de drogas nas comunidades do Quitungo, Guaporé e Tinta, Gardenal atua como financiador da expansão criminosa do Comando Vermelho, se autointitula como “dono²” nas comunidades do Quitungo e Guaporé, também possui influência nos rumos do tráfico de drogas. Belão e Cio atuam como frente” ou “gerente-geral” do tráfico de drogas nas comunidades, além de serem os homens de confiança de Carlos Costa Neves, vulgo “Gardenal”. FONTE: PCERJ e MPRJ

Operadoras de telefonia foram proibidas por traficantes de entrar em várias ruas do Complexo de Israel (TCP) e nos seus arredores. VEJA RELAÇÃO

Outra denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual diz que a quadrilha de Peixão proibiu a operadora Claro e demais concessionárias telefônicas de fazerem reparos na rede em Cordovil e Brás de Pina em comunidades que compõem o Complexo de Israel. Funcionários das empresas relataram que sofriam ameaças de traficantes. Nem nas ruas fora das comunidades, as equipes podiam entrar. As empresas Claro, Oi, TIm, Vivo não conseguiam fazer a manutenção pois os traficantes pretendiam implantar a própria internet deles na região;.Algumas ruas afetadas foram FONTE: MPRJ

MP recebeu denúncia de que Peixão (TCP) teria mandado matar nove pessoas em um único dia em junho de 2023

Denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual informou que o traficante Peixão teria mandado matar nove pessoas no dia 17 de junho de 2023 em Parada de Lucas. Segundo a notícia, Peixão ordenou as mortes do miliciano Allan Romariz Baista, Nenzinho da Pavuna e uma mulher chamada Débora, que era esposa do traficante Moisés Severino da Silva, o Dino, que foi durante um tempo seu braço-direito e teria sido morto também por Peixão em 14 de novembro de 2021. As outras supostas vítimas que teriam sido mortas naquele dia não foram identificadas. Ainda segundo a denúncia recebida pelo MP, as pessoas foram mortas porque Peixão achava que elas eram X9. Os corpos teriam sido jogados para jacarés comerem em um mangue que existe na Rua Doutor Adailton, em Vigário Geral. Um animal que não sumiu completamente com um cadáver acabou sendo morto . A família das vítimas não puderam dar um enterro digno e muito menos postar que está de luto senão Peixão iria matar também, de acordo com o que foi comunicado ao MP. A denúncia foi cadastrada sobre o número de protocolo 3679.6.2023 FONTE: MPRJ

Saiba detalhes e suposta motivação para assassinato de mulher que havia sido expulsa da maior milícia do RJ

A miliciana Martinha Sapatão.foi morta na Região dos Lagos para onde fugiu após ser expulsa da quadrilha. Ela era pessoa de confiança do Zinho e responsável pela parte financeira da milícia. Após a prisão do Zinho, Martinha se juntou com o Andrey(Zero). Os dois tentaram assumir. o controle total da milícia, mas bateram de frente com o PL e Naval, e por último tentaram rachar a quadrilha , mas não tiveram apoio dos frentes das áreas e acabarem sendo expulsos da milícia pelo PL. Na ultima madrugada, Martinha foi capturada na Região do Lagos e morta. A suposta motivação da morte da Martinha seria que ela estaria na conexão com o Doca da Penha e com a milícia do Varão, planejando ataques nas áreas do PL FONTE; Milicia RJ News (Twitter).

Com o dinheiro do jogo do bicho e das máquinas caça-níqueis, Adilsinho montou a máfia de cigarros no Rio. Saiba como ele criou um império que movimenta cifras altíssimas

O contraventor Adilsinho é citado em processo da Justiça Federal como potencial mafioso que manda matar seus adversários ou pessoas que cruzam seu caminho clandestino, A máfia dos cigarros comandada por Adilsinho   foi responsável pela instalação e pelo funcionamento das fábricas desmanteladas em 2022, 2023 e 2024, mas foi em 2018 o marco inicial de toda a atividade desenvolvida pela máfia de cigarros instituída por Adilsinho, quando ele passou a fabricar e comercializar cigarros clandestinos utilizando-se de suas empresas e da parceria mantida com responsável contábil da empresa Cia Sulamericana de Tabacos, para dar aparência de legitimidade às ações criminosas perpetradas pela máfia, inclusive com manipulação contábil na emissão de notas fiscais fictícias e na falsa declaração de rendimentos.” O vínculo de Adilsinho  com a máfia do jogo do bicho e das máquinas caças níquel vem desde 2005. Já naquela época, o contraventor  já possuía poder para monopolizar a venda de cigarros clandestinos em territórios sob exploração da máfia do bicho, bem como carregava a bagagem teórica e relacionamentos para isso.   Com a renda obtida na prática dos crimes perpetrados na máfia do jogo de azar, além de aumentar seu estoque de riquezas, Adilsinho investiu valores, fomentou e iniciou a fabricação e comercialização de cigarros implementando, a partir de 2018, idêntico modo de atuar antes já desenvolvido na exploração de máquinas caça níquel, qual seja: monopólio territorial, corrupção de agentes públicos para atender aos interesses da máfia e fraude.Assim, desde 2018, ele comanda e fomenta intelectual e financeiramente as atividades criminosas desenvolvidas na fabricação e comercialização clandestina de cigarros, em regime de monopólio e mediante a corrupção de agentes públicos (inclusive da esfera federal), bem como recruta pessoas e as manda, direta ou indiretamente, executar ou concorrer para a prática de condutas penalmente proibidas, visando principalmente a obtenção e maximização do lucro, e a diminuição de riscos, momento em que aufere o lucro mais expressivo, no domínio funcional dos fatos perpetrados e resultados alcançados por demais componentes da máfia. Contudo, em 2021, depois que Adilsinho e suas empresas foram alvos de procedimentos fiscais da Receita Federal do Brasil e investigações criminais, ele desistiu de tentar atribuir aspecto de legitimidade às ações criminosas desenvolvidas e abandonou as operações realizadas através das suas empresas, tendo migrado e assumido a forma de atuação integralmente informal. Naquele ano,  ano de 2021, Adilsinho deu início a sua empreitada de montar um complexo industrial clandestino, com grande parte da operação em Duque de Caxias, onde possui poder e influência em razão de ter o domínio da região como integrante da “máfia do jogo do bichoSua quadrilha movimentou cifras altíssimas. Em  2020, uma de suas empresas movimentou “por dentro” do sistema financeiro, cerca de R$ 45.000.000,00 na Caixa Econômica Federal e R$ 30.000.000,00 no Santander, com a maioria das transações em espécie.  O acervo patrimonial de Adilsinho adquirido com os crimes perpetrados e encobertados mediante mecanismos característicos de lavagem de capital ultrapassa o valor de R$ 25.192.812,50 e US$ 1.000.000,00,    Adilsinho é o maior falsificador de cigarros e que ele teria a capacidade de falsificar qualquer cigarro. Estimam que ele em breve vai falsificar cigarros da empresa Souza Cruz, e não vai mais perder tempo fabricando o cigarro da marca Gift. Dizem ainda que têm medo de Adilsinho e que ele é inteligentíssimo e perigosíssimo” (Evento 1, INF32, fls. 34/54).   Uma das fábricas clandestina sde cigarros que pertencia ao contraventor Adilsinho tinha faturamento mensal de, no mínimo, R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), tendo em vista a informação de que eram fabricados cerca de 150 (cento e cinquenta) caixas por dia, sendo que em cada caixa há 50 (cinquenta) pacotes, e em cada pacote há 10 (dez) maços de cigarros, os quais seriam vendidos cada um por R$ 4,00 (quatro reais). Nestas fábricas havia a utilização de trabalhadores paraguaios aliciados e de lá trazidos vendados e sem acesso ao celular, regime de escravidão, fabricação do cigarros paraguaios da marca GIFT, jornada de trabalho de 12h, ausência de emissão de nota fiscal, contexto de poderio bélico e ameaçador existente na localidade de Duque de Caxias/RJ e perpetrado por parte do grupo investigado contra os trabalhadores para restringir a liberdade de locomoção. Adilsinho é proprietário de uma empresa de comércio de cigarros, cigarrilhas e charutos,  uma outra de serviços de organização de férias, congressos, exposições e festas; e de um clube, além de agenciamento de profissionais para atividades esportivas e outras não especificadas.” Um ex-PM que tinha duas empresas que eram utilizadas para tentar, supostamente, dissimular os valores obtido com a Fábrica Clandestina de Cigarros, foi executado a tiros na tarde do dia 15/06/2023 na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma conversa entre um homem conhecido como Alex e uma mulher chamada Jordana evidencia que ele estava conduzindo negócios que poderiam contrariar os interesses do grupo de Adilsinho, mas que poderiam gerar à interlocutora uma oportunidade de comercialização de cigarros falsificados mais rentável, ocasião em que a interlocutora Jordana responde que teme a morte ao atuar em interesses contrários ao bando de Adislinho. Adilsinho era o patrão da quadrilha, .exercendo poder hierárquico sobre as demais pessoas e auferem os maiores lucros; Depois dele, havia os assessores, responsáveis pelas atividades administrativas e burocráticas. Realizam pagamentos e transferências de valores em favor do patrão e sua própria família, normalmente por meio de pessoas interpostas; Em seguida, os gerentes das fábricas, que eram. os responsáveis por coordenar os locais em que são produzidos os cigarros, bem como falsificam documentos que instruem a fabricação e o comércio do falso cigarro paraguaio (embalagens e comprovante de pagamento de tributos paraguaios), custeiam despesas das fábricas e dos alojamentos de trabalhadores escravos, mantém em depósito produto de crimes, fornecem maquinário, insumo e matéria prima para a fábrica; Em quarto, aparecia os comerciantes, que eram os responsáveis pela venda dos cigarros aos consumidores finais. Depois, vinham fornecedores de bens e insumos, encarregados por fornecer insumos, maquinários, matéria-prima e imóveis que permitem a instalação e operação das fábricas clandestinas de cigarro e a consequente produção de contrafeitos;

Traficante do TCP que saiu da cadeia há pouco tempo ameaça redutos do CV na região de Anchieta. PM reforça a área de olho em possível guerra

Policiais do 20º BPM e do 41º BPM vêm intensificando as ações nas comunidades do Az de Ouro, Tatão e Jaqueira, em Anchieta, nas últimas semanas, removendo barricadas e realizando prisões de criminosos. Somado a isso, fatos importantes vêm ocorrendo e podem gerar uma guerra na região. Isso porque o criminoso Neném, ex-frente da comunidade Az de Ouro na época do TCP, que foi preso em 2023 junto a outros seis comparsas com quatro fuzis saiu da cadeia recentemente e tem sido apontado por homicídios na área. As investigações indicam que uma disputa entre o CV e o TCP pelo domínio das favelas pode estourar a qualquer momento. As três últimas mortes em Ricardo de Albuquerque, Anchieta e regiões próximas foram atribuídas a criminosos do bonde do Neném. As vítimas eram conhecidas pelos vulgos: Frango, Da Mangueira e Ricardo (ou Ricardinho). FONTE; PMERJ e Pega Visão RJ News (Telegram)

Saiba detalhes como agia uma milícia em Seropédica que rivalizava com o grupo de Juninho Varão

Processo na Justiça revela como atuava uma milícia em Seropédica que é rival do grupo de Juninho Varão, que é o paramilitar mais procurado da Baixada Fluminense. O grupo tinha como cabeças um homem chamado Luiz Gabriel e um outro conhecido como Macabu e os falecidos Samuel Souza Correa Machado e Vitor Leal Crispim, o Vitinho. A milícia agia impondo o pagamento de valores semanais sob o pretexto de “taxa de segurança”, prática comum entre grupos paramilitares que atuam na região. Samuel e Luiz Gabriel exerciam a função de cobradores, sendo responsáveis por visitar semanalmente estabelecimentos comerciais para exigir o pagamento da chamada “taxa de segurança”. Vitinho era o chefe da milícia e Macabu atuava como chefe da cobrança, além de ser o responsável pelo recrutamento de novos integrantes para o grupo criminoso. Durante as investigações, foi apurado que os denunciados realizavam cobranças sistemáticas e rotativas em diversos pontos comerciais da região, utilizando-se de grave ameaça e intimidação, inclusive com o emprego de arma de fogo, para garantir o pagamento das quantias exigidas. Uma das vítimas, que era dono de uma barbearia relatou que desde a inauguração do seu estabelecimento, há cerca de um ano e meio, era obrigado a pagar semanalmente a quantia de R$ 30,00 à milícia local, valor que foi recentemente reajustado para R$ 80,00. Ele reconheceu Samuel como o miliciano que compareceu à sua loja para comunicar o aumento da cobrança. Uma outra comerciante, dona de uma mercearia, também confirmou que era coagida a pagar R$ 20,00 semanais à milícia. Ela relatou que, no mês de junho, dois indivíduos compareceram ao seu comércio para informar sobre um reajuste no valor da taxa. A vítima reconheceu Samuel e Luiz Gabriel como os autores da cobrança. Além dos relatos das vítimas, um indivíduopreso em flagrante por envolvimento com a mesma milícia, prestou depoimento confirmando que atuava como cobrador sob ordens de “Vitinho” e que recebia R$500,00 por semana para realizar as cobranças. Ele também identificou Macabu como o responsável pelos pagamentos e pelo recrutamento de novos membros. No momento da abordagem policial, Samuel foi flagrado com a quantia de R$ 1.550,00 em espécie, um celular da marca Redmi e uma chave de veículo tipo canivete da marca Fiat. Já Luiz Gabriel portava um celular Motorola. Ambos alegaram estar apenas “passeando pela cidade”, mas não souberam justificar a origem dos valores e dos objetos apreendidos. Macabu cumpriu a prisão temporária decretada, enquanto Luiz Gabriel permaneceu foragido. Ambos tiveram as prisões preventivas decretadas este mês. FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima