Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Mais um boato da morte de RD não procede

Circulou informações que o ex-miliciano Rodney Lima de Freitas, mais conhecido como RD, teria morrido após ser baleado ontem no baque mal-sucedido no Barbante, em Inhoaíba. Porém, tudo passaria de uma grande mentira para tirar o RD da mídia. São apenas especulações, sem comprovação de que ele realmente tenha morrido. Não é a primeira vez que aparece esse boato. RD vem comandando os ataques do Comando Vermekho a redutos da milícia na Zona Oeste carioca.

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

Pichações no Catiri apontam que não haveria mais aliança entre a milícia e o TCP

Após surgirem indícios de uma aliança entre o Terceiro Comando Puro e a milícia na comunidade do Catiri, em Bangu, apareceram pichações na favela dizendo que não existe mais mistura, ou seja, não haveria mais parceria entre ó grupo.paramikitar com o tráfico e que o local é milicia raiz 5.5. Há pouco mais de uma semana foi apreendido no Catiri um fuzil com a inscrição 5.3 que indicava parceria entre á milicia e a facção

Homens suspeitos de ligação com bandidos do TCP espancaram rapaz por este ter reclamado sobre o uso de drogas próximo de sua residência em Itaguaí, diz Justiça

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de espancar um outro no último dia 30 de janeiro em Itaguaí após a vítima se envolver em um acidente de trânsito. As agressões ocorreram em via pública e foram parcilamente filmadas. Segundo os autos, os envolvidos eram ligados ao Terceiro Comando Puro e teriam assim agido por estarem contrariados com a postura da vítima de questioná-los e confrontá-los sobre a movimentação e uso de drogas no local que era próxima à sua residência. A esposa do agredido contou que na madrugada daquele dia, o marido teria sido agredido com socos, chutes e pontapés, por aproximadamente cinco jovens, inclusive com chutes na cabeça após já desfalecido, após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido na Rua 27, próximo ao Trevo de Itaguaí, bairro Parque Dom Bosco, A testemunha relatou que por volta de 00h do dia 30/01/2026, seu marido retornou do trabalho, estacionou o veículo da empresa e saiu novamente utilizando o carro do casal para comprar lanche e pouco tempo depois, teria ouvido gritos vindos da rua, incluindo a frase: “Agora eu sei quem é ele, vamos pegar ele”. Narrou ainda que encontrou seu marido na entrada da rua onde moravam com o carro parado, pois havia se envolvido em uma colisão com um outro veículo e, ao chegar ao local, teria encontrado a vítima tentado acalmar a situação, sem que o outro motorista tivesse praticado qualquer agressão física. Prosseguiu descrevendo que, logo em seguida, cinco jovens teriam se aproximado, dois deles portando pedras e uma das pedras teria sido arremessada na direção da vítima e, na sequência, o grupo passou a agredir o rapaz com socos e chutes principalmente no rosto. A noticiante informou que não conseguiu identificar todos os agressores, mas descreveu as características físicas de um deles, reconhecendo um vizinho como um dos autores, afirmando não ter dúvidas quanto à identificação, visto que já o conhecia e o viu desferindo chutes na vítima após desfalecida e caída. Segundo as investigações vídeos das agressões passaram a circular em redes sociais e policiais diligenciaram no local dos fatos, acompanhados da esposa da vítima, que indicou o ponto exato da ocorrência com visíveis vestígios de sangue. No afã de identificar os agressores, a equipe policial compareceu ao Hospital Geral de Itaguaí, onde a vítima, internada no CTI, foi entrevistada, tendo sua oitiva sido gravada. Segundo os autos, informações de inteligência indicaram que o grupo agressor tinha o costume de se reunir na esquina da Rua 27 e teria ligação com criminosos do bairro Jardim Weda, área sob influência da facção criminosa “Terceiro Comando Puro” Apontado como um dos autores, o vizinho do casal foi localizado em preso no dia 02/02/2026 e formalmente interrogado, ocasião em que optou por permanecer em silêncio. Os autos noticiam que novas diligências foram realizadas visando identificar os demais envolvidos e informações colhidas de moradores que não quiseram se identificar, indicaram que o crime teria sido motivado por discussões recorrentes entre a vítima e o grupo que se reunia próximo à sua residência para uso de drogas e perturbação do sossego. O motorista do carro que se envolveu no acidente com a vítima contou que após a colisão afastou-se ao perceber a aproximação de um grupo de jovens e ouvir gritos de ameaça, e teria retornado posteriormente e encontrado a vítima desacordada no chão, sem ter presenciado as agressões nem conseguido identificar os autores e, por fim, teria relatado temer em colaborar com a investigação. Um rapaz que gravou o vídeo das agressões e, amigo de infância da vítima teria afirmado ter presenciado o início das agressões praticadas por um indivíduo e, em seguida, por um grupo, relatando ainda que não interveio por temer por sua vida e, ainda, teria reconhecido o vizinho do casal como o indivíduo que aparece no vídeo chutando a cabeça da vítima desacordada.A vítima declarou que há meses enfrentava conflitos com indivíduos que se reuniam na esquina de sua residência,Narrou que, após a colisão de trânsito, o grupo teria se aproximado gritando ameaças e uma pedra teria sido arremessada e então iniciado as agressões que o deixaram desacordado. Relatou ainda que só não morreu porque sua esposa interveio e que foi submetido a cirurgia no nariz.A vítima, em sede policial, reconheceu por fotos três suspeitos . Por fim, informou a vítima que teria recebido em rede social uma mensagem, que interpretou como uma ameaça, de autoria da mãe dos suspeitos.Sua esposa confirmou integralmente a versão da vítima, relatando histórico de conflitos com o grupo, reconhecimento dos envolvidos e intervenção direta para cessar as agressões, o que teria evitado que seu companheiro fosse morto, reforçando que no curso das agressões ele já aparentava estar morto.Em suas declarações, narrou que um perfil no Instagram teria postado, em tom de ameaça, uma imagem que atribuiu à mãe dos suspeitos com os dizeres: “Cancelo seu CPF se tentar com a minha família”.Por fim, foi acostado aos autos Laudo pericial na pedra que teria sido arremessada contra a vítima, confirmando que se trata de material pétreo sólido com massa aproximada de 3,335 kg e vítima ainda não foi submetida ao exame de corpo de delito.

Casos de estupro coletivo ocorreram em vários estados brasileiros. CONFIRA ALGUNS QUE CHEGARAM NA JUSTIÇA

O estupro coletivo contra uma adolescente no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, ganhou grande repercussão. Quatro homens e um menor foram acusados do crime sendo que três deles já se apresentaram à polícia. Casos semelhantes como esse se espalham pelo Brasil. Nossa reportagem teve acesso a alguns que chegaram à Justiça. Um deles foi o caso de um adolescente de 14 anos que vendia chocolates em Porto Velho, Rondõnia. Ele recebeu a promessa de dois homens que adquiririam toda mercadoria que ele comercializasse. Os suspeitos o convidaram para ir ao apartamento de uma amiga. O garoto pernoitou no local e quando acordou, viu um dos homens lhe fazendo sexo oral e o outro tapando sua boca para que não gritasse. Depois, os acusados trocaram de posição. A própria vítima chamou a polícia e deu o flagrante, No Amazonas, uma garota de 15 anos também foi vítima. Um dos autores a puxou. tirou sua roupa a força, mandou-a virar de frente e consumou o estupro. Em seguida, o outro autor fez o mesmo, tendo este último ejaculado na vagina da vítima. Em São Paulo, uma menina de 14 anos embriagada foi arrastada a um local ermo sem seu consentimento. PMs foram acionados e encontraram ela com seios e genitália de fora e um homem a apalpando. O autor e um outro estavam com o pênis a mostra. O ato sexual foi cometido sem a permissão da vítima. Em Campina Grande, na Paraíba, uma mulher foi vítima de estupro coletivo apontou um homem a quem conhecia pelo apelido de “dente de coelho”, como o primeiro autor do abuso. Ela descreveu com precisão as tatuagens que ele possuía: “uma tatuagem no peito com um nome escrito, uma tatuagem de um crucifixo na barriga e uma tatuagem de tio patinhas na panturrilha”. Após o crime, a vítima tentou o suicídio e teve que ser internada para tratamento psiquiátrico. No Rio Grande do Sul, uma garota de 11 anos, ao pernoitar na residência de uma amiga , teria sido induzida ao consumo de bebida alcoólica (vodca com energético) e substância entorpecente (maconha), fornecidas por dois irmãos. Aproveitando-se do estado de vulnerabilidade e embriaguez da criança, os suspeitos teriam praticado com ela atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em sexo oral recíproco. O relato da vítima, transmitido por sua mãe é rico em detalhes, indicando a participação ativa de ambos os irmãos nos atos de abuso, descrevendo inclusive os locais da casa onde ocorreram, como a garagem e a sala, e a omissão do genitor dos suspeitos, que teria presenciado parte da cena sem intervir. No Pará, uma adolescentese encontrava na casa de sua madrinha quando dois homens foram buscá-la para ir a casa de um deles. A vítima disse que no meio do percurso se arrependeu e pediu para voltar para a casa da madrinha, foi quando um dos autores falou que se ela nunca tivesse ficado com mais de uma pessoa agora ela ficaria. A vítima narrou ainda que, quando chegou no local, três homens trancaram o portão, e um deles lhe empurrou para o quarto e começou a tirar as roupas da mesma. A vítima disse ainda que, tentou se esquivar mas não adiantou, e que enquanto um deles a abusava os outros ficavam batendo na porta pedindo para entrar. Em sequência, outro entrou no quarto e abusou a vítima, logo depois o terceiro também entrou e abusou a mesma. Em dado momento a adolescente disse que não aguentava mais e começou a empurrar os autores e correu para o banheiro, se vestiu e foi embora.No Espírito Santo, homens constrangeram uma mulher mediante violência e grave ameaça a ter com eles conjunção carnal, bem como a praticar atos libidinosos, os quais não se concretizaram. Um dos bandidos mantinha em sua residência uma pistola .40. Na ocasião dos fatos, a vítima e seu marido estavam no interior do seu veículo, quando passaram pela Rua Falcão foram abordados por um bandido vulgo Tubala”, que estava armado e acompanhado por outro indivíduo que não foi identificado, também armado, tendo ambos ordenado o marido da vítima. que parasse o carro e, assim que ele. parou o veículo, os denunciados retiraram a vítima do automóvel, à força. Outro bandido pegou a vítima pelos cabelos e a levou para dentro da favela. Ato contínuo, outros suspeito arrastaram a vítima para um local ermo, momento em que chegaram os demais denunciados acompanhados de alguns indivíduos não identificados, totalizando aproximadamente quinze homens, tendo eles dito: “Como da última vez não te estupramos, agora nós vamos”, se referindo no fato ocorrido anteriormente, Na sequência, um dos bandidos desferiu um soco no rosto da vítima e determinou que os demais indivíduos continuassem agressões.Os criminosos passaram a agredir a vítima com socos e pontapés rasgando a blusa que usava, ficando os seios à mostra, ocasião em que, como haviam anunciado à vítima, tinham a nítida intenção de estuprá-la. Assim, deram início à prática de atos libidinosos, passando as mãos pelos seios e corpo de I. O estupro, entretanto, não se concretizou porque a vítima passou a gritou por socorro e foi ouvida e auxiliada por uma senhora, não identificada, que mandou que os denunciados parassem e entrou no meio dos agressores tentando contê-los, oportunidade em que a ofendida correu, porém, os denunciados lhe deram uma “rasteira”, vindo a vítima a cair ao solo, mas se levantou, correu, encontrando o seu marido, o qual já havia acionado a polícia militar. A vítima apresentava lesões no corpo, sendo que estava com olhos e os lábios inchados, com uma grande lesão na região superior das nádegas e foi levada para o Hospital João XXIII. No Rio de Janeiro, houve um caso em que um homem junto com dez outros submeteram por diversas vezes, duas crianças à prática de conjunção carnal, coito anal e diferentes atos libidinosos, sendo que dois dos acusados eram pai e avô das vítimas. Também no Pará, um instrutor de karatê, valendo-se da manipulação psicológica, praticou múltiplos atos libidinosos

Justiça decretou prisão de ex-PMs (um deles ex-vereador), um ex-guarda municipal e um servidor da Prefeitura por envolvimento com milícia em Araruama

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça e obteve mandados de prisão contra sete acusados de constituir uma milícia na cidade de Araruama, na Região dos Lagos. Entre os integrantes há dois ex-policiais, sendo um deles ex-vereador, um ex-guarda municipal e um servidor da cidade. Os mandados são cumpridos nesta terça-feira (03/03) pelos agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). De acordo com o GAECO/MPRJ, o grupo era responsável pela apropriação indevida de imóveis na região, extorsão contra moradores e comerciantes, controle de linhas de transporte clandestino e ameaças a membros do sistema de Justiça e das forças de segurança. Ainda segundo as investigações, para impor domínio, os milicianos valiam-se de ameaças e intimidações com o uso de armas de fogo, além da prática de homicídios e roubos. A denúncia afirma que o grupo é liderado pelo ex-policial militar e ex-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger de Moura. Os outros seis denunciados atuavam em diferentes funções: coordenação da atividade de transporte alternativo (o ex-guarda municipal Sirlei Mendonça Marinho e o ex-PM João Carlos Alves Machado); atuação como pistoleiro (Eliomar Souza da Silva Cordeiro, vulgo Bimba); cobrança de valores (Jefferson Siqueira Nogueira); e braço armado (Dilson Gabriel de Almeida Machado, o Biel, e o servidor público da Prefeitura Eduardo dos Santos Damas, vulgo Dudu). Ao determinar a prisão preventiva dos denunciados, o Juízo da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas destacou que as milícias apresentam elevado grau de periculosidade, atuando com uso reiterado de violência ou grave ameaça e colocando em risco a ordem pública e a paz social.

Escolas em Copacabana foram extorquidas por detentos de presídio de Magé que ameaçavam atentados violentos para quem não pagasse. Bandidos se passavam por traficantes do CV

Uma investigação de anos atrás que resultou em processo que teve decisão recente com a Justiça negando que um dos condenados progredisse para regime aberto revelou a existência de uma quadrilha dentro do presídio Milton Dias Moreira, em Japeri, que realizava extorsões a instituições de ensino em Copacabana sob ameaça de praticarem atentados violentos em caso de recusa a pagar, segundo o TJ-RJ. Segundo relatório da Justiça, o bando agiu entre 01 de agosto de 2023 a 18 de outubro de 2023 fazendo extorsões através de ligações telefônicas e redes sociais. Os envolvidos faziam ameaças de morte às vítimas e seus familiares, exigindo-lhes valores pecuniários. Os autos dizem que em agosto de 2023, funcionárias de três escolas do bairro foram constrangidas por terceiras pessoas não identificadas, que se passavam por criminosos das Comunidades Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, a realizarem o pagamento de valor pecuniário sob a ameaça de serem as instituições de ensino vítimas de atos violentos. A denúncia diz que foi exigido de um dos colégios o valor de três mil reais e das demais instituições foram cobradas quantias para a libertação de comparsas presos. Os denunciados utilizaram 58 linhas telefônicas e foram um total de 48 casos de extorsão praticados pelos criminosos. Ao todo, 11 responderam processo. O suspeito que recorreu da decisão da negativa de progredí-lo para regime aberto cumpre penas unificadas que totalizam 14 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, decorrentes de condenações por tráfico de drogas, associação para o tráfico e extorsão.

Investigação revelou elo entre Peixão (TCP) e traficantes mineiros

Uma investigação do Ministério Público de Minas Gerais apontou a ligação de uma quadrilha especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro baseada na cidade de Vespasiano com o bando de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. O trabalho revelou que o traficante vulgo Bim se escondia no Rio de Janeiro, de onde vinha fomentando os negócios escusos e realizando a manutenção de toda a estrutura criminosa , Bim se instalou dentro de uma comunidade cariocaa qual é dominada por facção criminosa Terceiro Comando Puro, uma vez que o mesmo vinha distribuindo e fornecendo relevantes quantidades de drogas também para os traficantes que lideram a mercancia ilegal de entorpecentes naquela localidade, que é conhecida como Complexo de Israel, , liderada pelo criminoso Peixão que protegia Bim, No decorrer das investigações, informações apontaram o vínculo associativo existente entre Bim e Peixão denunciando, inclusive, uma suposta atuação criminosa do bandido carioca em Minas Gerais e outros estados da federação. Bim foi preso em Parada de Lucas portando uma arma de fogo com numeração suprimida, documento de identificação falso, um veículo com sinais identificadores adulterados, vários aparelhos telefônicos e anotações referentes à mercancia de drogas. Um veículo usado pela quadrilha foi apreendido enquanto” batia “o transporte de 500kg de cocaína que seguia sentido ao estado do Rio de Janeiro.

Processo sigiloso confirma indícios de extorsão a comerciantes por traficantes do TCP em Campos e cita homicídios

Processo sigiloso que tramita desde 2023 com decisão recente de negativa de habeas corpus descreve a atuação de grupo criminoso ligado à facção “Terceiro Comando Puro – TCP” na região da Baixada Campista, a sistemática das extorsões praticadas contra comerciantes e donos de olarias. Segundo a denúncia, o traficante conhecido como Mega seguindo ordens de um bandido preso seria o responsável por exigir valores periódicos de comerciantes locais, bem como pela guarda de armas e drogas, em atuação articulada com outros integrantes do grupo na Vila dos Pescadores. No relatório, há informações no sentido de que a facção Terceiro Comando Puro (TCP) domina diversas localidades da Baixada Campista (Tocos, Baixa Grande, Praia do Farol de São Thomé etc.), impondo aos comerciantes o pagamento de quantias mensais ou semanais, sob ameaça de represálias e até de morte, existindo referência, inclusive, à sensação de terror instalada na região após homicídios ali ocorridos, que passaram a ser utilizados como reforço das ameaças dirigidas às vítimas. No que concerne especificamente à Praia do Farol de São Thomé, registra-se que a arrecadação dos valores decorrentes das extorsões na Vila dos Pescadores seria administrada justamente pelos gerente Mega e Ana Paula com o recolhimento efetuado por outros corréus, quadro que revela vínculo concreto do paciente com a empreitada criminosa. O teor do relatório de inteligência destacou a existência de depoimentos de vítimas que confirmam ameaças e exigências de pagamento, bem como documentos investigativos – dentre os quais o Registro de Ocorrência nº 134-01169/2024 – que apontam, de maneira expressa Mega e como um dos responsáveis pela arrecadação dos valores das extorsões na região da Vila dos Pescadores, em benefício da facção “Terceiro Comando Puro”. Desse modo, verifica-se que a decisão vergastada não se baseou em meras suposições. O modus operandi empregado, consistente na cobrança de “taxas” extorsivas de comerciantes, proprietários de olarias e moradores da região, sob ameaça de represálias físicas, inclusive com referência aos homicídios de Sandro Siqueira Barcelos e Amaro Nilton de Souza1, demonstra a sofisticação, estabilidade e violência da estrutura criminosa ligada à facção criminosa TCP, o que reforça a imprescindibilidade da custódia cautelar para garantia da ordem pública.

Traficante que comandava a venda de drogas na Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou garotos de programa a extorquir rapaz. Vítima apanhou e ainda perdeu R$ 20 mil

Um traficante que comanda a venda de drogas na região da Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou que uma quadrilha formada por garotos de programa extorquissem um homem na região. O caso ocorrido em 2024 veio a tona recentemente com a Justiça reduzindo a pena para um dos acusados para 16 anos e oito meses de prisão. A denúncia diz que em junho daquele ano, o bando disse para a vítima. “sou mafioso, conheço muita gente por aqui. Então, você vai fazer o que eu mandar”,com violência configurada em tapas e restrição de liberdade de A.S.M, com intuito de obter para si senha bancária, permitindo assim que realizassem diversas transferências para uas contas bancárias, causando um prejuízo total à vítima no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). O grupo roubou o celular do rapaz, sua identidade e chaves. Conforme apurado nos autos, a vítima entrou em um aplicativo de relacionamento chamado Grinder, por meio do qual fez contato com um dos suspeitos, que se identificou como garoto de programa, sendo, então, acordado um encontro sexual, pelo prazo de três horas, no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), no bairro de Copacabana. Após encontrar com o denunciado, a vítima foi informada acerca da existência de uma terceira pessoa interessada em participar do encontro, sem que fosse mencionado qualquer acréscimo no valor acertado. Nesse contexto, o supeito e a vítima se dirigiram ao Hotel Atlântico Prime, no Centro, onde encontraram com outro envolvido. Todos então se dirigiram ao apartamento de um terceiro denunciado, de nome social Maria Eduarda, na rua do Riachuelo, nº333, no Centro, local onde fizeram uso de diversas substâncias entorpecentes e mantiveram relações sexuais. Ao final do ato sexual, dois dos criminosos passaram a ameaçar a vítima dizendo serem mafiosos e conhecedores de muita gente, afirmando que a vítima deveria fazer o que eles mandassem, bem como agredindo-a com tapas pelo corpo. Nesse contexto, os denunciados exigiram a senha bancária da vítima e na posse de seu aparelho de telefone celular realizaram uma transferência bancária para a conta de nome social Maria Eduardo, no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais). Como não era mais possível a realização de novas transferências bancárias, em razão da hora, os denunciados mantiveram a vítima em cárcere por cerca de quatro horas, até o amanhecer, ocasião em que, após o ofendido entregar todas suas senhas, efetuaram diversas transferências, desta feita, em favor de Maria Eduarda e do traficante . Por fim, não satisfeitos em causar um prejuízo de aproximadamente R$ 20.000,00 (vinte mil reais) à vítima, os denunciados, com desígnios autônomos e diante da grave ameaça proferida a todo tempo acerca de suas posições como criminosos em comunidades do Rio de Janeiro, além da violência consistente em desferir tapas pelo corpo da vítima, subtraíram o celular, a identidade e as chaves do ofendido. Apesar de Maria Eduarda e o traficante não tenham tido contato físico com avítima durante a execução dos crimes, restou apurado que participaram diretamente do planejamento e da divisão dos produtos dos crimes, possuindo, desta forma, completo domínio funcional dos fatos. Nesse sentido, registra-se que Maria Eduarda, foi o idealizador da empreitada criminosa, cedendo, inclusive, seu apartamento para consumação dos crimes. Ademais, foi beneficiário direto de parte das transferências bancárias exigidas da vítima. Um dos envolvidos no crime acabou condenado e teve sua pena reduzida.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima