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denúncia

Traficante do TCP da Serrinha gravou vídeo dizendo que estava na Bahia ajudando facção aliada em guerra contra rivais

Um traficante do Terceiro Comando Puro afirmou em vídeo que estava na Bahia ajudando integrantes da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM) em guerra contra rivais. Segundo relatos, o bandido citado seria o de vulgo Rugal, que atua no Complexo da Serrinha, em Madureira, e estaria dando apoio ao BDM na guerra pela comunidade da Lagoinha, que é cobiçada também pelo Comando Vermelho. “Mesma conexão, TCP BDM é o mal”, disse o criminoso. Existe a suspeita de que o TCP estaria financiando a investida do BDM no território baiano, O Bonde do Maluco (BDM) capturou um Torcedor do Comando Vermelho (CV) que estava de Bobeira pelas ruas do bairro de São Gonçalo (BDM). A vítima foi levada para um cativeiro, onde acabou sendo torturada e morta. Segundo informações, o rapaz postava em suas redes sociais dizendo que era Muita bala no BDM, e também alegava ser da Tropa do Cris (CV). FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Operação em Teresópolis contra traficantes que torturaram homem como punição por suposto furto de carga de drogas

O Ministério Público Estadual e as polícias Civil e Militar fazem operação para prender oito do Comando Vermelho que atuam no Complexo PPR, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Os denunciados são integrantes do Comando Vermelho e, em 2021, submeteram uma vítima a intensa sessão de tortura como punição pelo suposto furto de uma carga de drogas. A apuração também revelou que os acusados mantinham atuação estruturada no tráfico de drogas no Complexo PPR, composto pelas comunidades Perpétuo, Pimentel e Rosário. Foram denunciados, ao todo, oito investigados no âmbito da operação: cinco deles pelo crime de associação para o tráfico de drogas, enquanto outros três respondem por tortura e associação para o tráfico. As investigações identificaram a prática de tráfico de drogas e a imposição de torturas como forma de punição a moradores da região. Os mandados foram expedidos pelos Juízos da 1ª e da 2a Vara Criminal da Comarca de Teresópolis e estão sendo cumpridos na comunidade do Rosário. Entre os alvos está Carlos Eduardo Santos da Silva, apontado como chefe do tráfico local. FONTE: Ministério Públikco Estadual do Rio

Grupo que extorque comerciantes no Camelódromo da Uruguaiana é alvo de operação. Oito já foram presos

O Ministério Público e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO-IE) da Polícia Civil fazem operação para prender integrantes de uma quadrilha que age no Cameldóromo da Uruguaiana, no centro da capital fluminense. Entre os alvos estão um policial civil aposentado e um policial penal. Eles tentam cumprir 11 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão. Ao todo, 14 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão, usurpação de função pública e lavagem de dinheiro. Oito já foram presos. Segundo as investigações, o grupo se apropriou da administração da Associação Comercial da Uruguaiana, utilizando segurança armada e ameaças para extorquir comerciantes, mediante a cobrança de “taxa social” e “taxa de segurança”. Em caso de inadimplência, os comerciantes eram submetidos a cortes de energia e expulsões. Além das extorsões, o bando razia a gestão ilegal de espaços públicos, promovendo a venda e locação irregular de boxes. Também praticava lavagem de dinheiro, utilizando empresas de fachada e laranjas, inclusive uma lavanderia, para mascarar a origem dos recursos. A denúncia descreve a atuação de integrantes responsáveis pela contabilidade, intimidação armada e administração das extorsões, além da participação de agentes públicos. Foi apurado, ainda, que eram realizadas vendas de boxes de forma irregular, uma vez que o espaço do camelódromo é público, só podendo ser cedido seu uso por ordem e autorização da Prefeitura do Rio. Os valores variavam entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Os mandados são cumpridos no próprio camelódromo e em endereços na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes e na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os agentes obtiveram informação de que o líder do grupo estaria no estado do Ceará. Com o apoio da Polícia Civil daquele estado, ele foi capturado em Fortaleza. FONTE: Ministério Público Estasdual e Polícia Civil

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ se entregaram

A Polícia Militar confirmou a prisão de dois PMs denunciados por suspeita de fazerem parte do ‘Novo Escritório do Crime’, quadrilha de matadores por recompensa que foi alvo de operação do Ministério Público Estadual do Rio na semana passada. Segundo a corporação, os dois policiais se entregaram e estão na Unidade Prisional da PMERJ. São eles Diogo Briggs Climaco e Alessander Ribeiro Estrella Rosa. Um outro PM envolvido no bando, Bruno Marques da SIlva, o Bruno Estilo, já estava preso. As denúncias do GAECO/MPRJ apontam o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes, surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  FONTE: PMERJ e MPRJ

Fumaça preta anunciou novo líder do TCP na Maré

Bandidos do Terceiro Comando Puro (TCP) soltaram fumaça preta na última quinta-feira (15) para anunciar o novo líder da facção no Compleco da Maré para substituir o traficante TH da Maré, morto durante operação do Bope. O novo cabeça é o traficante conhecido Alexandre Ramos do Nascimento, vulgo Pescador agora está à frente da organização. Pescador é considerado extremamente perigoso, com extensa ficha criminal. Ele é acusado por tráfico de drogas, associação criminosa, homicídio qualificado, sequestro, constrangimento ilegal e posse de arma de uso restrito. Ainda segundo investigações, o criminoso é apontado como autor da morte de dois policiais e está foragido da Justiça. Fontes da área de inteligência da segurança pública apontam que Pescador tem um perfil frio, violento e calculista, o que preocupa autoridades quanto à escalada da violência em áreas sob domínio da facção TCP. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Miliciano expôs sua relação com o chefe do ‘Novo Escritório do Crime’: “Quem é inimigo do cara, também é meu”

Um dos denunciados por fazer parte do ‘Novo Escritório do Crime’, o miliciano André Boto expôs sua relação com o chefe do grupo, Thiago Soares Andrade Silva, o Batata ou Ganso. Em áudio captado, Boto disse: Tudo na vida tem um preço, igual eu, particularmente comigo, nego me associa ao “Ganso”, certo? Porque eu sempre levantei o nome do cara, pô, e o pouco que eu convivi com ele sempre tentei aprender algumas coisas com ele… é um cara que é humilde pra c…, que resolve os problemas dele. Então, querendo ou não, eu sempre levantei a bandeira dele… fui beneficiado em várias paradas, certo mano? Aí tipo assim… querendo ou não eu estou com uma certa força na rua, quem for inimigo dele sabe o carinho que tenho por ele, a gratidão que tenho por ele, Eu vou fazer o que? Vou recuar agora? Tá entendendo, mano? É o jogo de xadrez, o crime é complicado pra c… Então, querendo ou não, todo mundo que é inimigo do cara também é meu inimigo, porque nos momentos bons eu também soube desfrutar dele, tá entendendo? Irmão, é complicado pra cacete parceiro. O crime é complicado. Eu tenho ciência que quando eu svagabundo vem na minha direção e eu estou preparado pra isso mesmo, entendeu mané? Eu sou o cara até o final, se o cara falar que dois mais dois é oito é oito, pulo de qualquer altura com ele mesmo e é o crime. É se cuidar parceiro.”. Boto, segundo investigações, atuava no grupo fornecendo os armamentos utilizados na execução de umd das vítimas, ciente de que as armas seriam empregadas nesta ação Ele compartilhava com Batata a gestão de forte armamento utilizado pela quadrilha em suas empreitadas. Preso há alguns, anos, chegou a realizar procedimentos estéticos de harmonização facial para despistar os agentes da lei e, assim, permanecer foragido da Justiça. FONTE: MPRJ

Miliciano morto pelo ‘Novo Escritório do Crime’ em Realengo tinha saído três semanas antes da cadeia e estava com medo de morrer porque dois paramilitares tinham acabado de serem executados

Uma das vítimas do Novo Escritório do Crime, o miliciano Neri Peres Júnior, vulgo Alemão, morto em 2021, estava com medo de morrer . Isto porque dias antes de ser assassinato, dois paramilitares haviam sido mortos na região de Realengo, vulgos Brinquinho e Mucão. Neri havia saído da prisão três semanas antes de ser morto, Pelo receio de ser executado, Neri disse que não passaria mais pela Avenida do Canal porque sempre havia muitos bandidos na via. Ele pertenceu à milícia de Orlando Curicica mas não havia saído bem do grupo tanto que teria ficado preso em presídio diferente dos demais integrantes da milícia; Alemão queria implantar um grupo paramillitar na Cohab de Realengo. A região era dominada por um PM vulgo Carvalho que havia morrido de Covid. Carvalho exercia influência no local há seis anos e já teria sido segurança do bicheiro Rogério Andrade Neri foi justamente morto por integrantes do Novo Escritório do Crime para garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. FONTE: MPRJ

Traficante (TCP) de Madureira passa a mandar também em morro da Tijuca

Após o traficante Kito, ex chefe do Morro da Casa Branca (TCP), ter supostamente caiido no tribunal do tráfico da própria facção, a comunidade foi arrendada para os traficantes do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira. Agora, o traficante Lacosta ou Salomão está responsável pelas seguintes favelas: Segundo relatos, Lacoste ainda estaria supostamente planejando novo ataque ao Morro do Juramento (,CV), em Vicente de Carvalho, e para isso estaria reforçando seu arsenal. FONTE,: Baú do Rio OFC (Telegrsm)

Homicídio cometido pelo ‘Novo Escritório do Crime’ pode ter rendido R$ 150 mil aos matadores. Homem denunciado por participar do grupo correu risco de ser morto pela própria quadrilha por repassar informações a rivais

Um dos integrantes do Novo Escritório do Crime que foi denunciado pelo Ministério Público Estadual disse que foi perguntado a ele se os membros do grupo teriam recebido cerca de R$ 150 mil para matar Fábio Romualdo, uma das vítimas do bando. Ele não soube dizer mas disse que um dos participantes do grupo apareceu com R$ 100 mil, o que lhe levou a acreditar que o dinheiro era o pagamento pelo homicídio. Esse homem correu risco de ser morto dentro da própria quadrilha. Isso por conta de sua aproximação com um grupo do bando do bicheiro Rogério Andrade que rivalizava com o de Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, chefe do Novo Escritório do Crime. Ele só foi salvo por sua amizade com o PM Bruno Estilo, membro do grupo de matadores. No entanto, buscava informações com ele para repassar para o grupo de Márcio Araújo Souza e Rodrigo das Neves, suspeitos do assasinato do contraventor Fernando Iggnácio, e desafetos de Batata. Bruno Estilo desenrolou com Batata para não executá-lo e, depois de muito tempo de afastamento, resolveu procurá-lo e lhe emprestou uma arma, pedindo para não ficar de bobeira. O homem disse que por duas vezes tentaram matá-lo. Esse integrante do grupo chegou a dizer que instalou um rastreador no carro de um outro membro do Novo Escritório do Crime para descobrir quando ele se encontraria com Papa (apontado como executor dos homicídios) para que pudessem pegá-lo, ou seja, prender junto com algum órgão de segurança e descobrir a localização das armas; A informação era para ser passada para Araújo que, mesmo pres,o faria a informação chegar ao GAECO para que os envolvidos fossem presos. FONTE: MPRJ

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