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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

PM foi baleado em operação em São Gonçalo

Policiais militares do 7ºBPM realizaram uma ação na Comunidade do Brejal, em São Gonçalo, com objetivo de coibir os roubos de carga e veículos na região. Durante patrulhamento, um indivíduo foi detido portando drogas e um rádio comunicador.   De acordo com os agentes, ao sair da comunidade, a equipe foi atacada a tiros e um militar foi ferido, sendo socorrido ao Hospital Estadual Alberto Torres. O estado de saúde do militar é considerado estável. Ocorrência em andamento na 74ªDP. FONTE: PMERJ

Prefeito de Meriti foi detido com mais de R$ 100 mil na Dutra

O prefeito de São João Meriti, Leonardo Vieira, foi detido por policiais rodoviários federais com mais de R$ 100 mil em espécie, na manhã de terça-feira (25) na Via Dutra. Ele não conseguiu comprovar a origem da quantia Ao ser questionado, ele informou que o carro era alugado e estava sendo regularizado para utilização de placa reservada, mas não apresentou documentação referente ao procedimento. Em revista no veículo, os policiais visualizaram um pacote fechado e embalado com fita. O prefeito disse que transportava uma quantia em dinheiro, a qual seria para o pagamento de contas particulares. No total, foram encontrados R$ 117 mil, além de US$ 15.. FONTE: Polícia Rodoviária Federal

Tráfico (CV) mandou moradores sequestraram ônibus para fechar rua no Engenho Novo em protesto contra a PM

Traficantes do Morro do São João mandaram moradores fecharem a Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, para protestar contra policiais militares. Ônibus foram sequestrados e usados para obstruir a via. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares foram até a Rua Barão de Bom Retiro verificar informações de que ônibus estariam na via sem as chaves, nesta terça-feira (25/03). O reboque foi acionado para a liberação da via. A motivação destas ações é uma represália contra a ocupação no Morro São João que ocorre desde janeiro e tem como objetivo principal impedir disputas entre facções rivais do Morro São João e dos Macacos. Hoje não foi registrado confronto com as equipes da polícia militar nessas comunidades. FONTE: Diário das Comunidades (WhatsApp) e PMERJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes escondidos na Vila Kennedy (CV) são suspeitos de matar policial penal em Santa Cruz. DH faz operação para capturá-los

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) faz uma operação para prender Thiago Ferreira Pinto, Caio Felipe Ferreira, da Cruz, vulgo Rezin, Hiago Ferreira Pinto, Fabiano da Silva Souza e Carlos Antônio Gomrs Junior, o Bradock. Os alvos são apontados como suspeitos do latrocínio do policial penal Henry dos Santos Oliveira. O crime ocorreu no dia 19 de dezembro de 2024, no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, sete indivíduos fortemente armados com fuzis e pistolas realizava um assalto a um depósito de bebidas. Enquanto parte do bando mantinha vigilância externa, os demais carregavam um veículo com as mercadorias subtraídas. Durante a ação, a vítima, tentou abordar um dos criminosoos.Neste momento, os comparsas, passaram a efetuar diversos disparos de revólver e fuzil contra o policial penal, que veio a óbito no local. Os marginais ainda subtraíram sua arma de fogo antes de empreenderem fuga. Os autores são todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, escondidos no interior da comunidade da Vila Kennedy. FONTE: Polícia Civil do RJ

Homens presos suspeitos de pertencer a milícia de Pedra de Guaratiba e que foram absolvidos por suposta falta de provas contaram terem sido agredidos e ameaçados de morte por policiais civis. “Disseram que iam me matar”

Dois homens que foram presos ano passado suspeitos de pertencerem a milícia de Pedra de Guaratiba e que acabaram absolvidos porque os policiais não comprovaram que eles estavam extorquindo comerciantes disseram que foram ameaçados de morte e agredidos pelos agentes. Um deles disse que ele e o amigo foram a um depósito, depois cortar o cabelo e em seguida comprar ração para um cavalo. Foi então que pararam dois carros. Os ocupantes do veículo estavam de preto e touca ninja. Eles lhe colocaram de cara no chão e disseram que iriam lhe matar, porque era da milícia. Ele disse, no entanto, que era trabalhador e atuava como mototaxista. Segundo o seu relato, os policiais lhe algemaram e o colocaram dentro do carro. Eles lhe deram socos. Depois eles saíram correndo com o carro e foram no sentido do Recreio. Depois do túnel, eles pararam o carro e continuaram lhe socando, dizendo que iam lhe matar. Na cidade da polícia, ficou algemado em um ferro. Disse que bateram com a sua cabeça na parede. Mandaram desbloquear o celular. Pediram a senha do celular e deram a senha para eles. O outro preso disse que. os policiais estavam com o rosto tampado. Não sabe por qual razão os policiais os prenderam. Disse que os policiais perguntaram se seu nome era Rodolfo e disse que não. Contou que os agentes disseram que seu nome era Rodolfo sim e perguntaram se tinha passagem. Disse que não. Então eles lhe bateram, dentro do carro. Eles perguntaram se fazia parte da milícia e disse que não. Falou que ees diziam que iriam lhe matar porque era o Rodolfo. Uma testemunha falou que conhecia um dos presos desde ,que ele entrou em seu estabelecimento comercial, no dia dos fatos, para comprar cerveja, que não falou com nenhum policial, neste dia, e que admite que paga taxas para a milícia, mas m nunca pagou nada para os dois presos. Segundo a Justiça, os policiais não viram a cobrança de valores e a acusação não chegou a demonstrar que ambos tinham a finalidade de praticar diversos crimes, dentre eles, extorsões. . Também não houve investigações preliminares e nem posteriores sobre o envolvimento dos réus com a milícia “A prova apresentada é insegura e traz mais dúvidas do que luzes, sobre o que realmente ocorreu no dia dos fatos”, dizem os autos. O MP recorreu da sentença e perdeu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ex-PM do BOPE preso suspeito de treinar e lavar dinheiro de traficantes do CV é investigado por duas mortes na Muzema

O chefe da Polícia Ciivl do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o ex-PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, preso ontem suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar dinheiro da facção, é investigado por envolvimento em pelo menso dois homicídios cometidos na comunidade da Muzema, no Itanhangá. As vítimas eram responsáveis por alguns condomínios na localidade onde o ex-militar expulsava moradores e tomava conta dos imóveis. Para lavar o dinheiro do crime, o ex-PM usava uma suposta empresa de segurança. Chamou a atenção dos policiais que o criminoso fez em duas semanas depósitos de R$ 350 mil para essa firma. A sócia dele era a sua pópria mã, que também praticava atos de ocultação de valores. Em dois meses, foram mais de meio milhão de reais investidos. A empresa, segundo as investigações, não funcionava já que não tinha nenhum empregado cadastrado, além de ser sediada na própria residência de Ronny. A mãe de Ronny teria adaquirido umc arro de luxo no valor de R$ 200 mil. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 3 milhões que teriam sido movimentados por essa sempresa de fachada em menos de um ano, além de ter bloqueado também os veículos de luxo. Outros R$ 2 milhões movimentados pela sócia e outras pessoas vinculadas também foram bloqueados. Segundo a Polícia Civil, Ronny chegava com armas dse grosso calibre e expulsava as pessoas que estavam construindo na localidade e tomava para si os préidos. Ele também colocava outras pessoas para morar nos imóveis. O ex-PM se aporveitava do conhecimento de táticas operacionais que ele adquiriu para treinar os traficantres do Comando Vermelho Esses ensinamentos eram usados pelos criminosos na guerra contra facções rivais e contra policiais. FONTE: Polícia Civil do RJ

PMs poderão ser excluídos da corporação suspeitos de extorquirem turistas estrangeiros que portavam maconha na Zona Sul do Rio

Dois PMs do batalhão do Leblon estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá representar pela exclusão deles da corporação acusados de extorquirem turistas na Avenida Niemeyer, que portavam maconha em maio do ano passado. Na ocasião, os estrangeiros estavam em um veículo Renault Kwid quando foram abordados por policiais militares, os quais encontraram um material semelhante à Cannabis sativa. Relataram ainda que os agentes, inicialmente, exigiram a quantia indevida de R$ 10.000,00(dez mil reais) em espécie e, após tratativas, reduziram o valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante da impossibilidade de pagamento imediato, foram orientados a se dirigirem a um shopping para realizar osaque. Informaram que retiraram o montante total de € 1.190,00 (mil cento e noventa euros) — e o entregaram aos policiais em um estacionamento nas imediações do Shopping Fashion Mall, de forma discreta, conforme as instruções recebidas. Após a entrega do dinheiro, afirmaram ter recebido o entorpecente de volta e, em seguida, foram liberados. Após a análise das imagens das câmeras de vigilância constatou-se que os turistas foram abordados no local indicado na denúncia. Além disso, verificou-se que os investigados deixaram o local da abordagem ̳escoltando‘ as vítimas, sendo possível visualizar, instantes depois, a entrada deles no interior do shopping, sem a presença dos investigados. Os turistas anotaram as placas das motocicletas utilizadas pelos policiais. Por meio das fichas de circulação e dos mecanismos de controle do 23o BPM, constatou-se que, naquele dia, os veículos estavam sendo utilizados pelos investigados Além disso, em relação a um dos PMs, por meio de diligência telefônica realizada via aplicativo WhatsApp, um dos turistas o acusou e o identificou de maneira categórica, pormeio de uma fotografia, como um dos autores dos fatos descritos. Recai, ainda, contra a sua conduta, que ao assumir o serviço no dia 23 de maio de 2024,deliberadamente e sem a devida autorização, não acautelou a Câmera Operacional Portátil (COP), deixando assim, de captar imagens relevantes para as investigações. Seguindo as investigações, não é razoável que duas pessoas sejam ̳escoltadas‘ após umaabordagem sem que os policiais tenham produzido qualquer registro do episódio. Além disso, ao localizaremmaterial assemelhado a entorpecente, deveriam ter conduzido os envolvidos à delegacia. A omissão nesseprocedimento comprometeu a regularidade da abordagem, resultando na formalização da acusação contra osagentes na 1a DPJM. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PM foi excluído da corporação após acharem em sua casa drogas com a sigla do CV, fuzil e munições

Foi expulso da corporação um PM que teve apreendidas em sua casa em Itaguaí ano passado 144 pinos contendo pó branco com a inscrição ‘Ouro Branco CV do Cpx do Sem Terra de Itaguaí’, um fuzil Colt, calibre .223 Armalite (5,56×45 mm), número de série C121201, além de uma mochila com 12 (doze) cartuchos intacto de calibre .45, 14(quatorze) cartuchos intacto de calibre 9mm, 05 (cinco) cartuchos intacto de calibre 7,62, 03 (três)cartuchos intacto de calibre 5,56 mm, 01 (um) cartucho percutido e não deflagrado de calibre .50(12,7x76mm) e 45 (quarenta e cinco) cartuchos intacto de calibre .40 e 01 (um) tablet, marca Samsung, cor Grafite, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor prata, modelo A1633, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor cinza claro, modelo A1633, tela arranhada, 01 (um) telefone, marca Samsung, cor azul claro, 01 (um) telefone, marca REDMI, cor azul, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Motorola, cor azul petroleo, danificado, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor claro com detalhes dourado. Segundo a PMERJ, é considerada transgressão disciplinar grave o envolvimento de PMs em condutas delitivas envolvendo ―narcotraficantes‖ e usuários de ―drogas‖, conforme previsão na legislação em vigor, ou ainda, as condutas de adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar praticadas por Policial Militar, FONTE: Boletim Interno da PMERJ

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